Dez fatos sobre a vida e a carreira de Maria Gadú

Colaboração para o BOL

A cantora Maria Gadú completa 32 anos nesta terça-feira (4/12/2018). Confira fatos sobre a trajetória dessa sagitariana.

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Divulgação
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Nome diferente

Apesar de ter escolhido como nome artístico Maria Gadú, pelo qual é conhecida, a alcunha da cantora é um pouquinho diferente: Mayra Corrêa Aygadoux. "Meu pai deu uma arrasada. Ele me registrou no dia errado, na hora errada e com o nome que ele quis: Mayra", comentou a artista no Programa do Jô em 2014. "Adolescente, revoltadinha, resolvi que usaria o nome que minha mãe queria, mas não conseguiu registrar", disse ao F5, revelando ter sido criada pela mãe e pela madrinha depois de o pai biológico ter sumido de sua vida por dez anos. "Mesmo com tudo isso, minha mãe e meu pai são amicíssimos. É uma família massa, sem mágoa. É bonito", garantiu
Taíz Dering/Vírgula
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Veia artística

Desde a infância, Maria Gadú mostrava interesse pela música e, aos quatro anos, ao ver um músico sair de perto do piano do shopping para um intervalo, não hesitou em tomar à frente do palco. Aliás, ela estudou piano na infância, mas logo demonstrou o interesse pelo violão e, aos 13 anos, já se apresentava em bares e churrascarias do bairro em que morava. "Tinha noite que eu tocava sete horas seguidas", contou ao Jô em 2014
Marcos Hermes/Divulgação
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Trilha sonora

Em 2008, ela saiu de São Paulo rumo ao Rio e, ao tocar em bares da cidade, acabou ganhando visibilidade e caindo nas graças de artistas renomados, como Caetano Veloso e Milton Nascimento. A partir daí, o sucesso foi certo e ela emplacou diversos sucessos em tramas conhecidas do público. A música "A História de Lilly Braun" fez parte da trilha sonora da minissérie "Cinquentinha", assim como a canção "Ne Me Quitte Pas", que fez parte de "Maysa - Quando Fala o Coração". Já "Linda Rosa" entrou na novela "Cama de Gato", e "Shimbalaiê", em "Viver a Vida". A música "Lounge" esteve na trilha sonora do seriado "A Vida Alheia". "Mais Que A Mim" foi para "Araguaia" e a canção "Sonhos Roubados" é a faixa principal da trilha do filme homônimo. Mas não foi só como cantora que Maria Gadú marcou presença na teledramaturgia! Em 2009, ela participou de "Maysa - Quando Fala o Coração"
Caio Duran/Photo Rio News
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Homossexualidade

"Na minha cabeça, quanto mais eu conseguir entrar na sociedade como uma pessoa normal, melhor. Não sou ativista da minha sexualidade até porque nem é meu forte. Não sou a pessoa mais sexual do mundo nem a mais gay nem a mais nada", explicou à Folha de S.Paulo em 2017. Na imagem, ela aparece ao lado da esposa, a produtora Lua Leça
Reprodução/Instagram @brunoptl
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Relacionamento

Maria Gadú começou a namorar com a produtora Lua Leça em 2012. No ano seguinte, o casal assinou o acordo de união estável e, em junho de 2017, se casaram em São Paulo. "Estou casada com a Lua vai fazer um ano. Não tenho problemas em falar sobre isso. Acho supernatural, é uma coisa que a gente abre para os outros. Somos um casal mesmo, não tem o que esconder. Moramos juntas, trabalhamos juntas e saímos juntas. Vivo uma vida normal e eu não encaro esse lance de sexualidade como notícia. Saber se sou gay, hétero ou bi não vai mudar a vida de ninguém, nem a minha", pontuou a cantora em entrevista ao Purepeople. Na imagem, as duas aparecem no dia do casamento
Reprodução/Instagram/lua
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Maternidade

A cantora e a esposa Lua Leça esperam o primeiro filho ou filha. Elas já haviam anunciado, no início do ano passado, os planos de ter um bebê por fertilização in vitro. No segundo semestre, a cantora deu início ao tratamento hormonal para a extração de óvulos a serem gestados pela produtora. Em outubro deste ano, Lua exibiu a barriguinha no Instagram (foto) com a legenda: "Sobre o sonho de duas mulheres". De acordo com o F5, Gadú já tinha falado sobre o desejo antigo da maternidade: "Sempre quis ser mãe, desde pequena. E minha mãe sempre quis ser avó. Começou uma campanha quando eu tinha 15 anos, tipo: 'Por que você não tem filho logo, jovem?'. E eu: 'Filho de quem, mãe? Tá maluca?'". Dona Neusa agora está cheia de motivos para comemorar com a chegada do netinho ou netinha
Reprodução/Instagram @lualeca
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Comida

Um hábito peculiar da cantora é não tomar café da manhã ou pelo menos não consumir comidas típicas dessa refeição, que ela não curte. A artista costuma almoçar no horário destinado ao café. Será que rola uma feijoada?
Reprodução/Instagram @mariagadu
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Colecionadora

Não cabem mais ímãs na geladeira da cantora ou pelo menos não cabia até 2010, quando ela chegou a fazer um apelo aos fãs para que não dessem mais ímãs para ela, que é uma colecionadora do item, mas já não tinha onde usá-los
Reprodução/Instagram @lualeca
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Hábito para dormir

Em 2010, em gravação ao TV Xuxa, Maria Gadú revelou que dormia com um paninho rosa, chamado por ela de "Fofinho", do qual não desgrudava. Será que mesmo depois de casada, o objeto continua tendo vez na vida da artista?
Multishow/Divulgação
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Militante

"A minha família é indígena, nós somos do Alto do Xingu e eu milito pela causa indígena há muitos anos, mas não tinha abertura e voz. O meu nome é Mayra, o meu pai é Moacyr, meu irmão Cauê e somos todos uma mistura de negros com índios. Há pessoas que me criticam, dizem: 'Ah, é fantasia, apropriação cultural', mas acho que as pessoas tinham que observar mais os movimentos do que julgar. E que fosse só uma representação - se eu fosse uma menina loira e tivesse militando pela causa, seria digno também. Quanto mais pessoas militando pela causa, melhor, porque isso precisa sim de visibilidade", disse a cantora ao POPline depois de aparecer com pintura e adereços indígenas no Prêmio da Música Brasileira e no Prêmio Multishow deste ano. Na imagem, a cantora aparece ao lado de Paulo Miklos