
"As características do caso levam à conclusão de que houve um mandante. O motorista disse em depoimento que não tinha dinheiro e que estava precisando de um empréstimo. Ora, há fotos que mostram o motorista bebendo champanhe dois dias antes do crime num baile funk. Quem está com dívidas pode fazer isso? Essa atitude é completamente contraditória à versão da defesa", contesta o advogado Cláudio Costa, que atua no caso.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou hoje o pedido de liberdade de Costa Júnior. Segundo a Corte, para o ministro Felix Fisher, da Quinta Turma, estão comprovadas as circunstâncias que levaram à prisão do suspeito. A defesa do motorista alegava constrangimento ilegal por conta da decisão do desembargador Paulo de Tarso Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), de decretar a prisão preventiva dele.