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Terça-feira, 25 de JUNHO de 2019

09/10/2007 - 17h16

Deputados folheiam "Playboy" de Mônica Veloso, mas evitam comentar fotos

Discretamente, exemplares da revista "Playboy" da jornalista Mônica Veloso circulam nos corredores da Câmara. Alguns deputados admitiram ter visto as fotos da jornalista, mas ninguém assumiu ter comprado um exemplar da revista que tem Mônica --pivô do primeiro processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) --na capa deste mês.

Divulgação
Mônica Veloso posa para a revista masculina "Playboy"; veja galeria
Mônica Veloso posa para a revista masculina "Playboy"; veja galeria


Sem contar a quem pertencia a revista, o líder do DEM na Câmara, Onyx Lorenzoni (RS), evitou fazer adjetivos à forma física de Mônica. "Eu vi a revista. A jornalista Mônica Veloso está no direito dela de viabilizar recursos para sustentar a filha. Eu a respeito", disse ele.

Um dos parlamentares viu a revista, mas disse que sua mulher é mais bonita que Mônica. "Não estou curioso, não. Minha mulher é muito mais bonita do que a Mônica Veloso", disse o vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS). "Vou ver a revista porque há sempre textos interessantes na Playboy."

Flagrado entrando na banca de jornal do Congresso Nacional, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) negou que tenha adquirido um exemplar da "Playboy". "Fui à banca para trocar uma nota de R$ 50 para pagar o motorista de táxi. É que o motorista não tinha troco. Mas não comprei nada, não", afirmou.

Cauteloso, o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (MG), reagiu com humor ao ser questionado se havia visto as fotos da jornalista. "O assunto é tão perigoso que nem a revista eu quero ver. Só uma foto já dá pensão [alimentícia]", disse ele, numa referência à pensão alimentícia paga por Renan a Mônica --com quem tem uma filha fora do casamento.

Em pouco mais de duas horas, a banca de jornal do Congresso Nacional vendeu 40 exemplares da revista nesta terça-feira.

Segundo o responsável pela banca, os deputados e senadores evitam comprar pessoalmente a revista e preferem mandar seus assessores para efetivar o negócio. No total, ele solicitou 100 exemplares da "Playboy".

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