Casos de superação e histórias que emocionam; confira

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    • Deficiência [11817]; Superação na educação [72109];
Fotos

Histórias de superação podem servir como incentivo para aqueles que vivem reclamando da vida. Conheça pessoas que, apesar das dificuldades, não abandonaram seus sonhos e conquistaram seus objetivos Montagem/BOL Mais

Atual deputada federal pelo PSDB, Mara Gabrilli sofreu um acidente de carro há 17 anos que a deixou tetraplégica. Na ocasião, ela passou cinco meses internada e saiu do hospital impossibilitada de mexer seu corpo do pescoço para baixo. Apesar do baque inicial, Mara não se abateu e fundou uma ONG, em 1997, especializada em pesquisas para cura de paralisias. Em sua carreira política, desenvolveu projetos que facilitam o cotidiano de deficientes físicos, como o aumento do número de ônibus acessíveis, serviços especiais em bibliotecas e melhoras nas calçadas públicas Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

Michael Jerome Oher é um jogador profissional de futebol norte-americano que atua na linha ofensiva pelo Baltimore Ravens, time da principal liga do esporte nos Estados Unidos. Antes de alcançar o estrelato, sua vida foi marcada por dificuldades. Nascido em Memphis, ele é um dos 12 filhos de uma família envolvida com crimes e drogas. Michael chegou a morar na rua e em abrigos até ser adotado, em 2004, por um casal rico, que ofereceu estudos e uma vida melhor para o jovem. Suas novas notas escolares e seu porte físico chamaram atenção da Universidade do Mississipi, onde conseguiu uma bolsa de estudos e despontou como atleta. Sua vida inspirou o filme "Um Sonho Possível", estrelado por Sandra Bullock, em 2009 Reprodução Mais

A jornalista Flávia Cintra nunca imaginou que iria passar por uma situação tão delicada em sua vida. Aos 18 anos, ela foi gravemente ferida por um acidente de carro, que a deixou sem os movimentos do pescoço para baixo. Com o sonho de ser mãe, ela teve de enfrentar preconceitos para realizar sua maternidade e chegou a afirmar que pessoas a olhavam com repúdio, como se fosse um crime uma tetraplégica ficar grávida. Atualmente, trabalha como repórter do "Fantástico", na rede Globo, e é mãe dos gêmeos, Mariana e Mateus Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

Após mais de 80 anos, Audrey Crabtree, de 99 anos, recebeu seu diploma honorário de conclusão do ensino médio. Ela teve de deixar a escola em 1932, pouco antes de terminar os estudos, por ter sofrido um acidente. Logo depois, o retorno aos estudos foi interrompido porque ela teve que cuidar da avó doente. Audrey se casou duas vezes, fundou uma empresa de flores, teve dois filhos, cinco netos e quatro bisnetos. Apesar disso, a família notou que ela permanecia insatisfeita por não ter um diploma. Eles então entraram em contato com a escola, que decidiu entregar o documento para a ex-aluna. Durante a cerimônia, ela recebeu uma cópia do seu último boletim e recordações de seu tempo na escola Tiffany Rushing/Courier Staff Photographer/AP Photo Mais

A britânica Chloe Holmes tem 15 anos e um problema de gente grande. Após contrair uma infecção sanguínea causada por bactérias, ela perdeu todos os dedos da mão esquerda e alguns da mão direita. Com a ajuda da tecnologia, ela conseguiu um feito histórico e está participando da criação de uma prótese especial. Com o objeto, ela consegue por meio de impulsos elétricos comandar um braço mecânico Reprodução/Blogs Mais

O australiano Nicholas Vujicic fez de sua deficiência um motivo de orgulho. Nascido sem braços e pernas, ele ficou famoso no mundo inteiro pelas inúmeras palestras motivacionais que comovem estudantes e pessoas. Depois de uma infância e juventude difícil e privada de muitas brincadeiras, ele fundou, aos 17 anos, a ONG "Vida Sem Membros", que ajuda pessoas com necessidades especiais. Em suas palestras, ele fala sobre deficiência, esperança, perseverança e o sentido da vida Divulgação Mais

A geógrafa Karolina Cordeiro conseguiu superar uma história de dificuldade junto com seu filho, Pedro, que nasceu com uma síndrome rara que afeta o sistema motor. A mãe decidiu parar de trabalhar para cuidar do filho, e foi além, colocou Pedro em um carrinho e passou a disputar corridas com ele. Em 2012, os dois realizara, pela primeira vez uma prova oficial de corrida, em Uberlândia (MG) Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

Aos 15 anos, em 1997, o britânico Matthew Newburry sofreu um acidente de moto que amputou sua perna esquerda. Sem desistir de sua nova condição, Matthew adquiriu uma perna mecânica e, quinze anos depois, conseguiu novamente realizar coisas simples, como subir escadas, e, feitos mais complexos, como andar de bicicleta Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

O polêmico atleta sul-africano Oscar Pistorius nasceu com uma doença conhecida como hemimelia fibular, que causou a remoção de suas duas pernas, na região abaixo do joelho. O fato nunca impediu o atleta de realizar esportes e atividades físicas com regularidade. Ele se destacou no atletismo, ganhou diversas medalhas em paraolimpíadas e quebrou recordes paraolímpicos. Seu maior destaque foi nas Olimpíadas de Londres, em 2012, quando concorreu contra atletas sem necessidades especiais, fato inédito na história dos Jogos Olímpicos. Em 2013, ele também foi notícia, mas por um motivo menos nobre: ele se envolveu em um crime de assassinato contra sua ex-namorada REUTERS/Dylan Martinez Mais

A bela modelo da foto acima é surda. Thaisy Payo ignorou sua deficiência e investiu em uma bem-sucedida carreira de modelo. Ela já foi eleita rainha de beleza de diversos concursos do interior brasileiro e se destacou com o título de Miss Surda Brasil 2013. Com o prêmio, ela vai disputar o título de Miss Mundo Surda na República Tcheca. Além de sua beleza, Thaisy é formada em Letras e Farmácia Generalista por universidades federais do Sul do país Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

Em 2002, o modelo Fernando Fernandes participou do "Big Brother Brasil", mas ficou sem o prêmio principal. A fama do reality o fez investir na carreira de ator, mas um acidente de carro, em 2009, o deixou paraplégico e pôs fim ao seu sonho. Fernando não se abateu e mudou de sonho: passou a treinar canoagem. Ele conquistando títulos de campeão mundial e bicampeão sul-americano do esporte Ale Socci/Green Pixel Mais

O físico britânico Stephen Hawking é um dos mais prestigiados matemáticos do mundo apesar de sofrer com uma grave doença conhecida como esclerose amiotrófica, que causa a morte dos neurônios responsáveis pelas atividades motoras. Excelente palestrante, Hawking usa um sistema de tecnologia avançado para se comunicar e locomover AFP Mais

Alcindo Carvalho sofreu um acidente de carro há sete anos, em São Paulo, e ficou tetraplégico. O trágico fato que mudou sua vida não foi capaz de abater sua vontade de viver, e Alcindo continuou fazendo tudo o que sempre gostou. Entre os desafios que enfrentou, ele aprendeu a cantar e tocar gaita, gravando um vídeo que serviu de inspiração para muitas pessoas na internet Reprodução/Blog História Reais de Superação Mais

O iraquiano Emmanuel Kelly se apresentou no reality show musical "The X-Factor Austrália" e encantou a todos com sua voz. Ele comoveu o público ao revelar que não sabia sua idade por não possuir uma certidão de nascimento. Emannuel nasceu em uma zona de guerra, perdeu os dois braços e teve partes das duas pernas amputada; além disso, foi abandonado em um orfanato, onde foi adotado pela australiana Moira Kelly, que lhe deu uma nova condição de vida. Emmanuel não venceu o programa, mas seu vídeo fez sucesso na internet e foi visualizado por milhões de pessoas no mundo inteiro. Clique no link mais para assistir ao vídeo. Reprodução/'X-Factor Australia' Mais

Em abril de 2012, Eliana Zagui resolveu contar para o mundo sua comovente história de vida: ela foi diagnosticada com poliomielite aos dois anos de idade e, desde então, mora no Hospital das Clínicas, o maior hospital da América Latina, onde chegou há 37 anos. Para agravar ainda mais a situação, o vírus a deixou paralisada do pescoço para baixo. Apesar da doença, Eliana resolveu seguir em frente e nunca desistiu de viver: aprendeu a pintar, estudou outras línguas, realizou o sonho de conhecer a praia, estudou bastante e escreveu o livro "Pulmão de Aço", no qual narra as situações difíceis, a convivência com os médicos e a relação com Paulo, seu melhor amigo, que sofre da mesma doença e divide o quarto com ela no hospital. Reprodução/Arquivos pessoais Mais

Cláudio Vieira de Oliveira, 37, nasceu com um grave problema genético que o deixou com o pescoço envergado para trás. Apesar disso, ele, que enxerga as coisas normalmente, aprendeu a ler e a escrever usando lápis com a boca, formou-se em contabilidade e trabalha como diretor fiscal no Sindicato dos Contabilistas da Bahia, além de ministrar palestras motivacionais Reprodução/Arquivos pessoais Mais

O pescoço virado de Cláudio Vieira de Oliveira não foi motivo para ele desistir de uma carreira de sucesso. Aos 37 anos, ele emociona com sua história: "Nasci com braços e pernas atrofiados, acharam que eu não ia vingar e me levaram às pressas para batizar. Houve quem incentivasse meus pais a não me alimentar. Achavam que, além de dar muito trabalho, eu acabaria vegetando", conta em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo Reprodução/Arquivos pessoais Mais

Em 2000, Claudio Vieira de Oliveira, teve uma das maiores emoções de sua vida: conheceu o papa João Paulo 2º. "Um amigo escreveu para o Vaticano relatando minha história e fui para Roma com ajuda de amigos e familiares. Encontrei o papa na praça São Pedro. Ele me deu um terço, disse que ia orar por mim e me deu a bênção", conta orgulhoso Reprodução/Arquivos pessoais Mais

A manicure Ediana Aparecida dos Santos Legiere vive uma história de amor e superação com um ex-mendigo viciado em crack. Ela conheceu seu marido, o atendente de lanchonete Augusto Cesar Legiere em Jundiaí (60 km de São Paulo), em 2006, quando ele, morador de rua e viciado em crack, pedia comida na casa vizinha. Depois de enfrentarem a família, amigos e vizinhos de Ediana, o casal venceu o preconceito e o vício de Augusto. Hoje, eles têm um filho de quatro anos Jorge Araujo/Folhapress Mais

A japonesa Aya Kitou sofreu com uma doença generativa que a matou em 23 de maio de 1988. Antes de sua morte, ela foi capaz de servir de inspiração para milhões de pessoas no Japão e no mundo com as confissões escritas em seu diário, publicado com o título de "Um Litro de Lágrimas". Sua doença deteriorava seu cérebro sem afetar sua memória e mente, mas, aos poucos, ela ficou sem andar, falar, escrever e comer. Aya foi perdendo alguns de seus amigos e teve de encarar a vida de outra maneira. Apesar dos problemas, finalizou seu diários com a frase: "O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais e mais" Reprodução Mais

Vítima de paralisia infantil e morando há mais de 40 anos em uma UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Paulo Henrique Machado, 45, que entende de computação gráfica, decidiu transformar suas aventuras em uma animação 3D. Voltada para o público infantil, a série de desenhos "As Aventuras de Léca e Seus Amigos" mostra a infância de sete crianças com deficiência física. Léca, melhor amiga de Paulo, mora na cama ao lado e é autora do livro "Pulmão de Aço" Joel Silva/Folhapress Mais

Um americano diagnosticado com uma doença terminal levou a filha ao altar em uma maca de hospital. Os convidados presentes no casamento choraram e bateram palmas ao ver que Scott Nagy conseguiu participar do casamento da filha Sarah no sábado (12.out.2013) na Primeira Igreja Evangélica Luterana, em Ohio, nos Estados Unidos. "Fiz uma promessa em março que iria acompanhá-la até o altar", afirmou o homem de 56 anos diagnosticado no ano passado com câncer de uretra The Plain Dealer, John Kuntz/AP Mais

