Inspire-se em projetos de arquitetura e decoração para casas

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Fotos
apê raul pompéia - hiperstudio Arte UOLMais
apê raul pompéia - hiperstudio Arte UOLMais
O projeto do Hiperstudio para o apê Raul Pompéia tem a marcenaria (Eco Wood) como peça-âncora da arquitetura de interiores. Ela viabiliza as funções "cozinha" e "salas", além de possuir uma caixa lateral que disfarça a porta do lavabo. O móvel vem desde a cozinha, atravessa o jantar, o estar e chega ao home theater; tem faqueiro, louceiro, prateleiras, aparador, nichos e adega. Na foto, a parede frontal que separa cozinha da sala de jantar leva coleção de ladrilhos hidráulicos da linha São João Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
A varanda perdeu o caixilho original, uma vez que o apê Raul Pompéia (reformado pelo Hiperstudio) já possuía fechamento externo em vidro. Além de aumentar a luminosidade da sala de estar, esta ganhou um espaço novo, com deck de madeira integrado (Assoalhos São Paulo) e área para vegetação. Destaque para o sofá modular reversível da New Hall (Micasa) e o tapete (Botteh), tipo persa desgastado, com efeito "enferrujado" Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
A sala dos fundos do apê Raul Pompéia manteve sua vocação para espaço de TV. O elemento que separa este ambiente do estar é um sofá modular reversível (Micasa). A intenção era não separar completamente os ambientes, ainda que suas funções permanecessem definidas. O piso escolhido foi o porcelanato Concretissyma, da Portobello, que se assemelha ao cimento queimado. Ele está também na cozinha e nos serviços. O projeto de reforma é do escritório Hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
A parede de tijolinhos à vista (Cia. das Telhas) foi produzida para o projeto de reforma do apê Raul Pompéia, desenvolvido pelo Hiperstudio. "Colocamos os tijolos, pintando-os de branco, para dar ar mais jovem e urbano. A ideia era criar um ambiente de loft", explica o arquiteto Ricardo Gonçalves. O móvel em marcenaria (Eco Wood) é laqueado, para esconder os equipamentos do home theater. As prateleiras laterais, metálicas, atravessam as salas, desde a porta de entrada até o home theater Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
O espaço junto à porta principal virou canto de leitura, com cadeira Charles & Ray Eames. Era preciso puxar tubulações de ar condicionado desde a área de serviço e, para isso, foram executados dutos em gesso que passam pela cozinha e terminam na caixa que recebe o equipamento instalado na sala (Meloar). Para disfarçar o chanfro, os arquitetos do Hiperstudio posicionaram um aparador pouco profundo no miniambiente, com mesmo acabamento do móvel-âncora central, em laminado melamínico padrão ipê Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
No projeto do Hiperstudio para o apê Raul Pompéia, a marcenaria (Eco Wood) é a peça-âncora da arquitetura de interiores. Ao fundo, a estrutura funciona como adega e traz nichos-prateleiras em jogo não linear, que podem ser usados como apoio em recepções ou para exibir objetos de decoração Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
A porta de correr em vidro leitoso para a marcenaria (Eco Wood) serve para mostrar e/ou esconder as múltiplas funções que acompanham o móvel-coringa ora atendendo cozinha, com aparador e faqueiro, ora servindo a sala de jantar, com adega e nichos-prateleiras em jogo não linear Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
A porta de correr em vidro leitoso para a marcenaria (Eco Wood) serve para mostrar e/ou esconder as múltiplas funções que acompanham o móvel-coringa ora atendendo cozinha, com aparador e faqueiro, ora servindo a sala de jantar, com adega e nichos-prateleiras em jogo não linear Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
Os equipamentos de cozinha - armários, geladeira e fornos - do apê Raul Poméia, reformado pelo Hiperstudio, ficam escondidos atrás da parede que a separa da sala de jantar. O revestimento dos armários é em laminado melamínico nos padrões branco e petróleo (Eco Wood). Apesar de integrada com a sala, não é possível ver a cozinha à partir da mesa para refeições, pois a ligação se dá por um zigue-zague entre paredes recortadas e rentes Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
Os equipamentos de cozinha - armários, fogão, coifa e lava-louças -, do apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio, ficam escondidos atrás da parede que a separa da sala de jantar. Apesar de integrada com o ambiente social, não é possível ver a área de cocção, pois a ligação se dá por um zigue-zague entre paredes recortadas. O revestimento dos armários é em laminado melamínico (Marcenaria Eco Wood) e a bancada para cuba é de feita de quartzo (Silestone - Coliseum Mármores) Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
O banheiro que serve de lavabo à área social recebeu pastilhas cerâmicas hexagonais (Atlas) na cor chocolate. As pecinhas combinam com a bancada da Portobello, produzida com o mesmo porcelanato dos pisos (linha Concretissyma) usado no restante do apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio. A peça assume aparência de pedra natural. A marcenaria (Eco Wood) repete o revestimento de padronagem ipê das salas de estar e jantar Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
No dormitório da suíte a intervenção foi pequena: foi removido o acabamento em grafiato azul da cabeceira, para a aplicação da mesma pintura por tinta com efeito de cimento queimado (Suvinil) que aparece no microambiente de leitura na sala de estar (foto 5). Foram instalados, ainda, pendentes para luz pontual indireta (Reka) e ar condicionado (Meloar) no apê Raul Pompéia, reformado pelo Hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
apê raul pompéia - hiperstudio Marcus Damon/ Estúdio Paralelo Fotográfico/ DivulgaçãoMais
Com desenho assinado pelo escritório Tacoa Arquitetos, o Vila Aspicuelta se impõe na paisagem urbana graças à configuração diferenciada em um misto de edifício e vila. A fachada é composta pela empena com jardim vertical executado pelo Movimento 90° e pelo volume em madeira ripada, que abriga a portaria e as dependências técnicas. Destaque ainda para o formato ziguezague das laterais Leonardo Finotti/ UOLMais
O estacionamento do Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, se apresenta como a rua de uma vila, com piso formado por blocos drenantes de concreto. Cada uma das oito casas/ apês possui entrada independente Leonardo Finotti/ UOLMais
O volume da entrada do Vila Aspicuelta, projetado por Tacoa Arquitetos, abriga vários espaços como portaria, banheiro para os funcionários, hidrômetros e áreas técnicas, além da passagem de pedestres. Em ripas de freijó e com secção quadrada, o bloco contrasta com o concreto predominante da edificação Leonardo Finotti/ UOLMais
A escada de uma das unidades que liga o piso térreo ao primeiro andar, onde estão a cozinha e a sala de estar. À esquerda, guarda-corpo estrutural e janela basculante e, à direita, panos de vidro com presos por ferragens articuladas (spider glass) têm a função de guarda-corpo e proporcionam transparência ao conjunto. O Vila Aspicuelta foi projetado por Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
No segundo andar, o espaço do dormitório se abre para um terraço e recebe ventilação cruzada à partir da abertura basculante na parte superior da laje. A veneziana em madeira controla a luminosidade natural dos cômodos do Vila Aspicuelta, condomínio pequeno projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, em São Paulo Leonardo Finotti/ UOLMais
Desse ângulo, vê-se a sequência de terraços das oito unidades do predinho chamado Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, e, ainda, as vigas de transição que repousam sobre pilares embutidos no muro lateral (à esq.). No entorno, a paisagem da Vila Madalena, em São Paulo Leonardo Finotti/ UOLMais
Do terraço do dormitório, no segundo andar, é possível contemplar a vizinhança. Destaque para as vigas de transição que repousam sobre pilares embutidos no muro (nas extremidades laterais da foto). O projeto do predinho chamado Vila Aspicuelta foi criado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
O conjunto ganha realce pelo formato e pela mistura harmônica de materiais como concreto, madeira e vidro. As vigas estruturais também funcionam como elemento de definição das unidades. O verde da vegetação dos terraços e da empena frontal dá vida ao Vila Aspicuelta, que leva a assinatura do escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
A fachada principal do condomínio Vila Aspicuelta, projetada pelo escritório Tacoa Arquitetos, apresenta um jardim vertical executado pelo Movimento 90°. O volume da entrada possui vários ambientes como portaria, banheiro para funcionários, áreas técnicas e o acesso para pedestres. As ripas de freijó que revestem tal bloco compõem interessante contraste com o concreto da estrutura principal Leonardo Finotti/ UOLMais
Acompanhando o formato das lajes, escadas e vigas, a sinuosa arquitetura da fachada lateral acabou por desenhar um ziguezague estético. Junto à divisa lateral do terreno um fino espelho d'água se alinha aos delicados bambus e dá leveza à passagem. O Vila Aspicuelta foi projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
As escadas de ligação entre os andares do Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, possuem, de um lado, guarda-corpo estrutural de concreto e, de outro, pano de vidro sustentado por ferragens articuladas ("spider glass") Leonardo Finotti/ UOLMais
O espaço da sala de estar de uma das unidades do condomínio Vila Aspicuelta é totalmente voltado para o exterior, o que favorece a ventilação e a iluminação naturais, além de oferecer vistas para o entorno da Vila Madalena, em São Paulo. Na estrutura, destaque para as vigas invertidas de transição (externas) que repousam sobre pilares embutidos no muro. O projeto é do escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
Logo na entrada do condomínio Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, observa-se o jardim vertical executado pelo Movimento 90° na empena frontal, apoiada nas escadas que fazem as vezes de mão francesa. Portaria, banheiro e áreas técnicas ficam no volume revestido com ripas de freijó (à dir.) Leonardo Finotti/ UOLMais
O desenho que remete a um ziguezague é resultado das linhas estruturais de concreto que compõem escadas, guarda-corpos, pilares e lajes, além dos blocos drenantes do piso. O Vila Aspicuelta foi projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos Leonardo Finotti/ UOLMais
Como um "outdoor" vivo, a empena com jardim vertical - executada pelo Movimento 90° (um negócio social em prol do aumento de área verde em grandes metrópoles através da instalação de jardins verticais em fachadas com impacto na paisagem urbana) - quebra a rigidez do concreto que estrutura o Vila Aspicuelta, prédio de apartamentos projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos. O volume menor, em primeiro plano, é revestido por ripas de freijó e abriga portaria, banheiro e áreas técnicas Leonardo Finotti/ UOLMais
Em uma das unidades do predinho Vila Aspicuelta, projetado pelo escritório Tacoa Arquitetos, o espaço das salas de estar e jantar reflete o perfil dos moradores, jovens e despojados. A intensa luminosidade natural inunda o ambiente que se abre para a Vila Madalena, em São Paulo. Móveis como a mala antiga usada como mesa de centro e os caixotes que guardam velhos LPs se destacam. O piso de cumaru contrasta com o concreto. O apê foi ambientado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
No segundo pavimento, o dormitório é igualmente repleto de luz natural, somente quebrada pela porta veneziana, feita de madeira. Destaque para a cabeceira da cama, "improvisada" com o uso de uma porta antiga de demolição. A decoração do apê da Vila Aspicuelta é dos arquitetos Rafael Loschiavo e Vera Molina Ana Mello/ UOLMais
A intensa luz natural aliada à ventilação cruzada torna o dormitório do casal um ambiente arejado e leve. A porta veneziana permite que a luminosidade seja dosada. Destaque para a cabeceira da cama: uma porta garimpada em demolição. A decoração do apê Vila Aspicuelta leva a assinatura dos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
O terceiro pavimento dá espaço ao terraço com deck de madeira e muita vegetação, incluindo a jardineira ecoeficiente criada pelo arquiteto Rafael Loschiavo, que também assina a decoração do apê Vila Aspicuelta, juntamente com a arquiteta Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
O acesso para o terraço, no terceiro pavimento, se dá pela escada externa de concreto, onde evidencia-se a abertura vertical para a entrada de luminosidade. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina, mas tem arquitetura do escritório Tacoa Ana Mello/ UOLMais
Em preto e branco, o banheiro da suíte do casal possui hidromassagem em granito preto contrastando com as pastilhas brancas das paredes. Voltado para o exterior, o espaço tem luminosidade natural controlada por uma porta veneziana e pela janela basculante alta. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
A escada que liga o primeiro e o segundo pavimento possui guarda-corpo estrutural de concreto de um lado (à esq.) e vidro sustentado por ferragens articuladas, de outro. No pé da escadaria, a cristaleira amarela foi comprada na Retrô 63. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
Peças garimpadas compõem o recanto da sala de jantar que tem piso de ladrilho hidráulico, da Ladrilhar. Destaque para o tonel azul, comprado em um posto de gasolina, usado como mesa lateral. À direita está a escada que dá acesso ao segundo pavimento, com o dormitório e o banheiro. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
Uma estante de ferro, alguns cestos de palha e caixotes de madeira e um tonel formam parte da decoração do primeiro pavimento do apê Vila Aspicuelta, assinado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina. À esquerda está a mesa de jantar do Depósito Santa Fé, sob o pendente da Muuto, comprado em Barcelona, Espanha Ana Mello/ UOLMais
Um pano de vidro sustentado por ferragens articuladas ("spider glass") toma o lugar e a função do guarda-corpo da escada de concreto que leva ao segundo pavimento. Em primeiro plano, o jantar é composto pela mesa do Depósito Santa Fé e pela luminária da Muuto. O apê Vila Aspicuelta foi decorado pelos arquitetos Rafael Loschiavo e Veronica Molina Ana Mello/ UOLMais
Uma casa na vila de Hudson Valley, nos arredores do NY, encantou a horticultora Sigrid Gray. A construção foi reformada e teve o telhado remodelado. Jane Beiles/ The New York TimesMais
Uma casa na vila de Hudson Valley, nos arredores do NY, encantou a horticultora Sigrid Gray. A construção foi reformada para ganhar ares mais "caipira". Na cozinha, por exemplo, a cadeira de ratã escuro é combinada à pequena mesa avermelhada, sob a qual está a gaiola da lebre de estimação da moradora. Jane Beiles/ The New York TimesMais
No foyer junto à escada, as paredes de madeirinha ganharam pintura cinzenta. Ali, as vigas robustas foram deixadas à mostra. Destaque ainda para a cadeira antiga, modelo Windsor, pintada de azul. Jane Beiles/ The New York TimesMais
No living, os sofás claros com espaldares altos são da Restoration Hardware. Ao fundo, o lugar da lareira é ocupado por um antigo fogão de ferro. Jane Beiles/ The New York TimesMais
Na sala de jantar, as paredes também são acinzentadas e sobre a mesa está a luminária Phrema, desenhada por Karl Zahn. Jane Beiles/ The New York TimesMais
No banheiro dos hóspedes, a porta que dá acesso ao chuveiro é feita de ipê. Destaque ainda para o espelho com moldura "vintage". Jane Beiles/ The New York TimesMais
