Arte que choca

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    • Arte [27221];
Fotos
9.mai.2017 - Segundo o site do artista, o objetivo de expor a falta de significado nas representações visuais contemporâneas do corpo feminino é questionar os padrões e permitir uma relação diferente entre o espectador e a imagem Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O fotógrafo suíço Roger Weiss realizou uma série fotográfica que busca mostrar o corpo feminino de uma forma totalmente diferente, sem temer as marcas e as imperfeições Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O fotógrafo suíço Roger Weiss realizou uma série fotográfica que busca mostrar o corpo feminino de uma forma totalmente diferente, sem temer as marcas e as imperfeições Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O trabalho, intitulado "Human Dilatations" (Dilatações humanas, na tradução livre), usa o exagero das formas para incentivar a visualização do corpo feminino como um todo, em um jogo que permite relacionar a imagem sem o estereótipo de beleza Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - Segundo o site do artista, o objetivo de expor a falta de significado nas representações visuais contemporâneas do corpo feminino é questionar os padrões e permitir uma relação diferente entre o espectador e a imagem Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O resultado do trabalho tem relação direta com a verdade que as mulheres retratadas na série fotográfica carregam consigo mesmas Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O fotógrafo suíço Roger Weiss realizou uma série fotográfica que busca mostrar o corpo feminino de uma forma totalmente diferente, sem temer as marcas e as imperfeições Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O trabalho, intitulado "Human Dilatations" (Dilatações humanas, na tradução livre), usa o exagero das formas para incentivar a visualização do corpo feminino como um todo, em um jogo que permite relacionar a imagem sem o estereótipo de beleza Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - Segundo o site do artista, o objetivo é questionar os padrões e permitir uma relação diferente entre o espectador e a imagem Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O resultado do trabalho tem relação direta com a verdade que as mulheres retratadas na série fotográfica carregam consigo mesmas Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O fotógrafo suíço Roger Weiss realizou uma série fotográfica que busca mostrar o corpo feminino de uma forma totalmente diferente, sem temer as marcas e as imperfeições Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O trabalho, intitulado "Human Dilatations" (Dilatações humanas, na tradução livre), usa o exagero das formas para incentivar a visualização do corpo feminino como um todo, em um jogo que permite relacionar a imagem sem o estereótipo de beleza Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - Segundo o site do artista, o objetivo é questionar os padrões e permitir uma relação diferente entre o espectador e a imagem Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O resultado do trabalho tem relação direta com a verdade que as mulheres retratadas na série fotográfica carregam consigo mesmas Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O fotógrafo suíço Roger Weiss realizou uma série fotográfica que busca mostrar o corpo feminino de uma forma totalmente diferente, sem temer as marcas e as imperfeições Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - O trabalho, intitulado "Human Dilatations" (Dilatações humanas, na tradução livre), usa o exagero das formas para incentivar a visualização do corpo feminino como um todo, em um jogo que permite relacionar a imagem sem o estereótipo de beleza Reprodução/rogerweiss.ch

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9.mai.2017 - Segundo o site do artista, o objetivo é questionar os padrões e permitir uma relação diferente entre o espectador e a imagem Reprodução/rogerweiss.ch

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17.abr.2017 - O artista Cao Hui criou várias obras de arte capazes de causar repulsa em quem as observa. Parece loucura falar assim de uma série artística, mas foi exatamente esse sentimento que o chinês queria despertar quando usou objetos do cotidiano como se eles fossem feitos carne Reprodução/sobadsogood

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17.abr.2017 - "Há apenas algo enervante sobre ver objetos normais feitos de pele e tecido adiposo", afirmou o artista ao site So Bad So Good Reprodução/sobadsogood

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17.abr.2017 - A série Visual Temperature, do artista chinês, não usa carne real, embora os objetos pareçam rasgados como carne real. A arte hiper-realista é feita apenas com uma mistura de resina e fibra Reprodução/sobadsogood

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17.abr.2017 - De verdade ou não, a ideia do artista Cao Hui foi sair do senso de beleza e se arriscar em uma arte diferente Reprodução/sobadsogood

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O artista Cao Hui criou várias obras de arte capazes de causar repulsa em quem as observa. Parece loucura falar assim de uma série artística, mas foi exatamente esse sentimento que o chinês queria despertar quando usou objetos do cotidiano como se eles fossem feitos carne Reprodução/sobadsogood

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17.abr.2017 - "Há apenas algo enervante sobre ver objetos normais feitos de pele e tecido adiposo", afirmou o artista ao site So Bad So Good Reprodução/sobadsogood

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1.abr.2017 - Com imagens impactantes, as artistas tentam acabar com o conceito de perfeição pregado pela sociedade Reprodução/Phlegm._

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1.abr.2017 - O projeto quer ajudar a destruir qualquer ideia de perfeição, principalmente sobre nossos corpos e maneira de ser, vendida através de imagens e textos que tanto nos circulam pela vida cotidiana Reprodução/Phlegm._

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1.abr.2017 - O coletivo quer lutar para que as pessoas possam ser o que quiserem, e não o que a sociedade lhes impõem Reprodução/Phlegm._

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1.abr.2017 - A questão de gênero é parte determinante da luta da dupla, que se define simplesmente como "duas garotas que querem mudar o mundo" Reprodução/Phlegm._

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1.abr.2017 - A dupla de artistas Pip, de 23 anos, e Lib, de 22 anos, se juntaram para combater o conceito de perfeição. A dupla criou o coletivo Phlegm._ , que anuncia seu motivo na página de abertura de seu site, em letras garrafais: perfection is an asshole (A perfeição é uma imbecil, em tradução livre para o português) Reprodução/Phlegm._

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15.dez.2016 - A historiadora Kelly Olson registrou o que seriam imagens dos serviços de prostituição servidos no Lupanar, o mais famoso bordel de Pompeia, cidade romana que sumiu do mapa após a erupção do vulcão Vesúvio Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - Segundo estudos de historiadores, os desenhos nas paredes não eram apenas ilustrações, mas um catálogo dos serviços oferecidos por quem trabalhava no prostíbulo Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - No local, trabalhavam homens e mulheres, muitos deles escravos ou ex-escravos, que atendiam clientes de ambos os sexos Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - Para os historiadores, o bordel contava com dez quartos, todos pequenos e com pouca iluminação Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - A prostituição era um meio legal de trabalho durante o Império Romano. Acredita-se que as prostitutas precisavam se registrar e pagar impostos Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - A historiadora Kelly Olson registrou o que seriam imagens dos serviços de prostituição servidos no Lupanar, o mais famoso bordel de Pompeia, cidade romana que sumiu do mapa após a erupção do vulcão Vesúvio Reprodução/Kelly Olson

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15.dez.2016 - Segundo estudos de historiadores, os desenhos nas paredes não eram apenas ilustrações, mas um catálogo dos serviços oferecidos por quem trabalhava no prostíbulo Reprodução/Kelly Olson

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28.jul.2016 - O pintor norte-americano Patrick Earl Hammie faz pinturas a óleo caprichadas na sensualidade. As obras de Hammie são nus realistas que mesclam sentimentos opostos, como paixão e abandono, romance e solidão. Confira a seguir no álbum algumas das imagens eróticas criadas por Hammie Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O norte-americano Patrick Earl Hammie pinta nus realistas carregados de sensualidade Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O abandono e a solidão são sentimentos retratados pelo norte-americano Patrick Earl Hammie em suas pinturas a óleo Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - Romance e paixão são temas constantes nos trabalhos do pintor Patrick Earl Hammie Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - Patrick Earl Hammie exprime muita força com seus nus realistas Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O romance e a paixão são temas constantes nas obras de Patrick Earl Hammie Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O norte-americano Patrick Earl Hammie pinta nus realistas carregados de sensualidade Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O abandono e a solidão são sentimentos retratados pelo norte-americano Patrick Earl Hammie em suas pinturas a óleo Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - Patrick Earl Hammie exprime muita força com seus nus realistas Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - A solidão é outra marca registrada nos nus realistas do pintor Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O romance e a paixão são temas constantes nas obras de Patrick Earl Hammie Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - O romance e a paixão são temas constantes nas obras de Patrick Earl Hammie Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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28.jul.2016 - As pinturas a óleo de Patrick Earl Hammie tentam passar uma mensagem sobre relacionamentos de forma bastante forte Reprodução / www.patrickearlhammie.com