20.out.2013 - Aos 37 anos, Márcia Barros conseguiu engravidar de seu segundo filho, mas teve de dividir a alegria da maternidade com a triste notícia de um câncer de mama que atingiu seu seio direito. Na ocasião, ela teve que decidir entre fazer um aborto para combater a doença ou iniciar o tratamento durante sua gestação, mesmo sabendo que os hormônios necessários à gravidez poderiam agravar ainda mais o seu quadro. Ela seguiu em frente com a gravidez, enfrentou o problema, retirou o seio doente aos três meses de gestação e se submeteu a uma quimioterapia. Hoje em dia, não tem dúvidas de que escolher a maternidade foi a opção que a salvou Reprodução/Blogs Mais

11.nov.2013 - O veterano de guerra Jerral Hancock, 27, perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Na foto, destaque para a tatuagem em seu rosto, que significa "guerreiro" em chinês. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Ao retornar para casa depois da guerra, Jerral Hancock, 27, foi considerado herói no deserto californiano de Mojave, nos Estados Unidos, onde morava. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido pela explosão de uma bomba. Poucos meses depois de ter voltado, no entanto, foi abandonado pela mulher e ficou com seus dois filhos, Julio, 6, e Anastacia, 9. Na foto, Hancock bebe refrigerante com a ajuda de seu padrasto, Dirrick Benjamin. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Em sua cadeira de rodas elétrica, Jerral Hancock, 27, observa algumas fotos da época da guerra do Iraque, que ficam expostas na parede de sua casa móvel, pouco maior do que um trailer. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - O veterano de guerra Jerral Hancock diz que se viu praticamente preso à sua casa móvel após sua van adaptada para a cadeira de rodas quebrar. Durante a guerra do Iraque, ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido pela explosão de uma bomba. Seu anonimato foi interrompido somente quando alguns estudantes souberam de suas dificuldades e resolveram ajudá-lo. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Jerral Hancock, 27, e sua filha Anastacia, 9, chegam à Lancaster High School para conversar e agradecer aos estudantes que organizaram um evento para arrecadar fundos para ajudá-lo. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido pela explosão de uma bomba durante a guerra do Iraque e precisava de uma nova casa após sua van quebrar e ter sido abandonado pela mulher. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Anastacia, filha de Jerral Hancock, 27, agradece a um dos estudantes voluntários da Lancaster High School. Eles organizaram um evento para arrecadar fundos para ajudar o veterano dae guerra do Iraque a comprar uma casa nova. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Jerral Hancock, 27, com o grupo de estudantes voluntários da Lancaster High School, que organizaram um evento para ajudar o veterano de guerra. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Ao saberem sobre a história e as dificuldades enfrentadas por Jerral Hancock, estudantes e voluntários organizaram uma venda para arrecadar fundos para construir uma nova casa para o veterano de guerra, que perdeu um braço e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba no Iraque. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - O veterano de guerra Fred Johnson, 73, observa o evento organizado por estudantes e voluntários para arrecadar fundos para a construção de uma nova casa para Jerral Hancock, 27. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Imagem da voluntária Charlene Johnson é refletida em um quadro num estaleiro onde foi realizado o evento beneficente para arrecadar fundos para o veterano Jerral Hancock, 27, comprar uma nova casa. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Voluntária retira faixa após a realização do evento organizado para arrecadar fundos para a nova casa de Jerral Hancock. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Jae C. Hong/AP Mais

11.nov.2013 - Jerral Hancock, 27, em frente à sua casa, no deserto californiano de Mojave, nos Estados Unidos. Ele perdeu o braço esquerdo e os movimentos da cintura para baixo após ser surpreendido por uma explosão de bomba durante a guerra do Iraque. Voluntários organizaram um evento para arrecadar fundos para ajudar o veterano da guerra do Iraque a comprar uma casa nova. Jae C. Hong/AP Mais

25.dez.2013 - Em 2010, uma jovem que tinha 16 anos na época levou seis tiros, quatro deles na cabeça, pelo ex-namorado (esq.) que não aceitava o fim do relacionamento. Ela foi levada para um matagal em Mairinque, na Grande São Paulo, e espancada após os tiros. Agora, em 2013, a vítima deu entrevista para o "Brasil Urgente" (Band) e segue normalmente com a vida. Confira vídeo com o depoimento. Reprodução/Band Mais

27.jan.2014 - O ex-BBB Fernando Fernandes deu mais um exemplo heroico de superação após o drama sofrido em 2009, quando perdeu o movimento das pernas ao sofrer um acidente de carro. O modelo deu a volta por cima e, como atleta paraolímpico, já é tetracampeão em canoagem. Fernando ainda não pode andar, mas nesta segunda-feira as evoluções fisioterapêuticas permitiram que ele ficasse em pé por alguns instantes, pela primeira vez após a paraplegia. "A esperança vê o invisível, sente o intocável e alcança o impossível! Tudo no seu momento", escreveu Fernando. Reprodução/ Mais

3.fev.2014 - Aos poucos, as autoridades das Ilhas Marshall, um arquipélago no meio do oceano Pacífico, vão descobrindo mais informações sobre o homem de 37 anos que desembarcou em um pequeno atol, na última quinta-feira (30), alegando ter passado 13 meses à deriva no mar. O náufrago foi identificado como José Salvador Alvarenga, Ele é de El Salvador, mas vive como pescador no México há 15 anos. Ele também deu detalhes da morte de um colega que o acompanhava e revelou ter pensado em se matar. Giff Johnson/AFP Mais

3.fev.2014 - Náufrago mexicano que se identificou como José é amparado ao deixar o navio "Lomor", da Guarda Costeira das Ilhas Marshall, no Pacífico, em Majuro, nesta segunda-feira (3), após 22h de viagem desde o atol Ebon, onde foi encontrado. As autoridades descobriram que seu nome é José Salvador Alvarenga, ele é de El Salvador, mas vive como pescador no México há 15 anos. Giff Johnson/AFP Mais

3.fev.2014 - José contou que estava pescando pequenos tubarões e camarões junto com um jovem chamado Ezekiel quando o barco onde estavam foi atingido por uma tempestade, em 21 de dezembro de 2012. Hilary Hosia/AFP Mais

3.fev.2014 - Segundo o pescador, após alguns dias, que ele estima ser quatro meses, Ezekiel, seu companheiro, morreu, já que se recusava a comer pássaros, tartarugas e pequenos tubarões para sobreviver. Reprodução/Daily Mail Mais

3.fev.2014 - Quando não conseguia recolher água da chuva, Alvarenga bebia sangue de animais e, até mesmo a própria urina. Perguntado se não se sentia entediado ou assustado, o pescador disse que não. Reprodução/Daily Mail Mais

4.jan.2014 - O náufrago de El Salvador, José Alvarenga, que garante ter passado mais de um ano à deriva e que foi encontrado na semana passada em um remoto atol das Ilhas Marshall cortou os cabelos e se barbeou após sair do hospital em que foi internado. Alvarenga deve permanecer em um hotel até sexta-feira, quando deixará o país. Ele falou nesta terça-feira com sua família, segundo fontes do hospital em que foi internado. Reprodução/Daily Mail Mais

4.jan.2014 - O náufrago de El Salvador, José Alvarenga, que garante ter passado mais de um ano à deriva e que foi encontrado na semana passada em um remoto atol das Ilhas Marshall, cortou os cabelos e se barbeou após sair do hospital em que foi internado. Alvarenga deve permanecer em um hotel até sexta-feira, quando deixará o país Reprodução/Daily Mail Mais

4.jan.2014 - O náufrago de El Salvador, José Alvarenga, que garante ter passado mais de um ano à deriva e que foi encontrado na semana passada em um remoto atol das Ilhas Marshall cortou os cabelos e se barbeou após sair do hospital em que foi internado. Alvarenga deve permanecer em um hotel até sexta-feira, quando deixará o país Reprodução/Daily Mail Mais

4.fev.2014 - Os pais de José Alvarenga, o náufrago de El Salvador que garante ter passado mais de um ano à deriva e que foi encontrado na semana passada em um remoto atol das Ilhas Marshall, afirmaram que não tinham notícias do filho havia oito anos. Reprodução/Diário El Mundo Mais

12.fev.2014 - O adolescente britânico Deryn Blackwell, de 14 anos, ouviu dos médicos há dois meses que tinha apenas três dias de vida, mas surpreendeu a todos com sua recuperação. O caso de Deryn é o único conhecido no mundo de uma pessoa a ser diagnosticada com leucemia e sarcoma de células de Langerhans, um câncer raro. O diagnóstico foi feito há três anos e, durante o tratamento, em dezembro de 2013, ele contraiu outra doença que atacava seu sistema imunológico debilitado pelos dois tipos de câncer. Ele foi para uma casa de repouso para pacientes terminais, onde se preparou, junto a sua família, para o pior. Mas seu corpo começou, inexplicavelmente, a lutar contra as infecções e produzir hemácias - células vermelhas do sangue - saudáveis novamente. BBC Mais

10.mar.2013 - "Uma tragédia ou uma história de superação?" Essa é a pergunta estampada no cartão pessoal de David Santos Souza, de 22 anos. No domingo (9), ele completou um ano sem o braço direito, decepado enquanto andava de bicicleta, rumo ao trabalho, na ciclofaixa da avenida Paulista, por um carro que tinha ao volante um homem embriagado. O condutor arremessou o membro em um rio. Morador de Cidade Júlia, bairro da periferia paulistana no limite com Diadema, Souza não desistiu de pedalar, mesmo com o trauma de um ano atrás. Longe disso. Todos os dias, vence com a bicicleta os 21 km que separam sua pequena casa, onde mora com um amigo, da Escola Roberto Simonsen, do Senai, no Brás, centro. "Vou em 40 minutos", relata. Divulgação/Conforpés Mais

20.mar.2014 - Adrianne Haslet-Davis, 32, dançarina profissional de balé e professora de dança que teve o pé amputado após as explosões na Maratona de Boston, fez sua primeira dança desde o atentado durante a conferência da fundação sem fins lucrativos TED, em Vancouver, Canada. Adrianne recebeu uma espécie de "perna biônica" feita especialmente para o seu caso e com especificações que a permitissem se movimentar o suficiente para retomar a carreira. A dançarina fez alguns passos de rumba sem esconder a emoção e as lágrimas. Reprodução/blog.ted.com Mais

20.mar.2014 - Adrianne Haslet-Davis, 32, dançarina profissional de balé e professora de dança que teve o pé amputado após as explosões na Maratona de Boston, fez sua primeira apresentação desde o atentado, durante a conferência da fundação sem fins lucrativos TED, em Vancouver, Canada. Adrianne recebeu uma espécie de "perna biônica" feita especialmente para o seu caso e com especificações que a permitissem se movimentar o suficiente para retomar a carreira. A dançarina fez alguns passos de rumba sem esconder a emoção e as lágrimas Reprodução/blog.ted.com Mais

20.mar.2014 - Adrianne Haslet-Davis, 32, dançarina profissional de balé e professora de dança que teve o pé amputado após as explosões na Maratona de Boston, fez sua primeira apresentação desde o atentado, durante a conferência da fundação sem fins lucrativos TED, em Vancouver, Canada. Adrianne recebeu uma espécie de "perna biônica" feita especialmente para o seu caso e com especificações que a permitissem se movimentar o suficiente para retomar a carreira. A dançarina fez alguns passos de rumba sem esconder a emoção e as lágrimas Reprodução/blog.ted.com Mais

30.mar.2013 - Mesmo definhando com uma doença conhecida como hepatite crônica por cobre, o labrador Wyatt, 8, mostra que ainda pode ser útil ao casal de cegos Leandro, 39, e Esvana Marques, 37, juntos há doze anos. A doença do cão faz o cobre dos alimentos ser retido nos músculos, que se atrofiam mais a cada dia. Com isso, o pet vive ofegante, cansado e tem dificuldades para comer e beber água. Mesmo assim, o cão fiel apresenta-se para o trabalho: abre portas, encontra saídas, escadas, elevadores e banheiros, dando segurança ao casal. Preocupados e gratos ao bicho, os donos não economizam e destinam 40% de sua renda para ajudar o animal e, assim, retribuir o carinho e o auxílio que receberam ao longo dos anos Joel Silva/Folhapress Mais