Detalhe de um cantinho da casa, com obras de arte na parede e um móvel antigo decorado com potes de porcelana. Jane Beiles/ The New York TimesMais
A horticultora Sigrid Gray posa em sua casa, na área rural. Jane Beiles/ The New York TimesMais
O apartamento Palma fica num edifício construído nos anos 1960, com estrutura "parruda" composta por grandes pórticos e vigas de concreto armado. Por ter ficado abandonado por vários anos, o estado de degradação do imóvel pedia uma repaginação completa. Foi para driblar a falta de dinheiro que os arquitetos do escritório espanhol Vila Segui projetaram uma reforma que derrubaria todas as paredes não estruturais da área social, integrando salas e cozinha. Em Palma de Maiorca, na Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Com um orçamento apertado, o jeito era aproveitar o que o apê já tinha: pórticos e vigas de concreto armado. O toque de mestre ficou por conta da demolição de todas as paredes divisórias e não-estruturais da área social, com exposição desses elementos rústicos. O único "divisor" dos ambiente é uma caixa em marcenaria que serve como apoio para o estar, a cozinha e como armário O apartamento Palma fica em Palma de Maiorca, na Espanha. O projeto de arquitetura é do Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Na área social do apartamento Palma, o único elemento a dividir os ambientes (estar, jantar, cozinha e um corredor lateral de passagem) é uma caixa em marcenaria centralizada, desmontável e multifuncional. Sua face voltada para a cozinha abriga geladeira e forno elétrico. No lado voltado para a mesa de jantar, há um armário. Fica em Palma de Maiorca, na Espanha, esta reforma projetada pelo Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Uma das faces da caixa multifuncional em marcenaria forma um corredor de passagem direto do estar para a porta de entrada principal (hall de elevador). Deste lado, a caixa possui armários, que servem como despensa e estocam alimentos, produtos de limpeza e outros utensílios domésticos. A reforma projetada pelo Vila Segui Arquitectos remodelou este apartamento em Palma de Maiorca, Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
A intenção ao derrubar todas as paredes divisórias e não-estruturais pré-existentes era criar uma área social integrada muito iluminada, além de expor elementos construtivos originais do edifício datado dos anos 1960: grandes pórticos em concreto armado, que também serviriam como demarcação das funções dos ambientes, jantar, estar e cozinha. A face da caixa de marcenaria voltada para o estar tem nichos. Toda a mobília é do acervo do proprietário-morador e passou por recuperação Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Ao descascarem vigas e colunas estruturais, os arquitetos do Vila Segui descobriram que esses pórticos continham marcações feitas pelos pedreiros que construíram o edifício nos anos 1960. A decisão foi por preservar esse patrimônio histórico, que assumiu função decorativa no apartamento Palma. Os pórticos definem a separação de funções no ambiente social e fazem contraste com a pintura "off-white" das paredes e o piso de microcimento espatular resinado. A residência fica na Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Um canto de trabalho também está integrado à ala social. O piso, em microcimento espatular resinado e muito claro, acompanha a neutralidade das paredes "off-white". Ao fundo, corredor para a área íntima do apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, com projeto de reforma do escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
A marcenaria mescla acabamentos melamínicos amadeirados ou brancos e o mesmo jogo de cores se repete entre os pares de cadeiras para mesa de jantar. Já a caixa centralizada separa o jantar do estar e estes da cozinha. Sua face voltada para a mesa tem portas para a despensa. O design da estrutura é reto e liso, livre de detalhes. O projeto de reforma para o apartamento em Maiorca, na Espanha, é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
A marcenaria mescla acabamentos melamínicos em tons amadeirados e branco, que acompanha a cor do tampo da bancada. A iluminação para cozinha, na área de cocção e serviços, fica embutida no móvel, onde também está um exaustor. O apartamento Palma, em Maiorca, Espanha, foi reformado pelo escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Na área social do apartamento Palma, o único elemento a dividir efetivamente o espaço em estar, jantar, cozinha e corredor lateral é uma caixa em marcenaria centralizada, desmontável e multifuncional. Sua face voltada para cozinha abriga geladeira e forno elétrico. Ao lado da mesa de jantar, porém, está a despensa. A residência fica em Palma de Maiorca, na Espanha, e foi reformada pelo Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
O espaço de estar, no Apê Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, é decorado com móveis do acervo do morador. As peças foram restauradas e receberam revestimentos coloridos. O projeto de reforma da residência é do escritório Vila Segui Arquitectos Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Apesar de não terem passado por alterações estruturais - não houve demolição de paredes na área íntima do apê Palma -, aqui também vigas e colunas de concreto foram descascadas. Tal ato alinhou os dormitórios (como o da foto) à linguagem decorativa proposta para a área social, que enfatiza a rusticidade. Nele, os elementos estruturais aparentes exibem marcações feitas pelos pedreiros nos anos 1960. O projeto de reforma é do escritório Vila Segui Arquitectos, na Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Uma das principais intervenções na área íntima do apartamento Palma foi abrir espaço para a criação de um banheiro com chuveiro e um pequeno closet, mas sem demolir alvenarias pré-existentes. O projeto de reforma é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos, em Maiorca, na Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
A arquitetura de interiores encontra sua base na combinação do concreto aparente e rústico, sem resinas protetoras, com a madeira e a pintura acrílica "off-white", além do microcimento espatular dos pisos. O projeto de reforma é assinado pelo escritório Vila Segui Arquitectos, em Maiorca, na Espanha Laura Molina/ DivulgaçãoMais
Na foto, o estar original do Apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha. Aparentemente reduzido e escuro, o imóvel tinha cozinha e área social separadas por paredes (apenas divisórias) que foram demolidas em reforma promovida pelo Vila Segui Arquitectos DivulgaçãoMais
Na planta original do Apartamento Palma, em Palma de Maiorca, Espanha, a área social era dividida em duas salas, separadas do núcleo de cozinha por uma faixa de três corredores em U, que além de comprometer o aproveitamento da área do imóvel, escurecia seus cômodos centrais Arte UOLMais
Em relação à planta original (foto 16), foram derrubadas a parede entre as duas salas da frente (área social) e as duas divisórias entre salas e cozinha, além dos limites dados pelos corredores que circundavam esta última (outras três paredes de alvenaria). O Apartamento Palma fica na Espanha, foi construído nos anos 1960 e sua reforma foi projetada pelo Vila Segui Arquitectos Arte UOLMais
10.set.2014 - Belíssimos vitrais, pinturas detalhadas e simetria da arquitetura caracterizam os templos de culto no Irã. O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, quis desvendar os encantos dos lugares sagrados de culto no Oriente Médio. Passeando por algumas mesquitas iranianas, ele registrou imagens de rara beleza, como a da vista panorâmica dessa de Nasir al-Mulk em Shiraz Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - Belíssimos vitrais, pinturas detalhadas e simetria da arquitetura caracterizam os templos de culto no Irã. Uma vez dentro dos templos que visitou, o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, se concentra em captar todos os detalhes do teto e das colunas, além dos belíssimos vitrais Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã.?A maioria das minhas fotos abrange um grande ângulo de visão, mostrando toda a construção em uma imagem só?, disse o fotógrafo. Esta imagem mostra o teto da Mesquita de Vakil Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã. Ele usa a técnica do HDR (high dynamic-range, na sigla em inglês), que consegue otimizar a intensidade de luzes da foto na imagem final. Acima, a Mesquita Seyyed em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, fotografou o interior de mesquitas do Irã. Por causa das restrições ao uso do tripé, costuma ser muito difícil conseguir autorização para fotografar dentro dessas grandes construções. Aqui é possível ver a imagem do teto do palco musical no Palácio Aliqapu em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - "No Irã, nós temos muitos lugares históricos. Mas alguns dos mais bonitos são locais de culto, como essas mesquitas. Temos uma mesquita grande em cada uma das grandes cidades e há muitas construções históricas, com vários mosaicos belíssimos para registrar", explicou Mohammad. Aqui, o Palácio Sotoun Chehel em Isfatan Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - ?Talvez alguns desses lugares históricos deixem de existir nos próximos 20 anos ou mudem muito nesse tempo. Quando tiro essas fotos, penso em como elas serão preservadas - espero que as pessoas possam ver a beleza desses lugares", diz o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - Mohammad Domiri passou horas pesquisando quais tipos de obras arquitetônicas famosas ele deveria fotografar. No trabalho feito nas mesquitas, ele usa uma variedade de técnicas de fotografia, como a da foto panorâmica ? ele também usa lentes modernas, como essa do tipo 'olho de peixe', tirada no interior da mesquita do Sheikh Lotfollah, em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - "Eu gosto de como eles deixam a luz entrar pelos vitrais. As colunas também são especiais, a forma como elas dividem o espaço interior e dão uma profundidade à construção", diz o estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã. Na imagem, banho de Vakil, em Shiraz Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
10.set.2014 - O estudante de física iraniano Mohammad Domiri, 23, que fotografou o interior de mesquitas do Irã. O resultado é um trabalho inspirado pela cor e simetria. Na imagem, a mesquita de Shah, em Isfahan Mohammad Domiri/Caters New AgencyMais
Oficina Markus Lanz/Associação Teatro Oficina Uzyna OzonaMais
2.set.1984 - Lina Bo Bardi nasceu em Roma, em dezembro de 1914. Formada em arquitetura na Itália, mudou-se para o Brasil em 1947. Naturalizou-se brasileira em 1951. Em São Paulo, projetou o prédio do Masp, na avenida Paulista; o Sesc Pompeia, a Casa de Vidro e o Teatro Oficina. Em Salvador, projetou o restauro do Solar do Unhão, sede do Museu de Arte Moderna da Bahia, e da Casa do Benin. Também desenhou móveis, trabalhou com arquitetura cênica, figurino para teatro e moda. Foi professora na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), organizou exposições de arte, dirigiu o MAM-BA (Museu de Arte Moderna da Bahia) e o Sesc Pompeia Niel Andreas/FolhapressMais
Casa do Benin 3 - Agecom/Prefeitura de SalvadorMais
Casa do Benin - Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
Casa do Benin 2 - Agecom/Prefeitura de SalvadorMais
9.jan.2006 - Tombada pelo Condephaat em 1987 e mais tarde pelo Iphan como patrimônio histórico, a casa é sede do Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi. O instituto promove exposições, palestras, visitas e publicações Eduardo Knapp/FolhapressMais
9.jan.2006 - O instituto reúne o acervo do casal, com obras de arte, móveis, documentos, objetos, cerca de 7.500 desenhos da arquiteta e 17.000 fotografias, além do arquivo pessoal de Pietro e Lina Eduardo Knapp/FolhapressMais
9.jan.2006 - Lina projetou e construiu sua residência, conhecida como Casa de Vidro, em 1951, mesmo ano em que se naturalizou brasileira. A casa foi uma das primeiras erguidas no bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo. O jardim, em um terreno de 7.000 m2, conserva a mata Eduardo Knapp/FolhapressMais
Masp desenho ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
Lina mudou-se para o Brasil com o marido, o crítico e marchand Pietro Maria Bardi, que fora convidado pelo empresário Assis Chateaubriand para fundar e dirigir o Masp. Inicialmente, a arquiteta adaptou o prédio dos Diários Associados, de Chateaubriand, para comportar o museu. Depois, em 1957, Lina começou os estudos para projetar o prédio na Paulista que passaria a ser a sede do Masp. A inauguração teve a presença da rainha Elizabeth 2ª Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
16.set.2009 - O prédio tem um vão livre de 74 metros, que preserva a vista para o centro de São Paulo e foi idealizada por Lina como uma grande praça, com floreiras e espelhos d'água. O vão tornou-se um ponto de concentração de manifestações Leonardo Wen/FolhapressMais
27.jul.2001 - Cartão-postal de São Paulo e um dos museus mais visitados da cidade, o Masp tem um acervo com pinturas ocidentais, principalmente italianas e francesas. Possui obras de Rafael, Botticceli, Renoir, Monet, Cèzanne, Picasso, Van Gogh, Matisse e Chagall, além de latino-americanos, como Diego Rivera, e de brasileiros, como Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Almeida Junior. Também possui esculturas e coleções de gravuras, fotografias, desenhos e tapeçaria Eduardo Knapp/FolhapressMais
3.jan.2009 - Situado no alto da cidade, o prédio do Masp só foi inaugurado em 1968. Por exigência da prefeitura, o projeto tinha de preservar a continuidade entre o Parque Trianon, no lado oposto da Paulista, e a paisagem do vale do Saracura, coberto pela avenida 9 de Julho, além da vista para a serra da Cantareira Danilo Verpa/FolhapressMais
16.set.2009 - O edifício tem 11.000 metros quadrados divididos em cinco pavimentos. Foi tombado em 1982 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado) e em 2003 pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) Leonardo Wen/FolhapressMais
Sesc Pompeia desenho - Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
Sesc Pompeia 2 - Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
Lina foi convidada, em 1977, a projetar um centro de lazer do Sesc em uma fábrica de tambores desativada na Pompeia, bairro de imigrantes europeus na zona oeste de São Paulo. A arquitetura contrariou a prática da demolição e propôs a preservação do galpão, ressaltando a raridade da estrutura. Ao longo da rua interna, novas atividades foram instaladas Marco Antônio/SescMais
Sesc Pompeia ? Marco Antônio/SescMais
O Sesc Pompeia conta com piscina aquecida, deck, solário, três ginásios poliesportivos cobertos, salas de expressão corporal e ginástica multifuncional, além de oficinas de arte, teatro com 760 lugares, espaço de leitura, restaurante e café Marco Antônio/SescMais
Ao final da rua e no fundo do terreno, Lina projetou o centro esportivo do Sesc Pompeia, com duas torres, ligadas por passarelas dispostas de modo desencontrado como um feixe de linhas. Os buracos irregulares que abrem as paredes do conjunto esportivo, todo em concreto armado, são chamados de ?Guerra na Espanha? Marco Antônio/SescMais
Solar do Unhão 3 ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
Solar do Unhão 2 - José Nunes/Museu de Arte Moderna da BahiaMais
12.ago.2009 - Solar do Unhão 4 ? Leonardo Wen/FolhapressMais
10.jan.2002 - Solar do Unhão 5 ? Chiaki Karen Tada/FolhapressMais
Solar do Unhão ? Luciano Oliveira/Museu de Arte Moderna da BahiaMais
Teatro Oficina ? Instituto Lina Bo e Pietro Maria BardiMais
12.ago.2009 - Lina Bo Bardi iniciou a colaboração com o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa, presidente e diretor artístico da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, em 1969. No começo da década de 1980, começou a projetar a reconstrução do Teatro Oficina, no Bexiga, no centro de São Paulo Tuca Vieira/FolhapressMais