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6.jun.2016 - Fotografar parentes e amigos depois de mortos pode parecer algo mórbido nos dias de hoje. Mas na Era Vitoriana britânica (1837-1901), fazer imagens dos falecidos - e até mesmo juntar-se a eles no registro - era uma maneira de homenageá-los e de tentar arrefecer a dor da perda. Em fotos que são ao mesmo tempo duras e perturbadoras, famílias posam com seus mortos, crianças parecem estar apenas adormecidas e jovens aparecem reclinadas. Na Era Vitoriana, era comum que famílias tivessem muitos filhos e que muitos morressem antes dos cinco anos. Na imagem acima, a criança à esquerda está morta e foi colocada de pé para o registro. Domínio Público via BBC

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6.jun.2016 - A captação fotográfica de exposição longa fazia com que os mortos parecessem mais nítidos que os vivos exatamente por causa da ausência de movimento; à direita da imagem, um "memento mori" (do latim "lembre-se que você vai morrer"). Domínio Público via BBC

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6.jun.2016 - Na Era Vitoriana britânica (1837-1901), mortos eram simplesmente colocados em frente à câmera como se ainda estivessem vivos. E frequentemente bem vestidos, para que parecessem bem em seu último "momento social". Na imagem acima, Os olhos do menino foram pintados sobre a foto, enquanto a menina foi colocada de forma a posar com seus brinquedos; as duas crianças estão mortas. Domínio Público via BBC

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6.jun.2016 - Pais também posavam com os filhos mortos Domínio Público via BBC

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6.jun.2016 - Na imagem, o bebê gêmeo à direita está morto Domínio Público via BBC

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31.mai.2016 - O desenhista sul-coreano Kim Jung Gi cria ilustrações com estética das histórias em quadrinhos. Os desenhos de Kim, repletos de detalhes, são carregados de cinismo, agressividade e nudez Reprodução/Kim Jung Gi

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31.mai.2016 - O desenhista sul-coreano Kim Jung Gi cria ilustrações com estética das histórias em quadrinhos, abusando do humor negro, cinismo, violência e nudez Reprodução/Kim Jung Gi

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31.mai.2016 - Os desenhos do sul-coreano Kim Jung Gi chama atenção pela riqueza de detalhes Reprodução/Kim Jung Gi

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31.mai.2016 - Kim Jung Gi usa a nudez e o sexo para criar os cenários de seus desenhos Reprodução/Kim Jung Gi

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31.mai.2016 - Os desenhos do sul-coreano Kim Jung Gi chama atenção pela riqueza de detalhes Reprodução/Kim Jung Gi

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11.mai.2016 - Illma Gore sabia que provocaria controvérsia quando, em janeiro, começou a pintar seu novo quadro: um nu do pré-candidato do Partido Republicano à Presidência dos EUA Donald Trump, em que este é retratado com um pênis pequeno. O quadro também tocava em um tema que já tinha sido abordado: o senador Marco Rubio, rival de Trump no partido, mencionou as "mãos pequenas" do bilionário - em alusão ao mito de que há relação entre o tamanho do pênis. Mas ela não esperava que as reações a sua obra fossem tão violentas. A imagem viralizou, mas logo vieram também reações hostis. Gore conta ter recebido ameaças anônimas em e-mails e posts na rede social - e acabou suspendendo sua conta. Niklas Hallen'n/AFP

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11.mai.2016 - No final de abril, porém, o perigo saiu do mundo virtual para o real: a artista conta que seu nome e dados pessoais vazaram na internet e ela passou a ser insultada em público por simpatizantes de Trump. Em 29 de abril, Gore caminhava pelas ruas de Los Angeles quando um carro encostou e seus ocupantes começaram a gritar frases de apoio a Trump. Um deles desceu do veículo e lhe deu um soco próximo ao olho esquerdo, antes de gritar "Trump 2016!". A polícia ainda não identificou o agressor. "Sei que houve muita violência nessa eleição, mas não esperava isso. Foi a situação mais frustrante e ridícula por que já passei", contou a artista, de 24 anos. "É triste e assustador. Mas pintarei Trump com com um pênis ainda menor se for necessário". Arquivo Pessoal

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9.mai.2016 - A artista japonesa Megumi Igarashi, que cria objetos inspirados na forma de sua vagina, foi condenada por crime de obscenidade nesta segunda-feira (9) no Japão. A artista de 44 anos terá de pagar uma multa de 400.000 ienes (3.280 euros), mas diz que vai recorrer. Ela chegou a ser presa em julho de 2014 por tentar levantar fundos na internet para financiar a construção de um caiaque, cuja forma seria inspirada em seu órgão genital. Na ocasião, Igarashi havia publicado uma imagem 3D de sua vagina para que os internautas pudessem fazer cópias Reprodução

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19.abr.2016 - A fotógrafa tcheca Ludmila Foblova realizou um ensaio erótico com o objetivo de retratar emoções, desejos e paixões Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - As imagens chocantes da artista tcheca Ludmila Foblova mostram fetiches e desejos por meio de muita sombra e luz Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - O objetivo da artista é ir além da exposição do corpo e revelar nuances do sexo em um ensaio repleto de desejo Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - ?Quero uma completa manifestação da pessoa fotografada, e não somente seu corpo?, afirma Ludmila Foblova por meio de seu site pessoal Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - O ensaio mistura putadas de sadomasoquismo e exibicionismo em imagens eróticas que fazem questão de deixar o desejo erótico aparente Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - Embora o desejo sexual esteja em cada retrato, a ideia do trabalho é manter presente o potencial artístico e reflexivo que muitas vezes se diluem nesse tipo de ensaio Reprodução/Ludmila Foblova

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19.abr.2016 - A fotógrafa tcheca Ludmila Foblova realizou um ensaio erótico com o objetivo de retratar emoções, desejos e paixões Reprodução/Ludmila Foblova

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13.abr.2016 - A casa de leilões Bonhams trouxe à tona, recentemente, uma série de desenhos eróticos criados no Japão no século XVII. As imagens criadas por Miyagawa Choshun vinham sendo escondidas do público desde a década de 70 Reprodução/Miyagawa Choshun

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13.abr.2016 - Entre os séculos XVII e XIX, o Japão passou pelo período conhecido como Edo, quando o país foi governado por um comando rígido, que, além do crescimento econômico, promoveu o interesse em arte, cultura e entretenimento Reprodução/Miyagawa Choshun

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13.abr.2016 - Como as relações interpessoais ainda eram moldadas de forma conservadora, com a maioria dos casamentos sendo arranjados pelas famílias, restava aos japoneses dar um jeito para liberar suas fantasias. A opção mais acessível era a arte erótica, conhecida como shunga Reprodução/Miyagawa Choshun

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13.abr.2016 - Apesar de serem explícitas, as pinturas focam na parte carinhosa do sexo. Os casais normalmente são compostos por um homem mais velho e uma parceira mais jovem, com riqueza de detalhes em seus quimonos Reprodução/Miyagawa Choshun

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13.abr.2016 - A casa de leilões Bonhams trouxe à tona, recentemente, uma série de desenhos eróticos criados no Japão no século XVII. As imagens criadas por Miyagawa Choshun vinham sendo escondidas do público desde a década de 70 Reprodução/Miyagawa Choshun

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29.mar.2016 - A página do Instagram @cold___meat, especializada em imagens artísticas para lá de sensuais, é sucesso na internet. Seu criador, Darryl, possui um acervo digital bastante extenso Reprodução/Instagram

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29.mar.2016 - A curadoria de arte erótica vintage mostra desenhos antigos de sexo Reprodução/Instagram

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29.mar.2016 - Os internautas comentam com elogios e brincam dizendo que tentarão fazer as posições em casa Reprodução/Instagram