05.abr.2014 - Márcio Rony da Cruz Nunes, de 37 anos, ficou com 75% do corpo queimado após resgatar três pessoas de uma família em um ônibus incendiado por criminosos em São Luís (MA), há 3 meses. O descarregador de mercadorias contou à Folha de S.Paulo que já passou por três cirurgias. A pele que nasce no rosto é protegida por uma máscara e, para andar, ele usa aparelhos ortopédicos para sustentar os pés lesionados. "Não me acho um herói, não. Acho que foi um ato de bravura. Consegui salvar as três pessoas e a mim também", declarou Márcio, que foi transferido para um hospital de Goiânia, onde continua em tratamento. Somente recentemente ele soube que uma das pessoas que resgatou, a menina Ana Clara, morreu pouco depois Weimer Carvalho/Folhapress Mais

05.abr.2014 - Márcio Rony da Cruz Nunes, de 37 anos, ficou com 75% do corpo queimado após resgatar três pessoas de uma família em um ônibus incendiado por criminosos em São Luís (MA), há 3 meses. O descarregador de mercadorias contou à Folha de S.Paulo que já passou por três cirurgias. A pele que nasce no rosto é protegida por uma máscara e, para andar, ele usa aparelhos ortopédicos para sustentar os pés lesionados. "Não me acho um herói, não. Acho que foi um ato de bravura. Consegui salvar as três pessoas e a mim também", declarou Márcio, que foi transferido para um hospital de Goiânia, onde continua em tratamento. Somente recentemente ele soube que uma das pessoas que resgatou, a menina Ana Clara, morreu pouco depois Weimer Carvalho/Folhapress Mais

05.abr.2014 - O casamento de Heather Miller, 37, que aconteceu em um hospital na Pensilvânia (EUA), comoveu pacientes, amigos e familiares. A noiva realizou o grande sonho de se casar com o homem da sua vida após receber o diagnóstico de câncer terminal nos ossos. Segundo o Daily Mail, é grave o estado de saúde de Heather, por isso, amigos decidiram realizar a união com o noivo Brian Neff o mais rápido possível. No sábado (5), o pai da noiva montou um altar no centro de convenções do hospital e conduziu a filha em sua cama hospitalar até o local. "Eu não achava que isso iria acontecer. Eles realizaram meu sonho", declarou a noiva após a cerimônia. Antes do diagnóstico da doença, o casal, que está junto há cinco anos, planejava se casar em 16 de agosto Jeremy Long/AP Mais

05.abr.2014 - O casamento de Heather Miller, 37, que aconteceu em um hospital na Pensilvânia (EUA), comoveu pacientes, amigos e familiares. A noiva realizou o grande sonho de se casar com o homem da sua vida após receber o diagnóstico de câncer terminal nos ossos. Segundo o Daily Mail, é grave o estado de saúde de Heather, por isso, amigos decidiram realizar a união com o noivo Brian Neff o mais rápido possível. No sábado (5), o pai da noiva montou um altar no centro de convenções do hospital e conduziu a filha em sua cama hospitalar até o local. "Eu não achava que isso iria acontecer. Eles realizaram meu sonho", declarou a noiva após a cerimônia. Antes do diagnóstico da doença, o casal, que está junto há cinco anos, planejava se casar em 16 de agosto Jeremy Long/AP Mais

05.abr.2014 - O casamento de Heather Miller, 37, que aconteceu em um hospital na Pensilvânia (EUA), comoveu pacientes, amigos e familiares. A noiva realizou o grande sonho de se casar com o homem da sua vida após receber o diagnóstico de câncer terminal nos ossos. Segundo o Daily Mail, é grave o estado de saúde de Heather, por isso, amigos decidiram realizar a união com o noivo Brian Neff o mais rápido possível. No sábado (5), o pai da noiva montou um altar no centro de convenções do hospital e conduziu a filha em sua cama hospitalar até o local. "Eu não achava que isso iria acontecer. Eles realizaram meu sonho", declarou a noiva após a cerimônia. Antes do diagnóstico da doença, o casal, que está junto há cinco anos, planejava se casar em 16 de agosto Jeremy Long/AP Mais

26.abr.2014 - Adam Pearson sempre foi notado pela deformação no seu rosto. Porém há algumas semanas atrás ele ganhou status de celebridade - após aparecer no filme "Sob a Pele" ao lado de Scarlett Johansson. O britânico, de 29 anos, sofre de neurofibromatose, uma doença que afeta uma em cada 2,3 mil pessoas e causa tumores não cancerosos nos tecidos nervosos. Em entrevista ao jornal The Guardian, Pearson contou que sempre sofreu bullying e que já estava acostumado com olhares assustados e comentários negativos. No entanto, há algumas semanas, ele foi reconhecido como ator em uma loja. "As pessoas ficavam olhando e dizendo: 'nossa, é aquele homem'", disse Pearson, que foi fotografado pelos curiosos na ocasião. Reprodução/Film4, AFP PHOTO / CARL COURT ORG XMIT Mais

26.abr.2014 - O longa "Sob a Pele", ficção científica dirigida por Jonathan Glazer, trata de alienígenas que percorrem as ruas de Glasgow e sequestra homens desprevenidos. Em uma cena, Scarlett Johansson, que dá vida a uma alienígena, é vista com um homem encapuzado (Pearson), que revela o rosto desfigurado. Reprodução Mais

17.mai.2014 - Chantelle Brown-Young, 19, também conhecida como Winnie Harlow, é a primeira modelo com vitiligo - doença que provoca a despigmentação de partes da pele - a estrelar editoriais de moda. Depois de sofrer bullying durante muitos anos, a top foi foi escolhida este ano para o programa de TV "America's next top model", apresentado por Tyra Banks. Para conseguir realizar o sonho de ganhar as passarelas, a canadense foi morar na Califórnia e adotou o nome artístico Winnie Harlow Divulgação Mais

17.mai.2014 - Com muitos seguidores no Instagram, Winnie Harlow virou referência de positividade e aceitação para quem também tem a doença Divulgação Mais

17.mai.2014 - Chantelle Brown-Young, também conhecida como Winnie Harlow, sofreu bullying desde os quatro anos de idade, quando sua pele começou a perder a pigmentação Reprodução/Instagram Mais

17.mai.2014 - Na imagem, Chantelle Brown-Young, também conhecida como Winnie Harlow, a primeira modelo com vitiligo - doença que provoca a despigmentação de partes da pele - a estrelar editoriais de moda, posa para ensaio sensual. Divulgação Mais

19.mai.2014 - A jovem Torri Biddle, 19, nasceu com um dos braços bem menor que o outro e sem os dedos. O pai dela, Joe, a criou sozinho e sempre fez de tudo por ela. Joe apenas temia que a filha não conseguisse conquistar tudo o que desejava devido à deficiência. Para ajudar a garota, os amigos dela fizeram uma campanha nas redes sociais para que o "The Buried Life", um grupo que ajuda a realizar sonhos de pessoas, desse um braço biônico para Torry. Duas semanas depois de o grupo selecionar Torry, ela ganhou o braço biônico que permitia que fizesse movimentos com as mãos facilmente. A primeira coisa que a garota decidiu fazer foi abraçar seu pai por completo, o que, para ela, era um sonho. Joe disse ao "The Buried Life" que agora sabe que a filha pode fazer tudo o que quiser Reprodução/YouTube/The Buried Life Mais

19.mai.2014 - A jovem Torri Biddle, 19, nasceu com um dos braços bem menor que o outro e sem os dedos. O pai dela, Joe, a criou sozinho e sempre fez de tudo por ela. Joe apenas temia que a filha não conseguisse conquistar tudo o que desejava devido à deficiência. Para ajudar a garota, os amigos dela fizeram uma campanha nas redes sociais para que o "The Buried Life", um grupo que ajuda a realizar sonhos de pessoas, desse um braço biônico para Torry. Duas semanas depois de o grupo selecionar Torry, ela ganhou o braço biônico que permitia que fizesse movimentos com as mãos facilmente. A primeira coisa que a garota decidiu fazer foi abraçar seu pai por completo, o que, para ela, era um sonho. Joe disse ao "The Buried Life" que agora sabe que a filha pode fazer tudo o que quiser Reprodução/YouTube/The Buried Life Mais

19.mai.2014 - A jovem Torri Biddle, 19, nasceu com um dos braços bem menor que o outro e sem os dedos. O pai dela, Joe, a criou sozinho e sempre fez de tudo por ela. Joe apenas temia que a filha não conseguisse conquistar tudo o que desejava devido à deficiência. Para ajudar a garota, os amigos dela fizeram uma campanha nas redes sociais para que o "The Buried Life", um grupo que ajuda a realizar sonhos de pessoas, desse um braço biônico para Torry. Duas semanas depois de o grupo selecionar Torry, ela ganhou o braço biônico que permitia que fizesse movimentos com as mãos facilmente. A primeira coisa que a garota decidiu fazer foi abraçar seu pai por completo, o que, para ela, era um sonho. Joe disse ao "The Buried Life" que agora sabe que a filha pode fazer tudo o que quiser Reprodução/YouTube/The Buried Life Mais

19.mai.2014 - A jovem Torri Biddle, 19, nasceu com um dos braços bem menor que o outro e sem os dedos. O pai dela, Joe, a criou sozinho e sempre fez de tudo por ela. Joe apenas temia que a filha não conseguisse conquistar tudo o que desejava devido à deficiência. Para ajudar a garota, os amigos dela fizeram uma campanha nas redes sociais para que o "The Buried Life", um grupo que ajuda a realizar sonhos de pessoas, desse um braço biônico para Torry. Duas semanas depois de o grupo selecionar Torry, ela ganhou o braço biônico que permitia que fizesse movimentos com as mãos facilmente. A primeira coisa que a garota decidiu fazer foi abraçar seu pai por completo, o que, para ela, era um sonho. Joe disse ao "The Buried Life" que agora sabe que a filha pode fazer tudo o que quiser Reprodução/YouTube/The Buried Life Mais

19.mai.2014 - A jovem Torri Biddle, 19, nasceu com um dos braços bem menor que o outro e sem os dedos. O pai dela, Joe, a criou sozinho e sempre fez de tudo por ela. Joe apenas temia que a filha não conseguisse conquistar tudo o que desejava devido à deficiência. Para ajudar a garota, os amigos dela fizeram uma campanha nas redes sociais para que o "The Buried Life", um grupo que ajuda a realizar sonhos de pessoas, desse um braço biônico para Torry. Duas semanas depois de o grupo selecionar Torry, ela ganhou o braço biônico que permitia que fizesse movimentos com as mãos facilmente. A primeira coisa que a garota decidiu fazer foi abraçar seu pai por completo, o que, para ela, era um sonho. Joe disse ao "The Buried Life" que agora sabe que a filha pode fazer tudo o que quiser Reprodução/YouTube/The Buried Life Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

20.mai.2014 - A jovem Chelsey Jay, 23 anos, tem uma condição rara chamada Síndrome de Taquicardia Postural e viu seu sonho de ser uma grande modelo ficar distante ao precisar abandonar a carreira - pelo menos por um tempo - pois, por sua doença, que a faz desmaiar toda vez que se levanta, ela precisa viver confinada em uma cadeira de rodas. Em entrevista ao Daily Mail, Chelsey, que teve sua doença diagnosticada em 2012, revelou: "Quando me falaram, eu pensei que meus sonhos tinham chegado ao fim. Eu havia acabado de ingressar na carreira e, de repente, não aguentava mais ficar de pé nem para escovar os dentes". No entanto, a beleza da garota, que mora na Inglaterra, chamou a atenção de uma agência de modelos que preza pela diversidade. Desde então, ela tem posado para campanhas e feito eventos de passarela Reprodução/Daily Mail Mais

23.mai.2014 - A pequena Amelia é uma criança muito querida e amada agora, mas nem sempre foi assim. Filha do jovem casal Shannon Skinner, 20, e Anthony Hunt, 24, do Reino Unido, ela foi um susto para seus pais. Shannon engravidou acidentalmente após a contracepção falhar quatro meses depois do nascimento traumático de sua primeira filha, Lacie, que rompeu órgãos internos e a fez passar por uma cirurgia de reparação. Aconselhada pelos médicos e com medo de deixar a primeira filha sem mãe, a jovem passou por um aborto, mas o bebê sobreviveu e nasceu de cesariana no dia 1 de maio. Agora, os médicos precisam esperar para dizer se a criança sofrerá algum trauma por causa da tentativa de aborto. "Nós a chamamos de nosso bebê milagre", diz a mãe emocionada Reprodução/Daily Mail Mais

