7 mitos e verdades sobre a febre amarela

do BOL

Com saúde não se brinca. Entenda o que é falso e o que está certo a respeito da febre amarela.

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Bianca Lucchesi/UOL
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Passa de pessoa para pessoa

MITO - A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por meio da picada de mosquitos infectados. Logo, uma pessoa não passa a doença diretamente para outra
Wagner Carvalho/UOL
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O macaco doente em contato com um humano pode transmitir a doença

MITO - Como já vimos, a doença é propagada por meio da picada de mosquitos infectados. Os macacos, portanto, não transmitem o vírus, são apenas hospedeiros. Esses animais, aliás, são sentinelas, que alertam para a incidência da febre amarela na região em que se encontram. O que pode acontecer é um mosquito picar um animal doente e, na sequência, fazer o mesmo com outros macacos ou humanos, passando o vírus adiante
Thinkstock
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Há dois ciclos de transmissão da febre amarela

VERDADE - Há dois ciclos de transmissão da doença, o urbano e o silvestre. Enquanto nas matas quem propaga o vírus são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, nas áreas urbanas é o Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue, o vírus zika e a chikungunya, que também passa a febre amarela adiante. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, todos os casos notificados são classificados no ciclo silvestre. O último caso de ciclo urbano no Brasil aconteceu no Acre em 1942
Getty Images
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Passar repelente previne contra a doença

MITO - Apesar de as medidas preventivas contra o vírus envolverem recomendações sobre uso de repelentes e manga comprida, esses cuidados não substituem a vacina, especialmente para quem mora, frequenta ou está viajando por áreas endêmicas
Douglas Magno/AFP Photo
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Quem não mora e nem viaja para áreas de risco não precisa tomar a vacina

VERDADE - Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é direcionada para quem mora, frequenta ou vai se deslocar para alguma área com recomendação para vacinação
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Idoso não pode tomar a vacina

MITO - Os idosos com mais de 60 anos podem tomar a vacina, no entanto, é importante que antes passem por uma avaliação dos serviços de saúde
Lucas Lima/UOL
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Quanto mais vacinas uma pessoa tomar, mais protegida ela fica

MITO - As vacinas seguem o esquema de normas do Programa Nacional de Imunizações. Desde que siga o esquema proposto, a pessoa está protegida, não havendo nenhuma proteção extra por tomar a vacina várias vezes fora do que é proposto pelo Programa. Logo, mesmo com a ocorrência de surtos, desde que a pessoa esteja com a caderneta de vacinação em dia, conforme as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação, ela estará protegida. Vale lembrar que uma pessoa que tome a vacina sem necessidade estará usando a dose destinada a alguém que pode realmente estar no grupo de pessoas que precisam se proteger