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29.mar.2016 - São pinturas, gravuras e rabiscos do século 19, e começo do século 20, época que engloba muitas expressões artísticas em relação ao sexo Reprodução/Instagram

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29.mar.2016 - As obras retratam os desejos de uma época, o surrealismo que o sexo poderia chegar, a relação entre desejo e religião, pecado e orgasmos Reprodução/Instagram

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1.mar.2016 - O filme "A Garota Dinamarquesa", que foi indicado ao Oscar e ganhou com Alicia Vikander na categoria atriz coadjuvante, foi inspirado na pintora Gerda Wegener (1886 - 1940). A artista nasceu na Dinamarca e tem uma vasta criação, incluindo temas como a arte erótica lésbica Reprodução/Gerda Wegener

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1.mar.2016 - Gerda estudou na Escola de Belas Artes em Copenhague e se casou com o pintor Einar Wegener (1882-1931) em 1904. A artista estacionou sua carreira num período em que Einar, tema recorrente de suas pinturas, retratado, porém, como Lili Elbe, nome que usava ao se travestir, foi diagnosticado transexual Reprodução/Gerda Wegener

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1.mar.2016 - Gerda apoiou Lili em todas as etapas do processo que a levaram a realizar, em 1930, uma cirurgia de "transgenitalização", a primeira, aliás, realizada em uma figura pública Reprodução/Gerda Wegener

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1.mar.2016 - Muitas de suas obras expressam um erotismo singular e retratam a cena lésbica, mostrando uma vez mais, uma artista na vanguarda de seu tempo Reprodução/Gerda Wegener

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14.jan.2016 - A fotógrafa iraniana Soraya Doolbaz se inspirou nas fotos de pênis que recebia de seus pretendentes para criar um projeto inusitado, imagens de pênis vestidos como bonecas, com direito a roupa e tudo, "Vi duas bonecas e pensei que poderia criar uma personalidade diferente para o pênis. Então comecei a colecionar roupinhas de brinquedos", explica a fotógrafa radicada em Nova Iorque. Para evitar confusão, é o(a) parceiro(a) do "ator" que veste o órgão, além de ajustá-lo no lugar. Soraya Doolbaz

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14.jan.2016 - Fotos da "Dickture Gallery", projeto da iraniana Soraya Doolbaz, usam o pênis como bonecas, vestidos como personagens e outras figuras, caso do ditador alemão Adolf Hitler. Soraya Doolbaz

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Soraya tem uma coleção de miniroupas que usa para os ensaios com pênis Reprodução/NewYorkPost

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Os modelos de Soraya sempre vão às sessões acompanhados de seus namorados Reprodução/NewYorkPost

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Depois de receber muitas fotos dos pênis de seus pretendentes, Soraya decidiu fotograr o membro sob outra perspectiva Reprodução/NewYorkPost

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O ano de 2015 foi bem polêmico em alguns palcos teatrais do país. Relembre algumas das peças e exposições mais "chocantes" do ano. Na foto, o espetáculo "Não Fornicarás" trouxe um texto de Rosana Hermann com apelo sexual. A ideia era mostrar o embate entre o sexo físico e virtual e, para isso, a peça contava com cenas de sexo explícito entre pessoas reais, além de interações com o mundo pornográfico da web Reprodução/André Stefano

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22.dez.2015 - O espetáculo teatral "Não Fornicarás" trouxe para os palcos um texto de Rosana Hermann com forte apelo sexual. A ideia era mostrar o embate entre o sexo físico e virtual e, para isso, a peça contava com cenas de sexo explícito entre pessoas reais, além de interações com o mundo pornográfico da web Reprodução/André Stefano

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22.dez.2015 - O espetáculo teatral "Não Fornicarás" trouxe para os palcos um texto de Rosana Hermann com forte apelo sexual. A ideia era mostrar o embate entre o sexo físico e virtual e, para isso, a peça contava com cenas de sexo explícito entre pessoas reais, além de interações com o mundo pornográfico da web Reprodução/André Stefano

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22.dez.2015 - O espetáculo teatral "Não Fornicarás" trouxe para os palcos um texto de Rosana Hermann com forte apelo sexual. A ideia era mostrar o embate entre o sexo físico e virtual e, para isso, a peça contava com cenas de sexo explícito entre pessoas reais, além de interações com o mundo pornográfico da web Reprodução/André Stefano

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22.dez.2015 - Com uma exposição com apelo homoerótico, o fotógrafo Alair Gomes fez uma mostra que ficou em cartaz na Caixa Cultural São Paulo e mostrava fotos de ângulos sensuais de atletas de vários esportes dos anos 60 Reprodução/Alair Gomes

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22.dez.2015 - Com uma exposição com apelo homoerótico, o fotógrafo Alair Gomes fez uma mostra que ficou em cartaz na Caixa Cultural São Paulo e mostrava fotos de ângulos sensuais de atletas de vários esportes dos anos 60 Reprodução/Alair Gomes

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22.dez.2015 - Com uma exposição com apelo homoerótico, o fotógrafo Alair Gomes fez uma mostra que ficou em cartaz na Caixa Cultural São Paulo e mostrava fotos de ângulos sensuais de atletas de vários esportes dos anos 60 Reprodução/Alair Gomes

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22.dez.2015 - A peça "Anatomia no Fauno" mostrava um grupo reprimido que se libertava da solidão e da repressão, culminando com um mundo idealizado onde não há gêneros sexuais e as relações homossexuais são livres Divulgação/Helio Beltrânio

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22.dez.2015 - A peça "Anatomia no Fauno" mostrava um grupo reprimido que se libertava da solidão e da repressão, culminando com um mundo idealizado onde não há gêneros sexuais e as relações homossexuais são livres Divulgação/Helio Beltrânio

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22.dez.2015 - A peça "Anatomia no Fauno" mostrava um grupo reprimido que se libertava da solidão e da repressão, culminando com um mundo idealizado onde não há gêneros sexuais e as relações homossexuais são livres Divulgação/Helio Beltrânio

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22.dez.2015 - A peça "Anatomia no Fauno" mostrava um grupo reprimido que se libertava da solidão e da repressão, culminando com um mundo idealizado onde não há gêneros sexuais e as relações homossexuais são livres Divulgação/Helio Beltrânio

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22.dez.2015 - A peça "Anatomia no Fauno" mostrava um grupo reprimido que se libertava da solidão e da repressão, culminando com um mundo idealizado onde não há gêneros sexuais e as relações homossexuais são livres Divulgação/Helio Beltrânio

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22.dez.2015 - A polêmica Cia. dos Satyros, grupo teatral famoso por peças polêmicas e nudez no palco, trouxe a peça "Tetralogia Libertina", com cenas adptadas de contos do Marquês de Sade. No palco, orgias, sadomasoquismo, nudez e erotismo Reprodução/André Stefano

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22.dez.2015 - Em "Bicha Oca", um gay na meia-idade chamado Alceu relembra suas histórias amorosas. A peça conta com forte apelo erótico, e o texto é adaptado de contos do autor Marcelino Freire, de Pernambuco Divulgação/Ronaldo Gutierrez

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18.dez.2015 - O italiano Giuseppe Pepe, designer na boate espanhola Space Ibiza, não é adepto da selfie, fenômeno que ganha cada vez mais fãs no mundo. Para mostrar seu pensamento, ele criou o projeto "Loosing My Mind" (Perdendo minha mente, em português), onde "remove" a cabeça das pessoas fotografadas para criar o conceito de "anti-selfie". As imagens chocam pela ousadia do autor e impressionam pelo surrealismo. Confira mais obras a seguir Reprodução/Instagram/pepedsgn

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18.dez.2015 - Com o sucesso inicial das imagens, Pepe criou uma página no Instagram onde publica suas criações. Ele já conta com mais de 68 mil seguidores na rede social Reprodução/Instagram/pepedsgn

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18.dez.2015 - Imagens são produzidas em diversas paisagens ao redor do mundo. Depois de fotografar, Pepe "remove" a cabeça do clicado e publica o resultado no Instagram Reprodução/Instagram/pepedsgn

