Inspire-se em projetos de arquitetura e decoração para casas

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Fotos
O Prêmio MIPIM de Arquitetura para Projetos Futuros, dedicado a projetos inacabados ou que ainda não saíram do papel, anunciou o vencedor geral e os vencedores por categoria da edição de 2016. O vencedor geral foi o projeto do escritório Eller + Eller Archtekten para o prédio de escritórios da BASF em Ludwigshafen, na Alemanha. Uma estrutura geométrica e homogênea com grande aproveitamento da luz natural Divulgação/BBC

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Os 26 projetos finalistas deste ano foram selecionados entre dez categorias. O primeiro lugar na categoria Grande Projeto Urbano foi o projeto da Estação de Trens de Astana (no Cazaquistão), do escritório Tabaniliogu Architects. Divulgação/BBC

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Este outro projeto, Três Centros Culturais e um Shopping de Livros, no distrito de Longgang, em Shenzhen, China, vai reunir um museu de arte, centro de jovens e uma grande loja de livros. A proposta é do escritório Mecanoo Architects e foi escolhida como a vencedora do prêmio na categoria Regeneração Cultural. Divulgação/BBC

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O projeto Skyfarm (Ou Fazenda no Céu) foi criado pelo escritório Rogers Stirk Harbour + Partners e visa dar uma solução da falta de espaço para agricultura ou em áreas onde o solo é de baixa qualidade. O conceito é criar uma fazenda de vários andares e o projeto foi o vencedor na categoria de Sustentabilidade. Divulgação/BBC

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O Prêmio Jeu d'Esprit para um projeto de escritórios em Roro, na Suécia. Este projeto mostra um escritório sustentável para a Sociedade Sueca de Resgate Marítimo e ilustra como um local de trabalho pode ser construído em um ambiente extremo. Divulgação/BBC

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O escritório internacional NBBJ foi o vencedor na categoria Uso Misto. O projeto Reinvent Paris tem espaços para moradia e trabalho ligados por uma "zona criativa incubadora que visa formar um centro de atividades". Divulgação/BBC

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Na imagem acima, o vencedor na categoria Antigo e Novo foi o projeto para o Hospital Bispebjerg, na Dinamarca, criado pelo escritório CF Moller. Divulgação/BBC

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O projeto Dune City (ou Cidade das Dunas) fica na estreita faixa de terra de 10 km que separa o Mar Báltico do Lago Jamno, na Polônia. O objetivo é criar uma atração no local que possa ser visitada o ano todo, com setores residencial, hotelaria com spa e instalações para conferências. Criado pelo SAS Studio, o projeto venceu na categoria Regeneração e Planejamento. Divulgação/BBC

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Na categoria Residencial o vencedor foi um projeto chamado Liaisions, na China, do escritório MOB Architects para a Huayan Cultural Investiment Co. O projeto visa criar uma coexistência harmoniosa entre a vida urbana e a natureza. Divulgação/BBC

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Um complexo de spa criado pelo escritório GPY Arquitectos que faz uma "ponte" na paisagem costeira da ilha de La Palma, Espanha, e foi o projeto vencedor na categoria Comércio e Lazer. Divulgação/BBC

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O campus Igara da UFCSPA (Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre), no Rio Grande do Sul, foi o projeto vencedor na categoria Esportes e Estádios. O escritório OSPA Arquitetura e Urbanismo criou um centro de educação esportiva que inclui um campo de futebol "flutuante". Divulgação/BBC

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19.fev.2016 - O projeto "Intesa Sanpaolo" foi o vencedor da categoria "Escritório". Localizado na cidade italiana de Turim, a obra idealizada pelo escritório Renzo Piano Building Workshop se destacou pelo paisagismo Divulgação

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19.fev.2016 - Integração de plantas no prédio da empresa Intesa foi destaque na categoria "Escritório" Divulgação

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19.fev.2016 - Prédio oferece uma vista panorâmica para o bairro Divulgação

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19.fev.2016 - Projeto na cidade de Turim procurou integrar um prédio moderno em uma vizinhança mais tradicional Divulgação

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19.fev.2016 - O estádio Matmut Atlantique em Bordeaux, na França, foi o vencedor da categoria "Esporte". Projeto do escritório Herzog & de Meuron, o estádio de futebol foi pensado para receber diferentes tipos de evento Divulgação

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19.fev.2016 - Além de futebol, o gramado do Matmut Atlantique tem dimensões compatíveis com o rúgbi, popular na França Divulgação

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19.fev.2016 - Obra do estádio fica próximo a um centro de exposições na cidade de Bordeaux, na França Divulgação

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19.fev.2016 - Projeto de loja da marca "Miu Miu" na cidade de Aoyama, no Japão, foi o vencedor da categoria "Comércio". Assinado pelo escritório Herzog & de Meuron, a loja de roupas fica em frente a um badalado ponto da marca Prada Divulgação

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19.fev.2016 - Loja da marca "Miu Miu" tem linhas modernas e interior que parece maior que as dimensões externas Divulgação

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19.fev.2016 - Interior da loja "Miu Miu" em Aoyama, no Japão, segue o visual moderno da fachada Divulgação

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19.fev.2016 - De Ruanda veio o vencedor da categoria "Saúde", o dormitório "Partners in Health" projetado pelo escritório Sharon Davis Design. Construído com ajuda do governo local, a casa de saúde foi erguida em uma área rural Divulgação

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19.fev.2016 - A casa de saúde em Ruanda foi construída com materiais locais Divulgação

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19.fev.2016 - Projeto visou construir um local agradável e arejado em um local de clima árido Divulgação

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19.fev.2016 - Uso do eucalipto procurou manter a tradição das construções locais e, ao mesmo tempo, garantir privacidade e segurança Divulgação

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19.fev.2016 - O vencedor da categoria "Religião" foi a "Capela fita", localizada na cidade de Hiroshima, no Japão. O projeto foi ideia da empresa NAP Architects Divulgação

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19.fev.2016 - Prédio na cidade de Hiroshima, no Japão foi construída com duas rampas em espiral que se confundem quando vistas de longe Divulgação

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19.fev.2016 - A capela em Hiroshima foi pensada como um local para cerimônias de casamento Divulgação

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19.fev.2016 - Nome da capela tem origem na espiral em volta da construção, que lembra uma fita em movimento circular Divulgação

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19.fev.2016 - A escola de arquitetura do Instituto Real de Tecnologia em Estocolmo, na Suécia, foi a vencedora da categoria "Educação". Ideia do escritório Tham & Videgård Arkitekter, o prédio se integra ao campus original da universidade, construído no começo do século XX Divulgação

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19.fev.2016 - Interior do prédio foi pensado para ser "robusto e flexível", com grandes espaços livres Divulgação

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19.fev.2016 - Segundo os arquitetos, o projeto valoriza a circulação e movimento. Acabamento externo segue a tradição sueca de fachadas em tons acobreados Divulgação

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19.fev.2016 - Prédio da escola de arquitetura em Estocolmo, na Suécia, teve de se adaptar a uma estrutura já existente Divulgação

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19.fev.2016 - O vencedor da categoria "Espaço público" foi o projeto de cozinha comunitária de Terras da Costa, em Costa da Caparica, Portugal. Ocupação ilegal, a região abriga duas grandes comunidades: africana e cigana Divulgação

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19.fev.2016 - Semelhante às favelas brasileiras, ocupação em Costa da Caparica, Portugal, tem mais de 30 anos Divulgação

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19.fev.2016 - A construção da cozinha comunitária visou melhorar as condições de vida da ocupação, necessidade discutida entre os moradores e representantes locais Divulgação

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19.fev.2016 - A cozinha comunitária na ocupação Terras da Costa inclui pontos de água e saída de esgoto Divulgação

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19.fev.2016 - O "Cella Bar", localizado em Madalena, Portugal, foi premiado na categoria "Hospitalidade". O projeto aproveitou uma estrutura abandonada para criar um restaurante Divulgação

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19.fev.2016 - O "Cella Bar" é um projeto da FCC Arquitectura Divulgação

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19.fev.2016 - O "Cella Bar", localizado em Madalena, Portugal, foi premiado na categoria "Hospitalidade". O projeto aproveitou uma estrutura abandonada para criar um restaurante Divulgação

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19.fev.2016 - O "Cella Bar" é um projeto da FCC Arquitectura Divulgação

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19.fev.2016 - Interior do "Cella Bar", na cidade de Madalena, Portugal, vencedora da categoria "Hospitalidade" Divulgação

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19.fev.2016 - O "Cella Bar", localizado em Madalena, Portugal, foi premiado na categoria "Hospitalidade". O projeto aproveitou uma estrutura abandonada para criar um restaurante Divulgação

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19.fev.2016 - A categoria "Industrial" foi vencida pelo projeto "Factory in the Earth", que aproveitou um terreno ao lado de uma fábrica em Johor Bahru, na Indonésia, para criar uma construção sustentável e que agradasse os funcionários no país com maior população islâmica no mundo Divulgação

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19.fev.2016 - O projeto "Factory in the Earth" foi criado por arquiteto Ryuichi Ashizawa para ampliar a área útil de uma fábrica em Johor Bahru, na Indonésia Divulgação

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19.fev.2016 - Segundo os responsáveis, o projeto procurou reduzir o impacto ambiental e aproveitar os recursos naturais no entorno Divulgação

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19.fev.2016 - A categoria "Industrial" foi vencida pelo projeto "Factory in the Earth", que aproveitou um terreno ao lado de uma fábrica em Johor Bahru, na Indonésia, para criar uma construção sustentável e que agradasse os funcionários no país com maior população islâmica no mundo Divulgação

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19.fev.2016 - O projeto "Factory in the Earth" foi criado por arquiteto Ryuichi Ashizawa para ampliar a área útil de uma fábrica em Johor Bahru, na Indonésia Divulgação

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19.fev.2016 - O vencedor da categoria "Moradia" foi o projeto "The Great Wall of WA" (em tradução livre, "A grande muralha do oeste australiano"), do arquiteto Luigi Rosseli, localizado no árido interior da Austrália Divulgação

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19.fev.2016 - Projeto vencedor da categoria "Moradia" aproveita a encosta de uma duna para construir 12 casas cobertas por um terraço natural Divulgação

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19.fev.2016 - Terraço sobre as casas ajuda a manter a temperatura mais agradável em meio ao deserto australiano Divulgação

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19.fev.2016 - Além de casas, a obra inclui espaços comuns aos moradores Divulgação

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19.fev.2016 - "Casa de Guimarães", projeto da portuguesa Elisabete de Oliveira Saldanha, foi a vencedora da categoria "Reforma". Localizada na cidade de Guimarães, em Portugal, a obra preservou as características externas de uma sede de fazenda para modernizá-la Divulgação

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19.fev.2016 - Fachada tradicional da sede foi mantida em projeto Divulgação

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19.fev.2016 - Interior da casa foi todo reformado, adaptado às necessidades dos moradores Divulgação

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19.fev.2016 - Interior da construção aproveita a variação do terreno, procurando oferecer acesso às áreas externas em todos os pontos Divulgação

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19.fev.2016 - A Casa de Ópera de Harbin, na China, foi escolhida para o prêmio na categoria "Cultura". O projeto foi assinado pelo escritório MAD Architects Divulgação

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19.fev.2016 - Casa de Ópera de Harbin possui dois teatros, um com capacidade para 1.600 pessoas e um menor, para 400 Divulgação

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19.fev.2016 - A Casa de Ópera de Harbin, na China, foi escolhida para o prêmio na categoria "Cultura". O projeto foi assinado pelo escritório MAD Architects Divulgação

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19.fev.2016 - Obra na cidade de Harbin, no norte da China, acompanhou um projeto de revitalização ao longo do rio que corta a cidade Divulgação

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19.fev.2016 - Casa de Ópera de Harbin possui dois teatros, um com capacidade para 1.600 pessoas e um menor, para 400 Divulgação

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19.fev.2016 - A Casa de Ópera de Harbin, na China, foi escolhida para o prêmio na categoria "Cultura". O projeto foi assinado pelo escritório MAD Architects Divulgação

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19.fev.2016 - Obra na cidade de Harbin, no norte da China, acompanhou um projeto de revitalização ao longo do rio que corta a cidade Divulgação

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19.fev.2016 - O vencedor da categoria "Interior" foi o projeto "House of Vans", localizado em Londres, na Inglaterra. O complexo inclui loja, bares, casa noturna e parque de skate Divulgação

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19.fev.2016 - Criado para uma marca de artigos esportivos voltados a skatistas, a "House of Vans" inclui diversos ambientes voltados ao público Divulgação

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19.fev.2016 - Casa tem assinatura do arquiteto Tim Greatrex Divulgação

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19.fev.2016 - Um dos destaques da "House of Vans" é uma pista de skate dentro do prédio, aproveitando a estrutura original Divulgação

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O objeto no telhado desta casa não é um avião: é uma caixa d'água. Estas esculturas que escondem o reservatório podem ser vistas em casas da região de Punjabi, na Índia. Santokh Singh Uppal, um fã da aviação, é o construtor destas caixas d'água que incomuns Ajay Verma/Barcroft India

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Além de armazenar água, os modelos criados por Singh Uppal também servem para refletir as profissões e interesses dos donos das casas Ajay Verma/Barcroft India

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Na aldeia de Jandiala, no distrito de Jalandhar, o morador Bahra Singh decidiu colocar um tanque de guerra em cima de sua casa Ajay Verma/Barcroft India

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Santokh Singh Uppal cria as esculturas, mas cada uma das caixas d'água é construída por trabalhadores qualificados espalhados por todo o Estado Ajay Verma/Barcroft India

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As caixas d'água/esculturas são vendidas em várias lojas pelo Estado de Punjabi. E a exibição das obras é uma atração à parte Ajay Verma/Barcroft India

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As grandes caixas d'água são visíveis à distância e se transformaram no assunto mais popular da vizinhança Ajay Verma/Barcroft India

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Os moradores locais constantemente se reúnem para observar e fazer fotos das esculturas Ajay Verma/Barcroft India

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Há esculturas de flores, animais e pessoas, mas o tema mais popular entre as obras de Santokh Singh Uppal parece ser o transporte Ajay Verma/Barcroft India

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16.out.2015 - Projeção ilumina o "Pagode de Ferro", em Kaifeng, na região central da China. Construído no século 11, o pagode deve este nome por sua cor de ferro oxidado Li An/Xinhua

