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| Capa do segundo volume da Bíblia em quadrinhos, que começou a ser vendido no Brasil esta semana |
A ordem dos fatos narrados na Bíblia foi invertida nos quadrinhos. Primeiro, foi o Novo Testamento, publicado no fim de agosto.
Um mês depois, é lançado o Velho Testamento (JBC, R$ 14,90).
Em comum, ambos têm o fato de serem produzidos em mangá, nome dado ao quadrinho produzido no Japão, que é exportado para diferentes países do Ocidente, inclusive o Brasil.
A obra inglesa, que agora chega ao Brasil, teve boa repercussão no exterior, mais do que o primeiro volume obteve por aqui.
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A proposta dos autores - os irmãos Siku e Akinsiku - é adaptar os principais fatos bíblicos numa linguagem acessível ao público mais jovem.
A escolha do formato mangá tem a ver com isso. Segundo Siku, o quadrinho oriental tem um ritmo narrativo mais dinâmico do que o ocidental.
"Tem um ritmo rápido e a condução da narrativa acontece mais pelo visual do que pelas palavras", diz o desenhista, em entrevista concedida especialmente para a edição nacional.
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| Capa do Novo Testamento em quadrinhos, lançado no fim de agosto no Brasil |
"Não podíamos tentar fazer um projeto de Bíblia sem observar as formas descritivas dela, e o formato do mangá parecia ter o estilo de narrativa mais apropriado."
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O resultado, no entanto, não tem muito do estilo japonês.
É algo mais híbrido, como o próprio desenhista admite em depoimento publicado no primeiro volume, sobre o Novo Testamento.
Este segundo e útlimo número segue o molde apresentado no anterior. Os autores pinçam as principais narrativas bíblicas e tentam ordená-las numa linha cronológica.
"A Bíblia em Mangá - O Velho Testamento" tem início com a criação do mundo e encerra com a previsão da chegada de Cristo.
E, em meio à narrativa, apresentam notas no canto das páginas orientando o leitor sobre onde encontrar o trecho na Bíblia.
Do UOL Jovem