5.set.2013 - Com Martinez Corrêa, Lina trabalhou com arquitetura cênica e figurino. Inaugurado em outubro de 1993, pouco mais de um ano e meio depois da morte da arquiteta, o Teatro Oficina pertence à Secretaria de Estado da Cultura e é utilizado pela Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, de Martinez Corrêa Marlene Bergamo/FolhapressMais
5.set.2013 - Nos primeiros anos de estudos para projetar o novo Teatro Oficina, Lina trabalhou com o arquiteto Marcelo Suzuki. Depois, com Edson Elito. O teatro é uma rua, com uma parede envidraçada e arquibancadas laterais com capacidade para 300 pessoas Marlene Bergamo/FolhapressMais
No apartamento em Campinas (SP), a cozinha tem piso em madeira de demolição e bancada de granito preto. O móvel (Kitchens) onde está embutida a geladeira é composto por armários revestidos por laminado melamínico. A arquiteta Elaine Carvalho assina o projeto de interiores do imóvel Miro Martins/DivulgaçãoMais
Diferente dos ambientes sociais decorados na cor cinza, o branco predomina nas três suítes do apartamento em Campinas (SP) assinado pela arquiteta Elaine Carvalho. Em um dos dormitórios, o piso em madeira de demolição combina com as tonalidades neutras da poltrona (Artzzi) e do banco (Abraccio), junto à cama Miro Martins/DivulgaçãoMais
Com piso em madeira de demolição, uma das suítes do apartamento em Campinas (SP) tem decoração clara. Destaque para os pendentes (Lumini) ao lado da cama. O projeto de interiores tem assinatura da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
A madeira de demolição que cobre todo o piso da suíte aquece o ambiente decorado pelo branco quase absoluto dos acabamentos, armários planejados e da roupa de cama. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é assinado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
Na parede do corredor que dá acesso aos quartos, o painel agrupa as fotos autografadas de artistas da música, cinema e moda. A coleção é do casal proprietário do apartamento localizado em Campinas (SP) e decorado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
Para o living do apartamento em Campinas (SP), a arquiteta Elaine Carvalho optou por um piso em madeira de demolição e o revestimento na cor cinza para as paredes. Os móveis também têm tonalidades neutras, a exemplo da poltrona Maggiolina (Artzzi), em couro, criada pelo italiano Marco Zanuso nos anos 1940. O grande cacto e os pequenos objetos de decoração dispostos na estante dão cor ao ambiente Miro Martins/DivulgaçãoMais
Na cozinha, a bancada com pia e cooktop é feita de granito preto e o painel (Kitchens) - revestido por laminado melamínico cinza chumbo - abriga os fornos embutidos. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é assinado pela arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
A varanda do apartamento em Campinas (SP) é uma extensão da sala de estar e tem vista para o bairro do Cambuí. No estar, o sofá de cor clara e as poltronas cinzas são da Artzzi. A decoração do imóvel é um projeto da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
Ligada ao living, a varanda do apartamento em Campinas (SP) tem churrasqueira com balcão e banquetas para acomodar os convidados. Para o ambiente, a arquiteta Elaine Carvalho ainda projetou um espaço de estar, decorado com banco e almofadas futon e poltronas (Artzzi) de estilo "vintage" Miro Martins/DivulgaçãoMais
No apartamento no bairro Cambuí, em Campinas (SP), a sala de jantar é integrada ao estar. Sobre a mesa de refeições assinada pelo designer Jader Almeida, os pendentes Rock, desenhados pela italiana Foscarini em parceria com a marca Diesel. À esquerda, o móvel de apoio serve como bar. O projeto de interiores é da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
Atendendo ao pedido do casal proprietário do apartamento em Campinas (SP), a arquiteta Elaine Carvalho priorizou o conforto e os espaços para receber os amigos. Antes fechada, a cozinha foi integrada aos ambientes de estar e jantar. Para aumentar a sensação de continuidade, o piso de madeira de demolição foi aplicado em todos os cômodos Miro Martins/DivulgaçãoMais
As tonalidades de cinza marcam o projeto de interiores assinado por Elaine Carvalho para o apartamento em Campinas (SP). Os ambientes sociais (estar, jantar e cozinha) são completamente integrados e trazem referências ao rock. No estar, destaque para o cacto plantado em vaso (à esq.) e a fotografia de Jimi Hendrix na parede Miro Martins/DivulgaçãoMais
Integrada à cozinha, a sala de jantar tem mesa assinada pelo designer Jader Almeida. O móvel de geometria simples é combinado aos pendentes Rock, da italiana Foscarini em parceria com a Diesel. Por fim, o espelho na parede dá a sensação de amplitude ao ambiente. O projeto de interiores do apartamento em Campinas (SP) é uma criação da arquiteta Elaine Carvalho Miro Martins/DivulgaçãoMais
No apartamento em Campinas (SP), tanto a cozinha quanto a sala de jantar têm acabamentos em tons de cinza. Para o projeto de interiores, a arquiteta Elaine Carvalho desenhou o móvel de apoio (à dir.) que serve como bar e acomoda as bebidas, a adega climatizada e duas banquetas. Entre as peças, destaque para os pendentes Rock, desenhados pela italiana Foscarini em parceria com a Diesel Miro Martins/DivulgaçãoMais
Em vez de construir um hall fechado e tradicional, o designer Lerry Pearson transformou-o em um estar externo, com lareira. Essa foi a exacerbação do desejo dos proprietários em ter uma casa amplamente integrada à paisagem de Jackson, no Wyoming, EUA (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
A casa também integra de maneira harmoniosa e bela a paisagem do vale Jackson Hole, nos EUA (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Construída em meio a um vale frio e montanhoso, a casa do casal de médicos, Clay Heighten e Debra Caudy, tem grandes aberturas e uma varanda aberta "ao tempo" para apreciar a vista (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Junto à entrada, as cabeças de bisão do artista Owen Mortensen, de Utah, decoram uma das paredes. No piso, um recorte "chevron" de assoalho em carvalho francês está encrustado no concreto Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Na sala de estar, o sofá modular repousa sobre o amplo tapete de pele de ovelha e é combinado à mesa, composta por lâminas de uma tora de nogueira, e à luminária da Moooi (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Metal e pedra compõem a lareira interna, ancorada em uma das quinas da área social da casa no vale Jackson Hole, em Wyoming (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Madeira e mármore criam contraste no banheiro da suíte máster. Sobre a ampla bancada, um delicado pendente Bella Modern, da Niche, auxilia na iluminação (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
A moderna banheira é usada para banhos longos e relaxantes na casa em Wyoming, EUA. Em frente à ela, uma ampla janela (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Na cozinha, o mobiliário planejado e feito sob medida é de nogueira (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Na sala de jantar, a mesa em nogueira é rodeada por cadeiras Wishbone, desenhadas pelo dinamarquês Hans Wegner. No espaço, destaque também para o pendente da IronGlass Lighting (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Na escada de nogueira, pontos de LED foram instalados sob cada um dos degraus, para iluminar o caminho durante a noite (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Na suíte máster, a cama de nogueira foi feita sob medida. Destaque ainda para o lustre assinado por Frank Long (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Parte dos utensílios ficam acomodados em prateleiras e, assim, ajudam a compor a decoração. As letras amarelas que formam a palavra "eat" (comer) foram desenhadas por Gregory Morris (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Uma cômoda organiza alguns pertences dos moradores na suíte máster. O móvel é decorado com um galho e um chifre e segue o estilo geral visto na residência (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Detalhe de uma das laterais da casa em Wyoming, revestida por madeira (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Clay Heighten e Debra Caudy vivem em Dallas, com o mais novo de seus quatro filhos, mas construíram uma casa em Jackson, Wyoming, para as férias (Imagem do NYT, usar apenas no respectivo material) Trevor Tondro/ The New York TimesMais
Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOLMais
No detalhe da estrutura é possível observar a mistura dos sistemas de concreto e metal que permitem que os panos de vidro sejam posicionados estrategicamente, a fim de integrar e/ou separar os ambientes. A piscina é quase uma extensão do estar e se acomoda no jardim enfatizando o frescor da arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A academia em piso cimentado mistura vidro, espelho, madeira e concreto e se volta para ampla varanda. O vão (à dir.) que leva luz para os pavimentos mais baixos ganhou guarda-corpo de proteção, que incorpora um banco funcional à sua extensão. No forro de madeira estão acoplados plafons que asseguram luz difusa sem o risco de ser rebatida no espelho ou ofuscar os olhos de quem está em pleno treino. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Casa Reinach e Mendonça - 2014 Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A academia é contornada pela varanda com jardim. Aqui, a grelha também foi adotada na aba da cobertura para apenas filtrar a luz. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Totalmente conectada ao exterior, a sala de estar é decorada por móveis contemporâneos. Veja que do ambiente é possível ter acesso direto à raia de 25 metros, uma solicitação dos proprietários que praticam natação. O quadro fixo de vidro sobre a viga de aço traz transparência e aumenta a incidência de luz natural no espaço. O parapeito em madeira no piso superior faz o contraponto com os materiais frios e industrializados da estrutura, desenhada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Deste ângulo, nota-se a integração da piscina com o estar e a marquise que a sombreia e protege o interior em dias de chuva. Veja que o vão da varanda é garantido por colunas esbeltas de concreto, no projeto assinado pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A sala de estar com pé-direito duplo também recebe luz através do vão criado no último pavimento. Com design moderno, a decoração elaborada pela RAP Arquitetura se baseia em móveis em linhas econômicas e tons neutros. Na ambientação, as pinceladas de cor vêm das obras de arte e da madeira que pontua os espaços em elementos como a porta da copa. Ao fundo, a ampla sala de jantar completa o espaço de convívio. A arquitetura é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A varanda do primeiro pavimento atende uma das suítes e a sala íntima. Veja que ela é protegida não só pela cobertura de concreto, como também pela grelha que filtra a luz, amenizando sua intensidade ao penetrar nos cômodos. O guarda-corpo de vidro garante a visão do jardim quando se está no interior dos ambientes. A casa tem arquitetura assinada pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
No pavimento superior que concentra os espaços íntimos, a madeira tem destaque, seja no piso, seja no guarda-corpo. Da passarela iluminada pela luz que entra do vão criado no último andar, está garantida a vista para o térreo e a varanda graças aos panos de vidro. Ao fundo, a pequena sala íntima usada para ver TV, trabalhar e até para um carteado é aberta para uma das varandas. O projeto da residência é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
O projeto compactou os espaços internos para liberar espaço exterior, a pedido dos proprietários. O jogo de volumes, em diferentes profundidades, garante a integração da área de lazer com os ambientes sociais, além da incidência de luz natural. Nesta fachada, que está voltada para o norte, o concreto é combinado às vigas brancas, destacando a cor dos móveis e das pastilhas que revestem a piscina. A casa é assinada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A sala de estar com pé-direito duplo é arejada e recebe com elegância os pendentes da Lumini e o mobiliário em linhas modernas. A lareira com frontão de madeira não só aquece o ambiente nos dias de baixas temperaturas, como "esquenta" a proposta idealizada em tons frios e neutros e materiais industrializados. O projeto é do escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Mobiliada com peças claras e de desenho simples, a varanda ganha toques de cor com almofadas e nos móveis de menor porte. Ao fundo, a cozinha gourmet tem bancada de madeira e churrasqueira. A parede de pedra (à dir.) delimita os vestiários da piscina e a sauna e a porta, à esquerda, leva ao hall de serviço que dá acesso à sala de almoço. A casa tem projeto de arquitetura do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Revestida por madeira e pedra, o destaque da sauna é o quadro fixo de alumínio e vidro, da Tecnofeal, posicionado estrategicamente a fim de criar a sensação de que o usuário está em plena mata. O projeto da residência é do escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Na sala de jantar contemporânea uma abertura com vidro fixo oferece um quadro natural e verde para decorar o interior. O lustre da Lumini, além de iluminar, destaca-se como elemento decorativo. À esquerda, a porta vai-e-vem acessa a copa da casa projetada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
A forração verde, idealizada pela paisagista Martha Gavião, emoldura as árvores de grande porte. Aqui a iluminação foi fundamental para destacar as texturas. A mureta de pedras delimita o acesso de serviço da casa projetada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos Associados Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Na fachada principal, recortes envidraçados, enquadrados por perfis de alumínio da Tecnofeal, unem o interior ao exterior. Durante o dia, essas aberturas permitem que a luz natural penetre nos espaços, uma vez que estão voltadas para o sul. Degraus largos levam à porta de entrada em madeira, que se alinha ao muro de pedra. À direita, o espelho d'água integra-se ao lavabo por meio de um vão posicionado junto ao chão, em vez da tradicional janela. O projeto é do escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Na fachada posterior, o projeto arquitetônico do escritório Reinach Mendonça privilegiou o jogo de texturas e volumes, espacialmente à noite, quando são destacados pela iluminação planejada pelo engenheiro Antonio Carlos Mingorne Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOLMais
A ampla varanda agrupa as áreas gourmet com churrasqueira e um estar externo, integradas aos demais ambientes sociais através da grande porta de correr da Tecnofeal, que cobre um vão de mais de seis metros. Repare que o avarandado e as salas distinguem-se pelos pisos em diferentes materiais. O projeto de arquitetura é assinado pelo escritório Reinach Mendonça Nelson Kon/ DivulgaçãoMais
Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOLMais
Casa Reinach e Mendonça - 2014 Arte UOLMais
croqui Marcelo Ferraz/ DivulgaçãoMais
Dom Viçoso Arte UOLMais
A sala da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, possui a configuração típica das sedes de fazenda. Ou seja, todos os ambientes integrados: jantar, estar, home theater e cozinha. A vedete do espaço é o fogão a lenha de onde saem quitutes de dar água na boca. Destaque curioso é a coifa, um cubo de ferro e vidro, desenhado pelo arquiteto Nelson Kon/ UOLMais