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30.dez.1986 - Parte do projeto original do conjunto Pedregulho, o painel do artista plástico brasileiro Cândido Portinari (em primeiro plano) é visto aqui em foto de arquivo. Décadas após a conclusão da construção do prédio, em 1952, o edifício sofreu com deterioração e falta de manutenção Alberto Jacob/Agência O Globo

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30.dez.1986 - Décadas após a conclusão da construção do conjunto habitacional Prefeito Mendes de Moraes, mais conhecido como Pedregulho, em 1952, o edifício sofreu com deterioração e falta de manutenção Alberto Jacob/Agência O Globo

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30.dez.1986 - Décadas após a conclusão da construção do conjunto Pedregulho, em 1952, o edifício sofreu com deterioração e falta de manutenção. Acima, vê-se o parque aquático da Escola Municipal Edmundo Bittencourt, que integra o conjunto Alberto Jacob/Agência O Globo

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30.dez.1986 - Décadas após a conclusão da construção do conjunto habitacional Pedregulho, em 1952, o edifício sofreu com deterioração e falta de manutenção Alberto Jacob/Agência O Globo

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27.mai.2015 - Incrustado no alto de uma encosta no bairro de São Cristóvão, o Pedregulho é considerado um ícone da arquitetura moderna brasileira e mundial por seu traçado serpenteado e por sua integração à paisagem montanhosa Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - O presidente da associação de moradores do conjunto, Hamilton Marinho, 57, mudou-se para o prédio com os pais aos cinco anos de idade. É ele quem recebe grupos de visitantes que vão ao local para conhecer o edifício projetado pelo arquiteto Affonso Reidy --cerca de 15 mil por ano. Quando assumiu a associação, há mais de dez anos, ele conta, "o prédio estava tão destruído, cheio de problemas, que ninguém queria administrar". "Amigos dizem que eu resolvi cuidar de um barril de pólvora, ser administrador do caos. Mas eu acredito que quem ama cuida", declarou Marinho Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - No pavimento intermediário do prédio, um espaço que servia como salão de festas para os moradores hoje abriga a Igreja Evangélica Ministério Peniel. "Melhor igreja que outra coisa, né?", declarou um morador. A pastora responsável pela igreja mora no prédio, um andar acima. Na porta do seu apartamento, um adesivo exibe a seguinte mensagem: "Se correr, o bicho pega. Se orar, o bicho corre" Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Restaurada durante obras executadas nos últimos quatro anos, uma das fachadas do prédio teve todas as peças de cerâmica (cobogós) e janelas trocadas. O projeto arquitetônico favorece a ventilação e a iluminação do edifício Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Morador do Pedregulho caminha entre pilotis no pátio --como é conhecido o pavimento intermediário do prédio. Do espaço, é possível ter uma visão panorâmica de grande parte da zona norte do Rio de Janeiro Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - O principal prédio do conjunto Pedregulho fica ao lado da favela do Tuiuti, que possui uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) desde abril de 2013. O maior edifício tem 272 apartamentos e sete pavimentos. Outros dois blocos têm 28 apartamentos cada um Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Morador sobe as escadas do conjunto habitacional Prefeito Mendes de Moraes, mais conhecido como Pedregulho, situado no bairro de São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro. Na reforma executada nos últimos quatro anos, o piso dos degraus foi trocado por peças que seguem o modelo arquitetônico original Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - O pintor de carros Carlos Soares, 49, mora em uma quitinete no primeiro andar do Pedregulho com o pai e um irmão. O pai, funcionário público aposentado, plantou uma palmeira imperial que chama a atenção na encosta em frente ao apartamento. "O prédio é muito bonito. Melhorou demais agora", diz Carlos, que chegou ao conjunto quando tinha três anos de idade Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Parte da fachada restaurada do conjunto Pedregulho é vista através de uma janela. Também é possível ver a vasta vegetação que cerca o prédio Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - De chinelos e sem camisa, morador do conjunto Pedregulho observa a vista pela janela do corredor do prédio, que é considerado uma espécie de varanda dos apartamentos Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - A psicóloga Fernanda da Silva, 31, utiliza o computador no corredor na frente do apartamento onde mora sozinha, no Pedregulho. "Aqui, o corredor de passagem é uma extensão da casa", comenta a moradora, que vive no prédio desde que nasceu. Na infância, chegou a dividir o mesmo imóvel com a mãe, o pai e quatro irmãos, todos mais velhos e, atualmente, casados. "Não pretendo vender, até mesmo pelo valor afetivo. Quase todo mundo se conhece", diz Fernanda Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - De uma das janelas do conjunto Pedregulho, é possível ver o local onde foi construído o primeiro reservatório de água da cidade Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - As 580 janelas dos prédios, cujas estruturas eram de madeira, foram trocadas por outras de alumínio, seguindo os mesmo modelo arquitetônico do projeto original Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Ex-morador do conjunto Pedregulho, o zelador Gilberto Ferreira, 44, trabalha há mais de dez anos no prédio e é o único funcionário. O salário é pago pela associação de moradores do conjunto, que cobra uma taxa facultativa de R$ 30 de cada apartamento. Gilberto morou no prédio desde que nasceu até o fim do mês de maio. Recém-casado, deixou no prédio quatro filhas, que moram no prédio com a primeira mulher Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Grades construídas por moradores nos corredores do prédio nas últimas décadas não costumam ser trancadas e servem para garantir que crianças pequenas não se afastem com facilidade dos apartamentos Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Jovem moradora do conjunto habitacional Prefeito Mendes de Moraes, na zona norte do Rio de Janeiro, conversa ao celular sentada em escada no pavimento intermediário do prédio principal, conhecido como o pátio Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - A auxiliar de serviços gerais desempregada Dulce Santos, 59, mora no conjunto Pedregulho e atua como comerciante dentro do prédio, vendendo doces, salgados e bebidas. "Tiro um dinheirinho que dá para os meus gastos. Os clientes são os próprios vizinhos, do prédio", conta. Ela foi morar no apartamento há 11 anos com dois filhos, que na época eram adolescentes. Os dois casaram e saíram de casa. Dulce hoje mora sozinha em um duplex de dois quartos Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Morador do conjunto Pedregulho caminha pelo pátio do prédio, tendo ao fundo a favela do Tuiuti, em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Moradora caminha por um corredor do conjunto Pedregulho, que é considerado uma espécie de varanda dos apartamentos. No espaço podem ser encontrados animais de estimação, bicicletas, bancos, cadeiras, entre outros objetos Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - A funcionária pública aposentada Deise Neves, 64, foi morar no conjunto Pedregulho com os pais e três irmãos em 1962. Hoje, mora sozinha em um duplex de dois quartos, mas já chegou a morar em outros dois apartamentos no prédio. A mãe, que tem 88 anos, mora no sexto andar, com duas filhas e duas netas Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Incrustado no alto de uma encosta no bairro de São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro, o Pedregulho é considerado um ícone da arquitetura moderna brasileira e mundial por seu traçado serpenteado e por sua integração à paisagem montanhosa Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Uma das passarelas do conjunto Pedregulho fica sobre um terreno acentuado e leva até o pavimento intermediário do prédio. Escadas levam os moradores até os quatro andares superiores e os dois inferiores Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Ex-morador do conjunto Pedregulho, o zelador Gilberto Ferreira, 44, é o único funcionário do prédio. Ele trabalha há mais de dez anos no local. O salário é pago pela associação de moradores do conjunto, que cobra uma taxa facultativa de R$ 30 de cada apartamento Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Do pavimento intermediário do conjunto Pedregulho é possível ver a vasta vegetação que cerca o prédio Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Gaiolas de pássaros são penduradas nos corredores do conjunto Pedregulho. Também é comum encontrar gatos e cachorros de estimação caminhando livremente pelas áreas comuns do prédio Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Os paraenses José Augusto, 60, Fabíola, 33, e a filha, Bárbara Gabriela Gabriel, 9, moram no Pedregulho há um mês, em um apartamento alugado duplex de dois quartos. A família saiu de Belém há um ano para realizar um sonho antigo de morar no Rio de Janeiro. Na mudança, eles levaram a calopsita Filomena --Filó, para os íntimos. O pássaro fica em uma gaiola no corredor do edifício. Bárbara estuda na Escola Municipal Edmundo Bittencourt, que fica a poucos metros do conjunto habitacional e que integra o projeto original do arquiteto Affonso Eduardo Reidy Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Parte do projeto original do conjunto Pedregulho, o painel do artista plástico brasileiro Cândido Portinari (em primeiro plano) fica na fachada do ginásio da Escola Municipal Edmundo Bittencourt, em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - As 580 janelas dos prédios, cujas estruturas eram de madeira, foram trocadas por outras de alumínio, seguindo os mesmo modelo arquitetônico do projeto original Júlio César Guimarães/UOL

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27.mai.2015 - Projetado em 1947 pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy, o conjunto habitacional Prefeito Mendes de Moraes, conhecido como Pedregulho, situado no bairro de São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro, teve a estrutura e a fachada recuperadas em obras nos últimos quatro anos. Reidy também é autor de obras icônicas da arquitetura moderna brasileira como o Museu de Arte Moderna, o antigo Ministério da Educação (atual palácio Gustavo Capanema) e o Aterro do Flamengo, todas na capital fluminense Júlio César Guimarães/UOL

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10.abr.2015 - Taehan Kim, Seoung Ji Lee e Yujin Ha, da Coreia do Sul, apresentaram o projeto de "captura de nuvens", que visa pegar e redistribuir nuvens para regiões áridas, transformando áreas que sofrem com secas em locais com mais verde. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Cloud Capture de Taehan Kim, Seoung Ji Lee and Yujin Ha da República da Coreia) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Foram anunciados os vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015, uma competição que premia as melhores ideias de habitações na vertical. O primeiro lugar foi para o projeto do escritório polonês BOMP, o Edifício Essence. O corpo principal do prédio está dividido em 11 paisagens naturais. O projeto prevê áreas com tanques para peixes (30 metros acima do chão), selva e outros cenários naturais, tudo aberto ao público. (Essence Skyscraper de Ewa Odyjas, Agnieszka Morga, Konrad Basan, Jakub Pudo - Polônia) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - O Prêmio eVolo Skyscraper 2015 foi estabelecido em 2006 e seus projetos podem dar uma amostra de como devem ser os horizontes das cidades do futuro. O segundo lugar foi para Suraksha Bhatla e Sharan Sundar, da Índia, como projeto Shanty-Scaper. Com este projeto, eles querem fornecer habitação para os moradores das favelas da cidade de Chennai, no sul do país. (Invisible Perception: Shanty-Scaper de Suraksha Bhatla and Sharan Sundar - Índia) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - O terceiro lugar do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 foi para o projeto do russo Egor Orlov, que reimaginou a cidade do futuro como uma combinação dos mundos físico e digital. (Cybertopia, de Egor Orlov - Rússia) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Os juízes da competição eVolo Skyscraper 2015 também deram menções honrosas a outros 15 projetos, incluindo a Torre do Refúgio, de Qidan Chen, da China, que o autor definiu como uma "arca de Noé para manter a diversidade das espécies, garantindo o fornecimento de três elementos da vida: luz do sol, ar e água" (Torre do Refúgio de Qidan Chen - China) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Monumento do Ar: Base de Dados da Atmosfera. este projeto de Shi Yuqing, Hu Yifei, Zhang Juntong, Sheng Zifeng e He Yanan é uma instalação que visa coletar amostras da atmosfera e também tem espaço para armazenagem. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Air Monument: Atmosphere Database de Shi Yuqing, Hu Yifei, Zhang Juntong, Sheng Zifeng e He Yanan - China) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Fábricas Verticais em Nova York é o projeto do britânico Stuart Beattie que investiga a possibilidade de uma alternativa aos centros industriais horizontais e ineficientes. Ele considera a perspectiva de uma nova forma de indústria, que visa a estabilização e reintegração deste setor ao bairro do Brooklyn. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Vertical Factories in New York de Stuart Beattie - Grã-Bretanha) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - David Sepulveda, Wagdy Moussa, Ishaan Kumar, Wesley Townsend, Colin Joyce, Arianna Armelly e Salvador Juarez, dos Estados Unidos, projetaram o que chamaram de "Bio-Pirâmide", que propõe uma nova perspectiva para o turismo e preservação da história. A "Bio-Pirâmide" é um edifício que foge do convencional, funciona como uma biosfera e também é uma entrada a partir do Cairo para o deserto do Saara. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Bio-Pyramid: Reversing Desertification. David Sepulveda, Wagdy Moussa, Ishaan Kumar, Wesley Townsend, Colin Joyce, Arianna Armelli, Salvador Juarez - Estados Unidos) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Nikolay Zaytsev e Elizaveta Lopatina, da Rússia, fizeram um projeto baseado em uma transformação completa de um centro portuário no Ártico, criando instalações confortáveis para morar e trabalhar no ambiente da infraestrutura de transporte da Rota do Mar do Norte. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Exploring Arctic: Multifunctional Complex in Dikson Harbor. Nikolay Zaytsev, Elizaveta Lopatina, Russia) eVolo/Rex Features

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10.abr.2015 - Este projeto de Zhang Zehua, Song Qiang e Liu Yameng, da China, visa construir um edifício para pessoas que voltam para Chernobyl. O equipamento para purificação de ar e água está dentro do prédio e a energia solar garante o funcionamento de dispositivos internos. Faz parte da lista final de vencedores do Prêmio eVolo Skyscraper 2015 (Unexpected Aurora in Chernobyl de Zhang Zehua, Song Qiang, Liu Yameng - China) eVolo/Rex Features

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apartamento 8 metros quadrados paris Fabienne Delafray/Divulgação

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apartamento 8 metros quadrados paris Fabienne Delafray/Divulgação

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apartamento 8 metros quadrados paris Fabienne Delafray/Divulgação

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apartamento 8 metros quadrados paris Fabienne Delafray/Divulgação

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O interior do trailer modelo Airstream (1969) tem paredes curvas que geram a "sensação de estar dentro de um grande ovo", segundo Floyd Heckman (um dos proprietários). Destaque para a cozinha com móveis e eletros em vermelho vivo (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Tony Cenicola/ The New York Times

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Elemento central e interativo, que conecta as salas de estar e jantar, a parede pintada com tinta lousa traz registros divertidos e coloridos dos convidados do morador do apartamento, em Mogi Mirim (SP). Soluções em conta, como o rack da TV, montado com prateleiras metálicas (Método Móveis) usadas em escritórios, personalizam o imóvel alugado e dão um ar de descontração. Na área de jantar, uma mesa com tampo de vidro é combinada a cadeiras de design moderno e variado Leandro Matsuda/Divulgação

