
O erro em março se deu quando foi captado um rim que deveria beneficiar a empregada doméstica aposentada Maria das Graças de Jesus, de 60 anos. O órgão foi transplantado em outra pessoa, de nome parecido, Maria das Graças de Jesus Araújo, de 51 anos, no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Ela acabou morrendo, dois meses depois.
O subsecretário jurídico e de corregedoria da Secretaria de Saúde, Pedro Henrique Di Masi, disse que o relatório do médico que realizou o transplante informou que a paciente morreu de causas infecciosas. "Se fosse por rejeição, provavelmente a morte teria acontecido mais rápido", avaliou a superintendente de Atenção Especializada, Hellen Miyamoto, que substituirá Ellen interinamente na Central de Transplantes.
Em nota, a Coordenação de Transplante Renal do Hospital Universitário informou que o hospital agiu como órgão executor. "A Central de Transplante foi quem determinou a realização do procedimento na paciente, que antes havia sido avaliada no Hospital Geral de Bonsucesso (HGB)". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.