Com varanda dos dois lados, a sala possui vista para várias paisagens, principalmente para o "mar de morros" da Serra da Mantiqueira. A ambientação possui a atmosfera singela e acolhedora das casas interioranas, com utensílios pendurados, cristaleira e fogão a lenha. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOLMais
O por-do-sol é um espetáculo maravilhoso visto da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. Os dois blocos em formatos distintos sinalizam o volume dos dormitórios e a área social, ambos com deliciosas varandas voltadas para o jardim e o muro de concreto ciclópico com aberturas Nelson Kon/ UOLMais
Uma das varandas do living se volta para a paisagem da Serra da Mantiqueira. Com banco apoiado nas vigotas do deck de madeira, o espaço tem colunas de eucalipto e portas de correr envidraçadas. Na hora do jantar é uma delícia admirar a silhueta da paisagem à distância. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOLMais
Na casa Dom Viçoso, com projeto do arquiteto Marcelo Ferraz, o espaço da cobertura - com laje plana de concreto e vigamento invertido - recebeu terra e vegetação. O muro de concreto ciclópico com aberturas delimita os espaços da casa-sede e da de hóspedes Nelson Kon/ UOLMais
O conjunto da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, é composto pela sede, por um muro de concreto ciclópico, pela casa de hóspedes e por um terreiro de café. No entorno, as montanhas da Serra da Mantiqueira Nelson Kon/ UOLMais
Um solução pouco usual, mas eficiente, foi adotada pelo arquiteto Marcelo Ferraz na casa Dom Viçoso: a laje da varanda foi ligada à laje principal e apoiada nas colunas de eucalipto. O recurso fez com que parte da cobertura formasse uma prateleira alta na sala. Do espaço avarandado, vê-se o fascinante verde do vale Nelson Kon/ UOLMais
Ao pé da lareira, o recanto de estar apresenta um clima intimista e aconchegante. Na parede, a pintura caiada se alinha aos móveis rústicos e ao piso de madeira, que completa a cena da casa Dom Viçoso projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOLMais
Um solução pouco usual, mas eficiente, foi adotada pelo arquiteto Marcelo Ferraz na casa Dom Viçoso: a laje da varanda foi ligada à laje principal por tirantes e apoiada nas colunas de eucalipto. O recurso fez com que parte da cobertura formasse uma prateleira alta na sala. Do espaço avarandado, vê-se o fascinante verde do vale Nelson Kon/ UOLMais
Uma das atrações da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, é o forno a lenha instalado em uma das varandas. Ali, a família curte momentos deliciosos apreciando a culinária mineira Nelson Kon/ UOLMais
Como um quadro sobreposto à paisagem, a casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, exibe a empena cega da sala de estar, a varanda que olha para o vale e o forno a lenha. Em primeiro plano, o muro de pedras que delimita o lote Nelson Kon/ UOLMais
A paisagem montanhosa domina o cenário onde está casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. A construção aparece como um pequeno ponto branco em meio ao verde das serras Nelson Kon/ UOLMais
Os dois blocos da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, têm formatos distintos: à direita, é possível ver os amplos janelões das três suites com beiral; à esquerda, está o volume da área social com varanda voltada para as montanhas Nelson Kon/ UOLMais
Os dois volumes da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, são interligados por um passadiço envidraçado, indispensável nos dias de chuva. Contrastando com o branco das paredes caiadas, o arquiteto projetou um lavabo na varanda, pequeno volume em alvenaria revestido de madeira e pintado em vermelho Nelson Kon/ UOLMais
O pequeno lavabo foi implantado na varanda da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz. Em alvenaria, o volume foi revestido com madeira e pintado em vermelho, contrastando com as paredes caiadas da casa. Destaque para as colunas de eucalipto Nelson Kon/ UOLMais
A ambientação da ala social possui a atmosfera singela e acolhedora das casas serranas, com utensílios de cozinha pendurados, cristaleira e fogão a lenha. A casa Dom Viçoso é um projeto do arquiteto Marcelo Ferraz Nelson Kon/ UOLMais
A sala da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, possui a configuração típica das sedes de fazenda. Ou seja, todos os ambientes integrados: jantar, estar, home theater e cozinha. A vedete do espaço é o fogão a lenha de onde saem quitutes de dar água na boca Nelson Kon/ UOLMais
Os dois volumes da casa Dom Viçoso, projetada pelo arquiteto Marcelo Ferraz, são interligados por um passadiço envidraçado, indispensável nos dias de chuva. Contrastando com o branco das paredes caiadas, o arquiteto projetou um lavabo na varanda, pequeno volume em alvenaria revestido por madeira e pintado em vermelho Nelson Kon/ UOLMais
Telhas de vidro e de policarbonato - Além das telhas de cerâmica, concreto e fibrocimento, existem no mercado peças fabricadas de vidro que permitem a passagem de luz natural, têm efeito decorativo e são comercializadas nos mesmos modelos das de barro Getty ImagesMais
Disponíveis nos modelos trapezoidal e ondulada, nas versões cristal e leitosa, as telhas de policarbonato da Santo André (www.sandre.com.br) são indicadas para coberturas e fechamentos laterais, como em varandas. O preço sugerido é R$ 59 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
As telhas metálicas da Santo André (www.sandre.com.br) são feitas de aço e comercializadas nos modelos trapezoidal (foto) e ondulada. O preço sugerido para peça na espessura 0,43 mm, com acabamento Galvalume, é R$ 19,09 (o metro) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Disponível nas versões incolor (foto) e fumê, a telha Onduclair, da Onduline (www.onduline.com.br), é produzida com policarbonato e mede dois metros de comprimento por 0,95 m de largura. O preço sugerido é R$ 185,22 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
De fibrocimento, a telha da Brasilit (www.brasilit.com.br), modelo Ondulada Residencial, tem 1,1 metro de largura, com comprimentos variáveis de 1,22 m a 3,66 m. O preço médio sugerido é R$ 17 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
A telha Euro 10, da Eurotop, é fabricada em cerâmica resinada e mede 46,5 cm por 28 cm por 6,29 cm. A peça tem peso médio de 3,6 kg e pode ser comprada na Pinezi (www.pinezi.com) por R$ 1,50 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Feita de concreto, a telha da marca Eurotop mede 42 cm por 33 cm e tem peso médio de 4,7 kg (por peça). O produto é vendido na Pinezi (www.pinezi.com) ao custo de R$ 2,24 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Com propriedade termoacústica, a telha-forro da Santo André (www.sandre.com.br) é composta por uma face externa metálica, um núcleo de poliuretano de alta ou baixa densidades e um filme de PVC na face inferior. Os preços sugeridos são: R$ 50, o metro com baixa densidade, e R$ 68, o metro com alta densidade I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Fabricada em concreto, a telha da marca Decorlit, modelo 52 Coppo Veneto Elegance, mede 7 cm por 33 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) por R$ 2,65 (a unidade, na cor cinza pérola) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
A telha modelo colonial CRFS, da marca Brasilit, é feita de fibrocimento e mede 81,6 cm por 61,8 cm. A peça sai por R$ 9,90 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Da marca Ibravir, a telha de vidro do modelo Capanal mede 40 cm por 21,5 cm e está à venda na Casa Show (11 4020-9724), por R$ 47,90 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Produzidas com fibras vegetais, resina e betume, as telhas Onduvilla, da marca Onduline (www.onduline.com.br), estão disponíveis nas cores Vermelho Mesclado e Terracota Fiorentino 3D (foto). O preço sugerido do produto é R$ 10,49 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
A telha da marca Onduline é feita a partir de fibras vegetais recicladas e pode receber pintura. O produto é vendido na Casa Show (11 4020-9724) por R$ 38,90 (a unidade medindo dois metros por 0,95 m, na cor vermelha) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Produzida com argila micro granulada, a telha Classic Coffee, da marca Perkus, é esmaltada e mede 26 cm por 42 cm. O produto pode ser comprado na C&C (www.cec.com.br) por R$ 3,40 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
A telha de cerâmica, modelo americano, é fabricada pela Cerâmica Laranjal Paulista e comercializada pela Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br). O metro quadrado do produto, com acabamento natural, sai por R$ 15 I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Feita de cerâmica esmaltada, a telha Tettogres, do Grupo Ouro Blanco, é vendida na Kitamura Telhas (www.kitamuratelhas.com.br) por R$ 28 (o m²) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
Feita de barro, a telha portuguesa, da marca Cerâmica Santo André, custa R$ 1,19 (a unidade), na Telhanorte (www.telhanorte.com.br). A peça mede 38 cm por 20 cm I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
A telha de cerâmica, modelo Plan, mede 15 cm de largura e 47 cm de comprimento. O produto está à venda na Leroy Merlin - unidade Marginal Tietê (0800 020 5376) -, por R$ 0,89 (a unidade) I Preços pesquisados em julho de 2014 e sujeitos a alterações DivulgaçãoMais
elhas metálicas e termoacústicas - Com grandes dimensões, as telhas metálicas são usadas, de modo geral, em edificações comerciais e industriais que não possuem muitos pilares Getty ImagesMais
Telhas de concreto e de fibrocimento - As telhas de concreto demandam um ripamento mais reforçado e de espessura maior por serem mais pesadas Getty ImagesMais
Telhas cerâmicas - As telhas de menor tamanho como as feitas de cerâmica são comumente usadas em telhados de construções residenciais Getty ImagesMais
7.jul.2014 - Outro projeto concorrente do escritório Aedas é o Bravo Group Pazhou, em Guanzhou, China, na categoria escritórios Bravo Group PazhouMais
7.jul.2014 - Os vencedores serão avaliados durante um festival de três dias em Cingapura, em outubro. A Stamp House, uma residência na Austrália, é um dos projetos concorrentes, criado pelo escritório Charles Wright Architects Charles Wright ArchitectsMais
7.jul.2014 - Projetos de mais de 50 países foram enviados para a edição de 2014 do Festival Mundial de Arquitetura, um dos mais importantes prêmios de arquitetura do mundo. Entre as categorias do concurso estão projetos de paisagismo,prédios competos, entre outros. A Ala Akiha, no Centro Cultural de Niigata, Japão, foi um dos projetos inscritos na categoria cultural pelo escritório Chiaki Arai de Design Urbano e Arquitetura Chiaki Arai Urban and Architecture DesignMais
7.jul.2014 - Liderando o júri deste ano está o arquiteto britânico Richard Rogers e outros grandes nomes da área como Rocco Yim, de Hong Kong, Julie Eizenberg (EUA), Enric Ruiz Geli (Espanha) e Peter Rich (África do Sul). O Complexo da Marina de Yalikavak, em Bodrum, na Turquia, foi o projeto apresentado pelo escritório EAA-Emre Arolat Achitects na categoria shopping. EAA-Emre Arolat AchitectsMais
7.jul.2014 - A Ala Medica, na Universidade de Medicina do Instituto Karolinska, em Solna, na Suécia, foi criada pelo escrtório Arkitektkonter AB Jean-Baptiste BerangerMais
7.jul.2014 - Este projeto de restauração para o templo budista tailandês Wat Ananda Metyarama, em Cingapura, foi apresentado pelo escritório Czarl Architects como um projeto futuro na categoria cultura MingfuMais
7.jul.2014 - O Dongdaemun Design Plaza, em Seul, Coreia do Sul, foi criado pelo escritório da arquiteta Zaha Hadid Zaha HadidMais
7.jul.2014 - O prédio da administração da Universidade Xi'an Jiaotong-Liverpool em Suzhou, China, é outro concorrente e foi apresentado pelo escritório Aedas AedasMais
7.jul.2014 - O espaço cultural Spotlight Youth, em Londres, 'oferece de graça instalações sofisticadas de (produção em) som, filme, design, arte e radiodifusão'. O projeto é do Astudio Morley von SternbergMais
7.jul.2014 - Uma casa com vistas panorâmicas, a Narigua House em El Jonuco, no México, projeto criado pelo escritório P+O Architecture P+O ArchitectureMais
7.jul.2014 - A Galeria Garangula, na Austrália, criada por Fender Katsalidis Mirams Architects, abriga uma grande coleção particular de arte aborígene John GollingsMais
7.jul.2014 - O Banco Nacional da Austrália, em Melbourne, é outro projeto finalista, criado pelo escritório Woods Bagot Woods BagotMais
7.jul.2014 - O duque e a duquesa de Cambridge inauguraram o novo centro de visitantes do Jardim Botânico de Christchurch, durante uma viagem à Nova Zelândia. O projeto é do escritório Patterson Associates Ltd Jeremy TothMais
7.jul.2014 - A companhia de arquitetura vietnamita a21 studio transformou madeira de demolição em uma cafeteria em Nha Trang, Vietnã A21 studioMais
7.jul.2014 - O novo Museu Marítimo da Dinamarca, em Helsingor, foi criado pelo Bjarke Ingles Group e inaugurado em outubro de 2013. O projeto foi inscrito na categoria cultura. Bjarke Ingles GroupMais
7.jul.2014 - Este prédio de apartamentos em Abadan, Irã, foi criado pelo escritório Farshad Mehdizadeh Architects Este prédio de apartamentos em Abadan, Irã, foi criado pelo escritório Farshad Mehdizadeh ArchitectsMais
7.jul.2014 - Flanagan Lawrence criou estas conchas acústicas em Littlehampton, Inglaterra Flanagan LawrenceMais
7.jul.2014 - Oxley, do escritório LAUD Achitects Pte Ltd é um projeto de habitação criado em Cingapura Joseph ReyganMais
7.jul.2014 - A Torre de Inovação do Jockey Club, sede da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kong é outro projeto concorrente do escritório de Zaha Hadid Doublespace PhotographyMais
7.jul.2014 - O projeto de 189 milhões de libras (cerca de R$ 716 milhões) para a Biblioteca de Birmingham, na Inglaterra, foi criado pelo escritório Mecanoo. A biblioteca foi inaugurada em setembro de 2013 por Malala Yousafzai, a adolescente baleada no Paquistão por membros do Talebã por defender o direito à educação para mulheres do país MecanooMais
Vista aérea da Casa de Fim de Semana, projeto de SPBR Arquitetos, onde a piscina (à esq.) é a personagem principal. O tanque está a seis metros de altura do solo, gabarito permitido na região. Ao lado, o solario que ocupa a cobertura do bloco de dormitórios da residência Nelson Kon/ UOLMais
Vista aérea da Casa de Fim de Semana, projeto de SPBR Arquitetos, onde a piscina (à esq.) é a personagem principal. O tanque está a seis metros de altura do solo, gabarito permitido na região. Ao lado, o solario que ocupa a cobertura do bloco de dormitórios da residência Nelson Kon/ UOLMais
O térreo é densamente ajardinado e essa vegetação vistosa penetra em níveis pelo vão sob o corpo dos dormitórios. No espaço que convida ao descanso, há ainda espelhos d'água e uma mesa de madeira que contribuem para o clima relaxante da Casa de Fim de Semana, projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
A suíte do casal está voltada para a parede lateral da piscina, situada no piso superior (à dir.). Destaque para o recorte da abertura que acompanha a inclinação do solário e que corresponde à esquadria executada em vidro branco leitoso, também à direita. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos e tem acabamento majoritariamente rústico, onde fica evidente o concreto armado Nelson Kon/ UOLMais