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18.dez.2015 - O projeto "Loosing My Mind" (Perdendo minha mente, em português) tem como objetivo abordar o vício das selfies e mostrar uma visão oposta, no caso, a de quem é contra esse tipo de fotografia Reprodução/Instagram/pepedsgn

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18.dez.2015 - Com o sucesso inicial das imagens, Pepe criou uma página no Instagram onde publica suas criações. Ele já conta com mais de 68 mil seguidores na rede social Reprodução/Instagram/pepedsgn

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28.set.2015 - Formadas em design de moda, as artistas paulistas Mariana Degani e Verônica Alves criaram o Pupillas, um projeto que transforma sensações de mulheres em arte. Recentemente, as duas realizaram o "Orgasmus Multiplus", que é uma série de pinturas feitas a partir do relato de orgasmos femininos. Na imagem acima, por exemplo, o relato diz que o orgasmo veio a partir de uma mistura inusitada de pensamentos: com o namorado, em um lugar repleto de folhas e com a aparição de uma raposa, como percebe-se no centro do desenho. Veja mais ilustrações a seguir Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - Nesta foto, a obra se baseou em uma narração bastante íntima. Nela, a autora fala sobre o poder de um beijo "entre os lábios". O ato "paralisou a alma e o espírito" da mulher que teve o orgasmo Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - Na narração desta obra, a mulher que teve o orgasmo diz que chegou ao ápice do prazer se masturbando e descobrindo o que suas partes íntimas podem lhe proporcionar. "O toque. A intimidade. A mão. O gemido. Como sentir sem saber? Por onde começar? Onde vou tocar? Lembranças. Toques. Suspiros. A mão. O gemido" Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - A foto acima descreve o primeiro orgasmo da mulher que enviou o relato às artistas Mariana Degoni e Verônica Alves. No texto, a paciência do namorado, que esperou o momento certo para chegar ao orgasmo junto com a parceira, foi valorizada. "Até que vem a melhor sensação que existe, agora os dois, ao mesmo tempo, momento mágico, explosivo, cócegas, arrepio..." Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - Na narração "Orgasmus Eruptus", a autora relata uma noite bem quente com uma mulher na cama. "Acordamos mais intensas e saborosas, com direito a me apaixonar por sua pele com gotinhas de suor, chuva de sinceridade e banho de energias. Terminamos o ciclo da viagem. Entramos em erupção" Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - No "Orgasmus Matinalis", a mulher cita que chegou ao ápice do prazer de manhã, logo depois de acordar, com um parceiro. "Deixei seus dedos enterrarem no meu corpo" Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - A obra acima foi criada a partir da narração de uma autora que valoriza o "orgasmo natural", sem sabonetes íntimos, óleos ou lubrificantes. "Vem natural, vem sem neuras, descabelada, acordando com gosto de corpo, cheiro de gente, urra alto, gemer sem pudor" Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - A autora de "Orgasmus Coloridus" citou que uma "canção" teria visitado o corpo dela e, rapidamente, agitou seu corpo e a fez chegar ao orgasmo Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - Na foto acima, a narração é destinada ao namorado da mulher que teve o orgasmo. Até o suor do parceiro, em forma de coração, foi retratado na obra das artistas paulistas Reprodução/Orgasmus Multiplus

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28.set.2015 - Outra obra que valoriza o parceiro da mulher que teve o orgasmo se chama "Orgasmus Transitórius". "Foi uma tarde inteira de olhares interligados, os barulhos dos carros e pessoas lá fora nos deixava em êxtase até que uma hora se fez silêncio absoluto, como se existisse apenas o nosso som, o som dos corpos entrando em atrito, o som do coração dele fazendo melodia com o meu... Ah, eu o queria aquele momento, e queria que aquele momento fosse eterno, e foi. Eu me vi nos olhos dele e entrei em transe, meu corpo inteiro parecia que queria sair de mim, e saiu...", diz a autora Reprodução/Orgasmus Multiplus

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21.set.2015 - Conhecido pelo trabalho provocativo e perturbador, Jan Saudek é um dos artistas tchecos mais reconhecidos Reprodução/cmglam

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16.set.2015 - O jovem Christian Hopkins, de 20 anos, encontrou na fotografia muito mais que uma diversão: por meio de fotos, enfrenta a depressão aguda como uma terapia. Ele, que sofre da doença há 4 anos, criou retratos surreais e melancólicos que retratam o drama vivido por quem passa por esse tipo de situação. Veja mais imagens do trabalho do fotógrafo a seguir Reprodução/Christian Hopkins

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16.set.2015 - Em um determinado momento, quando a depressão chegou a um nível crítico, Hopkins pretendia apagar e destruir todos os retratos. Entretanto, um amigo acabou compartilhando seu trabalho no Reddit. A partir daí, o jovem de 20 anos tornou-se conhecido na web Reprodução/Christian Hopkins

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16.set.2015 - "Pelo menos, eu espero ter ajudado alguém com as minhas fotografias. Elas são eu próprio. Talvez elas sejam você também. Talvez elas não sejam nenhum dos dois. Ou talvez elas sejam nós", disse Hopkins Reprodução/Christian Hopkins

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15.jul.2015 - O site norte-americano The Huffington Post publicou uma série de imagens bem polêmicas que mostram a forma como a relação sexual entre mulheres era vista no passado. Nas ilustrações, feitas pelo artista austríaco Franz von Bayros, que nasceu em 1866, é possível perceber a forte carga sexual que era atribuída à figura feminina, além de analisar a forma como era imaginada a intimidade delas no passado Reprodução/The Huffington Post

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12.mai.2015 - Após muita especulação, o mistério acabou. Os 30 corações bovinos pendurados em uma árvore no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio de Janeiro, encontrados por moradores do bairro na manhã de domingo (10), eram parte de um trabalho universitário. No fim da tarde do sábado (9), três estudantes do curso de artes visuais da Universidade Unigranrio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, colocaram em prática a intervenção artística para uma disciplina. O local escolhido foi um trecho da passarela situada na altura da rua Paissandu. Reprodução/Facebook

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6.abr.2015 - Um programa de TV na Inglaterra, exibido pelo Channel 5 na noite da última terça-feira (31), causou polêmica entre os telespectadores ao mostrar um documentário sobre jovens que gostam de fazer sexo com mulheres idosas. No filme - "Nanna Love: 50 Shades of Granny" ("50 Tons de Vovós") -, rapazes entre 25 e 30 anos narram aventuras sexuais e falam de suas preferências. "Minha busca mesmo é por 'granny pussy' ('vagina de vovó')", disse um entrevistado que teve uma namorada de 68 anos e outra de 92. Reprodução/YouTube

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30.mar.2015 - O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração. Na foto, é mostrado o panamenho Teofilo Santos Rivera, vítima de um assalto em massa durante uma viagem para o México. Rivera também sofre de cirrose hepática e tem uma ferida cancerígena em suas costas Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - A mochila de Salvador Santos, de Honduras, contém um número de telefone de um parente em seu interior. Assim, caso ele seja sequestrado, alguma informação pode chegar até sua família. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - Escondida com os filhos, mãe imigrante diz que, para manter sua família, trabalha para traficantes. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - Gonzalo (à direita) completou 22 anos viajando em situação irregular rumo aos Estados Unidos. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - Mariana, de 29 anos, fazia ilegalmente o trajeto entre Honduras e Estados Unidos. Ela foi empurrada por assaltantes e machucou o braço. Além disto, Mariana quase foi estuprada. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - O marido de Lydia fazia o trajeto rumo aos Estados Unidos em uma caravana de imigrantes ilegais quando foi atingido por um trem. Ele morreu na hora. Apenas este boné foi entregue à esposa. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - Yenifer e suas duas irmãs foram vítimas de um acidente de carro na cidade mexicana de Chiapas. O carro tinha como destino os Estados Unidos e era guiado por imigrantes ilegais. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - Armando, de El Salvador, acabou perdendo um dos braços enquanto fazia o trajeto ilegal até os Estados Unidos. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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30.mar.2015 - O empregador de Elsa Mateo deu a ela este pingente, para que sua jornada até os Estados Unidos fosse tranquila. O projeto fotográfico de Nicola Frioli, denominado "O Outro Lado do Sonho", mostra que nem sempre a vida de imigrantes é fácil. Frioli retrata a vida de pessoas que foram em busca de seus sonhos nos Estados Unidos, mas não tiveram sucesso. O objetivo do ensaio é conscientizar a sociedade sobre as possíveis consequências de uma imigração Reprodução/nicolaokinphotography

