Lugares abandonados ao redor do mundo

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Fotos

16.jun.2012 - Carro passa pela entrada de Pripyat, na Ucrânia, cidade em que a usina de Chernobyl sofreu acidente Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Estrutura de piscina antiga em Pripyat, cidade abandonada após o desastre nuclear em Chernobyl Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Cronômetro pendurado na estrutura que um dia foi uma piscina em Pripyat Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Máscara de gás foi abandonada na cidade em que a usina de Chernobyl sofreu acidente Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Livros caíram no chão em escola em Pripyat Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Estrutura de antigo ginásio em Pripyat, cidade abandonada após o acidente nuclear em Chernobyl Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Roda Gigante foi abandonada em Pripyat após desastre nuclear Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Floresta cresceu no meio do que costumava ser um estádio de futebol em Pripyat Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Campo de futebol abandonado acabou se tornando uma floresta Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

16.jun.2012 - Imagem cristã em Pripyat, cidade abandonada após o desastre nuclear em Chernobyl Ivan Chernichkin/The New York Times Mais

22.nov.2013 - O campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, funcionou durante 75 anos, mas está abandonado desde 2005. "Você ainda pode sentir a energia e agitação dos tempos antigos", diz o fotógrafo Stefan Dietze Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - O campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, está abandonado desde 2005, quando as instalações foram transferidas para outro local."Você ainda pode sentir a energia e agitação dos tempos antigos", diz o fotógrafo Stefan Dietze, 31, que registrou as imagens publicadas no site "Daily Mail" Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - Muitas portas e janelas foram quebradas desde que o campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, foi abandonado em 2005. O local tem cerca de 30 mil metros quadrados. "Foi de tirar o fôlego quando entrei nos auditórios. Parecia que tudo tinha sido abandonado dias antes", disse o fotógrafo Stefan Dietze Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - O laboratório da Val Benoit University, na Bélgica, está abandonado desde 2005, quando o campus foi transferido para outro local. "Fiquei especialmente fascinado pelo laboratório. Com todas as mesas de madeira e ferramentas químicas abandonadas, tinha um charme anacrônico real", disse Stefan Dietze ao "Daily Mail" Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - "Foi de tirar o fôlego quando entrei nos auditórios. Parecia que tudo tinha sido abandonado dias antes", disse o fotógrafo Stefan Dietze, 31, que registrou o campus de ciências abandonado da Val Benoit University, na Bélgica Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - O campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, está abandonado desde 2005, quando as instalações foram transferidas para outro local."É um lugar muito grande. Você poderia facilmente acabar perdido nos longos corredores", diz o fotógrafo Stefan Dietze Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - Muitas portas e janelas foram quebradas desde que o campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, foi abandonado em 2005. O local tem cerca de 30 mil metros quadrados. "Foi de tirar o fôlego quando entrei nos auditórios. Parecia que tudo tinha sido abandonado dias antes", disse o fotógrafo Stefan Dietze Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - Uma sala de aula do campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica. A última aula permanece gravada no quadro de giz. O local, que tem cerca de 30 mil metros quadrados foi abandonado em 2005, quando as aulas foram transferidas para outro campus Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - "Foi de tirar o fôlego quando entrei nos auditórios. Parecia que tudo tinha sido abandonado dias antes", disse o fotógrafo Stefan Dietze, 31, que registrou o campus de ciências abandonado da Val Benoit University, na Bélgica Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - O campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, funcionou durante 75 anos, mas está abandonado desde 2005. "Você ainda pode sentir a energia e agitação dos tempos antigos", diz o fotógrafo Stefan Dietze Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - "Foi de tirar o fôlego quando entrei nos auditórios. Parecia que tudo tinha sido abandonado dias antes", disse o fotógrafo Stefan Dietze, 31, que registrou o campus de ciências abandonado da Val Benoit University, na Bélgica Reprodução/Daily Mail Mais

22.nov.2013 - O campus de ciências da Val Benoit University, na Bélgica, tem cerca de 30 mil metros quadrados e foi abandonado em 2005, quando as aulas foram transferidas para outro local Reprodução/Daily Mail Mais

24.set.2014 - O fotógrafo Seph Lawless viajou pelos Estados Unidos clicando shopping abandonados. Ele reuniu as fotos no livro "Black Friday", publicado no início do ano. (Todas as imagens são cortesia de Seph: www.sephlawless.com) Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Lawless se dedica a fotografar edifícios abandonados há anos e compartilha seu trabalho pelas redes sociais Seph Lawless Mais