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Com um orçamento limitado, o arquiteto Leandro Matsuda buscou soluções baratas para o apartamento alugado em Mogi Mirim (SP). Na sala de estar, no lugar de poltronas tradicionais, duas cadeiras de praia (Leroy Merlin) foram combinadas a um tapete de borracha (Monlline), com efeito de grama sintética. Atrás do sofá (Tok&Stok) de cor cinza, quadros, pratos decorativos e outros objetos, na maioria deles, trazidos de viagens pelo cliente, preenchem a parede numa composição despojada Leandro Matsuda/Divulgação

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No projeto do apartamento alugado, em Mogi Mirim (SP), a parede pintada com tinta lousa se tornou o elemento central e interativo da sala de estar. Nela, convidados do morador deixam seus registros divertidos e coloridos, em forma de desenhos, assinaturas e recados. O rack da TV, formado por prateleiras metálicas (Método Móveis), muito usadas em escritórios, é uma das soluções criativas e baratas do arquiteto Leandro Matsuda, que assina a decoração do imóvel Leandro Matsuda/Divulgação

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No detalhe, o móvel (Etna) que serve de adega e uma cafeteira compõem um cantinho para recepcionar os convidados do morador. Os mesmos podem deixar suas mensagens na parede pintada com tinta lousa. O projeto de interiores do apartamento alugado em Mogi Mirim (SP) é uma criação do arquiteto Leandro Matsuda Leandro Matsuda/Divulgação

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Com uma mesa de trabalho branca (Móveis Otto), um dos quartos do apartamento em Mogi Mirim (SP) se transformou em um escritório para atender ao pedido do locatário, um jovem empresário que trabalha em casa. Assim como o rack na sala de estar (foto 3), nesse cômodo, a estante é composta por prateleiras de aço (Método Móveis). Em suportes, os instrumentos musicais do morador decoram a parede e personalizam a decoração assinada por Leandro Matsuda Leandro Matsuda/Divulgação

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No outro quarto do apartamento alugado em Mogi Mirim (SP), o colchão com uma capa listrada (Tok&Stok), usado quando o morador recebe hóspede, fica atrás da cama, fazendo às vezes de uma cabeceira. No projeto de decoração, assinado pelo arquiteto Leandro Matsuda, o piso do dormitório, escritório e ambientes sociais tem revestimento em laminado de madeira (Durafloor) Leandro Matsuda/Divulgação

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Um espelho grande se estende em uma das paredes do banheiro que ainda tem um pequeno gabinete, com cuba embutida, e prateleiras de vidro. No reflexo da porta do ambiente no espelho, é possível visualizar a simpática plaquinha que indica cômodo unissex. O apartamento em Mogi Mirim (SP) tem decoração projetada por Leandro Matsuda Leandro Matsuda/Divulgação

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apê raul pompéia - hiperstudio Arte UOL

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apê raul pompéia - hiperstudio Arte UOL

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O projeto do Hiperstudio para o apê Raul Pompéia tem a marcenaria (Eco Wood) como peça-âncora da arquitetura de interiores. Ela viabiliza as funções "cozinha" e "salas", além de possuir uma caixa lateral que disfarça a porta do lavabo. O móvel vem desde a cozinha, atravessa o jantar, o estar e chega ao home theater; tem faqueiro, louceiro, prateleiras, aparador, nichos e adega. Na foto, a parede frontal que separa cozinha da sala de jantar leva coleção de ladrilhos hidráulicos da linha São João Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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A varanda perdeu o caixilho original, uma vez que o apê Raul Pompéia (reformado pelo Hiperstudio) já possuía fechamento externo em vidro. Além de aumentar a luminosidade da sala de estar, esta ganhou um espaço novo, com deck de madeira integrado (Assoalhos São Paulo) e área para vegetação. Destaque para o sofá modular reversível da New Hall (Micasa) e o tapete (Botteh), tipo persa desgastado, com efeito "enferrujado" Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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A sala dos fundos do apê Raul Pompéia manteve sua vocação para espaço de TV. O elemento que separa este ambiente do estar é um sofá modular reversível (Micasa). A intenção era não separar completamente os ambientes, ainda que suas funções permanecessem definidas. O piso escolhido foi o porcelanato Concretissyma, da Portobello, que se assemelha ao cimento queimado. Ele está também na cozinha e nos serviços. O projeto de reforma é do escritório Hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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A parede de tijolinhos à vista (Cia. das Telhas) foi produzida para o projeto de reforma do apê Raul Pompéia, desenvolvido pelo Hiperstudio. "Colocamos os tijolos, pintando-os de branco, para dar ar mais jovem e urbano. A ideia era criar um ambiente de loft", explica o arquiteto Ricardo Gonçalves. O móvel em marcenaria (Eco Wood) é laqueado, para esconder os equipamentos do home theater. As prateleiras laterais, metálicas, atravessam as salas, desde a porta de entrada até o home theater Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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O espaço junto à porta principal virou canto de leitura, com cadeira Charles & Ray Eames. Era preciso puxar tubulações de ar condicionado desde a área de serviço e, para isso, foram executados dutos em gesso que passam pela cozinha e terminam na caixa que recebe o equipamento instalado na sala (Meloar). Para disfarçar o chanfro, os arquitetos do Hiperstudio posicionaram um aparador pouco profundo no miniambiente, com mesmo acabamento do móvel-âncora central, em laminado melamínico padrão ipê Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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No projeto do Hiperstudio para o apê Raul Pompéia, a marcenaria (Eco Wood) é a peça-âncora da arquitetura de interiores. Ao fundo, a estrutura funciona como adega e traz nichos-prateleiras em jogo não linear, que podem ser usados como apoio em recepções ou para exibir objetos de decoração Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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A porta de correr em vidro leitoso para a marcenaria (Eco Wood) serve para mostrar e/ou esconder as múltiplas funções que acompanham o móvel-coringa ora atendendo cozinha, com aparador e faqueiro, ora servindo a sala de jantar, com adega e nichos-prateleiras em jogo não linear Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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A porta de correr em vidro leitoso para a marcenaria (Eco Wood) serve para mostrar e/ou esconder as múltiplas funções que acompanham o móvel-coringa ora atendendo cozinha, com aparador e faqueiro, ora servindo a sala de jantar, com adega e nichos-prateleiras em jogo não linear Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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Os equipamentos de cozinha - armários, geladeira e fornos - do apê Raul Poméia, reformado pelo Hiperstudio, ficam escondidos atrás da parede que a separa da sala de jantar. O revestimento dos armários é em laminado melamínico nos padrões branco e petróleo (Eco Wood). Apesar de integrada com a sala, não é possível ver a cozinha à partir da mesa para refeições, pois a ligação se dá por um zigue-zague entre paredes recortadas e rentes Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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Os equipamentos de cozinha - armários, fogão, coifa e lava-louças -, do apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio, ficam escondidos atrás da parede que a separa da sala de jantar. Apesar de integrada com o ambiente social, não é possível ver a área de cocção, pois a ligação se dá por um zigue-zague entre paredes recortadas. O revestimento dos armários é em laminado melamínico (Marcenaria Eco Wood) e a bancada para cuba é de feita de quartzo (Silestone - Coliseum Mármores) Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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O banheiro que serve de lavabo à área social recebeu pastilhas cerâmicas hexagonais (Atlas) na cor chocolate. As pecinhas combinam com a bancada da Portobello, produzida com o mesmo porcelanato dos pisos (linha Concretissyma) usado no restante do apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio. A peça assume aparência de pedra natural. A marcenaria (Eco Wood) repete o revestimento de padronagem ipê das salas de estar e jantar Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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No dormitório da suíte a intervenção foi pequena: foi removido o acabamento em grafiato azul da cabeceira, para a aplicação da mesma pintura por tinta com efeito de cimento queimado (Suvinil) que aparece no microambiente de leitura na sala de estar (foto 5). Foram instalados, ainda, pendentes para luz pontual indireta (Reka) e ar condicionado (Meloar) no apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ Divulgação

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Com desenho assinado pelo escritório Tacoa Arquitetos, o Vila Aspicuelta se impõe na paisagem urbana graças à configuração diferenciada em um misto de edifício e vila. A fachada é composta pela empena com jardim vertical executado pelo Movimento 90° e pelo volume em madeira ripada, que abriga a portaria e as dependências técnicas. Destaque ainda para o formato ziguezague das laterais Leonardo Finotti/ UOL

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O estacionamento do Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, se apresenta como a rua de uma vila, com piso formado por blocos drenantes de concreto. Cada uma das oito casas/ apês possui entrada independente Leonardo Finotti/ UOL

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O volume da entrada do Vila Aspicuelta, projetado por Tacoa Arquitetos, abriga vários espaços como portaria, banheiro para os funcionários, hidrômetros e áreas técnicas, além da passagem de pedestres. Em ripas de freijó e com secção quadrada, o bloco contrasta com o concreto predominante da edificação Leonardo Finotti/ UOL

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A escada de uma das unidades que liga o piso térreo ao primeiro andar, onde estão a cozinha e a sala de estar. À esquerda, guarda-corpo estrutural e janela basculante e, à direita, panos de vidro com presos por ferragens articuladas (spider glass) têm a função de guarda-corpo e proporcionam transparência ao conjunto. O Vila Aspicuelta foi projetado por Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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No segundo andar, o espaço do dormitório se abre para um terraço e recebe ventilação cruzada à partir da abertura basculante na parte superior da laje. A veneziana em madeira controla a luminosidade natural dos cômodos do Vila Aspicuelta, condomínio pequeno projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, em São Paulo Leonardo Finotti/ UOL

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Desse ângulo, vê-se a sequência de terraços das oito unidades do predinho chamado Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, e, ainda, as vigas de transição que repousam sobre pilares embutidos no muro lateral (à esq.). No entorno, a paisagem da Vila Madalena, em São Paulo Leonardo Finotti/ UOL

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Do terraço do dormitório, no segundo andar, é possível contemplar a vizinhança. Destaque para as vigas de transição que repousam sobre pilares embutidos no muro (nas extremidades laterais da foto). O projeto do predinho chamado Vila Aspicuelta foi criado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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O conjunto ganha realce pelo formato e pela mistura harmônica de materiais como concreto, madeira e vidro. As vigas estruturais também funcionam como elemento de definição das unidades. O verde da vegetação dos terraços e da empena frontal dá vida ao Vila Aspicuelta, que leva a assinatura do escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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A fachada principal do condomínio Vila Aspicuelta, projetada pelo escritório Tacoa Arquitetos, apresenta um jardim vertical executado pelo Movimento 90°. O volume da entrada possui vários ambientes como portaria, banheiro para funcionários, áreas técnicas e o acesso para pedestres. As ripas de freijó que revestem tal bloco compõem interessante contraste com o concreto da estrutura principal Leonardo Finotti/ UOL

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Acompanhando o formato das lajes, escadas e vigas, a sinuosa arquitetura da fachada lateral acabou por desenhar um ziguezague estético. Junto à divisa lateral do terreno um fino espelho d'água se alinha aos delicados bambus e dá leveza à passagem. O Vila Aspicuelta foi projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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As escadas de ligação entre os andares do Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, possuem, de um lado, guarda-corpo estrutural de concreto e, de outro, pano de vidro sustentado por ferragens articuladas ("spider glass") Leonardo Finotti/ UOL

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O espaço da sala de estar de uma das unidades do condomínio Vila Aspicuelta é totalmente voltado para o exterior, o que favorece a ventilação e a iluminação naturais, além de oferecer vistas para o entorno da Vila Madalena, em São Paulo. Na estrutura, destaque para as vigas invertidas de transição (externas) que repousam sobre pilares embutidos no muro. O projeto é do escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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Logo na entrada do condomínio Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, observa-se o jardim vertical executado pelo Movimento 90° na empena frontal, apoiada nas escadas que fazem as vezes de mão francesa. Portaria, banheiro e áreas técnicas ficam no volume revestido com ripas de freijó (à dir.) Leonardo Finotti/ UOL

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O desenho que remete a um ziguezague é resultado das linhas estruturais de concreto que compõem escadas, guarda-corpos, pilares e lajes, além dos blocos drenantes do piso. O Vila Aspicuelta foi projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOL

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Como um "outdoor" vivo, a empena com jardim vertical - executada pelo Movimento 90° (um negócio social em prol do aumento de área verde em grandes metrópoles através da instalação de jardins verticais em fachadas com impacto na paisagem urbana) - quebra a rigidez do concreto que estrutura o Vila Aspicuelta, prédio de apartamentos projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos. O volume menor, em primeiro plano, é revestido por ripas de freijó e abriga portaria, banheiro e áreas técnicas Leonardo Finotti/ UOL

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Em uma das unidades do predinho Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, o espaço das salas de estar e jantar reflete o perfil dos moradores, jovens e despojados. A intensa luminosidade natural inunda o ambiente que se abre para a Vila Madalena, em São Paulo. Móveis como a mala antiga usada como mesa de centro e os caixotes que guardam velhos LPs se destacam. O piso de cumaru contrasta com o concreto. O apê foi ambientado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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No segundo pavimento, o dormitório é igualmente repleto de luz natural, somente quebrada pela porta veneziana, feita de madeira. Destaque para a cabeceira da cama, "improvisada" com o uso de uma porta antiga de demolição. A decoração do apê da Vila Aspicuelta é dos arquitetos Rafael Loschiavo e Vera Molina Ana Mello/ UOL

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A intensa luz natural aliada à ventilação cruzada torna o dormitório do casal um ambiente arejado e leve. A porta veneziana permite que a luminosidade seja dosada. Destaque para a cabeceira da cama: uma porta garimpada em demolição. A decoração do apê Vila Aspicuelta leva a assinatura dos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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O terceiro pavimento dá espaço ao terraço com deck de madeira e muita vegetação, incluindo a jardineira ecoeficiente criada pelo arquiteto Rafael Loschiavo, que também assina a decoração do apê Vila Aspicuelta, juntamente com a arquiteta Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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O acesso para o terraço, no terceiro pavimento, se dá pela escada externa de concreto, onde evidencia-se a abertura vertical para a entrada de luminosidade. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina, mas tem arquitetura do escritório Tacoa Ana Mello/ UOL

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Em preto e branco, o banheiro da suíte do casal possui hidromassagem em granito preto contrastando com as pastilhas brancas das paredes. Voltado para o exterior, o espaço tem luminosidade natural controlada por uma porta veneziana e pela janela basculante alta. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina e tem arquitetura assinada pelo escritório Tacoa Arquitetos Ana Mello/ UOL