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20.mar.2015 - O artista belga Wim Delvoye ficou conhecido por causar polêmica ao tatuar porcos e levá-los empalhados a uma exposição - "Les cochons tatoués" ("Os porcos tatuados") - na França em 2010. Delvoye começou a tatuar suínos no final dos anos 90 nos Estados Unidos. Em 2004, ele transferiu o projeto para uma fazenda na China, longe do olhar de reprovação das entidades de defesa dos animais. Segundo reportagem do site Daily Mail nesta sexta-feira (20), peças de peles dos animais também são vendidas por mais de R$ 200 mil para grifes Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Alguns dos porcos tatuados foram peças de uma exposição - "Les cochons tatoués" ("Os porcos tatuados") - no Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Nice, na França, em 2010 Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - A pele dos porcos são marcadas por desenhos de princesas da Disney, logotipos de grifes, como a Louis Vuitton. Além disso, tatuagens do estilo de presidiários russos também são reproduzidas nos bichos Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - O artista belga Wim Delvoye, que tatua porcos desde a década de 90, transferiu o projeto para uma fazenda na China, longe do olhar de reprovação das entidades de defesa dos animais Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Delvoye manteve cerca de 20 porcos tatuados em uma fazenda na China Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Na imagem, um porco com uma tatuagem de Ariel, do filme da Disney "A Pequena Sereia" Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Na imagem, um dos porcos tatuados na fazenda do artista belga Wim Delvoye Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - O artista belga Wim Delvoye começou a tatuar porcos vivos em 1997, nos Estados Unidos Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Na imagem, um porco com uma tatuagem de Ariel (dir..), de "A Pequena Sereia", e Aladdin (esq.) Reprodução/Daily Mail

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20.mar.2015 - Na imagem, três artistas tatuam um porco. Antes de receber os desenhos na pele, os bichos são anestesiados Reprodução/Daily Mail

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27.fev.2015 - O fotógrafo Blake Little criou uma série de imagens visualmente interessantes colocando pessoas nuas embebidas em quantidades absurdas de mel Blake Little

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27.fev.2015 - De acordo com Little, o mel obscurece e desfoca as características faciais únicas dos indivíduos, no que seria uma forma de democratizar as pessoas para transformá-las em algo universal Blake Little

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27.fev.2015 - Os modelos parecem estarem embebidos em âmbar líquido, dando ao espectador a impressão de que o sujeito está revestido pela substância dourada de modo a envolvê-lo e protegê-lo Blake Little

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27.fev.2015 - Fotógrafo premiado, Little é conhecido por capturar a energia e personalidade de seus modelos e frequentemente faz registros de celebridades e artistas Blake Little

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27.fev.2015 - Little estabelece um paralelo de seus modelos com as clássicas esculturas antigas da Grécia, Roma e principalmente das figuras vulcânicas de Pompeia Blake Little

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27.fev.2015 - Little apresentará suas fotografias em uma exposição no Kopeikin Gallery, em Los Angeles, nos Estados Unidos, a partir de 7 de março de 2015 Blake Little

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6.fev.2015 - A campanha gringa "The Adipositivity Project" ("Projeto Adiposidade", em português) traz uma discussão bem polêmica em suas séries fotográficas: a obesidade. As fotos são construídas para incentivar a aceitação dos gordinhos em relação ao próprio corpo. Uma das extensões do projeto vai além e mostra o amor nas relações de pessoas obesas, com imagens que mostram o cotidiano de casais que lidam com o excesso de peso Reprodução/"The Adipositivity Project"

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6.fev.2015 - A campanha gringa "The Adipositivity Project" ("Projeto Adiposidade", em português) traz uma discussão bem polêmica em suas séries fotográficas: a obesidade. As fotos são construídas para incentivar a aceitação dos gordinhos em relação ao próprio corpo. Uma das extensões do projeto vai além e mostra o amor nas relações de pessoas obesas, com imagens que mostram o cotidiano de casais que lidam com o excesso de peso Reprodução/"The Adipositivity Project"

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27.jan.2015 - Kim Anami é especialista em sexo e relacionamentos. A jovem, que viaja o mundo dando palestras sobre o assunto, aproveitou para criar uma série de fotos em seu Instagram usando a hashtag #ThingsILiftWithMyVagina (Coisas que eu levanto com a minha vagina, em tradução livre). Com as imagens, Kim pretende mostrar o quanto a vagina pode ser forte. Para levantar os objetos, e até frutas, como bananas, ela conta com um dispositivo para exercícios vaginais, chamado "Ovo de Jade", que é introduzido na vagina para fortalecer o músculo e o pavimento pélvico Reprodução/Instagram

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27.jan.2015 - A especialista em sexo e relacionamentos Kim Anami viaja pelo mundo dando palestras sobre ao assunto. A jovem aproveitou para criar uma série de fotos em seu Instagram usando a hashtag #ThingsILiftWithMyVagina (Coisas que eu levanto com a minha vagina, em tradução livre). Para levantar os objetos, e até frutas, como bananas, ela conta com um dispositivo para exercícios vaginais, chamado "Ovo de Jade", que fortalece o músculo e o pavimento pélvico Reprodução/Instagram

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26.jan.2014 - Criada pela argentina Romina Ressia, a série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre) conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância, como Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. Segundo a artista, o trabalho busca uma reflexão sobre o tempo, a velhice e a morte. "Foi um desafio porque eu sei que as pessoas tendem a se sentir desconfortáveis em frente à passagem do tempo e da morte. Principalmente quando as pessoas no caixão eram personagens que estiveram conosco desde a nossa infância. Não estamos prontos para imaginá-los desta maneira", aponta Romina Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância. Na imagem acima, Cornelia, de 94 anos, veste-se como Branca de Neve Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância, como Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. Na imagem acima, Nestor, de 75 anos, veste-se como Superman Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância, como Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. Na imagem acima, Nestor, de 75 anos, veste-se como Superman em seu leito de morte Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância, como Branca de Neve e Alice no País das Maravilhas. Na imagem acima, Nestor, de 75 anos, veste-se como Superman em seu leito de morte Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância. Na imagem acima, Cornelia, de 94 anos, veste-se como Branca de Neve Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância. Na imagem acima, Cornelia, de 94 anos, veste-se como Branca de Neve Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é Sobre a Morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância. Na imagem acima, Virginia veste-se como Mulher Maravilha Reprodução/RominaRessiaPh

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A série de fotos "Not About Death" (Não é sobre a morte, em tradução livre), da argentina Romina Ressia, conta a história de alguns senhores e senhoras representando super-heróis em seu leito de morte. Há também personagens marcantes da infância. Na imagem acima, Virginia, de 94 anos, veste-se como Mulher Maravilha Reprodução/RominaRessiaPh

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14.jan.2015 - A artista italiana Cristina Guggeri fez uma galeria de imagens curiosas para mostrar que os grandes líderes mundiais são gente como a gente. Com montagens que mostram lideranças sentadas em vasos sanitários, ela criou a série "O Dever Diário", que busca humanizar os poderosos. As imagens estão expostas no site da artista na web. Na foto, o Papa Francisco é relatado Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - Obama também acabou "sentado no trono" Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - A artista italiana Cristina Guggeri fez uma galeria de imagens curiosas para mostrar que os grandes líderes mundiais são gente como a gente. Na imagem. a rainha Elizabeth aparece fazendo o 'chamado da natureza' Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - A artista italiana Cristina Guggeri fez uma galeria de imagens curiosas para mostrar que os grandes líderes mundiais são gente como a gente. Com montagens que mostram lideranças sentadas em vasos sanitários, ela criou a série "O Dever Diário", que busca humanizar os poderosos. As imagens estão expostas no site da artista na web. Na foto, o presidente russo Vladimir Putin Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - A artista italiana Cristina Guggeri fez uma galeria de imagens curiosas para mostrar que os grandes líderes mundiais são gente como a gente. Na imagem. Angela Merkel aparece fazendo o 'chamado da natureza' Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - Silvio Berlusconi não escapou do humor da artista Cristina Guggeri e também acabou "sentado no trono" Reprodução/Cristina Guggeri