A escada metálica situada entre o bloco dos dormitórios e a piscina foi executada em perfis vazados de aço galvanizado a fogo, o que permite franca passagem de luz natural para os jardins no nível inferior. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha. A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Ocupando toda a largura do terreno - dez metros - e situado nos fundos do lote, o pavilhão social é composto por estar (foto), jantar e cozinha e possui escada de acesso ao terraço (à dir.). Portas de correr em freijó separam a ala de uso comum da área externa onde estão o pilar estrutural e o espelho d'água com cascata vinda da gárgula do terraço. A Casa de Fim de Semana tem projeto do escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Nos fundos da casa, os ambientes internos e externos possuem integração harmoniosa, dada pelas quatro portas de correr que delimitam, quando necessário, os espaços. Internamente, a Casa de Fim de Semana projetada pelo escritório SPBR Arquitetos, tem neste bloco, estar, jantar e cozinha, além de lavabo e escada de acesso ao terraço. No jardim, paisagismo abundante e espelho d'água Nelson Kon/ UOLMais
O volume trapezoidal da piscina com raia de 17 metros é o grande destaque da construção. Ele funciona como contrapeso para o bloco dos dormitórios e dá dinamismo ao conjunto. Uma piscina bem menor (1,5 m x 3,5 m) disposta em frente ao acesso ao quarto do casal recebe a água que transborda de uma das pontas da raia na cobertura. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
O paisagismo exuberante assinado por Raul Pereira quebra a rigidez do concreto estendendo-se por todo o comprimento do terreno até a rua. Ao fundo, a escada metálica passa entre as "pernas" do pilar duplo de sustentação. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
A insolação foi assegurada com a instalação da piscina com raia de 17 m na cobertura, de onde descortina-se o bairro do Jardim Paulistano. A ligação entre o solário e a raia se dá através de passarela. A Casa de Fim de Semana foi projetada pelo escritório SBPR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha (à dir.). A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Deste ângulo, é possível observar a estrutura da piscina (acima) composta por uma laje e duas vigas laterais vencendo o vão de 12 metros. O pilar de apoio (ao fundo) está posicionado entre a piscina e o bloco dos dormitórios. O térreo é tomado por uma área de lazer com espelho d'água e vegetação abundante, com projeto paisagístico de Raul Pereira. Ao fundo, está o pavilhão de estar, jantar e cozinha (à dir.). A Casa de Fim de Semana é assinada pelo escritório SPBR Arquitetos Nelson Kon/ UOLMais
Sem muros altos, a Casa de Fim de Semana, projetada pelo escritório SPBR, deixa à mostra as formas ousadas de sua arquitetura. Concreto aparente, vidro e aço formam o conjunto contemporâneo e se aliam harmonicamente à madeira freijó no painel da fachada Nelson Kon/ UOLMais
Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso térreo ficaram o living com cozinha gourmet, o home theater com spa e a área de lazer externa com piscina e pergolado Arte UOLMais
Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza reformaram o apartamento dúplex em São Paulo. No piso superior está a casa propriamente dita: as áreas íntimas contam com cozinha privativa, para uso exclusivo da família Arte UOLMais
No jardim térreo do apartamento Alto de Pinheiros, o Escritório Paulista de Paisagismo instalou um pergolado de eucalipto travado com cabos de aço, que faz sombra sobre mesa de refeições. Como o conceito arquitetônico gera fundos neutros, a arquitetura de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é complementada pelo verde das plantas e nos detalhes decorativos, como almofadas e pastilhas azuis (Colormix) que revestem a piscina e uma bancada externa de apoio Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O amarelo foi a cor escolhida para a área de serviços e está no armário com portas vazadas. As paredes levam azulejos brancos 15 cm x 15 cm e a bancada foi executada em concreto e revestida por pastilhas de vidro (à esq.). O piso é o mesmo da cozinha e foi instalado pela construtora, antes da reforma: granito preto São Grabriel Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O living privativo, no piso superior do dúplex, é para uso exclusivo da família e resume o projeto de interiores dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza: base neutra, piso em tábuas corridas de madeira de demolição e cor pontual em móveis, tecidos e objetos de decoração. Destaque para a poltrona de balanço colorida (Desmobília) e para o tapete Kilim roxo (By Kami). O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. A solução veio pela mobília associada aos eletrodomésticos brancos e combinada às pastilha de vidro laranja. O apartamento Alto de Pinheiros foi reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A cozinha do andar superior do dúplex foi um dos grandes desafios do projeto de reforma dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, uma vez que o cômodo se voltava para uma área muito sombreada. O piso entregue pela construtora era de granito preto São Grabriel ? o que escureceu ainda mais o ambiente. Uma solução foi adotar eletrodomésticos da linha branca, além de painéis e mesa executados em madeira teca, para aquecer o ambiente para refeições rápidas Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, a jardinagem foi criada pelo Escritório Paulista de Paisagismo. Como o jardim é térreo, era necessário implantar vegetação variada, robusta e fechada, a fim de manter a privacidade da família. A área pode ser usada para churrascos e outros eventos sociais. O piso é de ladrilho hidráulico antiderrapante, o deck e os bancos são de madeira pau d'arco Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, possui uma saída própria para área comum do condomínio, fechada com porta metálica que não pode ser trocada. Para não destoar do resto do paisagismo implantado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, a solução foi revestir internamente a porta com ripas de madeira (ao fundo) e pendurar alguns vasos Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Na reforma do apartamento Alto de Pinheiros, com projeto pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, o paisagismo foi criado pelo Escritório Paulista de Paisagismo, responsável por todos os detalhes da área de piscina ? desde seu formato ameboide até a definição das pedras de rio combinadas com a vegetação fechada. As pedras escondem um sistema de retorno de água para a piscina, como uma saída-fonte que gera queda d'água Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
No home theater do apartamento Alto de Pinheiros, o tapete cinza felpudo (Avanti), além de aquecer o ambiente, tem papel de "absorver" o som, trabalhando em conjunto com as cortinas. O espaço está integrado a um "spa" com banheira de hidromassagem, através de uma porta camarão. A intenção dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza é melhor aproveitar, em dias mais frios, o relaxamento por imersão Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O home theater do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, tem cortinas de veludo pesadas e, à esquerda, uma porta camarão que dá acesso à banheira para uso, especialmente, no inverno. A área social do apartamento dúplex está no piso térreo do apê, que sofreu reforma para a integração máxima, de acordo com projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O projeto de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza propõe bases neutras, como o piso em cimento queimado cinza brilhante. Para criar contraste, as cores foram aplicadas aos ambientes nos móveis e objetos de decoração. Muitos desses objetos são peças de coleção do morador, como no caso do móvel chinês "Barc" e da bandeja de fibra com pés metálicos, usada como apoio para a mesa social de jantar. O ambiente integra a área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A cozinha goumet, no piso térreo do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, funciona como sala de jantar social. A arquitetura de interiores assinada por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza previu piso de cimento queimado cinza e eletrodomésticos em aço inox para compor um "fundo" neutro, a partir do qual se destacam a bancada de madeira teca, a mesa de resina branca (Dpot), as cadeiras de couro branco e as poltronas estampadas Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Integrado à cozinha gourmet do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está o living - separado dela apenas por uma coluna estrutural que teve de ser mantida, após a reforma do piso térreo. A coluna é revestida por cimento queimado cinza, neutro e brilhante, assim como o piso. O projeto é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Poltronas de couro da Lafer compõem o home theater, que ainda conta com mesa de apoio lateral Saarinen e um nicho em marcenaria (ao fundo), para organizar os DVDs. O ambiente integra-se à cozinha gourmet e à área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, projetado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, através da porta camarão Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Uma estante moldada com concreto (Solim) oferece nichos de três tamanhos combinados e sobrepostos, como em um jogo de montar. O móvel guarda sais de banho no "dente" que se encontrava entre o lavabo e a sala de estar. O equipamento, desenvolvido pelos designers Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, confere ar fresco e praiano ao apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Para não deixar o vão de escadas entre os pavimentos aberto, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza se inspiraram nos cobogós para desenhar os blocos de preenchimento que seriam executados na própria obra, em fôrmas metálicas. A parede funciona como um grande guarda-corpo, que tem como função primordial proteger as crianças, sem preterir da luz natural e da ventilação do ambiente Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A sala de almoço do piso superior do dúplex está integrada ao estar privativo. A mesa de jantar Saarinen conta com apoio de cadeiras de poliestireno (Montenapoleone). A reforma do apartamento Alto de Pinheiros foi feita pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O lado feminino do banheiro da suíte máster tem bancada para maquiagem, com longo armário espelhado e assento. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve reforma projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O banheiro da suíte máster foi dividido, mas o box permanece compartilhado. Marido e mulher têm bancadas e vasos sanitários próprios, para uso exclusivo. Os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza aproveitaram o fato de o dúplex estar no primeiro andar para mudar a hidráulica do espaço. A área de banho é grande, foi revestida por pastilhas de vidro verde e recebeu duas duchas. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O lado masculino do banheiro da suíte máster também tem bancada, piso e rodapés em composto de vidro e pó de mármore. O vaso sanitário, assim como metais, são Deca, e, na parede, as pastilhas de vidro Colormix acompanham o mesmo revestimento do box compartilhado com a esposa Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Painéis de madeira que revestem e aquecem paredes da cozinha e a mesa dobrável para pequenas refeições são executadas em madeira teca. A ideia foi dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, responsáveis pela reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Tampo de composto de pó de mármore e vidro e armários de MDF com portas de vidro branco (Florense) colaboraram, junto das pastilhas laranja de vidro (Colormix), para "clarear" a cozinha, em princípio o ambiente mais escuro do apartamento Alto de Pinheiros, reformado a partir de projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A proprietária do imóvel trabalha em casa e precisava de um home office afastado das brincadeiras das crianças. Para quebrar o branco dos móveis, Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza escolheram papel de parede listrado que se associa ao tom berinjela do armário suspenso, para livros Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A área de serviços fica no pavimento superior do dúplex e tem parede revestida por ladrilho hidráulico decorado (15 cm x 15 cm), além de bancada executada em concreto e pastilhas de vidro amarelas. A ideia dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, era descontrair os espaços através do uso das cores Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O jardim está na área externa do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O dúplex conta com essa extensão térrea aberta, onde originalmente havia uma banheira de hidromassagem. Os novos moradores preferiram aproveitar a estrutura pré-existente (mureta) para instalar uma piscina para as crianças, já que o novo spa seria interno, instalado entre o lavabo e o home theater Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
De frente para a piscina ajardinada está uma grande pérgola de eucalipto travada por cabos de aço. A ideia do Escritório Paulista de Paisagismo era gerar uma área coberta para descanso, com mesa para refeições. A mesa e os bancos foram garimpados em Embu das Artes (SP) Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A porta camarão branca em estilo veneziano (à esq.) separa a cozinha gourmet do home theater, na reforma para o apartamento Alto de Pinheiros projetada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A poltrona Costela (à dir.) é combinada ao baú redondo de fibra (Conceito Firma Casa) no home theater do apartamento Alto de Pinheiros, que tem design de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O piso do lavabo foi executado com um deck de madeira pau d'arco e o aparador de madeira, para apoio da cuba, foi garimpado em Embu das Artes (SP). O lavabo está ligado ao spa, com hidromassagem, no Apartamento Alto de Pinheiros, reformado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Uma parede composta por pedras portuguesas integra visualmente o spa com hidromassagem ao lavado, na área social térrea do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo. Os ambientes são limitados apenas por uma leve cortina. E entre ela e a parede de pedra está um box, com piso revestido por seixos. O projeto de reforma é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Louças e acessórios da Valvée e o aparador de madeira comprado em Embu das Artes (SP) decoram o lavabo do apartamento Alto de Pinheiros, com design de interiores assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
No living, a mesa-bandeja lateral (à esq.) é metálica (L'oeil) e a "recamier", do acervo do morador, recebeu novo revestimento, com tecido do Armazém Paludetto. A luminária de madeira (também, à esquerda) é do Studio Nada Se Leva. Arquitetura de interiores para reforma do apartamento Alto de Pinheiro foi desenvolvida pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Integrado à cozinha gourmet da área social no apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, está um living, ?aquecido? pela parede em tijolinhos de demolição à vista. A mesa de centro em laca branca tem pés metálicos (Dpot), e dialoga com a mesa de jantar. O sofá Decameron é revestido com linho off white e capa de sarja crua. Projeto de arquitetura de interiores de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O dormitório infantil com varanda para brincadeira tem piso coberto com deck de madeira removível, para facilitar a limpeza. A cama foi feita em marcenaria, enquanto a mesa lateral azul e o revisteiro são da Tok Stok. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo e teve projeto para reforma assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O dormitório infantil com varanda teve o piso parquet restaurado: o material foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara durante a reforma do apartamento Alto de Pinheiros, capitaneada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. A bancada, o carrinho-gaveteiro e as prateleiras são feitas em marcenaria Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O banheiro das crianças tem piso e paredes revestidos por pastilhas de vidro azuis da Colormix. Para aumentar a diversão, foram pintadas listras em uma das paredes "secas", uma a uma, nas cores azul, amarelo e laranja. O projeto de interiores é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza, para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
