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Em comunicado divulgado ontem, a FIA, entidade que comanda o automobilismo, afirmou que irá estudar a legalidade da saída da Toyota da F-1. O motivo é a que a equipe era signatária do novo Pacto de Concórdia, acordo que une times, FIA, Formula One Managment, holding que detém os direitos comerciais da F-1, definindo as bases da divisão de recursos entre eles até 2012. "Aguardamos urgentemente esclarecimentos da Toyota quanto sua posição legal em respeito ao Mundial", disse o documento no qual lamenta a saída da montadora japonesa. De acordo com a entidade, agora comandada pelo francês Jean Todt, a decisão é reflexo da necessidade de a categoria cortar gastos e estabelecer um teto orçamentário. "Isso mostra a importância das medidas de corte de custos propostas originalmente pela FIA." A Fota, a associação das equipes, creditou a desistência da Toyota à crise econômica e complementou, alfinetando o ex-presidente da FIA Max Mosley. "Além de um período de incerteza e confronto desnecessário na F-1 que finalmente acabou", falou o comunicado do grupo, que chegou a ameaçar com a criação de uma categoria paralela no meio do ano. |