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A escada que liga o primeiro e o segundo pavimento possui guarda-corpo estrutural de concreto de um lado (à esq.) e vidro sustentado por ferragens articuladas, de outro. No pé da escadaria, a cristaleira amarela foi comprada na Retrô 63. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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Peças garimpadas compõem o recanto da sala de jantar que tem piso de ladrilho hidráulico, da Ladrilhar. Destaque para o tonel azul, comprado em um posto de gasolina, usado como mesa lateral. À direita está a escada que dá acesso ao segundo pavimento, com o dormitório e o banheiro. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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Uma estante de ferro, alguns cestos de palha e caixotes de madeira e um tonel formam parte da decoração do primeiro pavimento do apê Vila Aspicuelta, assinado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina. À esquerda está a mesa de jantar do Depósito Santa Fé, sob o pendente da Muuto, comprado em Barcelona, Espanha Ana Mello/ UOL

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Um pano de vidro sustentado por ferragens articuladas ("spider glass") toma o lugar e a função do guarda-corpo da escada de concreto que leva ao segundo pavimento. Em primeiro plano, o jantar é composto pela mesa do Depósito Santa Fé e pela luminária da Muuto. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOL

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Uma casa na vila de Hudson Valley, nos arredores do NY, encantou a horticultora Sigrid Gray. A construção foi reformada e teve o telhado remodelado. Jane Beiles/ The New York Times

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Uma casa na vila de Hudson Valley, nos arredores do NY, encantou a horticultora Sigrid Gray. A construção foi reformada para ganhar ares mais "caipira". Na cozinha, por exemplo, a cadeira de ratã escuro é combinada à pequena mesa avermelhada, sob a qual está a gaiola da lebre de estimação da moradora. Jane Beiles/ The New York Times

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No foyer junto à escada, as paredes de madeirinha ganharam pintura cinzenta. Ali, as vigas robustas foram deixadas à mostra. Destaque ainda para a cadeira antiga, modelo Windsor, pintada de azul. Jane Beiles/ The New York Times

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No living, os sofás claros com espaldares altos são da Restoration Hardware. Ao fundo, o lugar da lareira é ocupado por um antigo fogão de ferro. Jane Beiles/ The New York Times

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Na sala de jantar, as paredes também são acinzentadas e sobre a mesa está a luminária Phrema, desenhada por Karl Zahn. Jane Beiles/ The New York Times

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No banheiro dos hóspedes, a porta que dá acesso ao chuveiro é feita de ipê. Destaque ainda para o espelho com moldura "vintage". Jane Beiles/ The New York Times

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Detalhe de um cantinho da casa, com obras de arte na parede e um móvel antigo decorado com potes de porcelana. Jane Beiles/ The New York Times

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A horticultora Sigrid Gray posa em sua casa, na área rural. Jane Beiles/ The New York Times

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O apartamento Palma fica num edifício construído nos anos 1960, com estrutura "parruda" composta por grandes pórticos e vigas de concreto armado. Por ter ficado abandonado por vários anos, o estado de degradação do imóvel pedia uma repaginação completa. Foi para driblar a falta de dinheiro que os arquitetos do escritório espanhol Vila Segui projetaram uma reforma que derrubaria todas as paredes não estruturais da área social, integrando salas e cozinha. Em Palma de Maiorca, na Espanha Laura Molina/ Divulgação

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Com um orçamento apertado, o jeito era aproveitar o que o apê já tinha: pórticos e vigas de concreto armado. O toque de mestre ficou por conta da demolição de todas as paredes divisórias e não-estruturais da área social, com exposição desses elementos rústicos. O único "divisor" dos ambiente é uma caixa em marcenaria que serve como apoio para o estar, a cozinha e como armário O apartamento Palma fica em Palma de Maiorca, na Espanha. O projeto de arquitetura é do Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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Na área social do apartamento Palma, o único elemento a dividir os ambientes (estar, jantar, cozinha e um corredor lateral de passagem) é uma caixa em marcenaria centralizada, desmontável e multifuncional. Sua face voltada para a cozinha abriga geladeira e forno elétrico. No lado voltado para a mesa de jantar, há um armário. Fica em Palma de Maiorca, na Espanha, esta reforma projetada pelo Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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Uma das faces da caixa multifuncional em marcenaria forma um corredor de passagem direto do estar para a porta de entrada principal (hall de elevador). Deste lado, a caixa possui armários, que servem como despensa e estocam alimentos, produtos de limpeza e outros utensílios domésticos. A reforma projetada pelo Vila Segui Arquitectos remodelou este apartamento em Palma de Maiorca, Espanha Laura Molina/ Divulgação

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A intenção ao derrubar todas as paredes divisórias e não-estruturais pré-existentes era criar uma área social integrada muito iluminada, além de expor elementos construtivos originais do edifício datado dos anos 1960: grandes pórticos em concreto armado, que também serviriam como demarcação das funções dos ambientes, jantar, estar e cozinha. A face da caixa de marcenaria voltada para o estar tem nichos. Toda a mobília é do acervo do proprietário-morador e passou por recuperação Laura Molina/ Divulgação

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Ao descascarem vigas e colunas estruturais, os arquitetos do Vila Segui descobriram que esses pórticos continham marcações feitas pelos pedreiros que construíram o edifício nos anos 1960. A decisão foi por preservar esse patrimônio histórico, que assumiu função decorativa no apartamento Palma. Os pórticos definem a separação de funções no ambiente social e fazem contraste com a pintura "off-white" das paredes e o piso de microcimento espatular resinado. A residência fica na Espanha Laura Molina/ Divulgação

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Um canto de trabalho também está integrado à ala social. O piso, em microcimento espatular resinado e muito claro, acompanha a neutralidade das paredes "off-white". Ao fundo, corredor para a área íntima do apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, com projeto de reforma do escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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A marcenaria mescla acabamentos melamínicos amadeirados ou brancos e o mesmo jogo de cores se repete entre os pares de cadeiras para mesa de jantar. Já a caixa centralizada separa o jantar do estar e estes da cozinha. Sua face voltada para a mesa tem portas para a despensa. O design da estrutura é reto e liso, livre de detalhes. O projeto de reforma para o apartamento em Maiorca, na Espanha, é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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A marcenaria mescla acabamentos melamínicos em tons amadeirados e branco, que acompanha a cor do tampo da bancada. A iluminação para cozinha, na área de cocção e serviços, fica embutida no móvel, onde também está um exaustor. O apartamento Palma, em Maiorca, Espanha, foi reformado pelo escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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Na área social do apartamento Palma, o único elemento a dividir efetivamente o espaço em estar, jantar, cozinha e corredor lateral é uma caixa em marcenaria centralizada, desmontável e multifuncional. Sua face voltada para cozinha abriga geladeira e forno elétrico. Ao lado da mesa de jantar, porém, está a despensa. A residência fica em Palma de Maiorca, na Espanha, e foi reformada pelo Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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O espaço de estar, no Apê Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, é decorado com móveis do acervo do morador. As peças foram restauradas e receberam revestimentos coloridos. O projeto de reforma da residência é do escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ Divulgação

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Apesar de não terem passado por alterações estruturais - não houve demolição de paredes na área íntima do apê Palma -, aqui também vigas e colunas de concreto foram descascadas. Tal ato alinhou os dormitórios (como o da foto) à linguagem decorativa proposta para a área social, que enfatiza a rusticidade. Nele, os elementos estruturais aparentes exibem marcações feitas pelos pedreiros nos anos 1960. O projeto de reforma é do escritório Vila Segui Arquitectos, na Espanha Laura Molina/ Divulgação

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Uma das principais intervenções na área íntima do apartamento Palma foi abrir espaço para a criação de um banheiro com chuveiro e um pequeno closet, mas sem demolir alvenarias pré-existentes. O projeto de reforma é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos, em Maiorca, na Espanha Laura Molina/ Divulgação

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A arquitetura de interiores encontra sua base na combinação do concreto aparente e rústico, sem resinas protetoras, com a madeira e a pintura acrílica "off-white", além do microcimento espatular dos pisos. O projeto de reforma é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos, em Maiorca, na Espanha Laura Molina/ Divulgação

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Na foto, o estar original do Apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha. Aparentemente reduzido e escuro, o imóvel tinha cozinha e área social separadas por paredes (apenas divisórias) que foram demolidas em reforma promovida pelo Vila Segui Arquitectos Divulgação

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Na planta original do Apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, a área social era dividida em duas salas, separadas do núcleo de cozinha por uma faixa de três corredores em U, que além de comprometer o aproveitamento da área do imóvel, escurecia seus cômodos centrais Arte UOL

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Em relação à planta original (foto 16), foram derrubadas a parede entre as duas salas da frente (área social) e as duas divisórias entre salas e cozinha, além dos limites dados pelos corredores que circundavam esta última (outras três paredes de alvenaria). O Apartamento Palma fica na Espanha, foi construído nos anos 1960 e sua reforma foi projetada pelo Vila Segui Arquitectos Arte UOL

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10.set.2014 - Belíssimos vitrais, pinturas detalhadas e simetria da arquitetura caracterizam os templos de culto no Irã. O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, quis desvendar os encantos dos lugares sagrados de culto no Oriente Médio. Passeando por algumas mesquitas iranianas, ele registrou imagens de rara beleza, como a da vista panorâmica dessa de Nasir al-Mulk em Shiraz Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - Belíssimos vitrais, pinturas detalhadas e simetria da arquitetura caracterizam os templos de culto no Irã. Uma vez dentro dos templos que visitou, o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, se concentra em captar todos os detalhes do teto e das colunas, além dos belíssimos vitrais Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã.?A maioria das minhas fotos abrange um grande ângulo de visão, mostrando toda a construção em uma imagem só?, disse o fotógrafo. Esta imagem mostra o teto da Mesquita de Vakil Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã. Ele usa a técnica do HDR (high dynamic-range, na sigla em inglês), que consegue otimizar a intensidade de luzes da foto na imagem final. Acima, a Mesquita Seyyed em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã. Por causa das restrições ao uso do tripé, costuma ser muito difícil conseguir autorização para fotografar dentro dessas grandes construções. Aqui é possível ver a imagem do teto do palco musical no Palácio Aliqapu em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - "No Irã, nós temos muitos lugares históricos. Mas alguns dos mais bonitos são locais de culto, como essas mesquitas. Temos uma mesquita grande em cada uma das grandes cidades e há muitas construções históricas, com vários mosaicos belíssimos para registrar", explicou Mohammad. Aqui, o Palácio Sotoun Chehel em Isfatan Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - ?Talvez alguns desses lugares históricos deixem de existir nos próximos 20 anos ou mudem muito nesse tempo. Quando tiro essas fotos, penso em como elas serão preservadas - espero que as pessoas possam ver a beleza desses lugares", diz o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - Mohammad Domiri passou horas pesquisando quais tipos de obras arquitetônicas famosas ele deveria fotografar. No trabalho feito nas mesquitas, ele usa uma variedade de técnicas de fotografia, como a da foto panorâmica ? ele também usa lentes modernas, como essa do tipo 'olho de peixe', tirada no interior da mesquita do Sheikh Lotfollah, em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - "Eu gosto de como eles deixam a luz entrar pelos vitrais. As colunas também são especiais, a forma como elas dividem o espaço interior e dão uma profundidade à construção", diz o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã. Na imagem, banho de Vakil, em Shiraz Mohammad Domiri/Caters New Agency

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10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã. O resultado é um trabalho inspirado pela cor e simetria. Na imagem, a mesquita de Shah, em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New Agency

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Oficina Markus Lanz/Associação Teatro Oficina Uzyna Ozona

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2.set.1984 - Lina Bo Bardi nasceu em Roma, em dezembro de 1914. Formada em arquitetura na Itália, mudou-se para o Brasil em 1947. Naturalizou-se brasileira em 1951. Em São Paulo, projetou o prédio do Masp, na avenida Paulista; o Sesc Pompeia, a Casa de Vidro e o Teatro Oficina. Em Salvador, projetou o restauro do Solar do Unhão, sede do Museu de Arte Moderna da Bahia, e da Casa do Benin. Também desenhou móveis, trabalhou com arquitetura cênica, figurino para teatro e moda. Foi professora na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), organizou exposições de arte, dirigiu o MAM-BA (Museu de Arte Moderna da Bahia) e o Sesc Pompeia Niel Andreas/Folhapress

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Casa do Benin 3 - Agecom/Prefeitura de Salvador

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Casa do Benin - Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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Casa do Benin 2 - Agecom/Prefeitura de Salvador

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9.jan.2006 - Tombada pelo Condephaat em 1987 e mais tarde pelo Iphan como patrimônio histórico, a casa é sede do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi. O instituto promove exposições, palestras, visitas e publicações Eduardo Knapp/Folhapress

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9.jan.2006 - O instituto reúne o acervo do casal, com obras de arte, móveis, documentos, objetos, cerca de 7.500 desenhos da arquiteta e 17.000 fotografias, além do arquivo pessoal de Pietro e Lina Eduardo Knapp/Folhapress

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9.jan.2006 - Lina projetou e construiu sua residência, conhecida como Casa de Vidro, em 1951, mesmo ano em que se naturalizou brasileira. A casa foi uma das primeiras erguidas no bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo. O jardim, em um terreno de 7.000 m2, conserva a mata Eduardo Knapp/Folhapress

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Masp desenho ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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Lina mudou-se para o Brasil com o marido, o crítico e marchand Pietro Maria Bardi, que fora convidado pelo empresário Assis Chateaubriand para fundar e dirigir o Masp. Inicialmente, a arquiteta adaptou o prédio dos Diários Associados, de Chateaubriand, para comportar o museu. Depois, em 1957, Lina começou os estudos para projetar o prédio na Paulista que passaria a ser a sede do Masp. A inauguração teve a presença da rainha Elizabeth 2ª Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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16.set.2009 - O prédio tem um vão livre de 74 metros, que preserva a vista para o centro de São Paulo e foi idealizada por Lina como uma grande praça, com floreiras e espelhos d'água. O vão tornou-se um ponto de concentração de manifestações Leonardo Wen/Folhapress

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27.jul.2001 - Cartão-postal de São Paulo e um dos museus mais visitados da cidade, o Masp tem um acervo com pinturas ocidentais, principalmente italianas e francesas. Possui obras de Rafael, Botticceli, Renoir, Monet, Cèzanne, Picasso, Van Gogh, Matisse e Chagall, além de latino-americanos, como Diego Rivera, e de brasileiros, como Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Almeida Junior. Também possui esculturas e coleções de gravuras, fotografias, desenhos e tapeçaria Eduardo Knapp/Folhapress