No banheiro das crianças, uma das paredes foi pintada com listras em tons de azul, amarelo e laranja. Uma cuba de resina laranja apoia-se na bancada composta por pó de mármore e vidro. As louças são da Deca, e os metais, Lorenzetti. O projeto de reforma do apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A suíte de hóspedes foi decorada com papel de parede listrado (Celina Dias) e mesas laterais de acrílico: a incolor, da Kartell, e a vermelha, do Studio Nada Se Leva. O abajur Kartell também é incolor. A cama já existia, e foi incrementada com almofadas pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza. O apartamento Alto de Pinheiros fica em São Paulo Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O quarto de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros conta com bancada e móvel para TV "reaproveitados". A cadeira desenhada por Harry Bertoia foi comprada na Etna. O projeto de reforma do Apartamento Alto de Pinheiros é assinado por Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros teve o piso revestido por pastilhas de vidro roxas da Colormix e paredes e nichos recobertos por unidades da mesma marca (2 cm x 2 cm) na cor lilás. A bancada é de estrutura cristalizada a base de vidro e pó de mármore e o espelho foi garimpado em Embu das Artes (SP). A reforma da residência é assinada pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
No quarto de uma das crianças, a cama e a mesinha de apoio lateral são da Tok&Stok. O projeto de interiores para o apartamento Alto de Pinheiros, em São Paulo, é de Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O banheiro de hóspedes do apartamento Alto de Pinheiros foi inteiramente revestido por pastilhas de vidro em tons de roxo e lilás. A reforma da residência é um projeto dos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
Na suíte máster, a parede atrás da cabeceira leva tratamento especial com papel de parede estampado. A marcenaria é composta por peças de madeira em tom vivo. Sobre as mesas laterais, as luminárias são da Clami. O projeto de interiores é assinado pelos arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
O piso parquet dos dormitórios, no apartamento Alto de Pinheiros, é anterior à reforma e foi tratado com ácido e raspado, adquirindo coloração mais clara. Na suíte, a poltrona de encosto baixo (Marché Art de Vie) acompanha a cor do papel de parede usado atrás da cabeceira (foto anterior). No canto da janela, o gaveteiro de madeira faz parte do acervo de móveis do morador, que contratou os arquitetos Gabriel Magalhães e Luiz Cláudio Souza para fazer o projeto de interiores do dúplex Marcelo Magnani/ DivulgaçãoMais
A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. A entrada de luz natural não se dá pelas janelas voltadas para a rua, mas por claraboias na cobertura e através de vãos envidraçados junto ao pátio interno (quintal). Da rua, o que se vê são paredes de concreto aparente e uma garagem para dois carros Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O arquiteto Tsuyoshi Ando escolheu o eucalipto para compor detalhes que aquecem os ambientes e a arquitetura externa, marcados pela sobriedade do concreto aparente. A porta de entrada (foto), os pisos e os lances de escadas são feitos de lenho. A Casa TN fica em Tóquio, Japão Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A fachada da Casa TN causa impacto: toda em concreto aparente, da rua, parece abrigar ambientes enclausurados e escuros. A arquitetura de geometria simples e reta, no entanto, esconde uma residência aconchegante em três pavimentos de uma senhora no andar térreo, mãe do morador que vive com sua esposa nos espaços do primeiro e do segundo andares. Por dentro, todos os ambientes são muito ricos em luz natural Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A fachada da Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, mantém uma linguagem sóbria, geométrica e que preza pela privacidade de seus moradores. De fora, o que se vê são apenas paredes de concreto aparente, sem ou com poucas e reduzidas janelas. A arquitetura de linhas retas esconde um triplex que abriga uma senhora no andar térreo, mãe de um morador que vive com sua esposa, nos espaços do primeiro e do segundo andares Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O corredor de entrada se configura como um ambiente especial, que une as duas residências contidas na Casa TN, em Tóquio. Neste triplex, a matrona vive no andar térreo, enquanto o filho ocupa, com sua esposa, os cômodos superiores. O longo corredor lateral foi projetado para ser uma galeria de exposição das gravuras da senhora, distribuídas ao longo de uma enorme parede-empena. Lá de cima, uma claraboia ilumina o espaço com luz natural. O projeto é do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A luz natural que ilumina as gravuras da moradora da Casa TN, em Tóquio, entra por uma extensa claraboia em caixilhos de alumínio. A parede-empena que recebe as gravuras em exibição foi executada em painéis de gesso acartonado. Há espuma de poliuretano (isolante térmico) entre os painéis e a parede externa de fachada, que é de concreto aparente. Projeto do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Paredes paralelas que formam o corredor de entrada à Casa TN, do arquiteto japonês Tsuyoshi Ando, aproximam-se à medida que alcançam a altura máxima do pé direito, de quase seis metros. Do lado da empena, paredes são de painéis de gesso acartonado. A outra parede é de concreto estrutural aparente e modular, executada em fôrmas de madeira. Ambas não chegam a tocar os limites da altura máxima, que termina numa claraboia de caixilhos de alumínio Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
No andar térreo, de um lado, estão expostas as gravuras da matrona residente na Casa TN, do outro, separada por espessa parede estrutural de concreto armado modulado em fôrmas, fica a área social da morada desta senhora com cozinha integrada às salas de jantar e estar. Dos dois lados, o forro expõe irregularidades e a textura do concreto lixado e resinado. Arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A escadaria que vai da galeria de entrada ao primeiro pavimento revela uma arquitetura de lajes de concreto espessas e cartesianamente recortadas, com detalhes de paredes e forros que expõe o material estrutural, em sua forma lixada. A escada recebe palitos de eucalipto tratado, para contrastar com a temperatura fria do concreto e enriquecer o aspecto rústico e natural dos interiores. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão, e foi projetada por Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A dona da casa é desenhista e suas gravuras decoram não só a galeria (corredor) de entrada, mas também seu espaço social integrado, com cozinha, jantar e estar. A convivência está ligada ao quintal da Casa TN, por meio de um sistema de janelas e portas de correr de vidro, cujos trilhos e caixilhos em alumínio estão inseridos no piso (laminado de eucalipto) e no forro de concreto aparente. O forro, que se inclina em direção à área externa, leva rasgos que abrigam lâmpadas fluorescentes Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A mesa de jantar também é estruturada em concreto e se volta para o quintal. Todo o design da Casa TN foi pensado pelo arquiteto japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes do piso cimentado. O diálogo entre o cimento e a madeira repete a linguagem do ambiente social interno. A arquitetura de Tsuyoshi Ando para a Casa TN propõe rusticidade e simplicidade a partir do emprego do eucalipto e do concreto (ou do cimento) aparente. No quintal, fica explícito o desnível em relação ao térreo: na verdade, é a mesa de jantar que está na mesma cota do jardim Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O quintal é cercado e protegido por um muro de tábuas de madeira tratada e o paisagismo está inserido em recortes feitos no piso cimentado. Do quintal, também fica explícito o desnível em relação ao piso térreo (enterrado): na verdade, é a mesa de jantar (fixa, em concreto armado) que está na mesma cota do jardim. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
As persianas Silent Gliss podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado, em fibra metalizada (alumínio) reflexiva. As persinadas foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando para área social intergrada da Casa TN Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
As persianas Silent Gliss (à dir.), de uma fabricante japonesa, são fabricadas sob encomenda e podem ser automatizadas ou operadas manualmente. O equipamento destaca-se por seu design ondulado e protege a cozinha do andar térreo da Casa TN da incidência direta do sol, cobrindo portas de correr de vidro voltadas para um lance de escadas para o jardim, em nível mais elevado que o próprio piso da convivência interna. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Atrás da cozinha, no andar térreo, esconde-se o dormitório da moradora mais velha da Casa TN. No espaço reservado, a pintura branca sobre painéis de gesso acartonado (forro e paredes internas) compensa a inexistência de grandes aberturas (janelas). Do lado de fora do quarto, o concreto aparente se repete. O piso, em eucalipto, é o mesmo da área social integrada Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O banheiro do andar térreo da Casa TN fica em um "dente" entre sua galeria de entrada (corredor) e o bloco formado por dormitório e área social integrada com cozinha. O piso leva porcelanato preto e branco assentado de forma alternada e na diagonal, o que quebra a brancura das paredes e do forro, em painéis de gesso acartonado e com pintura mineral resistente à umidade. A banheira é a Classic Duo, com design de Ettore Sottsass, e as louças são da Catalano. A arquitetura é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A circulação vertical, desde a galeria de entrada até o segundo andar (terceiro pavimento) se dá por lances de escadas. A partir do primeiro andar, o guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Escada de circulação entre pavimentos da Casa TN. Seus degraus, assim, como o piso, são revestidos por eucalipto, madeira que aquece os interiores, principalmente onde paredes estruturais exibem o concreto rústico, moldado com fôrmas de madeira. O projeto é de Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
No primeiro andar, o hall de escadas para circulação entre os três pavimentos da Casa TN dá acesso a duas entradas para a segunda área social integrada da residência, de uso exclusivo do casal. À esquerda, está o living, e pela direita, através de um corredor com estantes para livros, chega-se à cozinha Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Na área de convivência integrada do primeiro andar da Casa TN, há uma mesa de jantar que delimita o living e a cozinha, aos fundos. O fechamento lateral em vidro (à esq.) é protegido por um sistema deslizante de persianas (trilhos) da Silent Gliss. Automatizadas ou operadas manualmente, elas são de fibra metalizada (alumínio) reflexiva e foram especificadas pelo arquiteto Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O hall de circulação vertical tem pé direito duplo. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. Abaixo está a sala de estar com TV. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico da CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Uma porta de vidro encaixilhada em alumínio separa o hall do living integrado, no primeiro andar. A Casa TN fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
Um pequeno corredor, no primeiro andar, que leva do hall à cozinha foi aproveitado para a instalação de prateleiras. Esses nichos são o único lugar da casa onde ficam expostos livros e pequenos objetos de decoração do casal. Na Casa TN, a limpeza da combinação rústica da madeira dos pisos com o concreto aparente das paredes estruturais é que deve se destacar, além de algumas gravuras, desenhadas por uma das moradoras da residência Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O hall de circulação vertical tem pé direito duplo, a partir do primeiro andar. No terceiro pavimento, o lance de escadas leva ao dormitório do casal. O guarda-corpo desenhado pelo arquiteto Tsuyoshi Ando é executado em chapas de aço que levam pintura esmaltada. Sua geometria é reta e sóbria, resumindo o próprio conceito arquitetônico para a CasaTN, que fica em Tóquio, no Japão Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
No quarto do casal, as persianas são da linha Silhouete (Hunter Douglas), com tecido que permite a entrada de luz filtrada e suave ? de forma que a cama pudesse ser posicionada de frente para o vão de abertura (janelas em caixilhos de alumínio). As paredes em painéis de gesso acartonado estão isoladas térmica e acusticamente por uma camada interna de espuma de poliuretano, o que aumenta a privacidade do ambiente. Seu piso em carpete aquece o espaço íntimo Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O banheiro do casal é completamente revestido por pastilhas de porcelana com diâmetro de 19 mm. As louças são da Catalano e arquitetura é assinada pelo japonês Tsuyoshi Ando. A Casa TN fica em Tóquio Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
O banheiro do casal é completamente revestido por pastilhas de porcelana com diâmetro de 19 mm. O forro leva pintura mineral resistente à umidade. A banheira é a Classic Duo, com design do austríaco Ettore Sottsass, e as louças são da Catalano. Arquitetura é assinada pelo japonês Tsuyoshi Ando Kai Nakamura/ DivulgaçãoMais
A imponência do estilo neoclássico predomina na fachada da casa do meio-campista da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP). O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Arte UOLMais
Os ambientes da casa em Americana (SP) se distribuem em dois pavimentos. No superior estão as suítes. No térreo, integrados à área de lazer, estão os espaços sociais. O projeto de arquitetura da casa, que pertence ao jogador da seleção brasileira Oscar, é de Aquiles Kílaris Arte UOLMais
Os ambientes da casa em Americana (SP) se distribuem em dois pavimentos. No superior estão as suítes. No térreo, integrados à área de lazer, estão os espaços sociais. O projeto de arquitetura da casa, que pertence ao jogador da seleção brasileira Oscar, é de Aquiles Kílaris Arte UOLMais
Para a suíte dedicada ao jogador do Chelsea e a sua jovem esposa, o projeto de interiores de Iara Kílaris buscou privilegiar uma atmosfera acolhedora. A inspiração na estética da realeza levou à escolha da luminária de cristal, do papel de parede e da roupa de cama suntuosa. A casa em Americana (SP) foi projetada por Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Madeira wenge e tecidos encorpados foram utilizados na decoração do home theater, na casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar. Além do sofá reclinável, o ambiente conta, ainda, com um painel ilustrado com a imagem da Tower Bridge, de Londres, cidade onde Oscar e sua esposa vivem. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores, além do paisagismo, têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Madeira wenge e tecidos mais encorpados foram utilizados na decoração do home theater, na casa de veraneio do do jogador da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP). A sala tem predomínio de cores claras e a ambientação é aconchegante. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
