Veja 15 tradições exóticas que nos parecem muito assustadoras

Do BOL,
em São Paulo

O mundo é grande, cheio de povos e tradições. De Norte a Sul, algumas delas nos parecem um tanto extravagantes e causam estranheza. Confira abaixo algumas delas.

Veja também:

Reprodução/Wonderlist
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1

Canções para a noiva

A comunidade Tidong, da Indonésia, tem uma forma romântica de apresentar o noivo à noiva: eles só podem se conhecer depois que ele cantar diversas canções de amor para ela, já durante a cerimônia. Para ficar mais esquisito, os pombinhos só podem ir ao banheiro três dias depois do casamento para evitar que seus filhos tenham uma vida trágica
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2

Quizz dolorido

Este ritual é praticamente uma pegadinha na Coreia do Sul: depois do casamento, os amigos tiram os sapatos do noivo e batem em seus pés com varas e peixes quando ele não sabe a resposta para perguntas sobre a vida conjugal
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3

Cuspe da sorte

Na tradição Massai, no Quênia, a noiva tem os cabelos raspados e a cabeça untada com gordura de carneiro. Depois, seu pai cospe na cabeça e nos seios para desejar sorte e fortuna à filha
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4

Luva cheia de formigas

Para que um menino passe a ser considerado homem entre os nativos da tribo Sateré-Mawé, da Amazônia, ele tem de enfiar a mão vinte vezes em uma luva cheia de formigas tocandira, que têm a picada mais dolorosa do mundo
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5

Casamento entre crianças

Apesar de proibido há décadas, o casamento infantil ainda é comum em muitas partes da Índia. Crianças de ambos os sexos são obrigadas por seus pais a se casarem sem conhecer os noivos, muitas delas com menos de 10 anos de idade
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Um mês de choro contínuo

As noivas da comunidade Tushia, da China, começam a se preparar para o casamento um mês antes da cerimônia. A preparação consiste em chorar pelo menos uma hora por dia. Depois de 10 dias, a mãe da noiva entra no berreiro e, em mais 10 dias, é a vez da avó e todas as mulheres da família. O choro é uma demostração de amor e felicidade
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7

Placenta como alimento

Comum entre diversas espécies animais, o hábito de a mãe comer a placenta depois do parto também está presente em algumas culturas da China e Índia. A medicina tradicional acredita que o alimento ajuda na depressão pós-parto, mas não há nada que prove isso cientificamente
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8

Casamento inusitado

Mangal dosha é uma combinação astrológica que, segundo a tradição hindu, faz com que a pessoa seja dominada por espíritos. Para que os espíritos não prejudiquem seus maridos, noivas que nasceram sob essa condição têm de passar por um ritual de purificação se casando com árvores ou animais
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Corpos para os abutres

No zoroastrismo, religião fundada na antiga Pérsia, os corpos dos mortos devem ser bem lavados e dispostos no alto de templos para que sejam comidos pelos abutres. O objetivo é que os mortos se livrem de toda forma física e só preservem o seu eu espiritual
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10

Caixões nas alturas

Antigas dinastias chinesas penduravam os caixões dos mortos no alto de penhascos, para que ficassem mais perto do céu e seus espíritos pudessem sair para passear entre as rochas
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11

Autoflagelação religiosa

Muitos xiitas praticam o ritual de autoflagelação na Lamentação de Muharram, data que lembra a morte do neto de um profeta em batalha. Os homens açoitam o próprio torso nu com lâminas amarradas a correias
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12

Devoção doída

Seguidores de Murugan, entre o povo Tâmil, celebram sua devoção enfiando espetos e lanças pelo corpo
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13

Mutilação de dedos por luto

O povo Ndani, da Papua-Nova Guiné, tem o hábito de cortar pedaços dos dedos em sinal de luto por pessoas queridas. Os dedos são enterrados junto com o defunto
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14

Parto solitário

Em regiões rurais da Nigéria, a tradição diz que as grávidas devem ser deixadas sozinhas para dar à luz por contra própria. A crença popular acaba gerando complicações e abortos. Recentemente, voluntários passaram a viajar pelo país para dar assistência a essas mães
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15

Arremesso de bebês

Nada pode ser mais estranho do que o arremesso de bebês. Na região de Karnataka, na Índia, as crianças são atiradas do alto de um templo de 15 metros e amparadas por pessoas que seguram um pano. O objetivo é trazer boa sorte ao bebê