23.mai.2014 - "Eu sempre vou me arrepender do aborto, mas nunca vou me arrepender de ter tido Amelia", conta a jovem Shannon, 20, que foi aconselhada por médicos a abortar a segunda filha após o parto difícil da primeira. "Depois que Lacie nasceu, pedi para ser esterilizada, porque seu nascimento tinha sido tão traumático. Eu estava convencida de que eu não queria mais filhos, mas me disseram que eu era muito jovem para tomar essa decisão", contou Shannon ao Daily Mail. "Quando eu descobri que estava grávida de Amelia, meu primeiro instinto foi o de mantê-la, mas eu continuei pensando em Lacie e quão injusto seria para ela se alguma coisa acontecesse comigo, e ela fosse deixada sozinha". Alertada pelos médicos de que outra gravidez poderia representar um sério risco para sua saúde, ela sentiu que não tinha escolha além de um aborto. Reprodução/Daily Mail Mais

23.mai.2014 - Shannon estava sofrendo de depressão pós-parto após o nascimento da primeira filha, quando descobriu que estava grávida novamente e precisaria fazer um aborto. Ela contou ao Daily Mail que chorou muito ao esperar na clínica para tomar os remédios que induziriam ao aborto, mas sentiu que não tinha outra escolha: "O pensamento de deixar Lacie sem mãe me fez ir até o fim", disse ela, ao referir-se à primogênita. Ela estava grávida de oito semanas da pequena Amelia (foto) e sangrou por dois dias depois do procedimento. Três meses depois, Shannon sentiu movimentos em sua barriga, fez dois testes de gravidez antes de ir ao médico com uma certeza: ainda esperava o bebê. O terceiro teste deu negativo, e o médico disse se tratar de um efeito colateral. Em dezembro, ela fez o quarto teste, que deu positivo; mesmo com um implante contraceptivo, ela estava convencida de que esperava o terceiro filho, mas o ultrassom mostrou ser o mesmo bebê Reprodução/Daily Mail Mais

23.mai.2014 - Após ter visto sua filha no ultrassom, Shannon foi aconselhada a fazer um novo aborto, desta vez cirúrgico, mas se negou. "Para sobreviver ao primeiro aborto, minha filha obviamente queria estar aqui, e eu não poderia passar por um aborto cirúrgico. Não importava para mim se ela fosse nascer saudável ou não". Os médicos haviam dito que a bebê poderia ter ficado deformada, o que não aconteceu, mas outros efeitos só poderão ser vistos com o passar do tempo. "O que ela precisa saber é que ela é amada e desejada. Se tivéssemos a chance de novo, faríamos tudo diferente, mas nós pensamos que estávamos fazendo a coisa certa no momento. Se há problemas [com a bebê] que ainda não sabemos, não vai mudar o nosso amor por ela. Eu não posso suportar a ideia de que ela não existisse. Por um longo tempo, me senti culpada, mas agora me sinto aliviada", disse Shannon em entrevista ao Daily Mail Reprodução/Daily Mail Mais

6.jul.2014 - Dez dias após ter sofrido um aborto espontâneo e tomado duas pílulas abortivas por orientação médica, a irlandesa Michelle Hui descobriu em um exame antes de uma curetagem que ainda estava grávida. Ela esperava gêmeos, e um dos bebês sobrevivera. A pequena Megan Hui - que, segundo a mãe, significa "forte guerreira"- nasceu em 25 de fevereiro deste ano, com 2,721 kg. Ela é a irmã mais nova de mais dois irmãos. A bebê está forte e saudável, conta Michelle. "Os médicos dizem que essa foi uma bênção, que nunca viram nada semelhante". Adam Gray/SWNS/Daily Mail/Reprodução Mais

14.jul.2014 - A pequena Daisy-Mae assustou os pais quando nasceu na 25ª semana de gravidez. Pesando apenas 850 gramas, a filha do casal Little nasceu 103 dias antes do previsto e seus pais foram avisados de que as chances de sobrevivência da menina eram pequenas. Para tentar aliviar o sofrimento, Waine, pai de Daisy, decidiu criar uma página onde pudesse dividir a luta de sua filha pela vida Reprodução/Facebook Mais

11.jul.2014 - Em 1 º de dezembro de 2013, Jenny Little, começou a sentir dores e procurou um hospital na região onde vivem em West Midlands, na Inglaterra. A pequena Daisy nasceu 45 minutos depois pesando apenas 850 gramas Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Em 1 º de dezembro de 2013, Jenny Little, a mãe da criança, começou a sentir dores e procurou um hospital na região onde vive em West Midlands, na Inglaterra. A pequena Daisy nasceu 45 minutos depois, pesando apenas 850 gramas Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - A pequena Daisy-Mae assustou os pais quando nasceu na 25ª semana de gravidez. Pesando apenas 850 gramas, a filha do casal Little nasceu 103 dias antes do previsto e seus pais foram avisados de que as chances de sobrevivência da menina eram pequenas. Para tentar aliviar o sofrimento, Waine, pai de Daisy, decidiu criar uma página onde pudesse dividir a luta de sua filha pela vida Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Daisy ficou três meses em unidades neonatais antes de receber alta médica. Em uma página no Facebook, que já conta com mais de 18 mil seguidores, o pai da menina, Waine Little, narra as evoluções de seu crescimento Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Os pais de Daisy decidiram transformar as postagens e suas cartas pessoais para a filha em um livro. Para eles, a publicação vai proporcionar conforto e apoio a outras famílias que se deparam com um bebê prematuro Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Daisy ficou três meses em unidades neonatais antes de receber alta médica. Em uma página no Facebook, que já conta com mais de 18 mil seguidores, o pai da menina, Waine Little, narra as evoluções de seu crescimento Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - A pequena Daisy-Mae assustou os pais quando nasceu na 25ª semana de gravidez. Pesando apenas 850 gramas, a filha do casal Little nasceu 103 dias antes do previsto e seus pais foram avisados de que as chances de sobrevivência da menina eram pequenas. Para tentar aliviar o sofrimento, Waine, pai de Daisy, decidiu criar uma página onde pudesse dividir a luta de sua filha pela vida Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Para lidar com as angústias do nascimento prematuro da filha Daisy, Waine Little criou uma página no Facebook onde narra desde os primeiros momentos da menina em unidades neonatais até suas evoluções diárias e seu crescimento Reprodução/Facebook Mais

14.jul.2014 - Para lidar com as angústias do nascimento prematuro da filha Daisy, Waine Little criou uma página no Facebook onde narra desde os primeiros momentos da menina em unidades neonatais até suas evoluções diárias e seu crescimento Reprodução/Facebook Mais

15.jul.2014 - O ex-fuzileiro naval norte-americano Alex Minsky viveu uma tragédia no Afeganistão, em 2009, quando foi atingido por uma bomba que o deixou 17 meses em um hospital com ferimentos graves e sem uma das pernas. Atualmente, recuperado do acidente, Alex está fazendo sucesso no mundo da moda. Ele é o garoto propaganda da marca esportiva Rufskin, que explora o lado sexy de Alex, arrancando suspiros da mulherada Reprodução/Facebook Mais

15.jul.2014 - Depois da bomba que o atingiu em 2009, no Afeganistão, o ex-fuzileiro naval norte-americano Alex Minsky passou por uma série de cirurgias. Na ocasião, a única coisa que o mantinha vivo era um tubo plástico colocado em sua traqueia. Com o tempo, Alex se curou, recebeu alta e teve de reaprender a falar e a andar. Com o trabalho de modelo, ele posa para fotos sensuais sem vergonha de mostrar sua perna amputada Reprodução/Facebook Mais

15.jul.2014 - Apesar das fotos que mostram o ex-fuzileiro naval norte-americano Alex Minsky bem à vontade com seu corpo, ele conta que não foi fácil superar a perda de uma das pernas. Aposentado por invalidez na marinha dos Estados Unidos, ele mergulhou em uma depressão que o levou para o mundo do álcool e das drogas. Somente quando foi preso por dirigir bêbado, é que ele passou a malhar, cuidar do corpo e recuperou a autoestima Reprodução/Facebook Mais

15.jul.2014 - As fotos sensuais que mostram o ex-fuzileiro naval norte-americano Alex Minsky servem para mostrar que ainda há tempo para algumas empresas redefinirem seus padrões de beleza. Segundo Tom Cullis, fotógrafo que descobriu o modelo amputado, o próprio Alex mostrou resistência em posar para as fotos, que o colocaram como o principal modelo da marca esportiva Rufskin Reprodução/Facebook Mais

15.jul.2014 - O ex-fuzileiro naval norte-americano Alex Minsky viveu uma tragédia no Afeganistão, em 2009, quando foi atingido por uma bomba que o deixou 17 meses em um hospital com ferimentos graves e sem uma das pernas. Atualmente, recuperado do acidente, Alex está fazendo sucesso no mundo da moda. Ele é o garoto propaganda da marca esportiva Rufskin, que explora o lado sexy de Alex, arrancando suspiros da mulherada Reprodução/Facebook Mais

31.jul.2014 - O alemão Felix Klieser nasceu sem os dois braços e usa seus pés para fazer praticamente tudo: comer, se vestir, escrever, e tocar trompa profissionalmente. O músico, de 23 anos, já realizou turnê com Sting e atualmente trabalha em seu segundo álbum. Sua agenda está lotada até dezembro de 2015. Recentemente, ele se tornou um embaixador do grupo One-Handed Musical Instrument Trust, que ajuda a financiar o desenvolvimento de instrumentos adaptados ou especialmente desenhados para músicos com apenas uma mão e outras deficiências. Assista ao vídeo em que ele aparece tocando clicando no MAIS. Reprodução Mais

5.ago.2014 - Após seis anos de curso, a britânica Dawn Faizey Webster, 42, acaba de se formar em história antiga pela Open University (Universidade Aberta, em tradução livre). Para realizar esse desejo, Dawn enfrentou sua precária condição física: ela consegue mexer apenas os músculos dos olhos. A jovem tinha se formado no colegial (foto à esq.) quando, em 2003, sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Como sequela, teve paralisia total de quase todos os músculos do corpo, exceto os dos olhos. Além de piscar, ela também consegue fazer pequenos movimentos com a cabeça. Reprodução/DailyMail Mais

5.ago.2014 - A condição de Dawn, que só consegue mexer os olhos, é conhecida como síndrome do encarceramento. Sem poder falar ou se mover, ela começou a fazer faculdade em 2008. A graduação foi realizada com a ajuda de um laptop que transforma o movimento dos olhos da jovem em texto. A superação de Dawn é motivo de orgulho para os pais, que a incentivaram e acompanharam todo o seu esforço para conseguir se formar. Reprodução/DailyMail Mais

2.set.2014 - Claudio Vieira de Oliveira, 37, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose congênita. Nascido com a cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi desenganado pelos médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê. Mesmo com limitações, o brasileiro tornou-se um exemplo de superação. Os movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. "Ao longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo", declarou em entrevista ao Daily Mail Reprodução/Dayli Mail Mais

2.set.2014 - Claudio Vieira de Oliveira, 37, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose congênita. Nascido com a cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi desenganado pelos médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê. Mesmo com limitações, o brasileiro tornou-se um exemplo de superação. Os movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. "Ao longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo", declarou em entrevista ao Daily Mail Reprodução/DailyMail Mais

2.set.2014 - Claudio Vieira de Oliveira, 37, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose congênita. Nascido com a cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi desenganado pelos médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê. Mesmo com limitações, o brasileiro tornou-se um exemplo de superação. Os movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. "Ao longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo", declarou em entrevista ao Daily Mail Reprodução/DailyMail Mais

2.set.2014 - Claudio Vieira de Oliveira, 37, é portador de uma deficiência rara conhecida como artrogripose congênita. Nascido com a cabeça totalmente virada para baixo, Claudio foi desenganado pelos médicos ainda no hospital, em Monte Santo, na Bahia, quando ainda era um bebê. Mesmo com limitações, o brasileiro tornou-se um exemplo de superação. Os movimentos que a maioria das pessoas faz com as mãos, Claudio faz com a ajuda da boca. Além disso, ele usa sapatos especiais que facilitam sua locomoção. Com o apoio da família, Claudio frequentou a escola normalmente e graduou-se pela Universidade Feira de Santana. Hoje, ele é palestrante motivacional. "Ao longo de minha vida, aprendi a adaptar meu corpo ao mundo", declarou em entrevista ao Daily Mail Reprodução/DailyMail Mais