A casa de veraneio do meio-campista Oscar em Americana (SP) privilegia as áreas de lazer, onde se destacam a ampla piscina de formas orgânicas e o espaço gourmet, sob a laje de concreto. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
A casa de veraneio do meio-campista Oscar em Americana (SP) privilegia as áreas de lazer, onde se destacam a ampla piscina de formas orgânicas e o espaço gourmet, sob a laje de concreto. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Churrasqueira e forno de pizza são alguns dos elementos que compõem a ampla área de lazer da casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar. A construção de 672 m² foi projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa de veraneio do jogador da seleção brasileira Oscar, todo o mobiliário externo foi pensado para atender as necessidades do jovem casal, que costuma receber amigos e familiares. Mesas e cadeiras, por exemplo, são de fibra sintética e podem ficar expostas ao sol e à chuva. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris e a arquitetura foi projetada por Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Dois gazebos instalados no jardim proporcionam um espaço dedicado ao relaxamento e à contemplação em meio às palmeiras. O projeto de arquitetura da casa de veraneio do jogador Oscar, em Americana (SP), é de Aquiles Kílaris. Já o design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa do jogador Oscar, em Americana (SP), os pufes de fibra laranja foram acrescentados à ambientação da área de lazer para conferir um efeito lúdico. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa do jogador Oscar, em Americana (SP), os pufes de fibra laranja foram acrescentados à ambientação da área de lazer para conferir um efeito lúdico. O design de interiores e o paisagismo têm a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris, em Americana (SP), as varandas fazem a intermediação entre os ambientes internos e o jardim. Na área externa, foi utilizado piso cerâmico antiderrapante para evitar acidentes. Já ao redor da piscina foi empregado piso atérmico, que não absorve calor quando exposto ao sol intenso. A casa de 672 m² pertence ao meio-campista da seleção brasileira e do Chelsea, Oscar Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa projetada pelo arquiteto Aquiles Kílaris, em Americana (SP), as varandas fazem a intermediação entre os ambientes internos e o jardim. Na área externa, foi utilizado piso cerâmico antiderrapante para evitar acidentes. Já ao redor da piscina foi empregado piso atérmico, que não absorve calor quando exposto ao sol. A casa de 672 m² pertence ao meio-campista da seleção brasileira e do Chelsea, Oscar Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Logo na entrada da casa do jogador Oscar, em Americana (SP), o pé-direito duplo e os lustres de cristal demonstram a imponência do projeto. Para atender aos jovens moradores, a designer de interiores Iara Kílaris desenhou dois livings, um mais convencional e outro composto por poltronas Egg estampadas, dispostas formando um círculo. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Uma paleta de cor neutra predomina na casa do meio-campista Oscar, em Americana (SP), com o complemento de elementos coloridos e estampados. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores é de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa de dois andares concebida pelo arquiteto Aquiles Kílaris para o jogador de futebol Oscar e sua esposa, as palmeiras foram amplamente utilizadas no paisagismo e também estão presentes no living. A decoração e os jardins foram projetados pela designer de interiores Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
A escada monumental é um elemento constante nos projetos do arquiteto Aquiles Kílaris. Na casa especialmente criada para o jogador da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), não foi diferente. Da escadaria curva é estruturada em mármore e metal e dela é possível visualizar toda a área de lazer, através das vidraças Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na sala de jantar da casa do jogador de futebol da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), o lustre de cristal esférico foi combinado à ambientação em tons claros e neutros, na qual chama atenção a parede com textura ondulada e ladeada por espelhos. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores tem a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na casa de veraneio do meio-campista da seleção brasileira Oscar, em Americana (SP), os ambientes sociais são integrados e dão acesso ao jardim externo. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
Na sala de almoço da casa do jogador Oscar, em Americana (SP), sobre a mesa de laca branca há um lustre de formas orgânicas. O projeto de arquitetura é de Aquiles Kílaris e o design de interiores tem a assinatura de Iara Kílaris Leandro Farchi/ DivulgaçãoMais
O desenho feito pelo arquiteto paraguaio Javier Córvalan nos ajuda a compreender a estrutura da casa Hamaca. No croqui, as estruturas diagonais que apoiam a cobertura e são sustentadas pelas vigas no solo Javier Córvalan/ DivulgaçãoMais
O desenho feito pelo arquiteto paraguaio Javier Córvalan nos ajuda a compreender a estrutura da casa Hamaca. No croqui, as estruturas diagonais que apoiam a cobertura e são sustentadas pelas vigas no solo Javier Córvalan/ DivulgaçãoMais
O projeto de arquitetura é de Javier Covalán para a casa Hamaca é simples: à direita está a varanda e, à esquerda, as poucas dependências internas: sala, cozinha, banheiro, quarto e escritório Arte UOLMais
A mistura de materiais em estado bruto imprime certa rusticidade rural à casa Hamaca. Os pisos reaproveitam pedras e cerâmicos; paredes são de tijolinhos à vista ou elementos vazados e os objetos de decoração - a mesa de xadrez, no mínimo tão antiga quanto a bicicleta ergométrica, dão toque especial à varanda coberta. Esta reproduz um "quincho", ambiente típico do Paraguai para fazer "asados", ou seja, churrasco. A arquitetura é de Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOLMais
A rede que sustenta a cobertura metálica, disposta sobre a casa Hamaca, é "tramada" com barras de aço com 10 mm de diâmetro. Ela fica "esticada" por quatro pilares metálicos inclinados, como cavaletes, que tiram das paredes o peso da carga do telhado. O nome Hamaca vem do espanhol, significa "rede" e se refere ao sistema de cobertura que, inclinado, acompanha o ritmo da arquitetura projetada por Javier Corvalán, para a residência de seu sogro, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOLMais
A varanda com churrasqueira e amplo espaço coberto de convivência recebeu paredes laterais inclinadas que protegem a área da incidência direta de sol e de chuva, mas, para evitar a perda completa de luz e vento cruzado, optou-se por elementos vazados cerâmicos. A solução colaborou também para que a integração com o jardim da casa Hamaca fosse mantida, possibilitando, inclusive, que plantas invadissem os espaços. O projeto de arquitetura foi desenvolvido por Javier Corvalán, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOLMais
Para reforçar a proteção da varanda em dias de chuva, uma semicobertura de vidro pende, em inclinação, no mesmo ângulo das paredes, impedindo a entrada de água na Casa Hamaca, projetada pelo arquiteto Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOLMais
Nos fundos e na frente do volume principal, portas de vidro permitem abertura total da casa Hamaca, muito bem ventilada e iluminada. Na fachada posterior, onde a estrutura de apoio para a caixa de alvenaria se eleva, o caminho é aberto não só para a passagem de luz e vento, mas também para a circulação entre a varanda e o jardim dos fundos. O projeto de arquitetura foi desenvolvido por Javier Corvalán, para a casa de seu sogro, em Luque, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOLMais
Internamente, foi a alvenaria de tijolinhos cerâmicos à vista que ganhou assentamento inclinado, apontando para o ângulo de inclinação da "caixa" que compõe o volume principal da casa Hamaca. Esta caixa abriga todas as funções de uso íntimo: sala, cozinha, banho, escritório e dormitório e, na extensão dos espaços internos, apoia-se sobre uma viga reta de concreto armado, rente ao piso, como num rodapé que também é fundação. A arquitetura é de Javier Corvalán Leonardo Finotti/ UOLMais
Na residência que projetou para seu sogro, o arquiteto Javier Corvalán introduz elementos da cultura paraguaia - como a churrasqueira e o ambiente de convívio rural - e materiais reaproveitados de outras obras: barras de ferro, blocos vazados, tijolos, pisos, vidros e pedras brutas. O resultado é original e muito aconchegante. Apesar de ter "cara" de casa de campo, a Hamaca House fica em Luque, nos arredores de Assunção Leonardo Finotti/ UOLMais
Do lado oposto à cozinha, o módulo multifuncional que subdivide espaços internos da casa Hamaca tem nicho - em alvenaria simples - para acomodar a cabeceira da cama. O corredor entre o quarto e a sala acomoda estantes com livros do escritor, que é sogro do arquiteto projetista da residência, Javier Corvalán. De frente para os livros, um guarda-roupa. Em alvenaria, o móvel é um dos nichos que compõem o módulo central. Ao fundo, voltado para o jardim, o escritório Leonardo Finotti/ UOLMais
A inclinação estrutural da casa Hamaca tem a finalidade de produzir um esquema de circulação livre entre fundos e frente da residência, desde a varanda, passando por estar, dormitório e escritório. O projeto de arquitetura é de Javier Covalán Leonardo Finotti/ UOLMais
Um dos volumes inclinados, feito de alvenaria de tijolinhos cerâmicos, abriga todas as funções sociais da casa Hamaca: cozinha, banho, sala e dormitório. Já as paredes laterais da varanda são compostas por blocos cerâmicos vazados, sem função estrutural. Esses dois sistemas repousam sobre uma base de concreto armado (vigas), a estrutura da casa, no entanto, é mista, porque a cobertura tem seu peso distribuído entre quatro colunas inclinadas. A proposta é do arquiteto Javier Corvalán, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOLMais
Nos fundos da casa Hamaca, no Paraguai, a viga reta em concreto armado que acompanha o nível do piso para apoio das paredes inclina-se, suspendendo o volume que compõe a arquitetura desenhada pelo arquiteto Javier Corvalán. A obra utilizou materiais reaproveitados e foi construída com liberdade, confiada por seu sogro, dono da propriedade. A ideia era ser original, gastando quase nada Leonardo Finotti/ UOLMais
Um volume interno em alvenaria separa as funções da casa Hamaca, em Luque, no Paraguai. Com desenho de Javier Corvalán, esse módulo multifuncional abriga, de um lado, a cozinha (foto) - com tampo de apoio para cuba, prateleiras e nichos para equipamentos, bem como instalações hidráulica e elétrica. Atrás da cozinha estão guarda-roupas (voltado para o dormitório) e banheiro Leonardo Finotti/ UOLMais
A sala de estar separa-se da varanda por folhas de vidro. A decoração, em tons de bege, marrom, e móveis de demolição, acompanha a linguagem arquitetônica de reaproveitamento de materiais de construção. Até a cerâmica do piso é reaproveitada. Sob a chapa metálica inteiriça que faz a cobertura, foi previsto um forro de folha de madeira, que também está apoiado na rede de finas barras de aço. A casa Hamaca foi projetada por Javier Corvalán, para morada de seu sogro, um escritor paraguaio Leonardo Finotti/ UOLMais
As paredes laterais de blocos vazados, que fecham parcialmente a varanda, são apoiadas em bases de concreto armado, também inclinadas. Na residência que projetou para seu sogro, o arquiteto Javier Corvalán introduziu elementos da cultura paraguaia, preparando a área externa de convívio para "parrilladas", o churrasco típico da região paraguaia. A Casa Hamaca fica em Luque, nos arredores da capital Assunção Leonardo Finotti/ UOLMais
A casa Hamaca é um volume inclinado estruturado por uma grande caixa, que abriga todas as funções internas: quarto, estar, escritório, estar, cozinha e banho. Na extensão externa, com inclinação contrária à da casa, está a churrasqueira e o ambiente de convívio. O nome Hamaca vem do espanhol, significa "rede" e se refere ao sistema de cobertura, em chapa metálica inteiriça sobre um tramado de barras de aço. A arquitetura é de Javier Corvalán, no Paraguai Leonardo Finotti/ UOLMais
O living, com dimensões bem reduzidas, foi inteiramente revestido por cimento queimado com aparência de concreto, a fim de criar uma base neutra para a decoração. O sofá em "L", da Gallery, ganhou tecido cinza em contraste com o tapete roxo, da Phenicia Concept. Destaque para o quadro com foto feita por Adriana Duque, da Galeria Zipper, e para a cadeira de papelão desenhada por Frank Gehry, para a Vitra, disponível na Micasa. O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O mix equilibrado de cores deu vida ao estar, que ganhou conforto com o sofá em "L", da Gallery. Para incrementar a decoração, as mesas de aço inox polido, da Érea - que refletem o quadro da fotógrafa colombiana Adriana Duque -, foram combinadas à mesinha lateral Wave e à luminária de piso Marset Scantling, da On Light (à dir.). O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O traçado em linhas curvas da cadeira Wiggle, desenhada pelo arquiteto Frank Gehry e executada em papelão pela Vitra, dá um ar vanguardista ao Loft Vila Leopoldina, que tem projeto de reforma assinado pelo arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Após a reforma, a integração dos espaços favoreceu a circulação e tornou a rotina mais prática no Loft Vila Leopoldina, que tem projeto assinado pelo arquiteto Diego Revollo. Cozinha, jantar e estar se unem completamente compondo um living estendido, charmoso e atual. Cores vibrantes - como o roxo do tapete, o amarelo da mesa e o vinho dos armários da cozinha - pontuam a decoração com leveza Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Apesar da área reduzida, a disposição dos móveis junto às paredes facilitou a circulação pelo living. O sofá em "L" é seguido pela mesa que apoia a luminária de papel reciclado Trash Me, do designer Victor Vetterlein (em primeiro plano). O loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Com desenho original de Victor Vetterlein, a luminária Trash Me é de papel reciclado e está à venda na On Light (www.onlight.com.br). Consulte o fornecedor para outras informações Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Ocupando toda a extensão de uma das paredes do living, as janelas garantem a entrada de luz natural para os espaços sociais do loft Vila Leopoldina, favorecendo estar, jantar e parte da cozinha. No teto, o trilho com spots e pendentes, da Bertolucci, corre em duas direções: sobre a mesa de jantar e no centro do estar. O projeto de reforma leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Desenhada pelo arquiteto Diego Revollo, que também assina o projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, a mesa de jantar é estruturada por uma superfície de quartzo amarela. O móvel se prolonga formando uma prática bancada para a cozinha. Os armários planejados, na cor vinho, foram executados pela Florense e embutem os eletrodomésticos Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A cozinha apresenta atmosfera vibrante graças às tonalidades escolhidas: vinho para os armários executados pela Florense e amarelo para a bancada com cooktop que se prolonga e forma a mesa de jantar. O Loft Vila Leopoldina tem projeto de reforma assinado pelo arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A divisão entre o banheiro e o quarto do proprietário se dá pelo closet e por uma porta de correr em vidro, instalada entre o armário e a parede. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O mesmo cimento queimado que reveste os ambientes sociais aparece no banheiro, que tem ainda armário preto, bancada e prateleiras em laca cinza e cuba de acrílico. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A suíte do proprietário oferece todo o conforto, incluindo a presença da banheira dentro do quarto, um desejo do jovem ator dono do apê, que resultou numa atmosfera de spa. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A cama box ganhou cabeceira e mesinhas laterais em laca cinza claro para o apoio de vários objetos, como a consagrada luminária Tizio (à esq.), desenhada por Richard Sapper para a Artemide, e o abajur Cosy Grey, assinado por Harri Koshinen para a Muuto. Destaque para o quadro com a imagem da escadaria do Vaticano, do fotógrafo Marcelo Penna, encontrada na Galeria Mônica Filgueiras. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A banheira revestida em limestone recebeu fechamento em vidro na parte superior e foi estrategicamente colocada junto à janela, de modo que o proprietário pudesse apreciar a paisagem da cidade durante o banho. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Tudo integrado: banheiro, closet e dormitório não possuem paredes divisórias. Na decoração destaque para a manta roxa, da Empório Beraldin, e para a cadeira Laguna, em metal, do acervo pessoal do morador. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