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14.jan.2015 - A italiana Cristina Guggeri fez uma galeria de imagens curiosas para mostrar que os grandes líderes mundiais são gente como a gente. Com montagens que mostram lideranças sentadas em vasos sanitários, ela criou a série "O Dever Diário", que busca humanizar os poderosos. O líder budista Dalai Lama foi um dos alvos da artista Reprodução/Cristina Guggeri

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5.jan.2015 - O artista mexicano Pierre Fudaryli se inspirou na obra de Salvador Dalí para criar uma série de fotos manipuladas digitalmente que remetem ao surrealismo. Para o artista, a obra retrata a "gemometria diária da morte, desde o nascimento até quando deixamos de morrer" Reprodução/Pierre Fudaryli

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5.jan.2015 - O artista mexicano Pierre Fudaryli se inspirou na obra de Salvador Dalí para criar uma série de fotos manipuladas digitalmente que remetem ao surrealismo. Para o artista, a obra retrata a "gemometria diária da morte, desde o nascimento até quando deixamos de morrer", segundo uma declaração dele publicada pelo site gringo Empty Kingdom. As imagens se encontram disponíveis no tumblr Fudaryli Art, o oficial do fotógrafo na internet Reprodução/Pierre Fudaryli

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16.dez.2014 - A atriz Natállia Rodrigues e o novo namorado, o ator e artista plástico Pedro Henrique Moutinho, posaram juntos para o "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian. O ensaio, que conta com a participação de famosos e estudantes de teatro, recria a morte da personagem Ophelia, de "Hamlet", obra de William Shakespeare. De acordo com o fotógrafo, a nudez do casal representa a liberdade da personagem de Shakespeare. "Em Hamlet, quando Ophelia morre, ela se liberta, está sem máscara nenhuma", disse Sergio em entrevista à revista Quem. O projeto deve virar livro em 2015 Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, famosos e anônimos recriam versões da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, a atriz Josie Pessoa recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, o ator Kleber Toledo recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, o ator Brunmo Gagliasso recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, o ator Alexandre Nero recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, o ator e diretor Miguel Falabella recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, Sidney Sampaio e Carol Nakamura, que já foram noivos, recriam versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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16.dez.2014 - No "Ophelia Project", do fotógrafo Sergio Santoian, o ator Reynaldo Gianecchini recria versão da morte de Ophelia, a noiva do príncipe "Hamlet", da obra de William Shakespeare. Cada um dos fotografados conta uma possível suspeita para o suicídio da personagem Sergio Santoian/Divulgação

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8.dez.2014 - Imaginando a vinda de Jesus a São Paulo nos dias de hoje, o designer Douglas Téo elaborou o projeto Hostilizado, que foi financiado coletivamente e propõe uma reflexão sobre a fé e a coerência no exercício da religiosidade. No ensaio, Jesus voltaria sem fazer milagres e só utilizaria suas palavras. Como ele seria recebido? André Nunez/Hostilizado

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8.dez.2014 - Douglas Téo pesquisou durante quase um ano a figura simbólica de Jesus ao longo dos séculos para entender um pouco da linguagem gestual característica do religioso. André Nunez/Hostilizado

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8.dez.2014 - Para protagonizar os ensaios, o designer deixou barba e cabelo crescerem e emagreceu dez quilos. Algumas vezes, Douglas se vestiu de morador de rua para entender como é ser considerado um excluído da sociedade. André Nunez/Hostilizado

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8.dez.2014 - Douglas também tentou entrar diversas vezes em igrejas católicas e evangélicas vestido de mendigo, e em todas foi expulso. André Nunez/Hostilizado

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8.dez.2014 - A intenção dos ensaios foi a de fazer uma reflexão sobre a imagem de Jesus. André Nunez/Hostilizado

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8.dez.2014 - Ensaios foram realizados em diversos pontos de São Paulo e contaram com a colaboração do fotógrafo André Nunez. André Nunez/Hostilizado

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3.dez.2014 - A organização "Orthodox-Calendar" ("Calendário Ortodoxo" em tradução livre), que defende os direitos dos homossexuais, lançou na Rússia um calendário erótico com fotos de padres seminus em igrejas ao sul de Moscou. "Alguns padres acreditam que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não é um sinal do apocalipse, ao contrário do que diz o patriarca ortodoxo Kirill [líder da igreja ortodoxa russa]". A entidade ressalta ainda que o principal objetivo das fotos é "criar a primeira organização global contra a homofobia na religião ortodoxa". Reprodução/Orthodox-Calendar

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3.dez.2014 - A organização "Orthodox-Calendar" ("Calendário Ortodoxo" em tradução livre), que defende os direitos dos homossexuais, lançou na Rússia um calendário erótico com fotos de padres seminus em igrejas ao sul de Moscou. "Alguns padres acreditam que o casamento entre pessoas do mesmo sexo não é um sinal do apocalipse, ao contrário do que diz o patriarca ortodoxo Kirill [líder da igreja ortodoxa russa]". A entidade ressalta ainda que o principal objetivo das fotos é "criar a primeira organização global contra a homofobia na religião ortodoxa". Reprodução/Orthodox-Calendar

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24.nov.2014 - O artista Kittiwat Unarrom é dono de uma padaria na Tailândia e abusa da imaginação para oferecer produtos, digamos, inovadores aos clientes. Ele usa pães para esculpir parte de corpos humanos. O trabalho fica tão real que os pães parecem, na verdade, carne humana, e a padaria lembra o lar de um serial killer. Apesar de o produto não ser para qualquer um (vamos combinar, é preciso ter estômago forte para comer a "fatia" de uma cabeça), os pães são apresentados em versões mais simples ou até mesmo recheadas com passas, castanha de caju ou chocolate. Kittiwat, que tem mestrado em artes plásticas e ajudou no negócio caseiro da família com seu criativo e assustador "pão da morte" Reprodução