11.set.2014 - O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA), com sintomas diagnosticados em 2010, mas, mesmo tendo de conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, demonstrou superação e vontade de continuar ativo. Ele disse ter reencontrado a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), localizada na cidade de Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte). Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina fisiologia médica, que aborda tópicos de neurofisiologia. Isso é possível graças a um programa de computador que capta o movimento dos olhos. Arquivo pessoal Mais

11.set.2014 - Portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA), o médico e professor Vanderlei Corradini Lima dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual, ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente. "Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância Moodle. Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo. Arquivo pessoal Mais

17.set.2014 - Aos 90 anos, a norte-americana Billy Jones é um exemplo de que idade não é empecilho para quem deseja viver uma aventura radical (e tem saúde para isso, claro). Para comemorar o próprio aniversário, a vovó decidiu pilotar um avião. Na última terça-feira (16), Billy realizou um voo de meia hora em um pequeno Cessna de quatro lugares, com suas duas filhas e sua neta, partindo do aeroporto do condado de Flagler, na Flórida. "Foi maravilhoso", disse ela ao aterrissar. Para realizar a façanha, a senhora radical teve aulas com um instrutor nos últimos meses. E esta não foi a primeira vez que a vovó esteve nas alturas: para comemorar seus 80 anos, pulou de paraquedas, e, aos 85, voou em um planador. Reprodução/Daytona Beach News-Journal Mais

22.set.2014 - Um homem tetraplégico levou a filha às lagrimas durante o casamento dela quando se levantou e atravessou o salão do hotel onde a festa estava sendo realizada para proferir seu discurso especial de agradecimento. Para isso, o consultor de TI Irving Caplan, 56, "vestiu" um traje robótico especial. A surpresa aconteceu no Sopwell House, St. Albans, na Inglaterra. Há dois anos, Caplan quebrou três vértebras quando seguia de bicicleta rumo ao trabalho. Ele foi atropelado por um caminhão. Após ser submetido a uma série de operações e passar 12 dias na unidade de terapia intensiva, ele ficou tetraplégico e passou a usar uma cadeira de rodas para se locomover Tom D Morgan/Daily News/Reprodução Mais

14.out.2014 - A chinesa Wang Fang nasceu com uma deformidade nas mãos e os pés virados para trás. Quando ela nasceu, os médicos acharam que Wang não seria capaz de andar, no entanto, ela superou todas as expectativas e não apenas anda como também corre! Em entrevista ao Mirror, ela revelou ser capaz de apostar corrida com os amigos e levar a melhor. Aos 30 anos, ela trabalha como garçonete, leva uma vida feliz ao lado do filho, família e amigos e não aceita ser tratada como portadora de necessidades especiais: "Eu posso andar tão bem quanto qualquer outra pessoa e chego a correr mais rápido do que elas. Eu sou como todo mundo, exceto, é claro, pelo fato de que calço os meus sapatos de trás para frente", disse Reprodução/Mirror Mais

14.out.2014 - A chinesa Wang Fang nasceu com uma deformidade nas mãos e os pés virados para trás. Quando ela nasceu, os médicos acharam que Wang não seria capaz de andar, no entanto, ela superou todas as expectativas e não apenas anda como também corre! Em entrevista ao Mirror, ela revelou ser capaz de apostar corrida com os amigos e levar a melhor. Aos 30 anos, ela trabalha como garçonete, leva uma vida feliz ao lado do filho, família e amigos e não aceita ser tratada como portadora de necessidades especiais: "Eu posso andar tão bem quanto qualquer outra pessoa e chego a correr mais rápido do que elas. Eu sou como todo mundo, exceto, é claro, pelo fato de que calço os meus sapatos de trás para frente", disse Reprodução/Mirror Mais

6.nov.2014 - O colombiano Solano Salazar foi encontrado agarrado a um isopor após dois dias à deriva no Pacífico a 22 milhas náuticas da costa da Colômbia. Membros da Guarda Costeira colombiana faziam um treinamento no mar quando encontraram o pescador Solano Salazar, 47, flutuando. Desidratado, ele foi resgatado e levado para um hospital. "Segundo seu relato, ele partiu na sexta da região de Guapi com outra pessoa, e o barco virou devido ao mau tempo. Ele ficou à deriva agarrado em uma caixa de isopor", afirmou o capitão Andres Mejía, comandante da Guarda Costeira. "Estou bem agora. Achei que ia morrer. Não pensava em outra coisa", afirmou Salazar. Marinha da Colômbia/Reprodução Mais

16.nov.2014 - Zach Hodskins nasceu com uma deficiência: não tem a mão esquerda. Isso, porém, não o impediu de seguir seu sonho e jogar basquete. Na última sexta-feira, 14, estreou na liga universitária dos Estados Unidos e foi ovacionado pela torcida. Atuando pelo Florida Gators, ajudou sua equipe a vencer o William & Mary Tribe por 68 a 45. Reprodução Mais

16.nov.2014 - Zach Hodskins nasceu com uma deficiência: não tem a mão esquerda. Isso, porém, não o impediu de seguir seu sonho e jogar basquete. Na última sexta-feira, 14, estreou na liga universitária dos Estados Unidos e foi ovacionado pela torcida. Atuando pelo Florida Gators, ajudou sua equipe a vencer o William & Mary Tribe por 68 a 45. Reprodução Mais

18.nov.2014 - Vestindo uma máscara, a noiva Fan Huixiang, 25, anda no tapete vermelho com seu noivo Yu Haining, 24, após se casarem em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China. Ela sofre de câncer terminal na vértebra torácica e já está com o agora marido há cinco anos China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - A noiva Fan Huixiang, uma paciente 25 anos de idade, é ajudada por seu pai durante seu casamento em um hospital em Zhengzhou, na província de Henan, na China. Fan foi diagnosticada com um tumor maligno em sua vértebra torácica em junho deste ano, já estando em fase final. Ela e seu marido Yu Haining, 24, realizaram uma cerimônia de casamento no hospital no dia 17 de novembro, depois de cinco anos de relacionamento China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - A noiva Fan Huixiang, uma paciente de 25 anos de idade que sofre de câncer terminal, faz os votos ao seu noivo Yu Haining durante seu casamento em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - Fan Huixiang, uma paciente de 25 anos de idade que sofre de câncer terminal, é maquiada em sua cama antes de sua cerimônia de casamento, realizada no hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - Enfermeiros entregam um buquê de flores para a paciente Fan Huixiang, que sofre de câncer terminal, antes de sua cerimônia de casamento em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - Fan Huixiang, jovem de 25 anos de idade que sofre de câncer terminal, troca alianças com seu noivo Yu Haining, 24, durante cerimônia de casamento realizada em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - A noiva Fan Huixiang (C), jovem de 25 anos de idade que sofre de câncer terminal, senta-se em uma cadeira de rodas empurrada por seu pai, durante sua cerimônia de casamento realizada em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China China Daily/Reuters Mais

18.nov.2014 - Fan Huixiang, jovem de 25 anos de idade que sofre de câncer terminal, toma medicação antes de se casar em um hospital em Zhengzhou, província de Henan, na China. Fan foi diagnosticada com um tumor maligno em sua vértebra torácica em junho deste ano, já estando em fase final China Daily/Reuters Mais

23.nov.2014 - A modelo brasileira Samantha Bullock, 36, começou a trabalhar em desfiles aos 8 anos, mas sofreu um acidente com uma arma de fogo aos 14 anos que a deixou paraplégica. Mesmo assim, ela voltou a desfilar aos 26 anos e agora planeja lançar a primeira agência inclusiva no Brasil. O retorno às passarelas aconteceu graças ao esporte. Destaque no tênis adaptado para cadeirantes em quadras do Brasil e do mundo, Samantha voltou a receber convites para desfilar no Brasil, conheceu seu marido e foi morar na Inglaterra, onde procurou imediatamente a VisAble, uma agência que incluía pessoas com deficiência no mercado. "Fiz propagandas para TV, apareci em séries e fui capa de revistas", relata a modelo em entrevista à Folha de S.Paulo. "Trabalhamos há um ano juntos para lançarmos uma agência inclusiva para o Brasil. Vamos começar a buscar modelos com deficiência aqui a partir de 2015", revelou a modelo, atleta e empresária. Divulgação Mais

23.nov.2014 - A modelo brasileira Samantha Bullock, 36, começou a trabalhar em desfiles aos 8 anos, mas sofreu um acidente com uma arma de fogo aos 14 anos que a deixou paraplégica. Mesmo assim, ela voltou a desfilar aos 26 anos e agora planeja lançar a primeira agência inclusiva no Brasil. O retorno às passarelas aconteceu graças ao esporte. Destaque no tênis adaptado para cadeirantes em quadras do Brasil e do mundo, Samantha voltou a receber convites para desfilar no Brasil, conheceu seu marido e foi morar na Inglaterra, onde procurou imediatamente a VisAble, uma agência que incluía pessoas com deficiência no mercado. "Fiz propagandas para TV, apareci em séries e fui capa de revistas", relata a modelo em entrevista à Folha de S.Paulo. "Trabalhamos há um ano juntos para lançarmos uma agência inclusiva para o Brasil. Vamos começar a buscar modelos com deficiência aqui a partir de 2015", revelou a modelo, atleta e empresária. Reprodução/Site Samantha Bullock Mais

23.nov.2014 - A modelo brasileira Samantha Bullock, 36, começou a trabalhar em desfiles aos 8 anos, mas sofreu um acidente com uma arma de fogo aos 14 anos que a deixou paraplégica. Mesmo assim, ela voltou a desfilar aos 26 anos e agora planeja lançar a primeira agência inclusiva no Brasil. O retorno às passarelas aconteceu graças ao esporte. Destaque no tênis adaptado para cadeirantes em quadras do Brasil e do mundo, Samantha voltou a receber convites para desfilar no Brasil, conheceu seu marido e foi morar na Inglaterra, onde procurou imediatamente a VisAble, uma agência que incluía pessoas com deficiência no mercado. "Fiz propagandas para TV, apareci em séries e fui capa de revistas", relata a modelo em entrevista à Folha de S.Paulo. "Trabalhamos há um ano juntos para lançarmos uma agência inclusiva para o Brasil. Vamos começar a buscar modelos com deficiência aqui a partir de 2015", revelou a modelo, atleta e empresária. Reprodução/Site Samantha Bullock Mais

23.nov.2014 - A modelo brasileira Samantha Bullock, 36, começou a trabalhar em desfiles aos 8 anos, mas sofreu um acidente com uma arma de fogo aos 14 anos que a deixou paraplégica. Mesmo assim, ela voltou a desfilar aos 26 anos e agora planeja lançar a primeira agência inclusiva no Brasil. O retorno às passarelas aconteceu graças ao esporte. Destaque no tênis adaptado para cadeirantes em quadras do Brasil e do mundo, Samantha voltou a receber convites para desfilar no Brasil, conheceu seu marido e foi morar na Inglaterra, onde procurou imediatamente a VisAble, uma agência que incluía pessoas com deficiência no mercado. "Fiz propagandas para TV, apareci em séries e fui capa de revistas", relata a modelo em entrevista à Folha de S.Paulo. "Trabalhamos há um ano juntos para lançarmos uma agência inclusiva para o Brasil. Vamos começar a buscar modelos com deficiência aqui a partir de 2015", revelou a modelo, atleta e empresária. Reprodução/Site Samantha Bullock Mais

12.dez.2014 - O montador de móveis Aislan da Silva, que recebeu o diagnóstico de câncer testicular no Hospital do Câncer de Barretos (SP) em 2013, decidiu se casar com Gislaine Santhes, 37, que conheceu durante o tratamento. Com ajuda da equipe médica, eles oficializaram a união, que aconteceu dentro do hospital porque o caso de Aislan evoluiu e afetou diversos órgãos - os médicos disseram que não há cura. Mesmo diante da adversidade e algumas tentativas frustradas, por conta de pioras no quadro do montador, o casal seguiu adiante com o matrimônio: "Se Deus permitiu que eu realizasse meu sonho, por que ele não deixaria que eu e Gislaine vivêssemos juntos?", disse o jovem de 25 anos Edson Silva/Folhapress Mais

