Funcionária é demitida após permitir 'Harlem Shake' em biblioteca da Universidade de Oxford

Do UOL, em São Paulo

Uma funcionária da tradicional Universidade de Oxford, no Reino Unido, foi demitida após permitir a gravação de um vídeo na biblioteca onde trabalhava, da faculdade St Hilda. Na gravação, os alunos faziam o "Harlem Shake": a música de mesmo nome virou mania na internet, com coreografias descoordenadas em diversos tipos de contexto. 

'Harlem Shake' em biblioteca da Universidade de Oxford

A gravação foi feita em um domingo à noite, em fevereiro, e o vídeo foi removido da conta original em que havia sido postado no YouTube.

Depois da demissão, os universitários fizeram uma petição para que Calypso Nash seja recontratada -- ela não estava envolvida na produção do vídeo, apenas permitiu que ele fosse gravado no lugar onde trabalhava. "É muito injusto. Ela não sabia nada sobre a dança e não poderia ter evitado [a gravação]", afirmou ao "Huffington Post" a estudante Esther Gosling, presidente de uma espécie de centro acadêmico.

Os alunos querem que Maria Croghan, responsável pela biblioteca, explique por escrito por que demitiu Calypso. Procurada pelo "Huffington Post", a Universidade de Oxford afirmou se tratar de um problema em uma de suas faculdades e, por isso, não se manifestaria.

Harlem Shake
A música "Harlem Shake", do produtor norte-americano Dj Baauer, não é nova: está disponível no YouTube desde agosto de 2012. Porém, após a publicação de um vídeo em que quatro pessoas com fantasias de látex aparecem dançando freneticamente a música, a canção explodiu e ganhou várias versões. 

A coreografia da dança mostra, na maioria das vezes, uma pessoa sozinha e, depois de um tempo, vários outros participantes "invadem" a cena. De acordo com o site "Know Your Meme", que lista "modinhas" da internet, a primeira coreografia do "Harlem Shake" começou a fazer sucesso no dia 30 de janeiro deste ano. Desde então, vários internautas passaram a fazer versões próprias do vídeo. 


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