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3.jan.2009 - Situado no alto da cidade, o prédio do Masp só foi inaugurado em 1968. Por exigência da prefeitura, o projeto tinha de preservar a continuidade entre o Parque Trianon, no lado oposto da Paulista, e a paisagem do vale do Saracura, coberto pela avenida 9 de Julho, além da vista para a serra da Cantareira Danilo Verpa/Folhapress

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16.set.2009 - O edifício tem 11.000 metros quadrados divididos em cinco pavimentos. Foi tombado em 1982 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado) e em 2003 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) Leonardo Wen/Folhapress

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Sesc Pompeia desenho - Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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Sesc Pompeia 2 - Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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Lina foi convidada, em 1977, a projetar um centro de lazer do Sesc em uma fábrica de tambores desativada na Pompeia, bairro de imigrantes europeus na zona oeste de São Paulo. A arquitetura contrariou a prática da demolição e propôs a preservação do galpão, ressaltando a raridade da estrutura. Ao longo da rua interna, novas atividades foram instaladas Marco Antônio/Sesc

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Sesc Pompeia ? Marco Antônio/Sesc

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O Sesc Pompeia conta com piscina aquecida, deck, solário, três ginásios poliesportivos cobertos, salas de expressão corporal e ginástica multifuncional, além de oficinas de arte, teatro com 760 lugares, espaço de leitura, restaurante e café Marco Antônio/Sesc

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Ao final da rua e no fundo do terreno, Lina projetou o centro esportivo do Sesc Pompeia, com duas torres, ligadas por passarelas dispostas de modo desencontrado como um feixe de linhas. Os buracos irregulares que abrem as paredes do conjunto esportivo, todo em concreto armado, são chamados de ?Guerra na Espanha? Marco Antônio/Sesc

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Solar do Unhão 3 ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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Solar do Unhão 2 - José Nunes/Museu de Arte Moderna da Bahia

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12.ago.2009 - Solar do Unhão 4 ? Leonardo Wen/Folhapress

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10.jan.2002 - Solar do Unhão 5 ? Chiaki Karen Tada/Folhapress

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Solar do Unhão ? Luciano Oliveira/Museu de Arte Moderna da Bahia

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Teatro Oficina ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi

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12.ago.2009 - Lina Bo Bardi iniciou a colaboração com o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa, presidente e diretor artístico da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, em 1969. No começo da década de 1980, começou a projetar a reconstrução do Teatro Oficina, no Bexiga, no centro de São Paulo Tuca Vieira/Folhapress

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5.set.2013 - Com Martinez Corrêa, Lina trabalhou com arquitetura cênica e figurino. Inaugurado em outubro de 1993, pouco mais de um ano e meio depois da morte da arquiteta, o Teatro Oficina pertence à Secretaria de Estado da Cultura e é utilizado pela Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, de Martinez Corrêa Marlene Bergamo/Folhapress

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5.set.2013 - Nos primeiros anos de estudos para projetar o novo Teatro Oficina, Lina trabalhou com o arquiteto Marcelo Suzuki. Depois, com Edson Elito. O teatro é uma rua, com uma parede envidraçada e arquibancadas laterais com capacidade para 300 pessoas Marlene Bergamo/Folhapress

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No apartamento em Campinas (SP), a cozinha tem piso em madeira de demolição e bancada de granito preto. O móvel (Kitchens) onde está embutida a geladeira é composto por armários revestidos por laminado melamínico. A arquiteta Elaine Carvalho assina o projeto de interiores do imóvel Miro Martins/Divulgação

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Diferente dos ambientes sociais decorados na cor cinza, o branco predomina nas três suítes do apartamento em Campinas (SP) assinado pela arquiteta Elaine Carvalho. Em um dos dormitórios, o piso em madeira de demolição combina com as tonalidades neutras da poltrona (Artzzi) e do banco (Abraccio), junto à cama Miro Martins/Divulgação

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Com piso em madeira de demolição, uma das suítes do apartamento em Campinas (SP) tem decoração clara. Destaque para os pendentes (Lumini) ao lado da cama. O projeto de interiores tem assinatura da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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A madeira de demolição que cobre todo o piso da suíte aquece o ambiente decorado pelo branco quase absoluto dos acabamentos, armários planejados e da roupa de cama. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é assinado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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Na parede do corredor que dá acesso aos quartos, o painel agrupa as fotos autografadas de artistas da música, cinema e moda. A coleção é do casal proprietário do apartamento localizado em Campinas (SP) e decorado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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Para o living do apartamento em Campinas (SP), a arquiteta Elaine Carvalho optou por um piso em madeira de demolição e o revestimento na cor cinza para as paredes. Os móveis também têm tonalidades neutras, a exemplo da poltrona Maggiolina (Artzzi), em couro, criada pelo italiano Marco Zanuso nos anos 1940. O grande cacto e os pequenos objetos de decoração dispostos na estante dão cor ao ambiente Miro Martins/Divulgação

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Na cozinha, a bancada com pia e cooktop é feita de granito preto e o painel (Kitchens) - revestido por laminado melamínico cinza chumbo - abriga os fornos embutidos. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é assinado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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A varanda do apartamento em Campinas (SP) é uma extensão da sala de estar e tem vista para o bairro do Cambuí. No estar, o sofá de cor clara e as poltronas cinzas são da Artzzi. A decoração do imóvel é um projeto da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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Ligada ao living, a varanda do apartamento em Campinas (SP) tem churrasqueira com balcão e banquetas para acomodar os convidados. Para o ambiente, a arquiteta Elaine Carvalho ainda projetou um espaço de estar, decorado com banco e almofadas futon e poltronas (Artzzi) de estilo "vintage" Miro Martins/Divulgação

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No apartamento no bairro Cambuí, em Campinas (SP), a sala de jantar é integrada ao estar. Sobre a mesa de refeições assinada pelo designer Jader Almeida, os pendentes Rock, desenhados pela italiana Foscarini em parceria com a marca Diesel. À esquerda, o móvel de apoio serve como bar. O projeto de interiores é da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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Atendendo ao pedido do casal proprietário do apartamento em Campinas (SP), a arquiteta Elaine Carvalho priorizou o conforto e os espaços para receber os amigos. Antes fechada, a cozinha foi integrada aos ambientes de estar e jantar. Para aumentar a sensação de continuidade, o piso de madeira de demolição foi aplicado em todos os cômodos Miro Martins/Divulgação

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As tonalidades de cinza marcam o projeto de interiores assinado por Elaine Carvalho para o apartamento em Campinas (SP). Os ambientes sociais (estar, jantar e cozinha) são completamente integrados e trazem referências ao rock. No estar, destaque para o cacto plantado em vaso (à esq.) e a fotografia de Jimi Hendrix na parede Miro Martins/Divulgação

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Integrada à cozinha, a sala de jantar tem mesa assinada pelo designer Jader Almeida. O móvel de geometria simples é combinado aos pendentes Rock, da italiana Foscarini em parceria com a Diesel. Por fim, o espelho na parede dá a sensação de amplitude ao ambiente. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é uma criação da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/Divulgação

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No apartamento em Campinas (SP), tanto a cozinha quanto a sala de jantar têm acabamentos em tons de cinza. Para o projeto de interiores, a arquiteta Elaine Carvalho desenhou o móvel de apoio (à dir.) que serve como bar e acomoda as bebidas, a adega climatizada e duas banquetas. Entre as peças, destaque para os pendentes Rock, desenhados pela italiana Foscarini em parceria com a Diesel Miro Martins/Divulgação

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Em vez de construir um hall fechado e tradicional, o designer Lerry Pearson transformou-o em um estar externo, com lareira. Essa foi a exacerbação do desejo dos proprietários em ter uma casa amplamente integrada à paisagem de Jackson, no Wyoming, EUA (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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A casa também integra de maneira harmoniosa e bela a paisagem do vale Jackson Hole, nos EUA (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Construída em meio a um vale frio e montanhoso, a casa do casal de médicos, Clay Heighten e Debra Caudy, tem grandes aberturas e uma varanda aberta "ao tempo" para apreciar a vista (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Junto à entrada, as cabeças de bisão do artista Owen Mortensen, de Utah, decoram uma das paredes. No piso, um recorte "chevron" de assoalho em carvalho francês está encrustado no concreto Trevor Tondro/ The New York Times

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Na sala de estar, o sofá modular repousa sobre o amplo tapete de pele de ovelha e é combinado à mesa, composta por lâminas de uma tora de nogueira, e à luminária da Moooi (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Metal e pedra compõem a lareira interna, ancorada em uma das quinas da área social da casa no vale Jackson Hole, em Wyoming (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Madeira e mármore criam contraste no banheiro da suíte máster. Sobre a ampla bancada, um delicado pendente Bella Modern, da Niche, auxilia na iluminação (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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A moderna banheira é usada para banhos longos e relaxantes na casa em Wyoming, EUA. Em frente à ela, uma ampla janela (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Na cozinha, o mobiliário planejado e feito sob medida é de nogueira (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Na sala de jantar, a mesa em nogueira é rodeada por cadeiras Wishbone, desenhadas pelo dinamarquês Hans Wegner. No espaço, destaque também para o pendente da IronGlass Lighting (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Na escada de nogueira, pontos de LED foram instalados sob cada um dos degraus, para iluminar o caminho durante a noite (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Na suíte máster, a cama de nogueira foi feita sob medida. Destaque ainda para o lustre assinado por Frank Long (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Parte dos utensílios ficam acomodados em prateleiras e, assim, ajudam a compor a decoração. As letras amarelas que formam a palavra "eat" (comer) foram desenhadas por Gregory Morris (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Uma cômoda organiza alguns pertences dos moradores na suíte máster. O móvel é decorado com um galho e um chifre e segue o estilo geral visto na residência (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Detalhe de uma das laterais da casa em Wyoming, revestida por madeira (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Clay Heighten e Debra Caudy vivem em Dallas, com o mais novo de seus quatro filhos, mas construíram uma casa em Jackson, Wyoming, para as férias (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York Times

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Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOL

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No detalhe da estrutura é possível observar a mistura dos sistemas de concreto e metal que permitem que os panos de vidro sejam posicionados estrategicamente, a fim de integrar e/ou separar os ambientes. A piscina é quase uma extensão do estar e se acomoda no jardim enfatizando o frescor da arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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A academia em piso cimentado mistura vidro, espelho, madeira e concreto e se volta para ampla varanda. O vão (à dir.) que leva luz para os pavimentos mais baixos ganhou guarda-corpo de proteção, que incorpora um banco funcional à sua extensão. No forro de madeira estão acoplados plafons que asseguram luz difusa sem o risco de ser rebatida no espelho ou ofuscar os olhos de quem está em pleno treino. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Casa Reinach e Mendonça - 2014 Nelson Kon/ Divulgação

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A academia é contornada pela varanda com jardim. Aqui, a grelha também foi adotada na aba da cobertura para apenas filtrar a luz. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Totalmente conectada ao exterior, a sala de estar é decorada por móveis contemporâneos. Veja que do ambiente é possível ter acesso direto à raia de 25 metros, uma solicitação dos proprietários que praticam natação. O quadro fixo de vidro sobre a viga de aço traz transparência e aumenta a incidência de luz natural no espaço. O parapeito em madeira no piso superior faz o contraponto com os materiais frios e industrializados da estrutura, desenhada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Deste ângulo, nota-se a integração da piscina com o estar e a marquise que a sombreia e protege o interior em dias de chuva. Veja que o vão da varanda é garantido por colunas esbeltas de concreto, no projeto assinado pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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A sala de estar com pé-direito duplo também recebe luz através do vão criado no último pavimento. Com design moderno, a decoração elaborada pela RAP Arquitetura se baseia em móveis em linhas econômicas e tons neutros. Na ambientação, as pinceladas de cor vêm das obras de arte e da madeira que pontua os espaços em elementos como a porta da copa. Ao fundo, a ampla sala de jantar completa o espaço de convívio. A arquitetura é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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A varanda do primeiro pavimento atende uma das suítes e a sala íntima. Veja que ela é protegida não só pela cobertura de concreto, como também pela grelha que filtra a luz, amenizando sua intensidade ao penetrar nos cômodos. O guarda-corpo de vidro garante a visão do jardim quando se está no interior dos ambientes. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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No pavimento superior que concentra os espaços íntimos, a madeira tem destaque, seja no piso, seja no guarda-corpo. Da passarela iluminada pela luz que entra do vão criado no último andar, está garantida a vista para o térreo e a varanda graças aos panos de vidro. Ao fundo, a pequena sala íntima usada para ver TV, trabalhar e até para um carteado é aberta para uma das varandas. O projeto da residência é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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O projeto compactou os espaços internos para liberar espaço exterior, a pedido dos proprietários. O jogo de volumes, em diferentes profundidades, garante a integração da área de lazer com os ambientes sociais, além da incidência de luz natural. Nesta fachada, que está voltada para o norte, o concreto é combinado às vigas brancas, destacando a cor dos móveis e das pastilhas que revestem a piscina. A casa é assinada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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A sala de estar com pé-direito duplo é arejada e recebe com elegância os pendentes da Lumini e o mobiliário em linhas modernas. A lareira com frontão de madeira não só aquece o ambiente nos dias de baixas temperaturas, como "esquenta" a proposta idealizada em tons frios e neutros e materiais industrializados. O projeto é do escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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Mobiliada com peças claras e de desenho simples, a varanda ganha toques de cor com almofadas e nos móveis de menor porte. Ao fundo, a cozinha gourmet tem bancada de madeira e churrasqueira. A parede de pedra (à dir.) delimita os vestiários da piscina e a sauna e a porta, à esquerda, leva ao hall de serviço que dá acesso à sala de almoço. A casa tem projeto de arquitetura do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Revestida por madeira e pedra, o destaque da sauna é o quadro fixo de alumínio e vidro, da Tecnofeal, posicionado estrategicamente a fim de criar a sensação de que o usuário está em plena mata. O projeto da residência é do escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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Na sala de jantar contemporânea uma abertura com vidro fixo oferece um quadro natural e verde para decorar o interior. O lustre da Lumini, além de iluminar, destaca-se como elemento decorativo. À esquerda, a porta vai-e-vem acessa a copa da casa projetada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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A forração verde, idealizada pela paisagista Martha Gavião, emoldura as árvores de grande porte. Aqui a iluminação foi fundamental para destacar as texturas. A mureta de pedras delimita o acesso de serviço da casa projetada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ Divulgação