12.dez.2014 - Internada e sem sair do quarto há três anos no setor de cuidados paliativos do Hospital de Base de Rio Preto (438 km de São Paulo), Rita Rosa (esq.), 54, conseguiu realizar, na manhã desta sexta-feira (12), seu maior sonho: ver o casamento de uma de suas filhas, Juliane Rosa da Silva, 24, (dir.). Portadora de esclerose múltipla, doença degenerativa para a qual não há cura, ela acompanhou a cerimônia, realizada na Capela da instituição, graças a uma série de arranjos feitos pelos funcionários do hospital. Rita, que não conta com movimentos nos braços, nas pernas e já perdeu parte da visão, é portadora da doença há dez anos. Ela só respira com a ajuda de aparelhos. Apesar de todos os problemas, Rita Rosa estava lá com seu balão de ar para testemunhar o "sim" da filha. Carlos Cristal / Hospital de Base Mais

12.dez.2014 - E foi justamente a doença da mãe, Rita Rosa, que fez com que o casamento de Juliane ocorresse. Enquanto cuidava dela no hospital, Juliane conseguiu tempo para acessar a internet e conheceu o hoje marido, Luís Ricardo Pires, cuja família é de Urânia (610 km de São Paulo). "Eu entrava pela rede do hospital e o conheci aqui mesmo. Acabou que casamos onde tudo começou e com a bênção de minha mãe", disse ela, que não pretende mudar sua rotina. "Saio do trabalho e vou para o hospital. Faço as unhas da minha mãe, leio, cuido dela. Minha rotina é essa, e vai continuar sendo", diz. Carlos Cristal/ Hospital de Base Mais

Em 2012, a norte-americana Lauren Kavanaugh, 21, foi ao programa "Dr. Phil", sucesso da TV dos EUA, e contou sua história de vida, que impressionou os telespectadores com os relatos de abuso sexual e torturas que sofreu durante cinco anos em sua infância em Dallas, no Texas. Os crimes eram cometidos pela mãe e o padastro da garota, que a chamavam de "segredinho", a escondia de seus irmãos e a mantinham em um armário escuro, sem comida e direito de usar o banheiro, tirando-a de lá apenas para cometer atos sexuais. Lauren só se livrou da tortura sofrida aos 11 anos, quando por um descuido, um vizinho a viu na casa e notou que era magra demais, denunciando seus pais à polícia Reprodução/Dr.Phil Mais

10.jan.2015 ? Atualmente, Lauren Kavanaugh está com 21 anos, vive com uma família adotiva e tem uma vida relativamente normal pós-trauma. Em 2014, ela se formou no ensino médio e planeja agora entrar em uma faculdade de psicologia para ajudar crianças que passaram pela mesma situação que ele. Sua mãe e o padastro, responsáveis por cometer os abusos, foram condenados à prisão perpétua Reprodução/The Mirror Mais

9.fev.2015 - Para driblar a impossibilidade de acompanhar o nascimento de suas filhas gêmeas, o britânico William Jones, 31, recorreu ao Skype para, mesmo de longe, estar presente em um dos momentos mais importantes de um pai. Jones sofreu um acidente de bicicleta semanas antes do parto, quebrando a coluna e perfurando o pulmão em três lugares. Foi submetido a uma cirurgia de cerca de 10 horas, ainda assim, o britânico acabou ficando paralítico. Em entrevista ao tabloide britânico DailyMail, o pai das gêmeas disse não ter se lembrado do acidente, que aconteceu quando ele voltava do trabalho para casa. "Eu não me lembro, mas o relatório da polícia disse que foi um acidente, sem outros veículos envolvidos". Reprodução/Daily Mail Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Veja o vídeo no link 'Mais'. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

10.fev.2015 - Renée Fabish, mãe de Milla Brown, de 9 anos, publicou no YouTube vídeo que mostra a transformação do filho transgênero e comoveu internautas ao relatar o drama do garoto que nasceu menina e foi diagnosticado com transtorno de identidade de gênero - ou seja, seu cérebro o identificava como menino. A produção, divulgada na terça-feira (9), já conta com mais de 3,8 milhões de visualizações no Facebook. A informação é do jornal Extra. No vídeo, Milla fala sobre as dificuldades que enfrenta e pede apoio. "Não é fácil ser eu. Estou passando por um momento muito difícil na escola, as crianças me provocam o tempo todo, eles me chamam de 'menina gay' e 'esquisito'. Eu só quero que as pessoas me aceitem pelo o que eu sou. Tenho sorte de ter uma família incrível que me apoia 100%", diz Mila. Reprodução/YouTube Mais

13.mar.2015 - O ator Robert Downey Jr., que vive o super-herói Homem de Ferro no cinema (esq.), fez uma parceria com a empresa Limbitless Solutions, uma organização voluntária de engenharia que faz produtos a partir de impressoras 3D, para presentear Alex, um fã de sete anos de idade. O garoto, que nasceu sem parte do braço direito, havia sido informado que encontraria um especialista em biônica e teve uma grande surpresa ao dar de cara com o ator, que foi encarnando o personagem Tony Stark, alter-ego do Homem de Ferro. Downey então se sentou com o garoto e abriu duas caixas prateadas. De uma, tirou uma prótese eletrônica de braço com o design da armadura do super-herói. Da outra, tirou um braço da armadura do Homem de Ferro, que ele vestiu para brincar com o menino. As informações são da Variety. Montagem/BOL e Reprodução/Twitter Mais

12.mai.2015 - Um senhor de 94 anos será um dos mais velhos graduados na história da Universidade de West Virginia (EUA) quando receber seu diploma no domingo (17), segundo a agência de notícias Associated Press. A instituição informou que Anthony Brutto, que estudou indo e voltando por um total de 75 anos, será agraciado com o título de bacharel em Regência de Artes durante a cerimônia. Brian Persinger/Universidade de West Virginia/AP Mais

2.jun.2015 - Uma das doenças que mais atingem a humanidade é o câncer. Com tratamentos e muita força de vontade, algumas pessoas conseguem literalmente sobreviver ao fenômeno. Pensando nelas, o fotógrado Randy Bacon criou a série Sweet Life (Vida Doce em português), realizada com fotos emocionantes de pessoas que venceram a luta contra o câncer Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - Em entrevista ao portal norte-americano Huffington Post, Bacon contou a motivação do projeto. "O elo que liga todos os sobreviventes é que a vida é um dom. Quando confrontamos a dura e fria realidade de que você, literalmente, irá morrer em breve, separa o que realmente é importante na vida do que não é" Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - O Centro de Câncer Hulston, nos EUA, convidou Bacon para fazer as fotos em uma exposição permanente do hospital. O artista, que já perdeu amigos para a doença, resolveu se concentrar nas pequenas coisas boas diante da situação, e não nos aspectos negativos Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - "Quer lidando com o câncer ou com outra doença grave, com o divórcio, a perda de seu trabalho, sonhos não realizados, vícios, doença mental ou um trágico acidente, todos nós lidamos com algo. Então, ver pessoas que irradiam esperança, amor, vida, força e alegria, bem no meio dessa batalha, é inspirador e bem poderoso. No fim, estamos todos no mesmo barco e precisamos desta mensagem", afirmou Bacon em entrevista ao Huffington Post Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - Uma das doenças que mais atingem a humanidade é o câncer. Com tratamentos e muita força de vontade, algumas pessoas conseguem literalmente sobreviver ao fenômeno. Pensando nelas, o fotógrado Randy Bacon criou a série Sweet Life (Vida Doce em português), realizada com fotos emocionantes de pessoas que venceram a luta contra o câncer Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - Em entrevista ao portal norte-americano Huffington Post, Bacon contou a motivação do projeto. "O elo que liga todos os sobreviventes é que a vida é um dom. Quando confrontamos a dura e fria realidade de que você, literalmente, irá morrer em breve, separa o que realmente é importante na vida do que não é" Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - O Centro de Câncer Hulston, nos EUA, convidou Bacon para fazer as fotos em uma exposição permanente do hospital. O artista, que já perdeu amigos para a doença, resolveu se concentrar nas pequenas coisas boas diante da situação, e não nos aspectos negativos Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - "Quer lidando com o câncer ou com outra doença grave, com o divórcio, a perda de seu trabalho, sonhos não realizados, vícios, doença mental ou um trágico acidente, todos nós lidamos com algo. Então, ver pessoas que irradiam esperança, amor, vida, força e alegria, bem no meio dessa batalha, é inspirador e bem poderoso. No fim, estamos todos no mesmo barco e precisamos desta mensagem", afirmou Bacon em entrevista ao Huffington Post Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - Uma das doenças que mais atingem a humanidade é o câncer. Com tratamentos e muita força de vontade, algumas pessoas conseguem literalmente sobreviver ao fenômeno. Pensando nelas, o fotógrado Randy Bacon criou a série Sweet Life (Vida Doce em português), realizada com fotos emocionantes de pessoas que venceram a luta contra o câncer Reprodução/Randy Bacon Mais

2.jun.2015 - Em entrevista ao portal norte-americano Huffington Post, Bacon contou a motivação do projeto. "O elo que liga todos os sobreviventes é que a vida é um dom. Quando confrontamos a dura e fria realidade de que você, literalmente, irá morrer em breve, separa o que realmente é importante na vida do que não é" Reprodução/Randy Bacon Mais

10.jul.2015 - O garoto filipino Daniel Cabrera, de 9 anos, que comoveu internautas no fim do mês passado após ter uma foto sua em que estudava na calçada divulgada, ganhou uma bolsa de estudos. O menino tinha o costume de estudar em frente a uma lanchonete próxima ao trabalho de sua mãe, em Cebu, nas Filipinas. A cena acabou chamando a atenção da estudante Joyce Torrefranca, que passava pelo local. Christina Espinosa (dir.), a mãe, contou para a agência de notícias AFP que a família também ganhou doações em dinheiro e materiais escolares Montagem: reprodução de Facebook e AFP Mais

29.jul.2015 - O pequeno Bailey Matthews, 8 anos, conseguiu completar sua primeira prova de triatlo na vida neste final de semana. Isso já seria um grande feito para qualquer menino de sua idade, mas, no caso de Matthews, é uma conquista ainda maior: desde seu nascimento, ele enfrenta uma paralisia cerebral. Para disputar a prova em North Yorkshire, na Inglaterra, seu pai, Jonathan, adaptou uma bicicleta e um andador para encarar os 100 metros de natação em um lago, os quatro quilômetros de ciclismo e o 1,3 quilômetro de corrida. Reprodução/ Facebook/ Castle Triathlon Series Mais

3.ago.2015 - Com o intuito de melhorar a autoestima da pequena Ella Peggie, que nasceu sem o braço esquerdo, a mamãe Brooke Hodgson, que mora na Austrália, escreveu um e-mail à organização "Animal Welfare League of Queensland" interessada em uma cadelinha chamada Snowy, que, coincidentemente, tem uma pata a menos devido a uma cirurgia. "Vai ser incrível quando Ella perceber que é um pouco diferente dos demais e, ao se entristecer, vai ver que não está sozinha", declarou Brook, que conseguiu a adotar a cachorra Reprodução/DailyMail Mais

3.ago.2015 - Quando viu o anúncio de que a cachorra Snowy, que perdeu uma das patinhas devido a uma cirurgia, precisava de um lar, Brooke Hodgson não pensou duas vezes e adotou a cachorrinha para sua filha, que nasceu sem o braço esquerdo Reprodução/DailyMail Mais

7.set.2015 - O bombeiro Casey Lessard virou notícia após socorrer uma criança ferida em um acidente de carro na cidade de D'Iberville, no Mississippi (EUA), e colocar um filme infantil em seu celular para acalmá-la. As imagens, publicadas no Imgur, mostram o bombeiro deitado no chão ao lado da criança com o aparelho na mão. Na ocasião, Casey escolheu o filme ?Happy Feet? para entreter a criança. E deu certo! "O vídeo a tranquilizou instantaneamente", declarou Darren Peterson, chefe de Casey e capitão do Corpo de Bombeiros de D'Iberville, ao The Sun Herald Reprodução/Imgur Mais

7.set.2015 - O bombeiro Casey Lessard coloca em seu celular a animação infantil "Happy Feet" para tentar acalmar criança após acidente Reprodução/Imgur Mais