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16.nov.2014 - A fotojornalista Benita Marcussen, de Copenhagen, na Dinamarca, fez um ensaio que mostra a rotina de pessoas que têm bonecas de silicone como companhia. Os fotografados - homens e mulheres - resolveram aderir à companhia inusitada para preencher o espaço deixado por entes queridos perdidos após a morte ou divórcio. Segundo o jornal Daily Mail, Marcussen conheceu os fotografados em fóruns na internet e passou quase um ano ganhando confiança antes de fotografá-los para sua série "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), que está em exposição na Dinamarca. As bonecas custam de 1.000 a 33.000 mil euros (cerca de R$ 3.200 a R$ 106 mil). Na imagem, homem é fotografado com sua boneca, chamada Carly, em um hotel no Reino Unido. Ele tem uma namorada e duas filhas adultas, que sabem de sua convivência com sua companheira de silicone Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra homem em momentos de carinhos com uma boneca de silicone em um hotel no Reino Unido Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra Phil, que parou de fumar por um ano para poder pagar sua boneca, Jessica. Ele conta que não tem fantasia alguma de que sua companheira de silicone seja uma mulher de verdade. Além disso, diz não se importar com o que pensam sobre a sua escolha e estilo de vida Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - Não são apenas os homens que encontram companheirismo com os manequins realistas. Angela comprou sua primeira boneca, Ana, neste ano. A companheira da mulher possui dois rostos para que ela possa mudar seu visual e "personalidade". A imagem faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da foto jornalista Benita Marcussen Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem mostra uma fábrica de bonecas realistas na Califórnia, nos Estados Unidos. Com muitos dos modelos, é possível mudar a rosto e o corpo, permitindo que os proprietários de boneca possam alterar o "estado de espírito" ou "personalidade" do manequim Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem mostra uma fábrica de bonecas realistas na Califórnia, nos Estados Unidos. Cada modelo de silicone leva cerca de 80 horas para ficar pronto, e o preço varia entre 1000 a 33.000 mil euros (cerca de R$ 3.200 a R$ 106 mil). Os compradores costumam usar as bonecas como brinquedos sexuais ou para fantasias eróticas, mas alguns só usam as manequjins realistas como objeto de arte ou decoração Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - Um dos fotografados pela fotojornalista Benita Marcussen, para a série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), ainda prefere o anonimato. Ele, que nunca teve uma namorada, contou que encontrou a felicidade com a manequim realista, porém diz que a sociedade - inclusive sua família - ainda tem dificuldade em aceitar a sua escolha Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ('Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra homens preparando suas bonecas para sessão de fotos no Reino Unido Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra um homem durante passeio com sua boneca de silicone Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - Na imagem, Kharn, (à direita), 56, posa com a família e sua boneca, Alektra. Ele se divorciou de sua esposa há 20 anos e tentou outros relacionamentos, porém não conseguiu encontrar uma mulher que conquistasse seu coração. Foi então que, em 1998, decidiu comprar sua primeira boneca. Alektra, que é inspirada na atriz pornô americana Alektra Blue, é a sua mais recente aquisição. Segundo contou ao Daily Mail, ele não tem relação sexual com a companheira de silicone e não a tem como namorada. Ele apenas gosta de fotografar com a companheira. Kharn também contou que ainda espera encontrar outro grande amor. A imagem faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da foto jornalista Benita Marcussen Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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A imagem faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da foto jornalista Benita Marcussen Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - Chris passou a se relacionar com as bonecas Lala Salama (esq.) e Grace Park (dir.) após o divórcio. A imagem faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da foto jornalista Benita Marcussen Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra um homem, Everard, com sua boneca, Faina Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - Depois de perder sua esposa para o câncer, Deerman tentou encontrar um novo amor, mas, segundo contou ao Daily Mail, descobriu que as mulheres que ele gostava não estavam interessados nele. Anos mais tarde, ele comprou uma boneca que se parece com sua esposa e passou a chamá-la de Erica. A filha mais nova de Deerman sabe de sua convivência com a companheira de silicone. A imagem faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da foto jornalista Benita Marcussen Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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16.nov.2014 - A imagem, que faz parte da série fotográfica "Men & Dolls" ("Homens e Bonecas"), da fotojornalista Benita Marcussen, mostra homem em momentos de carinhos com uma boneca de silicone em um hotel no Reino Unido Benita Marcussen/Reprodução/Daily Mail

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11.nov.2014 - A 22ª edição do Festival MIX Brasil de Cultura da Diversidade, que traz diversos espetáculos com temática sexual entre 13 e 23 de novembro, no CCSP (Centro Cultural São Paulo), em São Paulo, apresentará uma performance que promete gerar polêmica. A atração, "Macaquinhos", conta com a atuação de nove atores, completamente nus, que vão explorar os ânus uns dos outros. Divulgação

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11.nov.2014 - Na imagem, atores ensaiam o espetáculo "Macaquinhos", que estará em cartaz na 22ª edição do Festival MIX Brasil de Cultura da Diversidade, que acontece entre os dias 13 e 23 de novembro, no CCSP, em São Paulo. Reprodução

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11.nov.2014 - No espetáculo "Macaquinhos", atração da 22ª edição do Festival MIX Brasil de Cultura da Diversidade, atores nus exploram os ânus uns dos outros. Reprodução

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11.nov.2014 - No espetáculo "Macaquinhos", atração da 22ª edição do Festival MIX Brasil de Cultura da Diversidade, atores nus exploram os ânus uns dos outros. Os ingressos para as apresentações podem custar até R$ 1. Reprodução

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31.out.2014 - Marc Sijan é um escultor tão bom que as pessoas sequer acreditam que seu trabalho seja real. Um exemplo é a foto acima, de uma das obras dele. Parece até uma pessoa de verdade, não é mesmo? Mas não é! A atenção aos detalhes é impressionante, além de uma honestidade impressa em cada (im)perfeição do corpo humano. Nascido nos EUA, ele geralmente gasta cerca de seis meses a um ano em cada obra, embora trabalhe em mais de uma escultura ao mesmo tempo Reprodução/Viral Nova

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9.out.2014 - A fotógrafa britânica Laura Dodsworth resolveu criar um ensaio chamado "Bare Reality" (Realidade Nua, em português) registrando 100 fotos dos mais diferentes seios. O objetivo é mostrar corpos reais sem o uso do Photoshop. Foram fotografadas mulheres entre 19 e 101 anos. "Mais do que simplesmente uma parte do nosso corpo, seios representam a sexualidade, maternidade e feminilidade. Quando falamos de peitos, falamos de aspectos íntimos de nossas vidas", declarou Laura Dodsworth. Nas imagens, é possível observar seios marcados pela idade, pelo tempo e por doenças. Com as fotos, a artista pretende transformar o projeto em livro. Para isso, Laura conta com a ajuda no site de financiamento coletivo Kickstarter Reprodução/Bare Reality

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9.out.2014 - A fotógrafa britânica Laura Dodsworth resolveu criar um ensaio chamado "Bare Reality" (Realidade Nua, em português) registrando 100 fotos dos mais diferentes seios. O objetivo é mostrar corpos reais sem o uso do Photoshop. Foram fotografadas mulheres entre 19 e 101 anos. "Mais do que simplesmente uma parte do nosso corpo, seios representam a sexualidade, maternidade e feminilidade. Quando falamos de peitos, falamos de aspectos íntimos de nossas vidas", declarou Laura Dodsworth. Nas imagens, é possível observar seios marcados pela idade, pelo tempo e por doenças. Com as fotos, a artista pretende transformar o projeto em livro. Para isso, Laura conta com a ajuda no site de financiamento coletivo Kickstarter Reprodução/Bare Reality

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9.out.2014 - A fotógrafa britânica Laura Dodsworth resolveu criar um ensaio chamado "Bare Reality" (Realidade Nua, em português) registrando 100 fotos dos mais diferentes seios. O objetivo é mostrar corpos reais sem o uso do Photoshop. Foram fotografadas mulheres entre 19 e 101 anos. "Mais do que simplesmente uma parte do nosso corpo, seios representam a sexualidade, maternidade e feminilidade. Quando falamos de peitos, falamos de aspectos íntimos de nossas vidas", declarou Laura Dodsworth. Nas imagens, é possível observar seios marcados pela idade, pelo tempo e por doenças. Com as fotos, a artista pretende transformar o projeto em livro. Para isso, Laura conta com a ajuda no site de financiamento coletivo Kickstarter Reprodução/Bare Reality

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9.out.2014 - A fotógrafa britânica Laura Dodsworth resolveu criar um ensaio chamado "Bare Reality" (Realidade Nua, em português) registrando 100 fotos dos mais diferentes seios. O objetivo é mostrar corpos reais sem o uso do Photoshop. Foram fotografadas mulheres entre 19 e 101 anos. "Mais do que simplesmente uma parte do nosso corpo, seios representam a sexualidade, maternidade e feminilidade. Quando falamos de peitos, falamos de aspectos íntimos de nossas vidas", declarou Laura Dodsworth. Nas imagens, é possível observar seios marcados pela idade, pelo tempo e por doenças. Com as fotos, a artista pretende transformar o projeto em livro. Para isso, Laura conta com a ajuda no site de financiamento coletivo Kickstarter Reprodução/Bare Reality

