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17/04/2009 - 23h44

República abriga o palco dedicado ao rock na Virada Cultural

O palco dedicado ao rock na Virada Cultural de São Paulo, que acontece na cidade entre os dias 2 e 3 de maio, traz nomes como Ike Willis, que fez fama como cantor do grupo de Frank Zappa.

Outro grande destaque é a participação especial do original Camisa de Vênus no palco, que fica na praça da República, região central da cidade.

Leia mais sobre o evento no Catraca Livre

Veja abaixo a programação do palco:

Divulgação
Tutti-Frutti, Joelho de Porco e Som Nosso de Cada Dia integram a programação do palco
Tutti-Frutti, Joelho de Porco e Som Nosso de Cada Dia integram a programação do palco


Sábado, 2 de maio

  • 19h - "Fruto Proibido" (1975), banda Tutti-frutti


Formada em 1973 pelo guitarrista Luiz Carlini, a banda Tutti Frutti acompanhou nomes como Rita Lee e Raul Seixas.

O show da virada celebrará os 35 anos de lançamento do álbum "Fruto Proibido".

  • 20h50 - O Som Nosso de Cada Dia


O Som Nosso de Cada Dia é considerada uma das primeiras bandas nacionais a fazer rock progressivo no Brasil, dando a suas canções toques psicodélicos, em uma época em que o progressivo começava a despontar no cenário internacional.

Formada nos anos 70 em São Paulo, a banda lançou seu primeiro disco, "Sneg", de 1974. Dois anos depois, lançaram "Sábado/Domingo", um álbum peculiar cujo lado A traz black music e o B, o som progressivo que marcou a carreira da banda.

  • 22h40 - Próspero Albanese e Joelho de Porco


O Joelho de Porco é um dos grandes nomes do rock-humor brasileiro. A banda paulistana foi fundada em 1972, e é apontada como precursora do movimento punk no Brasil.

Entre idas e vindas de seus integrantes, a banda gravou quatro discos. Com status de banda cult, os integrantes remanescentes do Joelho de Porco se juntam para raros shows.

23.jan.2004/Eduardo Knapp/Folha Imagem
Grupo Camisa de Vênus vai se reunir para show durante a Virada Cultural no palco instalado na praça da República, dedicado ao rock
Grupo Camisa de Vênus vai se reunir para show durante a Virada Cultural no palco instalado na praça da República, dedicado ao rock


Domingo, 3 de maio

  • 0h10 - Camisa de Vênus


Camisa de Vênus é uma banda baiana que conhecida por sua irreverência devido a episódios como, ao chegar em São Paulo, no escritório da Som Livre, ter se negado a mudar o nome da banda --então considerado obsceno pela gravadora.

Como resultado do episódio, o grupo perdeu o contrato e acabaram por ficar anos sem gravadora.

A banda fez sucesso com músicas como "Eu Não Matei Joana D'Arc", "Silvia", "Beth Morreu", "A Ferro e Fogo", "Só o Fim", entre outras.

Divulgação
Velhas Virgens, Los Goiales All Stars e MQN (da esq. para a dir.) se apresentam na madrugada de domingo
Velhas Virgens, Los Goiales All Stars e MQN (da esq. para a dir.) se apresentam na madrugada de domingo


  • 2h10 - Velhas Virgens


Velhas Virgens é uma banda paulistana com nove discos lançados que volta e meia trazem participações especiais como as de Roger Moreira, Marcelo Nova, Sergio Hinds, Oswaldo Vechione e Rita Lee.

Com letras divertidas e um rock de primeira qualidade, a Velhas Virgens tem mais de 20 anos de carreira.

  • 4h - Los Goiales All Stars


Dupla formada por David e Coverdele, uma evidente paródia ao vocalista do Whitesnake e Deep Purple, David Coverdale, o Los Goiales All Stars caracteriza-se pela bem humorada sátira que produzem em seus trabalhos.

Ficaram famosos em todo o país com a engraçadíssima "Eu Vou com Meu Amigo", que mistura a música heavy metal com as vozes e o visual sertanejas.

  • 5h20 - MQN


O MQN completa 12 anos de estrada em 2009, trazendo na bagagem o rock explosivo que tornou a banda goiana em uma das referências de rock independente brasileiro.

O grupo já teve a experiência de dividir o palco com bandas do gabarito de Deep Purple, Buzzcocks, Mudhoney, Man or Astroman, Sepultura, Superchunk, Sergio Dias (os Mutantes), Nebula, Watts, Los Natas e Thee Butcher Orchestra.

