
27/07/2011 - 17h18 | do UOL Notícias
Aqui, o Banco Central também atuou para dar sustentação aos preços, fazendo um leilão de swap reverso (em que assume posição comprada em dólar e vendida em taxa de juros) e duas compras de moeda no mercado à vista. Mas o dólar devolveu à tarde parte dos ganhos em meio à percepção dos agentes financeiros de que a entrada de capital tende a diminuir por causa das medidas, mas não deve acabar uma vez que os juros internos ainda continuam atrativos, apesar do aumento de custos determinado para essas operações.
No fechamento das transações, o dólar comercial teve alta de 1,50%, a R$ 1,559. No mês, acumula baixa de 0,13%. Na BM&F, o dólar à vista encerrou em alta de 1,77%, a R$ 1,5635. O euro comercial subiu 0,40% a R$ 2,239.
A Medida Provisória publicada hoje no Diário Oficial da União autorizou o Conselho Monetário Nacional (CMN) a definir regras específicas para as negociações de derivativos e a tributar com IOF de até 25% sobre o valor dessas operações. A tributação, de acordo com um decreto também editado hoje, começa com alíquota de 1% de IOF sobre a posição vendida líquida - diferença entre a posição vendida e a posição comprada bruta - que exceder US$ 10 milhões. O governo também surpreendeu ao penalizar quem toma o empréstimo externo com prazo médio superior a 720 dias e antecipa a sua liquidação.
Câmbio turismo
Nas operações de câmbio turismo, o dólar subiu 2,09% e fechou cotado a R$ 1,657 na venda e R$ 1,543 na compra. O euro turismo teve alta de 1,37% a R$ 2,36 (venda) e R$ 2,22 (compra).
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