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7.out.2014 - Com o sugestivo título de "Colírio para os olhos", acontece no México uma exposição sobre como o erotismo se manifesta na cultura popular desde a época pré-colonização até os nossos dias. No México, como em outros países, a expressão da sexualidade sempre foi algo cheio de tabu. Mas ela nunca deixou de ser abordada por causa disso e foi retratada de diversas maneiras pela arte. Uma delas é por objetos como esses. A exposição ficará aberta até 23 de novembro Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Algumas das manifestações artísticas mais criativas e diferentes sobre sexo estão reunidas na exposição "Colírio para os Olhos - Erotismo popular", que reúne 867 peças sobre o tema, algumas criadas há mais de 3 mil anos. A exposição acontece no Museu Nacional de Culturas Populares.Na foto, uma escultura do período anterior à colonização espanhola no México Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Juan Rafaek Coronel Rivera é o curador da exposição 'Colírio para os olhos'. Foi ele quem reuniu objetos de erotismo popular elaborados entre o período Clássico até os dias de hoje na América Central. As peças são de museus públicos ou privados. Esta é a primeira exposição na história da arte mexicana com uma visão sobre a sexualidade do âmbito popular. O objetivo é mostrar como as expressões do tema são muito parecidas ao longo da história. A mostra ficará aberta até 23 de novembro Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - A reação do ser humano com sua sexualidade foi por muito tempo um tabu na sociedade mexicana, e por isso muitos buscavam métodos alternativos para expressar sua sexualidade, incluindo temas bíblicos, como a história de Adão e Eva Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Os costumes, a cultura e as normas sociais e morais influenciam no modo que os seres humanos entendem e manifestam sua sexualidade Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Em muitos casos, o erotismo popular tende a representações idílicas. Esta imagem representa um casal de índios é um exemplo Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Muitos objetos que se encontram na exposição podem ser encontrados em galerias, mercados e até são vendidos fora de estações de metrô na Cidade do México Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Na exposição, há muitas representações eróticas em objetos. Também podem ser encontradas imagens de rituais de fertilidade, expressões de arte urbana - como o grafite -, e até frases que são escritas em banheiros públicos. Tudo isso, segundo os organizadores, também é parte da expressão popular do erotismo Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - Até algumas décadas atrás, não se abordava abertamente o tema do erotismo na época pré-colonização. Até o Museu Nacional de Antropologia, o maior do país, tinha uma 'sala secreta' onde expunha peças vinculadas ao tema Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - O curador da exposição disse que uma porcentagem grande da 'arte popular' não é criada mais nas comunidades indígenas, e sim em zonas urbanas Museu das Culturas Populares/BBC

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7.out.2014 - 'Colírio para os olhos' é a primeira exposição na história da arte mexicana com uma visão sobre a sexualidade do âmbito popular. O objetivo é mostrar como as expressões do tema são muito parecidas ao longo da história. A exposição ficará aberta até 23 de novembro Museu das Culturas Populares/BBC

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail. Na imagem, Vito, 42, aparece em momento íntimo com seu par. Ele ficou paraplégico após um acidente de moto Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail. Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Carlotta, 20, é estudante de medicina e ficou paraplégica depois de se envolver em um acidente de trânsito aos 17 anos Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail. Na imagem, Vito, 42, aparece em momento íntimo com seu par. Ele ficou paraplégico após um acidente de moto Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Chiara, 29 anos, é atriz e diretora de teatro e tem osteogênese imperfeita, também conhecida como doença dos ossos frágeis. Ela e o parceiro Fabio, 30, estão juntos há quatro anos Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Maurizio, 52, tem osteogênese imperfeita. Ele trabalha no banco central da Itália rastreando notas falsas. A foto acima foi encenada, e a menina é uma espécie de produto de sua imaginação Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Na imagem, é possível ver Andrea, de 51 anos. Ele tem especialização em Filosofia e História e paralisia cerebral desde que nasceu Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Tarek, 31, é um artista de rua apelidado de "palhaço sobre rodas". Ele nasceu paraplégico Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Chiara, 29 anos, é atriz e diretora de teatro e tem osteogênese imperfeita, também conhecida como doença dos ossos frágeis Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). "Eles se sentem tratados como crianças, ou seja, como seres pertencentes a um terceiro gênero, neutro, sem libido. Estas imagens retratam pessoas que estão sofrendo com este tipo de discriminação, mas não estão dispostas a desistir de sua luta, escolhendo uma maneira direta de se expressar ao revelar sua intimidade", disse o fotógrafo ao Daily Mail Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Chiara, 29 anos, é atriz e diretora de teatro e tem osteogênese imperfeita, também conhecida como doença dos ossos frágeis. Ela e o parceiro Fabio, 30, estão juntos há quatro anos Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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1.out.2014 - O fotógrafo Oliver Fermariello, da Itália, resolveu retratar pessoas portadoras de algum tipo de deficiência para mostrar que elas têm sexualidade, ainda que muitas vezes não sejam vistas como adultas. As pessoas aparecem em flagras íntimos com o objetivo de questionar as noções de beleza. O projeto se chama "Je t'aime, moi aussi" ("eu te amo, eu também", em tradução literal). Nesta foto, o fotógrafo Matteo, 30, que perdeu uma perna em 2012 enquanto trabalhava na Bósnia, aparece ao lado da parceira, que conheceu no hospital. Quando ele foi internado, ela completava seu estágio em enfermagem Olivier Fermariello/Reprodução/Beautiful/Decay

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5.ago.2014 - Pensando em registrar o desconforto e angústia da bulimia, a fotógrafa Laia Abril criou o projeto A Bad Day (Um Dia Ruim), que registra o cotidiano de Jo, uma jovem de 21 anos que sofre com o transtorno alimentar. Reprodução/Laia Abril

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5.ago.2014 - Diferentemente da anorexia, que causa perda de peso em pouco tempo, magreza excessiva e até morte por inanição, a bulimia é um transtorno que nem sempre provoca perda significativa de peso, mas pode deixar sua vítima repleta de angústia e culpa em relação ao consumo de alimentos. Reprodução/Laia Abril

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5.ago.2014 - As fotos usam detalhes de iluminação e foco para trazer à tona o debate sobre o bulímico, que ingere doces e alimentos gordurosos, mas não conseguem se livrar de um posterior arrependimento ou até mesmo vergonha por sua má alimentação. Eles escondem comida e embalagens e possuem um forte sentimento de baixa auto-estima e vergonha com o próprio corpo. Reprodução/Laia Abril

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5.ago.2014 - Pensando em registrar o desconforto e angústia da bulimia, a fotógrafa Laia Abril criou o projeto A Bad Day (Um Dia Ruim), que registra o cotidiano de Jo, uma jovem de 21 anos que sofre com o transtorno alimentar. Reprodução/Laia Abril

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5.ago.2014 - Diferentemente da anorexia, que causa perda de peso em pouco tempo, magreza excessiva e até morte por inanição, a bulimia é um transtorno que nem sempre provoca perda significativa de peso, mas pode deixar sua vítima repleta de angústia e culpa em relação ao consumo de alimentos. Reprodução/Laia Abril

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5.ago.2014 ? As fotos usam detalhes de iluminação e foco para trazer à tona o debate sobre o bulímico, que ingere doces e alimentos gordurosos, mas não conseguem se livrar de um posterior arrependimento ou até mesmo vergonha por sua má alimentação. Eles escondem comida e embalagens e possuem um forte sentimento de baixa auto-estima e vergonha com o próprio corpo. Reprodução/Laia Abril

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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3.ago.2014 - O casal Richard e Emily Staley, que moram na Califórnia (EUA), resolveram prestar uma homenagem para a filha, que nasceu morta. Com o intuito de eternizar a presença da pequena Monroe em suas vidas, os pais contaram com a ajuda de uma fotógrafa para registrar o momento em que o bebê fosse retirado da barriga da mãe. Durante a gestação, Emily notou a falta de movimentos em sua barriga e, após realizar um ultrassom, foi noticiada de que o seu bebê estava morto. "Eu queria que essa família tivesse todas as memórias possíveis desta criança. Emily me perguntava se o bebê já tinha saído [da barriga], e eu não consegui segurar minhas lágrimas sabendo que ela nunca poderia ouvir aquele choro, que seu bebê nunca abriria os olhos", declarou a fotógrafa Lindsey Natzic-Villatoro, que realizou o ensaio voluntariamente Reprodução/Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography

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