Divulgação
Matanza criou um estilo próprio, batizado por muitos de country core; grupo carioca se apresenta a partir de 6h50 na Virada
Matanza criou um estilo próprio, batizado por muitos de country core; grupo carioca se apresenta a partir de 6h50 na Virada


  • 6h50 - Matanza


A banda carioca Matanza criou um estilo próprio, batizado por muitos de country core. Com fortes influências de Slayer e Motorhead, Matanza cativou um público fiel.

As letras falam sobre bebida, mulher e violência. Acostumados a misturas e novas experimentações, sem que em momento algum percam o peso de sua música, em 2005, gravaram um álbum com versões para músicas da fase inicial de Johnny Cash, batizado "To Hell with Johnny Cash".

Depois, lançaram "A Arte do Insulto", álbum no qual o Matanza explora diversos elementos da música tradicional irlandesa.

Seu último trabalho é "MTV Apresenta Matanza", gravado em São Paulo no ano passado.

Raimundo Paccó/Julia Moraes/Ana Ottoni/Folha Imagem
Hélio Flanders, da banda Vanguart, Jorge du Peixe, da Nação Zumbi, e Japinha da CPM 22 (à partir da esq.)
Hélio Flanders, da banda Vanguart, Jorge du Peixe, da Nação Zumbi, e Japinha da CPM 22 (à partir da esq.)


  • 8h30 - Vanguart


Uma das grandes revelações do rock nacional nos últimos anos, a Vanguart surgiu da cena do rock de Cuiabá.

A banda nasceu quando Hélio Flanders recrutou um grupo de amigos para executar ao vivo as canções que ele havia composto em seu quarto, com poucos recursos, mas que começavam a ganhar espaço na internet.

  • 10h10 - CPM 22


O CPM 22 é uma banda brasileira da nova geração que mistura o hardcore com rock melódicos.

Seguindo os passos de veteranos como Charlie Brown Jr., o CPM 22 é sucesso entre adolescentes e despontam como uma promessa de renovação no cenário nacional.

Em 2008, conquistaram o Grammy Latino de melhor álbum de rock.

  • 12h - Nação Zumbi


A Nação Zumbi, banda pernambucana nascida no início dos anos 90, ficou famosa em todo o país por acompanhar Chico Science e ser, ao lado do Mundo Livre S/A, fundadora do movimento Manguebeat.

Originária da junção das bandas Loustal (punk-rock) e Lamento Negro (samba-reggae) mantém viva a diversidade de seu som originária de sua origem e da sua cidade natal, Recife.
Mesmo com a morte de Chico Science em 1997, a Nação Zumbi se manteve ativa.

Luciano Piva/Divulgação
Nasi, ex-vocalista do Ira!, durante apresentação; cantor estará em dose dupla na Virada Cultural, um dos palcos é o da República
Nasi, ex-vocalista do Ira!, durante apresentação; cantor estará em dose dupla na Virada Cultural, um dos palcos é o da República


  • 14h - Nasi


Marcos Valadão Rodolfo, o Nasi, é figura conhecida no rock nacional. Mais que um simples roqueiro, Nasi é um amante da contestação.

Nasi fundou em 1983 uma das mais importantes e originais bandas de rock paulistano, o Ira!.
Paralelamente ao Ira!, Nasi sempre teve seus projetos pessoais, envolvendo-se na contra-cultura. Produziu e estimulou o rap e a cultura hip-hop --foi ele quem produziu o primeiro trabalho de Thaide e DJ Hum.

Na Virada Cultural, ele se apresenta em dois palcos, no do rock, fazendo seu próprio show, e no palco Toca Raul.

Divulgação/Folha Imagem/Divulgação
Ike Willis, Marsicano e The Central Scrutinizer Band (à partir da esq.) se apresentam no palco da República
Ike Willis, Marsicano e The Central Scrutinizer Band (à partir da esq.) se apresentam no palco da República


  • 15h50 - Sitar Hendrix


A apresentação Sitar Hendrix é comandada pelo citarista Marsicano, discípulo de Ravi Shankar e faz questão de se misturar a todos os estilos musicais, do forró ao rock.

O guitarrista Jimi Hendrix era aluno de cítara e sempre alimentou o projeto de gravar um disco tocando o instrumento. Marsicano propõe realizar o desejo do guitarrista em seu disco "Sitar Hendrix".

  • 17h20 - Ike Willis e a Central Scrutinizer Band


Formada há quase 20 anos, a banda The Central Scrutinizer Band é considerada uma das melhores cover de Frank Zappa.

Ike Willis é vocalista e guitarrista que esteve ao lado do lendário Frank Zappa por mais de 15 anos, sobrevivendo a inúmeras alterações na formação da banda que os acompanhava.

Ele continua tocando as músicas que compôs e executou ao lado de Frank Zappa, além de apresentar seu próprio repertório que em muito se aproxima da obra de Zappa.

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