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Na fachada principal, recortes envidraçados, enquadrados por perfis de alumínio da Tecnofeal, unem o interior ao exterior. Durante o dia, essas aberturas permitem que a luz natural penetre nos espaços, uma vez que estão voltadas para o sul. Degraus largos levam à porta de entrada em madeira, que se alinha ao muro de pedra. À direita, o espelho d'água integra-se ao lavabo por meio de um vão posicionado junto ao chão, em vez da tradicional janela. O projeto é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Na fachada posterior, o projeto arquitetônico do escritório Reinach Mendonça privilegiou o jogo de texturas e volumes, espacialmente à noite, quando são destacados pela iluminação planejada pelo engenheiro Antonio Carlos Mingorne Nelson Kon/ Divulgação

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Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOL

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A ampla varanda agrupa as áreas gourmet com churrasqueira e um estar externo, integradas aos demais ambientes sociais através da grande porta de correr da Tecnofeal, que cobre um vão de mais de seis metros. Repare que o avarandado e as salas distinguem-se pelos pisos em diferentes materiais. O projeto de arquitetura é assinado pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ Divulgação

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Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOL

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Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOL

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croqui Marcelo Ferraz/ Divulgação

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Dom Viçoso Arte UOL

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A sala da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, possui a configuração típica das sedes de fazenda. Ou seja, todos os ambientes integrados: jantar, estar, home theater e cozinha. A vedete do espaço é o fogão a lenha de onde saem quitutes de dar água na boca. Destaque curioso é a coifa, um cubo de ferro e vidro, desenhado pelo arquiteto Nelson Kon/ UOL

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Com varanda dos dois lados, a sala possui vista para várias paisagens, principalmente para o "mar de morros" da Serra da Mantiqueira. A ambientação possui a atmosfera singela e acolhedora das casas interioranas, com utensílios pendurados, cristaleira e fogão a lenha. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOL

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O por-do-sol é um espetáculo maravilhoso visto da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. Os dois blocos em formatos distintos sinalizam o volume dos dormitórios e a área social, ambos com deliciosas varandas voltadas para o jardim e o muro de concreto ciclópico com aberturas Nelson Kon/ UOL

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Uma das varandas do living se volta para a paisagem da Serra da Mantiqueira. Com banco apoiado nas vigotas do deck de madeira, o espaço tem colunas de eucalipto e portas de correr envidraçadas. Na hora do jantar é uma delícia admirar a silhueta da paisagem à distância. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOL

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Na casa Dom Viçoso, com projeto do arquiteto Marcelo Ferraz, o espaço da cobertura - com laje plana de concreto e vigamento invertido - recebeu terra e vegetação. O muro de concreto ciclópico com aberturas delimita os espaços da casa-sede e da de hóspedes Nelson Kon/ UOL

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O conjunto da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, é composto pela sede, por um muro de concreto ciclópico, pela casa de hóspedes e por um terreiro de café. No entorno, as montanhas da Serra da Mantiqueira Nelson Kon/ UOL

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Um solução pouco usual, mas eficiente, foi adotada pelo arquiteto Marcelo Ferraz na casa Dom Viçoso: a laje da varanda foi ligada à laje principal e apoiada nas colunas de eucalipto. O recurso fez com que parte da cobertura formasse uma prateleira alta na sala. Do espaço avarandado, vê-se o fascinante verde do vale Nelson Kon/ UOL

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Ao pé da lareira, o recanto de estar apresenta um clima intimista e aconchegante. Na parede, a pintura caiada se alinha aos móveis rústicos e ao piso de madeira, que completa a cena da casa Dom Viçoso projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOL

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Um solução pouco usual, mas eficiente, foi adotada pelo arquiteto Marcelo Ferraz na casa Dom Viçoso: a laje da varanda foi ligada à laje principal por tirantes e apoiada nas colunas de eucalipto. O recurso fez com que parte da cobertura formasse uma prateleira alta na sala. Do espaço avarandado, vê-se o fascinante verde do vale Nelson Kon/ UOL

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Uma das atrações da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, é o forno a lenha instalado em uma das varandas. Ali, a família curte momentos deliciosos apreciando a culinária mineira Nelson Kon/ UOL

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Como um quadro sobreposto à paisagem, a casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, exibe a empena cega da sala de estar, a varanda que olha para o vale e o forno a lenha. Em primeiro plano, o muro de pedras que delimita o lote Nelson Kon/ UOL

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A paisagem montanhosa domina o cenário onde está casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. A construção aparece como um pequeno ponto branco em meio ao verde das serras Nelson Kon/ UOL

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Os dois blocos da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, têm formatos distintos: à direita, é possível ver os amplos janelões das três suites com beiral; à esquerda, está o volume da área social com varanda voltada para as montanhas Nelson Kon/ UOL

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Os dois volumes da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, são interligados por um passadiço envidraçado, indispensável nos dias de chuva. Contrastando com o branco das paredes caiadas, o arquiteto projetou um lavabo na varanda, pequeno volume em alvenaria revestido de madeira e pintado em vermelho Nelson Kon/ UOL

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O pequeno lavabo foi implantado na varanda da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. Em alvenaria, o volume foi revestido com madeira e pintado em vermelho, contrastando com as paredes caiadas da casa. Destaque para as colunas de eucalipto Nelson Kon/ UOL

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A ambientação da ala social possui a atmosfera singela e acolhedora das casas serranas, com utensílios de cozinha pendurados, cristaleira e fogão a lenha. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOL

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A sala da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, possui a configuração típica das sedes de fazenda. Ou seja, todos os ambientes integrados: jantar, estar, home theater e cozinha. A vedete do espaço é o fogão a lenha de onde saem quitutes de dar água na boca Nelson Kon/ UOL

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Os dois volumes da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, são interligados por um passadiço envidraçado, indispensável nos dias de chuva. Contrastando com o branco das paredes caiadas, o arquiteto projetou um lavabo na varanda, pequeno volume em alvenaria revestido por madeira e pintado em vermelho Nelson Kon/ UOL

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Limpeza estrutural é a característica principal desta casa paraguaia, que tem salas de jantar e estar, dormitórios, cozinha e banheiro concentrados em um bloco totalmente suspenso (à esq.), a partir de dois pilares conectados a um bloco de serviços e outro de circulação (de cerâmica), que servem como contrapeso ao volume. O protagonista é o concreto armado e o balanço da estrutura permite a criação de uma área de convivência, sob a residência. A House in the Ai tem projeto da TDA Arquitetura Leonardo Finotti/ UOL

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Dois pilares de seção 0,27 m x 0,8 m compõem o eixo de sustentação da House in the Air. Ao fundo, os dois blocos - um de serviços, outro para circulação vertical (escadarias) - de 11 m² cada, servem como contrapeso ao volume principal, que fica suspenso a 2,80 m de altura do solo. Os contrapesos não estão sobre o solo, eles também "flutuam" distantes 0,8 m do chão. Tudo é estruturado em concreto armado reforçado. A casa tem design da TDA Arquitetura e fica em Luque, Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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A liberdade estrutural da House in the Air, do escritório paraguaio TDA, cria um senso de refúgio ao estabelecer integração total com a reserva florestal adjacente ao terreno. A grande vantagem de suspender a casa, sem o uso de pilares, é que esta integração é possível tanto para espaços internos, a partir de imensos vãos envidraçados que se abrem para a vegetação, quanto da área de convivência sob o volume construído flutuante (foto). O piso da área externa é de cimento queimado Leonardo Finotti/ UOL

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A divisão interna entre ambientes se dá em alvenaria cerâmica, formando paredes que não alcançam o forro de concreto aparente. Os pisos reaproveitam a madeira utilizada nas fôrmas de concretagem, lixadas e tingidas e o vão sul (à dir.), com 16 m de comprimento, volta-se para as caixas-contrapeso onde estão as áreas de serviços e de circulação vertical. A arquitetura é do escritório TDA, para residência em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Na face norte, o volume principal da House in the Air se abre para a vegetação. As vigas de apoio acompanham todo o vão, como prateleira (acima) ou grande bancada (abaixo), ambas com 16 m de comprimento. A inferior serve para café da manhã, apoio de cozinha ou mesa de trabalho e estudos, pois é um elemento comum a todos os ambientes. O sistema máximo-ar para janelas é inspirado no modelo empregado por Paulo Mendes da Rocha. A casa tem projeto de arquitetura da TDA e fica no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Até nos dormitórios o acabamento é rústico, com paredes e forros em concreto aparente. O concreto armado é o material utilizado para confeccionar a grande caixa flutuante que caracteriza o volume principal e dá nome à House in the Air. As divisões entre os ambientes (como a cabeceira da cama) são paredes de alvenaria cerâmica que não atingem o forro, integrando todos os cômodos e otimizando a ventilação entre eles. O projeto é do escritório TDA Arquitetura, para residência em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Os espaços de estar e de jantar também são integrados: o concreto cru e aparente, o vidro temperado para fechamento dos vãos laterais, a madeira reaproveitada dos pisos e a canjiquinha cerâmica para revestimento externo são elementos da composição harmônica e equilibrada, onde cada material cumpre sua função estética e seu desempenho térmico na House in the Air. A casa foi projetada pelo escritório TDA Arquitetura e fica no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Uma das premissas da arquitetura, ao empregar largamente o concreto armado e aparente, de coloração mais escura, era provê-lo de luz solar de alguma forma. A experiência é inspirada na obra do brasileiro Paulo Mendes da Rocha, resolvida com vãos norte-sul da mesma extensão das fachadas (16 m), em vidros que integram as copas das árvores do entorno e a luz natural aos espaços internos. A House in the Air é um projeto do escritório TDA e fica no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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As duas caixas-contrapeso, dos fundos da casa (escadas e serviços) servem como escudos contra o vento sul, tipicamente frio e úmido. Elas fixam-se aos pilares por insertes metálicos e seu revestimento é feito com espécie de canjiquinha cerâmica, chamada "tejuelon", composta de peças horizontais retangulares de quatro centímetros de espessura, normalmente usadas em coberturas, como base ao assentamento de telhas. A House in the Air tem arquitetura do escritório TDA, e fica em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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As empenas leste e oeste são cegas, de forma que ventilação e iluminação naturais se dão no sentido norte-sul, onde os vãos são bem generosos (16 m de comprimento, na frente e nos fundos). As aberturas são tão aavantajadas que as caixas-contrapeso, dos fundos da casa (escadas e serviços, à direita), servem como escudos contra o vento sul. A iluminação artificial noturna destaca os dois pilares que sustentam a House in the Air. O projeto é do escritório TDA Arquitetura, em Luque, Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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A House in the Air, da TDA Arquitetura, está suspensa a 2,80 m de altura do solo. A liberdade estrutural - não há pilares interferindo na área aberta de convivência, sob o volume principal da casa - estabelece integração total com a reserva florestal adjacente ao terreno. A caixa que abriga os cômodos da residência exibe acabamento em concreto aparente. Os blocos de circulação e de serviços, que servem de contrapeso ao volume principal, também flutuam e fixam-se aos pilares por insertes de metal Leonardo Finotti/ UOL

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Na foto, o interior do bloco contrapeso que abriga a escadaria que vai desde a área de convivência externa (sob o volume suspenso) até o interior da residência, cujos cômodos dividem-se em um pavimento único, distante 2,8 m do terreno. O cimento queimado (simples, ou vermelhão) predomina nos acabamentos. A House in the Air tem arquitetura da TDA, e fica em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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Assim como o vão sul (à esq.), o corredor que liga todos os ambientes internos da House in the Air tem 16 m de comprimento. Entre os volume principal flutuante que abriga os cômodos e as duas caixas suspensas que funcionam como contrapeso, estão dois pilares de seção 0,27 m x 0,8 m, em concreto armado, que suportam toda a residência Leonardo Finotti/ UOL

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A cozinha, pequena e comprida, repete os materiais que compõe a arquitetura da House in the Air: concreto, vidro, madeira e cerâmica. A proposta arquitetônica do escritório TDA Arquitetura é inspirada na obra de Paulo Mendes da Rocha, para sua residência no Butantã, em São Paulo. A House in the Air fica em Luque, Paraguai Leonardo Finotti/ UOL

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No desenho da House in the Air, no Paraguai, é possível observar os dois blocos de contrapeso que abrigam a escadaria (à esq.) e as dependências de serviço Arte UOL

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No pavimento em balanço da House in the Air está o corpo principal da casa. Nos blocos de contrapeso ficam as escadas (à esq.) e os banheiros da residência Arte UOL

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No corte é possível observar o volume em balanço (à dir.) que abriga quase a totalidade dos ambientes da House in the Air, no Paraguai Arte UOL

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Telhas de vidro e de policarbonato - Além das telhas de cerâmica, concreto e fibrocimento, existem no mercado peças fabricadas de vidro que permitem a passagem de luz natural, têm efeito decorativo e são comercializadas nos mesmos modelos das de barro Getty Images