5.out.2015 - "Quando estava com 62 anos, minha mãe descobriu que tinha câncer retal. Foram quase dois anos de luta e sempre tivemos esperança. Ela fez uma cirurgia grande. Depois se submeteu a diversas sessões de quimioterapias, mas teve várias complicações no processo. Ela morreu já totalmente frágil. Estava em um processo de sono induzido, à base de morfina. Quando eu me despedi dela, no hospital, sabia que era para sempre. Depois da perda, só me levantei graças à minha família, pois permanecemos juntos. A saudade é imensa, mas tento guardar o exemplo da minha mãe, que nunca reclamou da doença" | Natasha Maria Alves Destro, 33 anos, professora, de São Bernardo do Campo (SP). Na foto com a mãe Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Meu pai teve um câncer de pâncreas devastador, aos 42 anos. Ele partiu muito rápido, foram só cinco meses. Nesse tempo, tive de procurar a ajuda de um psicólogo, porque não foi fácil sustentar ele, a minha mãe e o restante da família. Durante dois meses, só eu sabia da doença. Quando ele piorou, mudei de horário no trabalho. Cuidava dele de dia e trabalhava na madrugada. Praticamente não dormia. Tanto que, quando ele morreu, fiquei 15 dias internada. Com ajuda médica, fui voltando, aos poucos, à minha rotina. A morte do meu pai mudou o meu jeito de enxergar a vida. Daqui, a gente só leva o amor que deu e recebeu" | Vanuza Costa Vieira, 55 anos, aposentada, de São Paulo Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Meu pai tinha 79 anos quando descobriu que estava com câncer de próstata. Só que a doença rapidamente se espalhou para os ossos, a coluna e a cabeça. Chegou uma hora em que o tratamento não surtia mais efeito. A nossa luta contra a doença durou dois anos e, nesse tempo, eu saí do meu trabalho para cuidar dele. Por isso, quando ele partiu, já totalmente debilitado, ficou aquele vazio na casa e, principalmente, dentro da gente. Segui adiante porque a vida tem mesmo que continuar e, a partir daí, acho que amadureci bastante e tentei mudar o meu jeito de viver também. Quero aproveitar cada minuto da melhor forma que puder. Porque a gente nunca sabe quando vai partir" | Dagmar Quintino Raimundo Siqueira, 47 anos, dona de casa, de Santo André (SP) Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Lidei com duas perdas em pouquíssimo tempo e isso mexeu muito comigo. Minha mãe teve câncer no intestino e morreu quatro anos depois. Eu a acompanhei durante todo o tempo que durou o tratamento. Era muito cansativo, mas creio que foi pouco perto do que ela fez por mim a vida inteira. Minha mãe ficou mal mesmo quando minha irmã de 15 anos morreu, em um acidente de carro. Juntou o câncer e a depressão e ela não resistiu. Eu mesma só consegui me levantar porque precisava continuar cuidando dos que ficaram. É nisso que eu coloco o meu pensamento para levantar da cama todos os dias, pois virei uma segunda mãe para os meus irmãos" | Laís Lindolfo, 21 anos, atendente de call center, de Santo André (SP). Na foto com a mãe, Juveni Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Vivi a experiência mais difícil que alguém pode passar na vida, que é perder um filho. Minha filha foi diagnosticada com leucemia aos 17 anos e morreu em pouco mais de 20 dias. Nem deu tempo de fazer a quimioterapia. Quando ela morreu, eu e meu marido quase morremos junto. Foi difícil voltar à rotina de antes. Posso dizer que foi o tempo que nos ajudou. Quando a gente sentia que estava difícil de levantar, de suportar a saudade, mandava rezar uma missa, orava, que era o que nos trazia consolo. No mais, foi só o tempo passar para cicatrizar a ferida. A dor não passa, mas ameniza" | Antonieta Francisca da Silva, 78 anos, dona de casa, de Santo André (SP) Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Eu e meu pai tínhamos uma ligação muito forte. Então, quando ele morreu, me faltou o chão. Ele teve um câncer muito agressivo, um adenocarcinoma maligno, que evoluiu rápido. Depois da perda, o que eu pus na cabeça é que trabalharia, dia após dia, para que ele tivesse orgulho da filha que deixou. E essa é a minha motivação. Procuro valorizar mais as pessoas, porque a vida realmente é algo muito frágil. A saudade dói, mas eu acredito que o remorso é desesperador. Portanto, eu procuro viver para ser e para fazer os outros felizes" | Susana Nunes de Oliveira, 25 anos, consultora financeira, de Santo André (SP). Na foto com o pai Arquivo Pessoal Mais

5.out.2015 - "Fui morar com meus tios quando tinha 12 anos. Desde então, meu tio Nilson sempre foi uma referência para mim. Por dois anos, ele se tratou de um câncer. Pude acompanhá-lo até ele morrer, aos 54 anos. Quando meu tio foi para a unidade de cuidados paliativos, a gente começou a se preparar para a vida sem ele. Foi um choque, mas também foi um momento em que a família se uniu muito. Senti que precisava ser forte para dar apoio a ele e à minha tia Flávia. Queria retribuir um pouco do cuidado que havia recebido deles. Perceber que fez tudo o que pôde é a melhor coisa que existe para superar a tristeza e seguir em frente" | Wagner Jefferson Ferreira Martins, 24 anos, publicitário, de Barretos (SP). Na foto com o tio e o filho deste Arquivo Pessoal Mais

6.out.2015 - O médico Paulo Leme, e seu filho, o advogado Paulo Leme Filho, venceram a doença do alcoolismo e criaram o movimento Vale a Pena, que bomba na web ajudando pessoas que passam pela mesma situação. Eduardo Knapp/Folhapress Mais

6.out.2015 - O médico Paulo Leme, e seu filho, o advogado Paulo Leme Filho, venceram a doença do alcoolismo e criaram o movimento Vale a Pena, que bomba na web ajudando pessoas que passam pela mesma situação. Arquivo pessoal Mais

6.out.2015 - Até o médico do menino Jackson Taylor usou o termo "verdadeiro milagre" para descrever a recuperação de seu pequeno paciente de apenas 1 ano. Em setembro, o garoto estava no carro com sua mãe e sua irmã de 9 anos em uma rodovia, em Nova Gales do Sul, na Austrália, quando eles se chocaram contra outro veículo a 110 quilômetros por hora. O impacto da batida foi tão forte que Jackson quebrou duas vértebras do pescoço e a clavícula - seu crânio foi separado de sua coluna vertebral, no que é conhecido como "decapitação interna". Em uma cirurgia que durou mais de seis horas, os médicos usaram um microfio e uma parte da costela de Jackson para conectar novamente as vértebras. Reprodução/ 7news Mais

6.out.2015 - Para o cirurgião Geoff Askin, que afirmou ter sido a pior lesão desse tipo que ele já havia visto, a recuperação do garoto foi um "verdadeiro milagre". "Para começar, muitas crianças não sobreviveriam a esse tipo de lesão. E se sobrevivessem e fossem ressuscitadas, então, talvez não conseguissem respirar ou se mover novamente", disse o profissional. O garoto agora terá de usar, por dois meses, uma órtese para manter seu corpo estável. Mas depois disso, ele deverá ter uma vida normal. Reprodução/ 7news Mais

15.out.2015 - A atitude quase instintiva de uma enfermeira diante de uma situação de extrema tristeza produziu uma foto muito compartilhada no Facebook nos últimos dias. A imagem de um menino segurando o irmãozinho recém-nascido no colo, praticando o método canguru, após a morte da mãe comoveu os internautas. A cena foi obra da enfermeira obstetra Elaine Almeida, da Santa Casa de Misericórdia de Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. "Quando soube da morte da mãe, dois dias após o parto, pensei na dor daquele menino. A ideia era amenizar o transtorno emocional do momento", declarou Elaine. Reprodução/ Facebook Mais

15.out.2015 - Naquele momento, com a morte da mãe, a enfermeira Elaine refletiu que o menino, mesmo que inconscientemente, poderia ver o irmãozinho bebê como uma ameaça. Ele poderia, inclusive, culpá-lo. "Por isso, na hora, pensei no método canguru. Com o contato pele a pele, a minha ideia era de que a dor diminuísse", declarou. De fato, um vínculo muito forte se estabeleceu ali entre João Victor da Rosa, de 12 anos, e seu irmãozinho Pedro Henrique Pereira, hoje com dois meses. Thiago Varella/ UOL Mais

15.out.2015 - Quase três meses após a morte de Elisângela Aparecida Rosa, de 28 anos, vítima de hipertensão, seus dois filhos apresentam uma intensa ligação. A família é bastante humilde. As duas crianças vivem com o pai, João Batista Pereira, de 28 anos, em uma casa simples, a beira da rodovia SP-340, no bairro do Itaqui, afastado da região central de Mogi Guaçu. Thiago Varella/ UOL Mais

15.out.2015 - Pereira, que era tratorista, precisou se demitir para cuidar dos filhos. No entanto, encontrou, em João Victor, o melhor companheiro que poderia pedir. O menino prepara mamadeira, nina o irmão, esquenta a água para o banho e o que mais for preciso. "Esses dois têm um amor que não tem explicação. É algo até raro de se ver. O João é um filho completo, estudioso e humilde", disse Pereira. "Agora, o que a gente tem para fazer é buscar ser feliz. Nós três". Thiago Varella/ UOL Mais

23.out.2015 - No Reino Unido, uma garotinha prematura conseguiu sobreviver após ser colocada em um saco plástico de sanduíche. A pequena Pixie Griffiths-Grant não estava recebendo da mãe os nutrientes necessários e, logo após a cesárea, os médicos fizeram de tudo para mantê-la aquecida. As informações são do portal Telegraph Reprodução/Telegraph Mais

23.out.2015 - Na 20ª semana, a bebê havia parado de se desenvolver na placenta da mãe, Sharon Grant, de 37 anos, e o cordão umbilical não estava a alimentando corretamente. "Eu fui ao hospital durante 8 semanas para ser escaneada e ver se ela tinha crescido, mas nesse tempo ela só engordou 20 gramas", contou Sharon. O parto, que estava marcado para agosto, foi antecipado para maio. "Não tinha nenhum jeito dela sobreviver ao parto normal, por isso a cesárea", explicou a mãe Reprodução/Telegraph Mais

23.out.2015 - Após o parto, a pequena Pixie foi colocada imediatamente em uma embalagem de sanduíche e em seguida seguiu para a incubadora Reprodução/Telegraph Mais

23.out.2015 - No hospital, Sharon só teve permissão para ver a filha seis horas depois, quando se recuperou da operação (foto à esquerda). "É incrível que ela tenha sobrevivido, mas também foi muito traumático. Ela viveu hora por hora por cerca de três semanas", desabafou a britânica Reprodução/Telegraph Mais

23.out.2015 - Pixie foi mantida na incubadora por mais de três meses. Agora, cinco meses depois, ela está em casa ao lado da mãe. "Continuo indo ao hospital todos os dias e a mantenho longe de outras pessoas porque se ela pegar uma gripe, volta a respirar por aparelhos. No entanto, até o momento, ela está indo muito bem", afirmou Sharon Reprodução/Telegraph Mais

27.out.2015 - Um problema com o cordão umbilical ao nascer fez com que os médicos dessem apenas 15 dias de vida para o pequeno Léo Olinda. Trinta anos e dez cirurgias depois, o meia ajudou o River do Piauí a se classificar à série C do Campeonato Brasileiro, com chances de conquistar a série D. Com passagens pelo América de Recife, Auto Esporte e Íbis, o jogador mostra que ainda tem fome de bola. "Eu consegui vencer tudo isso, fui campeão estadual, consegui o acesso para a Série C e vou ser campeão, se Deus quiser, da Série D", declarou em entrevista à ESPN. Divulgação/River-PI Mais

4.nov.2015 - Uma história emocionante: Ou Yanglin é um garoto de sete anos que mora com o pai, Ou Tongming, no vilarejo chinês de Wangpu, e é o único cuidador do homem de 37 anos, que ficou paralisado da cintura para baixo após cair de uma altura de dois andares na construção em que trabalhava. A história de superação de pai e filho foi contada ao site Shanghalist. Após esgotar as economias no tratamento de Tongming, a esposa do homem fugiu de casa com a filha de 3 anos. Yanglin acorda às 6h da manhã para alimentar o pai antes de ir para a escola. Na volta, ele dá ao pai os remédios necessários para curar os hematomas causados por ficar tanto tempo deitado Reprodução / Shanghalist Mais