A banheira revestida em limestone recebeu fechamento em vidro na parte superior e foi estrategicamente colocada junto à janela, de modo que o proprietário pudesse apreciar a paisagem da cidade durante o banho. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Para delimitar o espaço entre o quarto e o living, o arquiteto Diego Revollo, responsável pelo projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, criou uma solução original: instalou um painel ladeado por cortinas de linhão, da Regatta, no tom vinho escuro, dando um ar teatral ao conjunto Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Para delimitar o espaço entre o quarto e o living, o arquiteto Diego Revollo, responsável pelo projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina, criou uma solução original: instalou um painel ladeado por cortinas de linhão, da Regatta, no tom vinho escuro, dando um ar teatral ao conjunto Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O painel que faz a divisão dos ambientes sustenta TVs em ambos os lados. Nas laterais, as cortinas fecham e dão privacidade aos espaços (quarto e sala). O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O home theater ficou confortável com o apoio de vários elementos: a mesinha de tauari (à dir.), desenhada pelo arquiteto Diego Revollo e executada pela Marcenaria Freire's; a banqueta com assento em pele de carneiro, da Conceito Firma Casa, e a cadeira Paulistano, desenhada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, disponível na Dpot. Na sala de jantar, à esquerda, as cadeiras são de Charles Eames para a Artesian. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura de Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
Em primeiro plano, o espaço do home theater, com a cadeira Paulistano, criada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Com as cortinas abertas é possível ver o dormitório do proprietário. A mesinha de tauari (à dir.) serve para guardar CDs, DVDs e equipamentos de vídeo e áudio. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O home theater ficou confortável com o apoio de vários elementos: a mesinha de tauari (à dir.), desenhada pelo arquiteto Diego Revollo e executada pela Marcenaria Freire's; a banqueta com assento em pele de carneiro, da Conceito Firma Casa, e a cadeira Paulistano, desenhada pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha, disponível na Dpot. Na sala de jantar, à esquerda, as cadeiras são de Charles Eames para a Artesian. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura de Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O estúdio onde o proprietário grava dublagens possui acústica perfeita dado o revestimento de madeira tauari nas paredes, piso e teto. O ambiente - que serve como escritório - conta com uma cadeira One, do designer alemão Konstantin Grcic, produzida pela Magis, e uma luminária da Tok&Stok. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
O estúdio onde o proprietário grava dublagens possui acústica perfeita dado o revestimento de madeira tauari nas paredes, piso e teto. O ambiente - que serve como escritório - conta com uma cadeira One, do designer alemão Konstantin Grcic, produzida pela Magis, e uma luminária da Tok&Stok. O projeto de reforma do Loft Vila Leopoldina leva a assinatura do arquiteto Diego Revollo Alain Brugier/ DivulgaçãoMais
21.mai.2014 - O arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, fotografado no hospital Sara Kubitschek de Salvador, projetado por ele. Lelé morreu nesta quarta-feira (21), aos 82 anos. Lelé estava internado no Sarah Kubitschek. O arquiteto enfrentava uma luta contra o câncer no fígado há alguns anos, de acordo com o radialista e ex-prefeito Mário Kertész, amigo pessoal dele Ana Ottoni/Folha de S. PauloMais
Com telhado cônico e janelas esféricas, a casa em metal é uma das 12 das construções conhecidas como DDUs - Dymaxion Deployment Units (em tradução livre, Unidades de Preparação de Tropas Dymaxion), situadas em Wall Township, Nova Jersey (EUA) Randy Harris/The New York TimesMais
Uma das casas em metal conhecidas como DDUs - Dymaxion Deployment Units (em tradução livre, Unidades de Preparação de Tropas Dymaxion) Randy Harris/The New York TimesMais
No detalhe, uma das janelas esféricas, que se assemelham a um olho, de uma das casas estruturadas em metal Randy Harris/The New York TimesMais
Com estrutura em metal, telhado cônico e janelas esféricas, a casa é uma das construções projetadas nos anos 1940 para uso militar Randy Harris/The New York TimesMais
No detalhe, o telhado cônico de uma das casas estruturadas em metal e conhecidas como DDUs Randy Harris/The New York TimesMais
A artista plástica Patricia Arroyo transformou a casa em metal, fabricada nos anos 1940 para uso militar, em um estúdio de arte Randy Harris/The New York TimesMais
Locada pela artista plástica Patricia Arroyo, a casa em metal, com telhado cônico, é uma das construções conhecidas como DDUs que foram fabricadas nos anos 1940 e distribuídas por bases militares do mundo todo Randy Harris/The New York TimesMais
Com janelas esféricas, a casa estruturada em metal é uma das construções projetadas nos anos 1940 para uso militar e atualmente situadas em Camp Evans, uma base do exército americano em Wall Township, Nova Jersey (EUA) Randy Harris/The New York TimesMais
casa vila taguai sp cristina xavier e hélio Olga Arte UOLMais
casa vila taguai sp cristina xavier e hélio Olga Arte UOLMais
casa vila taguai sp cristina xavier e hélio Olga Arte UOLMais
O terraço, no pavimento inferior, é totalmente aberto para o exterior. Nesse piso é possível ver os pilotis (colunas) de concreto que sustentam a casa. No forro foi usada a madeira cumaru; as vigas estruturais são de jatobá. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Deste ângulo, é possível observar a integração total do terraço com a natureza. A madeira aquece visualmente o espaço e quebra a rigidez do concreto usado no piso e nas colunas. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Painéis de cumaru com função estrutural aparecem em todos os ambientes, inclusive no canto da sala de jantar, formando um L. O espaço tem fachadas de vidro com aberturas protegidas por barras de ferro. O projeto da Casa Vila Taguaí, situada em Carapicuíba (SP), é assinado pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Jardins de uso comum com caminhos de pedras separam as casas da Vila Taguaí, todas projetadas dentro do mesmo conceito pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. Do beiral da cobertura pende o tubo de captação da água pluvial, reutilizada na irrigação dos jardins Leonardo Finotti/UOLMais
A madeira cumaru, que forma toda a estrutura da casa, também compõe a decoração do living. O material está em bancadas, bufês, estantes e aparadores. Localizada em Carapicuíba (SP), a Casa Vila Taguaí foi projetada pelos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Totalmente aberta para o living, a cozinha da Casa Vila Taguaí é prática, com prateleiras para utensílios e mesa para pequenas refeições. O projeto tem a assinatura da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Na ala íntima, um pequeno hall abriga a cuba do banheiro e serve também como lavabo. Desse espaço é possível visualizar o vão da escada. O projeto da Casa Vila Taguaí, situada em Carapicuíba (SP), é dos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Os painéis de cumaru formam a estrutura da casa e ditam a decoração dos ambientes. Sem nenhum tratamento, a madeira combina com qualquer material, inclusive com o laminado branco do armário do dormitório do casal. O projeto da Casa Vila Taguaí é de autoria dos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Com atmosfera acolhedora, o dormitório do casal está próximo à saleta íntima e ao hall do pavimento superior. O projeto da Casa Vila Taguaí é da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Apoiada sobre colunas de concreto e construída com madeira cumaru, a Casa Vila Taguaí, projetada por Cristina Xavier e Hélio Olga, tem os ambientes sociais na altura das copas das árvores Leonardo Finotti/UOLMais
Vista das casas da Vila Taguaí, projetadas pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. O terreno, com acentuada declividade, teve a vegetação preservada. O condomínio fica em Carapicuíba (SP) Leonardo Finotti/UOLMais
Vista das casas da Vila Taguaí, projetadas pela arquiteta Cristina Xavier e pelo engenheiro Hélio Olga. O terreno, com acentuada declividade, teve a vegetação preservada. O condomínio fica em Carapicuíba (SP) Leonardo Finotti/UOLMais
O living da Casa Vila Taguaí, projetada pelos profissionais Cristina Xavier e Hélio Olga, explora a beleza do cumaru em seu aspecto natural, sem qualquer tratamento, compondo paredes, piso e laje. Integrados, os ambientes de estar e jantar desfrutam da vista da Mata Atlântica através das fachadas de vidro. Na decoração, destaque para a cadeira de balanço, herança de família, e os quadros na sala de jantar, de autoria do arquiteto João Xavier Leonardo Finotti/UOLMais
Uma pequena passarela de acesso liga a casa ao terreno no nível do ambiente de estar, e é a entrada principal da construção. O projeto da Casa Vila Taguaí, localizada em Carapicuíba (SP), tem assinatura da arquiteta Cristina Xavier e do engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
A vista lateral mostra como o uso da madeira proporcionou nobreza ao projeto simples, adequado à sua localizada em meio à mata. O projeto da Casa Vila Taguaí é uma parceria da arquiteta Cristina Xavier com o engenheiro Hélio Olga Leonardo Finotti/UOLMais
Desenho da casa MiniMod, estruturada em um contêiner e desenvolvida pelo escritório MAPA. A residência móvel é composta por quarto, cozinha com mesa de refeições e banheiro Arte UOLMais
Planta do MiniMod mostra o telhado verde que favorece o controle térmico da casa-contêiner Arte UOLMais
Desenho da casa MiniMod, estruturada em um contêiner e desenvolvida pelo escritório MAPA. A residência móvel é composta por quarto, cozinha com mesa de refeições e banheiro. No telhado, a cobertura vegetal sobre o estrado de madeira Arte UOLMais
Ideal para um final de semana ou feriado prolongado, a casa MiniMod, uma criação do escritório MAPA, possui o essencial: dormitório, mesa de refeições, cozinha e banheiro Leonardo Finotti/UOLMais
A cozinha, com mesa de refeições, tem espaço suficiente para o preparo de pratos rápidos e lanches Leonardo Finotti/UOLMais
Com área compacta, o banheiro é prático, dotado das instalações necessárias para o bom funcionamento e possui o mesmo revestimento em madeira do restante do módulo Leonardo Finotti/UOLMais
Para alcançar um efeito estético marcante na casa MiniMod, os arquitetos do escritório MAPA criaram perfurações circulares na fachada que, futuramente, serão substituídas por intervenções artísticas Leonardo Finotti/UOLMais
Com fechamento em vidro nas extremidades, a casa MiniMod, criada pelo escritório MAPA, está integrada com a natureza e ainda possui um pequeno deck de madeira na entrada, servindo de varanda Leonardo Finotti/UOLMais
Projetada pelo escritório MAPA, a casa MiniMod está instalada numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOLMais
Em meio ao campo, sem qualquer barreira física, a casa MiniMod, assinada pelo escritório MAPA, se insere numa fazenda em Maquiné (RS), voltada à criação de ovelhas Leonardo Finotti/UOLMais
A fachada do MiniMod, projetado pelo escritório MAPA, é marcada pela porta de correr em vidro e um portão basculante que funciona como marquise na entrada da casa. Perfurações em círculo têm efeito estético original Leonardo Finotti/UOLMais
A integração do interior com o exterior acontece naturalmente na casa MiniMod, projetada pelo escritório MAPA Leonardo Finotti/UOLMais
Criada pelo escritório MAPA, a casa transportável MiniMod possui um telhado verde. A cobertura vegetal sobre o estrado de madeira favorece o controle térmico e ainda absorve a água da chuva Leonardo Finotti/UOLMais
Desenvolvido pelo escritório MAPA, o protótipo do MiniMod está instalado numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOLMais
Desenvolvido pelo escritório MAPA, o MiniMod é uma casa estruturada em um contêiner. Escolhido o local de instalação, a residência móvel é içada por guindaste e transportada por caminhão Leonardo Finotti/UOLMais
A casa MiniMod, projetada pelo escritório MAPA, é pré-fabricada e pode ser levada a qualquer local como sítios, pousadas e casas de praia. O protótipo da residência móvel está instalado numa fazenda perto de uma lagoa, em Maquiné (RS) Leonardo Finotti/UOLMais
Desenvolvido pelo escritório MAPA, o MiniMod é uma casa estruturada em um contêiner. Escolhido o local de instalação, a residência móvel é içada por guindaste e transportada por caminhão Leonardo Finotti/UOLMais
Desenho do pavimento térreo da Casa Planalto, projetada em "L" pelo arquiteto Flavio Castro. Nesse bloco, maior e transversal à rua, estão integrados em uma área de convívio social as salas de estar, home theater, jantar, cozinha e serviços Arte UOLMais
No bloco superior, ficaram os três dormitórios para casal com dois filhos. Localizada em São Paulo, a Casa Planalto tem o projeto assinado pelo arquiteto Flavio Castro Arte UOLMais
Desenho da cobertura da Casa Planalto, projetada em "L" pelo arquiteto Flavio Castro. Nessa área, está o jardim seco, definido também como solário (terraço reservado para os banhos de sol) Arte UOLMais
Misto de passarela e observatório, o Glacier Skywalk eleva-se a 280 metros de altitude e permite aos visitantes ter uma vista ímpar das montanhas rochosas do Canadá. O espaço que estará aberto ao público a partir de 1o. de maio abre-se sobre o Parque Nacional Jasper Divulgação/Brewster Travel CanadaMais
Uma novidade exibida durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) foi a Ultraled A60, com bulbo arredondado semelhante ao de uma lâmpada incandescente DivulgaçãoMais
Esculturais, as luminárias Wood da Bronzearte (www.bronzearte.com.br) são produzidas a partir de chapas de acrílico que reproduzem padrões amadeirados Junior Lago/UOLMais
Com altura ajustável, os pendentes Diamond são produzidos em cristal e utilizam LEDs para iluminar. O produto foi apresentado pela Bronzearte (www.bronzearte.com.br) durante a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) Junior Lago/UOLMais
A Brilia (www.brilia.com.br) levou para a 14ª Expolux (Feira Internacional da Indústria da Iluminação) produtos em LED de diferentes formatos DivulgaçãoMais