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Disponíveis nos modelos trapezoidal e ondulada, nas versões cristal e leitosa, as telhas de policarbonato da Santo André (www.sandre.com.br) são indicadas para coberturas e fechamentos laterais, como em varandas. O preço sugerido é R$ 59 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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As telhas metálicas da Santo André (www.sandre.com.br) são feitas de aço e comercializadas nos modelos trapezoidal (foto) e ondulada. O preço sugerido para peça na espessura 0,43 mm, com acabamento Galvalume, é R$ 19,09 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Disponível nas versões incolor (foto) e fumê, a telha Onduclair, da Onduline (www.onduline.com.br), é produzida com policarbonato e mede dois metros de comprimento por 0,95 m de largura. O preço sugerido é R$ 185,22 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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De fibrocimento, a telha da Brasilit (www.brasilit.com.br), modelo Ondulada Residencial, tem 1,1 metro de largura, com comprimentos variáveis de 1,22 m a 3,66 m. O preço médio sugerido é R$ 17 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha Euro 10, da Eurotop, é fabricada em cerâmica resinada e mede 46,5 cm por 28 cm por 6,29 cm. A peça tem peso médio de 3,6 kg e pode ser comprada na Pinezi (www.pinezi.com) por R$ 1,50 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de concreto, a telha da marca Eurotop mede 42 cm por 33 cm e tem peso médio de 4,7 kg (por peça). O produto é vendido na Pinezi (www.pinezi.com) ao custo de R$ 2,24 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Com propriedade termoacústica, a telha-forro da Santo André (www.sandre.com.br) é composta por uma face externa metálica, um núcleo de poliuretano de alta ou baixa densidades e um filme de PVC na face inferior. Os preços sugeridos são: R$ 50, o metro com baixa densidade, e R$ 68, o metro com alta densidade I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Fabricada em concreto, a telha da marca Decorlit, modelo 52 Coppo Veneto Elegance, mede 7 cm por 33 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) por R$ 2,65 (a unidade, na cor cinza pérola) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha modelo colonial CRFS, da marca Brasilit, é feita de fibrocimento e mede 81,6 cm por 61,8 cm. A peça sai por R$ 9,90 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Da marca Ibravir, a telha de vidro do modelo Capanal mede 40 cm por 21,5 cm e está à venda na Casa Show (11 4020-9724), por R$ 47,90 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Produzidas com fibras vegetais, resina e betume, as telhas Onduvilla, da marca Onduline (www.onduline.com.br), estão disponíveis nas cores Vermelho Mesclado e Terracota Fiorentino 3D (foto). O preço sugerido do produto é R$ 10,49 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha da marca Onduline é feita a partir de fibras vegetais recicladas e pode receber pintura. O produto é vendido na Casa Show (11 4020-9724) por R$ 38,90 (a unidade medindo dois metros por 0,95 m, na cor vermelha) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Produzida com argila micro granulada, a telha Classic Coffee, da marca Perkus, é esmaltada e mede 26 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na C&C (www.cec.com.br) por R$ 3,40 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha de cerâmica, modelo americano, é fabricada pela Cerâmica Laranjal Paulista e comercializada pela Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br). O metro quadrado do produto, com acabamento natural, sai por R$ 15 I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de cerâmica esmaltada, a telha Tettogres, do Grupo Ouro Blanco, é vendida na Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br) por R$ 28 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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Feita de barro, a telha portuguesa, da marca Cerâmica Santo André, custa R$ 1,19 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br). A peça mede 38 cm por 20 cm I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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A telha de cerâmica, modelo Plan, mede 15 cm de largura e 47 cm de comprimento. O produto está à venda na Leroy Merlin - unidade Marginal Tietê (0800 020 5376) -, por R$ 0,89 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações Divulgação

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elhas metálicas e termoacústicas - Com grandes dimensões, as telhas metálicas são usadas, de modo geral, em edificações comerciais e industriais que não possuem muitos pilares Getty Images

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Telhas de concreto e de fibrocimento - As telhas de concreto demandam um ripamento mais reforçado e de espessura maior por serem mais pesadas Getty Images

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Telhas cerâmicas - As telhas de menor tamanho como as feitas de cerâmica são comumente usadas em telhados de construções residenciais Getty Images

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7.jul.2014 - Outro projeto concorrente do escritório Aedas é o Bravo Group Pazhou, em Guanzhou, China, na categoria escritórios Bravo Group Pazhou

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7.jul.2014 - Os vencedores serão avaliados durante um festival de três dias em Cingapura, em outubro. A Stamp House, uma residência na Austrália, é um dos projetos concorrentes, criado pelo escritório Charles Wright Architects Charles Wright Architects

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7.jul.2014 - Projetos de mais de 50 países foram enviados para a edição de 2014 do Festival Mundial de Arquitetura, um dos mais importantes prêmios de arquitetura do mundo. Entre as categorias do concurso estão projetos de paisagismo,prédios competos, entre outros. A Ala Akiha, no Centro Cultural de Niigata, Japão, foi um dos projetos inscritos na categoria cultural pelo escritório Chiaki Arai de Design Urbano e Arquitetura Chiaki Arai Urban and Architecture Design

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7.jul.2014 - Liderando o júri deste ano está o arquiteto britânico Richard Rogers e outros grandes nomes da área como Rocco Yim, de Hong Kong, Julie Eizenberg (EUA), Enric Ruiz Geli (Espanha) e Peter Rich (África do Sul). O Complexo da Marina de Yalikavak, em Bodrum, na Turquia, foi o projeto apresentado pelo escritório EAA-Emre Arolat Achitects na categoria shopping. EAA-Emre Arolat Achitects

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7.jul.2014 - A Ala Medica, na Universidade de Medicina do Instituto Karolinska, em Solna, na Suécia, foi criada pelo escrtório Arkitektkonter AB Jean-Baptiste Beranger

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7.jul.2014 - Uma casa com vistas panorâmicas, a Narigua House em El Jonuco, no México, projeto criado pelo escritório P+O Architecture P+O Architecture

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7.jul.2014 - A Galeria Garangula, na Austrália, criada por Fender Katsalidis Mirams Architects, abriga uma grande coleção particular de arte aborígene John Gollings

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7.jul.2014 - O duque e a duquesa de Cambridge inauguraram o novo centro de visitantes do Jardim Botânico de Christchurch, durante uma viagem à Nova Zelândia. O projeto é do escritório Patterson Associates Ltd Jeremy Toth

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7.jul.2014 - A companhia de arquitetura vietnamita a21 studio transformou madeira de demolição em uma cafeteria em Nha Trang, Vietnã A21 studio

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Vista aérea da Casa de Fim de Semana, projeto de SPBR Arquitetos, onde a piscina (à esq.) é a personagem principal. O tanque está a seis metros de altura do solo, gabarito permitido na região. Ao lado, o solario que ocupa a cobertura do bloco de dormitórios da residência Nelson Kon/ UOL

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Vista aérea da Casa de Fim de Semana, projeto de SPBR Arquitetos, onde a piscina (à esq.) é a personagem principal. O tanque está a seis metros de altura do solo, gabarito permitido na região. Ao lado, o solario que ocupa a cobertura do bloco de dormitórios da residência Nelson Kon/ UOL

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O térreo é densamente ajardinado e essa vegetação vistosa penetra em níveis pelo vão sob o corpo dos dormitórios. No espaço que convida ao descanso, há ainda espelhos d'água e uma mesa de madeira que contribuem para o clima relaxante da Casa de Fim de Semana, projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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A suíte do casal está voltada para a parede lateral da piscina, situada no piso superior (à dir.). Destaque para o recorte da abertura que acompanha a inclinação do solário e que corresponde à esquadria executada em vidro branco leitoso, também à direita. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos e tem acabamento majoritariamente rústico, onde fica evidente o concreto armado Nelson Kon/ UOL

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A escada metálica situada entre o bloco dos dormitórios e a piscina foi executada em perfis vazados de aço galvanizado a fogo, o que permite franca passagem de luz natural para os jardins no nível inferior. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha. A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Ocupando toda a largura do terreno - dez metros - e situado nos fundos do lote, o pavilhão social é composto por estar (foto), jantar e cozinha e possui escada de acesso ao terraço (à dir.). Portas de correr em freijó separam a ala de uso comum da área externa onde estão o pilar estrutural e o espelho d'água com cascata vinda da gárgula do terraço. A Casa de Fim de Semana tem projeto do escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Nos fundos da casa, os ambientes internos e externos possuem integração harmoniosa, dada pelas quatro portas de correr que delimitam, quando necessário, os espaços. Internamente, a Casa de Fim de Semana projetada pelo escritório SPBR Arquitetos, tem neste bloco, estar, jantar e cozinha, além de lavabo e escada de acesso ao terraço. No jardim, paisagismo abundante e espelho d'água Nelson Kon/ UOL

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O volume trapezoidal da piscina com raia de 17 metros é o grande destaque da construção. Ele funciona como contrapeso para o bloco dos dormitórios e dá dinamismo ao conjunto. Uma piscina bem menor (1,5 m x 3,5 m) disposta em frente ao acesso ao quarto do casal recebe a água que transborda de uma das pontas da raia na cobertura. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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O paisagismo exuberante assinado por Raul Pereira quebra a rigidez do concreto estendendo-se por todo o comprimento do terreno até a rua. Ao fundo, a escada metálica passa entre as "pernas" do pilar duplo de sustentação. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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A insolação foi assegurada com a instalação da piscina com raia de 17 m na cobertura, de onde descortina-se o bairro do Jardim Paulistano. A ligação entre o solário e a raia se dá através de passarela. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SBPR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha (à dir.). A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha (à dir.). A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOL

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Sem muros altos, a Casa de Fim de Semana, projetada pelo escritório SPBR, deixa à mostra as formas ousadas de sua arquitetura. Concreto aparente, vidro e aço formam o conjunto contemporâneo e se aliam harmonicamente à madeira freijó no painel da fachada Nelson Kon/ UOL

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Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso térreo ficaram o living com cozinha gourmet, o home theater com spa e a área de lazer externa com piscina e pergolado Arte UOL

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Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso superior está a casa propriamente dita: as áreas íntimas contam com cozinha privativa, para uso exclusivo da família Arte UOL

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No jardim térreo do apartamento Alto de Pinheiros, o Escritório Paulista de Paisagismo instalou um pergolado de eucalipto travado com cabos de aço, que faz sombra sobre mesa de refeições. Como o conceito arquitetônico gera fundos neutros, a arquitetura de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é complementada pelo verde das plantas e nos detalhes decorativos, como almofadas e pastilhas azuis (Colormix) que revestem a piscina e uma bancada externa de apoio Marcelo Magnani/ Divulgação

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O amarelo foi a cor escolhida para a área de serviços e está no armário com portas vazadas. As paredes levam azulejos brancos 15 cm x 15 cm e a bancada foi executada em concreto e revestida por pastilhas de vidro (à esq.). O piso é o mesmo da cozinha e foi instalado pela construtora, antes da reforma: granito preto São Grabriel Marcelo Magnani/ Divulgação

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O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. A solução veio pela mobília associada aos eletrodomésticos brancos e combinada às pastilha de vidro laranja. O apartamento Alto de Pinheiros foi reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. O piso entregue pela construtora era de granito preto São Grabriel ? o que escureceu ainda mais o ambiente. Uma solução foi adotar eletrodomésticos da linha branca, além de painéis e mesa executados em madeira teca, para aquecer o ambiente para refeições rápidas Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, a jardinagem foi criada pelo Escritório Paulista de Paisagismo. Como o jardim é térreo, era necessário implantar vegetação variada, robusta e fechada, a fim de manter a privacidade da família. A área pode ser usada para churrascos e outros eventos sociais. O piso é de ladrilho hidráulico antiderrapante, o deck e os bancos são de madeira pau d'arco Marcelo Magnani/ Divulgação

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A área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, possui uma saída própria para área comum do condomínio, fechada com porta metálica que não pode ser trocada. Para não destoar do resto do paisagismo implantado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, a solução foi revestir internamente a porta com ripas de madeira (ao fundo) e pendurar alguns vasos Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, com projeto pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, o paisagismo foi criado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, responsável por todos os detalhes da área de piscina ? desde seu formato ameboide até a definição das pedras de rio combinadas com a vegetação fechada. As pedras escondem um sistema de retorno de água para a piscina, como uma saída-fonte que gera queda d'água Marcelo Magnani/ Divulgação

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No home theater do apartamento Alto de Pinheiros, o tapete cinza felpudo (Avanti), além de aquecer o ambiente, tem papel de "absorver" o som, trabalhando em conjunto com as cortinas. O espaço está integrado a um "spa" com banheira de hidromassagem, através de uma porta camarão. A intenção dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é melhor aproveitar, em dias mais frios, o relaxamento por imersão Marcelo Magnani/ Divulgação

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O home theater do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, tem cortinas de veludo pesadas e, à esquerda, uma porta camarão que dá acesso à banheira para uso, especialmente, no inverno. A área social do apartamento dúplex está no piso térreo do apê, que sofreu reforma para a integração máxima, de acordo com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O projeto de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza propõe bases neutras, como o piso em cimento queimado cinza brilhante. Para criar contraste, as cores foram aplicadas aos ambientes nos móveis e objetos de decoração. Muitos desses objetos são peças de coleção do morador, como no caso do móvel chinês "Barc" e da bandeja de fibra com pés metálicos, usada como apoio para a mesa social de jantar. O ambiente integra a área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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A cozinha goumet, no piso térreo do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, funciona como sala de jantar social. A arquitetura de interiores assinada por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza previu piso de cimento queimado cinza e eletrodomésticos em aço inox para compor um "fundo" neutro, a partir do qual se destacam a bancada de madeira teca, a mesa de resina branca (Dpot), as cadeiras de couro branco e as poltronas estampadas Marcelo Magnani/ Divulgação

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Integrado à cozinha gourmet do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está o living - separado dela apenas por uma coluna estrutural que teve de ser mantida, após a reforma do piso térreo. A coluna é revestida por cimento queimado cinza, neutro e brilhante, assim como o piso. O projeto é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Poltronas de couro da Lafer compõem o home theater, que ainda conta com mesa de apoio lateral Saarinen e um nicho em marcenaria (ao fundo), para organizar os DVDs. O ambiente integra-se à cozinha gourmet e à área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, projetado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, através da porta camarão Marcelo Magnani/ Divulgação

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Uma estante moldada com concreto (Solim) oferece nichos de três tamanhos combinados e sobrepostos, como em um jogo de montar. O móvel guarda sais de banho no "dente" que se encontrava entre o lavabo e a sala de estar. O equipamento, desenvolvido pelos designers Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, confere ar fresco e praiano ao apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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Para não deixar o vão de escadas entre os pavimentos aberto, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza se inspiraram nos cobogós para desenhar os blocos de preenchimento que seriam executados na própria obra, em fôrmas metálicas. A parede funciona como um grande guarda-corpo, que tem como função primordial proteger as crianças, sem preterir da luz natural e da ventilação do ambiente Marcelo Magnani/ Divulgação

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A sala de almoço do piso superior do dúplex está integrada ao estar privativo. A mesa de jantar Saarinen conta com apoio de cadeiras de poliestireno (Montenapoleone). A reforma do apartamento Alto de Pinheiros foi feita pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O lado feminino do banheiro da suíte máster tem bancada para maquiagem, com longo armário espelhado e assento. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve reforma projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro da suíte máster foi dividido, mas o box permanece compartilhado. Marido e mulher têm bancadas e vasos sanitários próprios, para uso exclusivo. Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza aproveitaram o fato de o dúplex estar no primeiro andar para mudar a hidráulica do espaço. A área de banho é grande, foi revestida por pastilhas de vidro verde e recebeu duas duchas. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O lado masculino do banheiro da suíte máster também tem bancada, piso e rodapés em composto de vidro e pó de mármore. O vaso sanitário, assim como metais, são Deca, e, na parede, as pastilhas de vidro Colormix acompanham o mesmo revestimento do box compartilhado com a esposa Marcelo Magnani/ Divulgação

