O "BBB" muda vida? Sim! Veja 10 brothers que são outros fora da casa

Do UOL, no Rio

O prêmio de R$ 1,5 milhão é o principal atrativo, mas quem entra para o "Big Brother Brasil" também mira no que pode acontecer fora da casa por conta da exposição: contratos publicitários, possibilidade de uma nova carreira e até mesmo uma repaginada no visual. Selecionamos 10 ex-participantes que se reinventaram depois do reality show.

Reprodução/Montagem UOL
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Gyselle Soares

A Cajuína vice-campeã do "BBB8". Assim que deixou a casa, piauense disse "au revoir" Brasil e foi de mala e cuia para Paris. Ela já morava na capital francesa, trabalhando em várias profissões, mas sonhava mesmo com o estrelato. A participação no reality show a impulsionou a fazer testes, curso de cinema na escola francesa Cours Florent e até participar de um filme "Dépression et des Potes?". Ficou conhecida no país por conta da série francesa "Camping Paradis" e de vez em quando vem ao Brasil visitar a família e seus negócios no nordeste.
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Juliana Alves

Aos 20 anos, ela era estudante de serviço social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e trabalhava em uma ONG, mas, depois do "BBB3", ela viu sua vida mudar. Recebeu convite para um teste para a novela "Chocolate com Pimenta". Passou e não parou mais. Juliana também virou um "sex symbol" por suas medidas mais que generosas e um dos nomes mais aguardados do Carnaval do Rio. Ganhou também um estilo mais glamouroso.
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Daniel Fontes

O ex-jogador de basquete e agente de trânsito resolveu seguir os conselhos de alguns produtores de moda assim que saiu do "BBB17". Modelo? "Então, tá!", acreditou o rapaz, que depois de um período de resistência perdeu 10 quilos e hoje já consegue trabalhos na área. De um início promissor - chegou até ser apontado como um dos favoritos ao prêmio -, ele acabou eliminado por Emilly na reta final. Aqui fora, Daniel fora soube colher bem os frutos da exposição de três meses na TV e fez várias presenças VIPs. No antigo emprego, ele não voltou mais.
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Mayra Cardi

Ela já era jornalista quando entrou no "BBB9", com o jogo em andamento e por uma escolha do público. Foi rejeitada de cara pelas "sisters", sofreu com brigas e fofocas até ser eliminada. Assim que saiu da casa virou musa fitness e foi morar nos EUA. Lá virou coach de alimentação e elaborou um projeto para emagrecer que tem lhe rendido uma boa grana. O rótulo de ex-BBB a incomoda. "Me arrependi de ter participado, me deu uma fama ruim. Tem uma parte positiva, ter o carinho dos fãs, mas depende de onde você quer chegar. Não imaginei que o preconceito fosse gigante", afirma.
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Serginho

Estudante de moda em 2010, Sérgio Barros entrou no "BBB" daquele ano com a disposição de "causar". Gay assumido, baladeiro, alternativo eram as características na época. Serginho também era conhecido como Sr. Orgastic, na web. Chegou às finais e, por um bom tempo, conseguiu ir prologando seus 15 minutos de fama. Ele andou sumido e recentemente retornou com um visual diferente: assumiu seu lado feminino de vez, adotou um cabelo mais longo e maquiagem mais pesada.
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Kleber Bambam

De vendedor de coco e dançarino de axé, Kleber Bambam se tornou o primeiro campeão do "Big Brother Brasil". Os R$ 500 mil ganhos como prêmio da primeira edição foram gastos de cara, mas o rapaz sobre duplicar sua pequena fortuna graças aos bailes de debutante, as presenças VIPs, as publicidades e o salário que passou a ganhar da Globo por conta do emprego na "Turma do Didi". Bambam sumiu da mídia, mas soube se reinventar. Continua participando de eventos ora como convidados ora como DJ, virou "body builder" e ainda gera memes.
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Monique Amin

Ela tinha 23 anos quando saiu de Porto Alegre para entrar no "BBB12". Sua participação foi conturbada com o suposto estupro (negado por ela), que teria sofrido enquanto dormia. Depois, travou uma batalha contra a balança e deixou a casa com alguns quilos a mais, mas nada que atrapalhasse uma carreira de modelo que acabou decolando. Seis anos depois, ela continua modelando e parece estar de bem com suas atuais medidas -perdeu 10 quilos- e, claro, faturando.
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Munik Nunes

Ela sonhava ser atriz e campeã do jogo. Foi, viu e venceu a 16ª edição. O prêmio de R$ 1,5 milhão foi dividido com a família, mas ela também faturou com as presenças VIPs e campanhas publicitárias, logo depois do fim do programa. Tentou trilhar carreira artística, não rolou, mas seguiu como modelo, profissão que ainda exerce. Munik teve sorte no jogo e também no amor. Ela conheceu e se apaixonou por um empresário de Fortaleza e hoje vive muito bem no nordeste.
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Paula Leite

Depois de cinco tentativas, ela entrou na casa em 2011, aos 23 anos. Não levou o prêmio final, mas ganhou tudo que tinha direito até um apartamento e duas motos. Fora da casa, a sorte também a acompanhou e Paulinha ganhou 24 vezes na loteria, totalizando quase R$ 300 mil. Empresária em sua cidade natal, Boa Vista, capital de Roraima, ela perdeu mais 40 quilos em pouco mais de um ano e virou modelo. Sobre a nova silhueta, ela diz: "Nunca tive problema em ser gorda. A minha decisão de mudar o corpo envolveu a visibilidade exigia isso, por trabalhar com a imagem, e pela saúde mesmo".
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Solange Vega

Ex-frentista, babá e doméstica, ela teve uma passagem icônica no "BBB" ao cantar "We Are the World" sem saber pronunciar uma palavra em inglês, que virou o hit involuntário "Iarnuou". Ela trabalhou de hostess, ring girl e modelo para se manter no Rio, onde decidiu morar após o "Big Brother Brasil". "Coloquei na cabeça que queria seguir na carreira a artística e fui estudar." Depois de 13 anos, ela acrescentou o sobrenome Vega virou atriz e hoje ganha a vida também como vendedora de roupas. Já fiz tantos cursos e workshops que perdi a conta. Perdi a conta também dos testes e não passei. Faz parte", conta Solange.