4.nov.2015 - Ou Yanglin, de sete anos, cuida do pai Ou Tongming, de 37 anos, que ficou paraplégico após cair de uma construção em que trabalhava. Após a pobreza abater a família e ver a mãe fugir de casa, coube a Yanglin o dever de cuidar do pai. O garoto aprendeu sozinho a cozinhar arroz e vegetais. Em entrevista ao site Shanghalist, o pai do garoto conta que já considerou suicidar-se, mas tirou a ideia da mente por conta do filho. "Eu não conseguia suportar a ideia de deixar ele órfão", relatou. "Eu não consigo viver sem meu pai", contou o garotinho. A história emocionou a China, e pessoas já se disponibilizaram para ajudar os dois Reprodução / Shanghalist Mais

6.nov.2015 - Uma terapia genética inédita conseguiu reverter o câncer de uma menina de 1 ano, a primeira pessoa do mundo submetida ao tratamento, de acordo com médicos de um hospital em Londres. Cinco meses atrás, a menina Layla Richards tinha um tipo de leucemia classificado como incurável. Mas médicos usaram células imunológicas com DNA "editado" em laboratório para combater o câncer. Eles dizem que sua melhora foi "quase um milagre". É muito cedo para saber se a menina está curada, mas seu progresso já representa um grande avanço no campo. O pai de Layla, Ashleigh, foi um dos que não desistiu. "Preferia tentar algo novo e fiz essa aposta. E hoje ela está aqui rindo e feliz. Ela estava tão fraca, era horrível. Estamos gratos por esse momento." Great Ormond Street Hospital Mais

28.jan.2016 - O americano Charles "LaLa" foi casado com Louise "Lou" Evans por 59 anos. Em 2011, a companheira de LaLa, com quem ele começou a se relacionar ainda na escola, morreu. Para homenageá-la, Charles transformou a casa em que eles moravam em um memorial. A história foi contada pelo site Hypeness, O viúvo chama a casa de "Terra de LaLa e Louise", que está decorada com fotos e filmes de seu amor. "Nós ficamos juntos por 59 anos e 11 meses. Todo domingo, antes de irmos à igreja, ela me fazia tirar uma foto. Foi assim que a coleção começou", explica Reprodução / YouTube Mais

28.jan.2016 - Após a morte da esposa Louise, depois de um casamento de 59 anos, Charles "LaLa" decidiu fazer de sua casa um memorial, decorando o local com fotos e vídeos de seu amor, além de um jardim cheio de guarda-chuvas. Inspirados pelo memorial criado por LaLa, a banda MuteMath usou o espaço como cenário do clipe da música "Monuments". Charles disse que se emocionou ao ver o vídeo, e acredita que a esposa falecida também teria gostado do clipe. "Todas as memórias voltaram. Ela teria amado. Ela está amando agora! Ela ficaria com um pouco de vergonha, mas teria amado", conta Reprodução / YouTube Mais

28.jan.2016 - Após a morte da esposa Louise, depois de um casamento de 59 anos, Charles "LaLa" decidiu fazer de sua casa um memorial, decorando o local com fotos e vídeos de seu amor, além de um jardim cheio de guarda-chuvas Reprodução / YouTube Mais

28.jan.2016 - Após a morte da esposa Louise, Charles "LaLa" decidiu fazer de sua casa um memorial à mulher, com quem ele esteve junto durante 59 anos. Charles chama o local de "Terra de LaLa e Louise" Reprodução / YouTube Mais

28.jan.2016 - Após a morte da esposa Louise, Charles "LaLa" decidiu fazer de sua casa um memorial à mulher, com quem ele esteve junto durante 59 anos. Charles chama o local de "Terra de LaLa e Louise" Reprodução / YouTube Mais

15.fev.2016 - A norte-americana Conner Rensch perdeu praticamente metade do seu peso - foi dos 123 quilos para 65 - mas não se deixou intimidar pelas estrias que ficaram em seu abdômen. Ela vestiu pela primeira vez um biquíni para participar de um concurso de beleza, e venceu! O processo de perda de peso, com exercícios e uma dieta feita por uma nutricionista, foi registrado na conta da jovem no Instagram Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - Conner Rensch pesava mais de 120 quilos aos 19 anos. Depois de largar alimentos processados e passar a se exercitar com levantamento de peso e artes marciais, perdeu 60 quilos. Em entrevista após vencer um concurso de beleza, Conner afirmou que tem orgulho das estrias que ficaram em sua barriga Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - Conner Rensch venceu a categoria "Transformação" no concurso "World Beauty Fitness & Fashion", na categoria, as candidatas contam um pouco de sua história, que pode ser não apenas de perda de peso, como também da superação de uma doença Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - A norte-americana Conner Rensch disse que sofria bullying na infância e que passou a comer no colégio para se sentir melhor. Agora, ela afirmou ser uma "garota gordinha presa em um corpo magro" e que, apesar da dieta, ainda come besteiras de vez em quando Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - A norte-americana Conner Rensch perdeu praticamente metade do seu peso - foi dos 123 quilos para 65 - mas não se deixou intimidar pelas estrias que ficaram em seu abdômen. Ela vestiu pela primeira vez um biquíni para participar de um concurso de beleza, e venceu! O processo de perda de peso, com exercícios e uma dieta feita por uma nutricionista, foi registrado na conta da jovem no Instagram Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - Conner Rensch pesava mais de 120 quilos aos 19 anos. Depois de largar alimentos processados e passar a se exercitar com levantamento de peso e artes marciais, perdeu 60 quilos. Em entrevista após vencer um concurso de beleza, Conner afirmou que tem orgulho das estrias que ficaram em sua barriga Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - Conner Rensch venceu a categoria "Transformação" no concurso "World Beauty Fitness & Fashion", na categoria, as candidatas contam um pouco de sua história, que pode ser não apenas de perda de peso, como também da superação de uma doença Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - A norte-americana Conner Rensch disse que sofria bullying na infância e que passou a comer no colégio para se sentir melhor. Agora, ela afirmou ser uma "garota gordinha presa em um corpo magro" e que, apesar da dieta, ainda come besteiras de vez em quando Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - A norte-americana Conner Rensch perdeu praticamente metade do seu peso - foi dos 123 quilos para 65 - mas não se deixou intimidar pelas estrias que ficaram em seu abdômen. Ela vestiu pela primeira vez um biquíni para participar de um concurso de beleza, e venceu! O processo de perda de peso, com exercícios e uma dieta feita por uma nutricionista, foi registrado na conta da jovem no Instagram Reprodução/Instagram/crensch Mais

15.fev.2016 - Conner Rensch pesava mais de 120 quilos aos 19 anos. Depois de largar alimentos processados e passar a se exercitar com levantamento de peso e artes marciais, perdeu 60 quilos. Em entrevista após vencer um concurso de beleza, Conner afirmou que tem orgulho das estrias que ficaram em sua barriga Reprodução/Instagram/crensch Mais

19.mar.2016 - "Oi, mãe". Essas foram as primeiras palavras de um adolescente de 16 anos que, portador de uma grave deficiência, nunca havia conseguido falar na vida. Ele conseguiu quebrar o silêncio de mais de uma década ao usar um aparelho de comunicação digital. James Walker é um fã de rúgbi, gosta de música pop, vive com os país em Hull, na Inglaterra, e tem uma namorada, Emily. O jovem possui uma doença que lhe causou centenas de convulsões por dia quando criança. Conhecida como síndrome de Lennox-Gastaut, a enfermidade o deixou com um transtorno de aprendizagem severo e sem capacidade para andar ou se mover. E até pouco tempo ele também não conseguia falar. Tobii Dynavox/Gina Walker Mais

10.mai.2016 - Com apenas 7 anos, a jovem Anaya Ellick, que nasceu sem as duas mãos, venceu um concurso de caligrafia nos Estados Unidos. Sem próteses, a garota apoia o lápis entre os braços para escrever. Tracy Cox, diretora da escola onde Anaya estuda, descreveu a menina como uma "inspiração". "Ela não deixa que nada atrapalhe seus objetivos", disse Cox. BBC Mais

1°.nov.2016 - Ao tentar descobrir se seu filho Asher foi aprovado para estrelar uma campanha publicitária, Meagan Nash soube que a empresa nunca recebeu as fotos porque a agência não as repassou. A partir daí ela compartilhou a foto do filho com síndrome de down para grupos de inclusão e com marcas de roupas infantis. A história viralizou ao ser compartilhada pela comunidade "Crianças com síndrome de down" no Facebook. Após mais de 100 mil curtidas, uma das marcas que sequer viram as fotos de Asher concordou em conversar com Meagan e prometeu "evoluir" seu processo de seleção para que "crianças com necessidades especiais sejam melhor representadas" Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Asher Nash tem 15 meses de vida e mora em Buford, nos Estados Unidos Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Os pais de Asher receberam o diagnóstico de síndrome de down durante a décima-segunda semana de gestação Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Agência não encaminhou as fotos de Asher Nash para a marca de roupas. Consultada por Meagan, a mãe do menino, a agência respondeu que a cliente não havia solicitado fotos de crianças com necessidades especiais Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Caso de Asher Nash ficou conhecido após ser compartilhado em uma comunidade no Facebook, onde recebeu mais de 100 mil curtidas Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Após a repercussão do caso, Asher não estrelou anúncios para marcas, mas uma delas prometeu rever seus critérios de seleção para que "crianças com necessidades especiais sejam melhor representadas" Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Asher Nash tem 15 meses de vida e mora em Buford, nos Estados Unidos Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Os pais de Asher receberam o diagnóstico de síndrome de down durante a décima-segunda semana de gestação Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Agência não encaminhou as fotos de Asher Nash para a marca de roupas. Consultada por Meagan, a mãe do menino, a agência respondeu que a cliente não havia solicitado fotos de crianças com necessidades especiais Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Caso de Asher Nash ficou conhecido após ser compartilhado em uma comunidade no Facebook, onde recebeu mais de 100 mil curtidas Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Após a repercussão do caso, Asher não estrelou anúncios para marcas, mas uma delas prometeu rever seus critérios de seleção para que "crianças com necessidades especiais sejam melhor representadas" Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Asher Nash tem 15 meses de vida e mora em Buford, nos Estados Unidos Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Os pais de Asher receberam o diagnóstico de síndrome de down durante a décima-segunda semana de gestação Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Agência não encaminhou as fotos de Asher Nash para a marca de roupas. Consultada por Meagan, a mãe do menino, a agência respondeu que a cliente não havia solicitado fotos de crianças com necessidades especiais Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Caso de Asher Nash ficou conhecido após ser compartilhado em uma comunidade no Facebook, onde recebeu mais de 100 mil curtidas Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

1°.nov.2016 - Após a repercussão do caso, Asher não estrelou anúncios para marcas, mas uma delas prometeu rever seus critérios de seleção para que "crianças com necessidades especiais sejam melhor representadas" Reprodução/Facebook/meagan.nash/CrystalBarbeePhotography Mais

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17.fev.2017 - Jasmine Norman brigava com a balança desde os 11 anos. Diagnosticada com hipotireoidismo, a australiana chegou a pesar 140 kg, até que decidiu mudar de vida após sofrer dois traumas: um violento assalto à mão armada e um relacionamento abusivo. Em entrevista a edição australiana do jornal Daily Mail, Jasmine contou que os acontecimentos a fizeram ver que precisava mudar de vida, devido aos problemas de saúde e de autoestima que enfrentava. Com a ajuda da tecnologia, passou a controlar o que comia através do aplicativo de celular My Fitness Pal, se limitando a 1.200 calorias por dia. Reprodução/Facebook Mais

17.fev.2017 - Se antes não fazia exercícios físicos, Jasmine passou a caminhar na companhia dos amigos sete dias por semana. Em oito meses, ela perdeu 50 kg. Três anos depois e 78 kg a menos, ela vai enfrentar uma nova batalha: a remoção do excesso de pele. "Eu não tinha um corpo em que podia usar biquíni e me sentir orgulhosa. Tenho que segurar minha postura para não mostrar o estômago nas roupas". Reprodução/Facebook Mais

17.fev.2017 - Jasmine juntou US$ 8 mil, cerca de R$ 25 mil (de acordo com a cotação de 17 de fevereiro de 2017) para realizar a cirurgia de excesso de pele, mas ainda não foi o suficiente. Agora, ela pede ajuda em uma vaquinha online para arrecadar mais dinheiro para realizar uma abdominoplastia. "Não verei meu trabalho completo de emagrecimento até que a pele se vá". Reprodução/Facebook Mais

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