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Painéis de madeira que revestem e aquecem paredes da cozinha e a mesa dobrável para pequenas refeições são executadas em madeira teca. A ideia foi dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, responsáveis pela reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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Tampo de composto de pó de mármore e vidro e armários de MDF com portas de vidro branco (Florense) colaboraram, junto das pastilhas laranja de vidro (Colormix), para "clarear" a cozinha, em princípio o ambiente mais escuro do apartamento Alto de Pinheiros, reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A proprietária do imóvel trabalha em casa e precisava de um home office afastado das brincadeiras das crianças. Para quebrar o branco dos móveis, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza escolheram papel de parede listrado que se associa ao tom berinjela do armário suspenso, para livros Marcelo Magnani/ Divulgação

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A área de serviços fica no pavimento superior do dúplex e tem parede revestida por ladrilho hidráulico decorado (15 cm x 15 cm), além de bancada executada em concreto e pastilhas de vidro amarelas. A ideia dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, era descontrair os espaços através do uso das cores Marcelo Magnani/ Divulgação

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O jardim está na área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O dúplex conta com essa extensão térrea aberta, onde originalmente havia uma banheira de hidromassagem. Os novos moradores preferiram aproveitar a estrutura pré-existente (mureta) para instalar uma piscina para as crianças, já que o novo spa seria interno, instalado entre o lavabo e o home theater Marcelo Magnani/ Divulgação

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De frente para a piscina ajardinada está uma grande pérgola de eucalipto travada por cabos de aço. A ideia do Escritório Paulista de Paisagismo era gerar uma área coberta para descanso, com mesa para refeições. A mesa e os bancos foram garimpados em Embu das Artes (SP) Marcelo Magnani/ Divulgação

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A porta camarão branca em estilo veneziano (à esq.) separa a cozinha gourmet do home theater, na reforma para o apartamento Alto de Pinheiros projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A poltrona Costela (à dir.) é combinada ao baú redondo de fibra (Conceito Firma Casa) no home theater do apartamento Alto de Pinheiros, que tem design de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O piso do lavabo foi executado com um deck de madeira pau d'arco e o aparador de madeira, para apoio da cuba, foi garimpado em Embu das Artes (SP). O lavabo está ligado ao spa, com hidromassagem, no Apartamento Alto de Pinheiros, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Uma parede composta por pedras portuguesas integra visualmente o spa com hidromassagem ao lavado, na área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo. Os ambientes são limitados apenas por uma leve cortina. E entre ela e a parede de pedra está um box, com piso revestido por seixos. O projeto de reforma é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Louças e acessórios da Valvée e o aparador de madeira comprado em Embu das Artes (SP) decoram o lavabo do apartamento Alto de Pinheiros, com design de interiores assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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No living, a mesa-bandeja lateral (à esq.) é metálica (L'oeil) e a "recamier", do acervo do morador, recebeu novo revestimento, com tecido do Armazém Paludetto. A luminária de madeira (também, à esquerda) é do Studio Nada Se Leva. Arquitetura de interiores para reforma do apartamento Alto de Pinheiro foi desenvolvida pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Integrado à cozinha gourmet da área social no apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está um living, ?aquecido? pela parede em tijolinhos de demolição à vista. A mesa de centro em laca branca tem pés metálicos (Dpot), e dialoga com a mesa de jantar. O sofá Decameron é revestido com linho off white e capa de sarja crua. Projeto de arquitetura de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O dormitório infantil com varanda para brincadeira tem piso coberto com deck de madeira removível, para facilitar a limpeza. A cama foi feita em marcenaria, enquanto a mesa lateral azul e o revisteiro são da Tok Stok. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve projeto para reforma assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O dormitório infantil com varanda teve o piso parquet restaurado: o material foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara durante a reforma do apartamento Alto de Pinheiros, capitaneada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. A bancada, o carrinho-gaveteiro e as prateleiras são feitas em marcenaria Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro das crianças tem piso e paredes revestidos por pastilhas de vidro azuis da Colormix. Para aumentar a diversão, foram pintadas listras em uma das paredes "secas", uma a uma, nas cores azul, amarelo e laranja. O projeto de interiores é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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No banheiro das crianças, uma das paredes foi pintada com listras em tons de azul, amarelo e laranja. Uma cuba de resina laranja apoia-se na bancada composta por pó de mármore e vidro. As louças são da Deca, e os metais, Lorenzetti. O projeto de reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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A suíte de hóspedes foi decorada com papel de parede listrado (Celina Dias) e mesas laterais de acrílico: a incolor, da Kartell, e a vermelha, do Studio Nada Se Leva. O abajur Kartell também é incolor. A cama já existia, e foi incrementada com almofadas pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ Divulgação

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O quarto de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros conta com bancada e móvel para TV "reaproveitados". A cadeira desenhada por Harry Bertoia foi comprada na Etna. O projeto de reforma do Apartamento Alto de Pinheiros é assinado por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros teve o piso revestido por pastilhas de vidro roxas da Colormix e paredes e nichos recobertos por unidades da mesma marca (2 cm x 2 cm) na cor lilás. A bancada é de estrutura cristalizada a base de vidro e pó de mármore e o espelho foi garimpado em Embu das Artes (SP). A reforma da residência é assinada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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No quarto de uma das crianças, a cama e a mesinha de apoio lateral são da Tok&Stok. O projeto de interiores para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros foi inteiramente revestido por pastilhas de vidro em tons de roxo e lilás. A reforma da residência é um projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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Na suíte máster, a parede atrás da cabeceira leva tratamento especial com papel de parede estampado. A marcenaria é composta por peças de madeira em tom vivo. Sobre as mesas laterais, as luminárias são da Clami. O projeto de interiores é assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ Divulgação

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O piso parquet dos dormitórios, no apartamento Alto de Pinheiros, é anterior à reforma e foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara. Na suíte, a poltrona de encosto baixo (Marché Art de Vie) acompanha a cor do papel de parede usado atrás da cabeceira (foto anterior). No canto da janela, o gaveteiro de madeira faz parte do acervo de móveis do morador, que contratou os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para fazer o projeto de interiores do dúplex Marcelo Magnani/ Divulgação

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A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. A entrada de luz natural não se dá pelas janelas voltadas para a rua, mas por claraboias na cobertura e através de vãos envidraçados junto ao pátio interno (quintal). Da rua, o que se vê são paredes de concreto aparente e uma garagem para dois carros Kai Nakamura/ Divulgação

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O arquiteto Tsuyoshi Ando escolheu o eucalipto para compor detalhes que aquecem os ambientes e a arquitetura externa, marcados pela sobriedade do concreto aparente. A porta de entrada (foto), os pisos e os lances de escadas são feitos de lenho. A Casa TN fica em Tóquio, Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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A fachada da Casa TN causa impacto: toda em concreto aparente, da rua, parece abrigar ambientes enclausurados e escuros. A arquitetura de geometria simples e reta, no entanto, esconde uma residência aconchegante em três pavimentos de uma senhora no andar térreo, mãe do morador que vive com sua esposa nos espaços do primeiro e do segundo andares. Por dentro, todos os ambientes são muito ricos em luz natural Kai Nakamura/ Divulgação

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A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. De fora, o que se vê são apenas paredes de concreto aparente, sem ou com poucas e reduzidas janelas. A arquitetura de linhas retas esconde um triplex que abriga uma senhora no andar térreo, mãe de um morador que vive com sua esposa, nos espaços do primeiro e do segundo andares Kai Nakamura/ Divulgação

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O corredor de entrada se configura como um ambiente especial, que une as duas residências contidas na Casa TN, em Tóquio. Neste triplex, a matrona vive no andar térreo, enquanto o filho ocupa, com sua esposa, os cômodos superiores. O longo corredor lateral foi projetado para ser uma galeria de exposição das gravuras da senhora, distribuídas ao longo de uma enorme parede-empena. Lá de cima, uma claraboia ilumina o espaço com luz natural. O projeto é do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A luz natural que ilumina as gravuras da moradora da Casa TN, em Tóquio, entra por uma extensa claraboia em caixilhos de alumínio. A parede-empena que recebe as gravuras em exibição foi executada em painéis de gesso acartonado. Há espuma de poliuretano (isolante térmico) entre os painéis e a parede externa de fachada, que é de concreto aparente. Projeto do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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Paredes paralelas que formam o corredor de entrada à Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, aproximam-se à medida que alcançam a altura máxima do pé direito, de quase seis metros. Do lado da empena, paredes são de painéis de gesso acartonado. A outra parede é de concreto estrutural aparente e modular, executada em fôrmas de madeira. Ambas não chegam a tocar os limites da altura máxima, que termina numa claraboia de caixilhos de alumínio Kai Nakamura/ Divulgação

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No andar térreo, de um lado, estão expostas as gravuras da matrona residente na Casa TN, do outro, separada por espessa parede estrutural de concreto armado modulado em fôrmas, fica a área social da morada desta senhora com cozinha integrada às salas de jantar e estar. Dos dois lados, o forro expõe irregularidades e a textura do concreto lixado e resinado. Arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A escadaria que vai da galeria de entrada ao primeiro pavimento revela uma arquitetura de lajes de concreto espessas e cartesianamente recortadas, com detalhes de paredes e forros que expõe o material estrutural, em sua forma lixada. A escada recebe palitos de eucalipto tratado, para contrastar com a temperatura fria do concreto e enriquecer o aspecto rústico e natural dos interiores. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão, e foi projetada por Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A dona da casa é desenhista e suas gravuras decoram não só a galeria (corredor) de entrada, mas também seu espaço social integrado, com cozinha, jantar e estar. A convivência está ligada ao quintal da Casa TN, por meio de um sistema de janelas e portas de correr de vidro, cujos trilhos e caixilhos em alumínio estão inseridos no piso (laminado de eucalipto) e no forro de concreto aparente. O forro, que se inclina em direção à área externa, leva rasgos que abrigam lâmpadas fluorescentes Kai Nakamura/ Divulgação

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A mesa de jantar também é estruturada em concreto e se volta para o quintal. Todo o design da Casa TN foi pensado pelo arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes do piso cimentado. O diálogo entre o cimento e a madeira repete a linguagem do ambiente social interno. A arquitetura de Tsuyoshi Ando para a Casa TN propõe rusticidade e simplicidade a partir do emprego do eucalipto e do concreto (ou do cimento) aparente. No quintal, fica explícito o desnível em relação ao térreo: na verdade, é a mesa de jantar que está na mesma cota do jardim Kai Nakamura/ Divulgação

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O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes feitos no piso cimentado. Do quintal, também fica explícito o desnível em relação ao piso térreo (enterrado): na verdade, é a mesa de jantar (fixa, em concreto armado) que está na mesma cota do jardim. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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As persianas Silent Gliss podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado, em fibra metalizada (alumínio) reflexiva. As persinadas foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando para área social intergrada da Casa TN Kai Nakamura/ Divulgação

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As persianas Silent Gliss (à dir.), de uma fabricante japonesa, são fabricadas sob encomenda e podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado e protege a cozinha do andar térreo da Casa TN da incidência direta do sol, cobrindo portas de correr de vidro voltadas para um lance de escadas para o jardim, em nível mais elevado que o próprio piso da convivência interna. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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Atrás da cozinha, no andar térreo, esconde-se o dormitório da moradora mais velha da Casa TN. No espaço reservado, a pintura branca sobre painéis de gesso acartonado (forro e paredes internas) compensa a inexistência de grandes aberturas (janelas). Do lado de fora do quarto, o concreto aparente se repete. O piso, em eucalipto, é o mesmo da área social integrada Kai Nakamura/ Divulgação

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O banheiro do andar térreo da Casa TN fica em um "dente" entre sua galeria de entrada (corredor) e o bloco formado por dormitório e área social integrada com cozinha. O piso leva porcelanato preto e branco assentado de forma alternada e na diagonal, o que quebra a brancura das paredes e do forro, em painéis de gesso acartonado e com pintura mineral resistente à umidade. A banheira é a Classic Duo, com design de Ettore Sottsass, e as louças são da Catalano. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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A circulação vertical, desde a galeria de entrada até o segundo andar (terceiro pavimento) se dá por lances de escadas. A partir do primeiro andar, o guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Escada de circulação entre pavimentos da Casa TN. Seus degraus, assim, como o piso, são revestidos por eucalipto, madeira que aquece os interiores, principalmente onde paredes estruturais exibem o concreto rústico, moldado com fôrmas de madeira. O projeto é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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No primeiro andar, o hall de escadas para circulação entre os três pavimentos da Casa TN dá acesso a duas entradas para a segunda área social integrada da residência, de uso exclusivo do casal. À esquerda, está o living, e pela direita, através de um corredor com estantes para livros, chega-se à cozinha Kai Nakamura/ Divulgação

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Na área de convivência integrada do primeiro andar da Casa TN, há uma mesa de jantar que delimita o living e a cozinha, aos fundos. O fechamento lateral em vidro (à esq.) é protegido por um sistema deslizante de persianas (trilhos) da Silent Gliss. Automatizadas ou operadas manualmente, elas são de fibra metalizada (alumínio) reflexiva e foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ Divulgação

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O hall de circulação vertical tem pé direito duplo. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. Abaixo está a sala de estar com TV. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Uma porta de vidro encaixilhada em alumínio separa o hall do living integrado, no primeiro andar. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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Um pequeno corredor, no primeiro andar, que leva do hall à cozinha foi aproveitado para a instalação de prateleiras. Esses nichos são o único lugar da casa onde ficam expostos livros e pequenos objetos de decoração do casal. Na Casa TN, a limpeza da combinação rústica da madeira dos pisos com o concreto aparente das paredes estruturais é que deve se destacar, além de algumas gravuras, desenhadas por uma das moradoras da residência Kai Nakamura/ Divulgação

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O hall de circulação vertical tem pé direito duplo, a partir do primeiro andar. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico para a CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ Divulgação

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No quarto do casal, as persianas são da linha Silhouete (Hunter Douglas), com tecido que permite a entrada de luz filtrada e suave, de forma que a cama pudesse ser posicionada de frente para o vão de abertura (janelas em caixilhos de alumínio). As paredes em painéis de gesso acartonado estão isoladas térmica e acusticamente por uma camada interna de espuma de poliuretano, o que aumenta a privacidade do ambiente. Seu piso em carpete aquece o espaço íntimo Kai Nakamura/ Divulgação

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O banheiro do casal é completamente revestido por pastilhas de porcelana com diâmetro de 19 mm. As louças são da Catalano e arquitetura é assinada pelo japonês Tsuyoshi Ando. A Casa TN fica em Tóquio Kai Nakamura/ Divulgação

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