24.set.2014 - A ideia do projeto surgiu depois de Lawless visitar dois shoppings em Ohio, nos Estados Unidos, que costumava frequentar quando criança. Chegando lá, encontrou os edifícios em ruínas Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Quando Lawless entrou com sua câmera no Rolling Acres Mall, localizado em Akron, e no Randall Park Mall, situado em North Randall, em Ohio, nos Estados Unidos, ambos estavam prestes a serem demolidos Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Para o fotógrafo, esses dois centros comerciais são um exemplo das consequências da recente crise econômica nos Estados Unidos e de como a popularidade das compras pela internet abalou os negócios das lojas físicas Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Lawless entrou nesses shoppings sem permissão dos proprietários e se escondendo dos seguranças locais. Ele conta que ficou horas perambulando pelos edifícios vazios para conseguir captar o processo de decadência irreversível a que eles estavam fadados Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Lawless faz parte de um grupo crescente de fotógrafos que se dedicam a captar imagens de lugares abandonados os chamados - "exploradores urbanos" Seph Lawless Mais

24.set.2014 - "As pessoas ficavam impressionadas quando vias essas fotos. Pensavam que estavam vendo fotos de lugares abandonados na Guerra Frio na Europa ou algo assim, e não de lugares que existem atualmente", explicou o fotógrafo à BBC Seph Lawless Mais

24.set.2014 - "Muitos shoppings nos Estados Unidos foram construídos nos anos 70 e naquela época eram espaços comunitários onde os vizinhos se encontravam. Não eram apenas lugares onde pessoas vão fazer compras", afirma Seph Lawless Mais

24.set.2014 - Lawless acredita que os shoppings têm um valor sentimental para muita gente nos Estados Unidos, porque são locais onde elas passaram grande parte de sua infância. Para elas, ver os prédios nesse estado é algo "muito triste" Seph Lawless Mais

24.set.2014 - As fotos do livro "Black Friday" de Seph Lawless tiveram uma grande repercussão nas redes sociais. O fotógrafo acredita que isso aconteceu porque "as pessoas são fascinadas por lugares abandonados porque eles são misteriosos" Seph Lawless Mais

24.set.2014 - "As pessoas acham bonitas essas fotos de ruínas. Há algo muito bonito nas ruínas, sejam elas de um shopping ou de uma cidade romana", pontua Lawless. Com seu trabalho, ele tem a intenção de aumentar o ativismo social Seph Lawless Mais

24.set.2014 - O fotógrafo Seph Lawless viajou pelos Estados Unidos clicando shopping abandonados. Ele reuniu as fotos no livro "Black Friday", publicado no início do ano. (Todas as imagens são cortesia de Seph: www.sephlawless.com) Seph Lawless Mais

22.dez.2014 - Hoje, plantas crescem no meio do gramado artificial do estádio Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - Teto do Pontiac Silverdome desabou em uma tempestade Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - Estádio já foi palco do Superbowl em 1982, e está abandonado há mais de dez anos Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - Estádio já foi palco do Superbowl em 1982, e está abandonado há mais de dez anos Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - No seu auge, o Silverdome chegou a ter 80 mil lugares Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - Partes do estádio constantemente alagadas devido ao clima de Michigan Carlos Osorio/AP Mais

22.dez.2014 - Estádio era casa do Detroit Lions, e ainda tem marcações de jardas no gramado Carlos Osorio/AP Mais

13.jan.2015 - Funcionários lançam rede para pegar peixes no piso de um shopping center abandonado em Bancoc, na Tailândia, nesta terça-feira (13). O local deve ser demolido em breve Sakchai Lalit/ AP Mais

13.jan.2015 - Funcionários da Administração Metropolitana de Bancoc (BMA, na sigla em inglês) capturam peixes no shopping abandonado. O shopping center New World Mall foi fechado em 1997 por irregularidades na estrutura. Um incêndio em 1999 derrubou o teto do prédio. As chuvas inundaram o edifício, e isso causou uma infestação de mosquitos. Para acabar com os insetos, os moradores jogaram peixes no local. Sakchai Lalit/ AP Mais

13.jan.2015 - Entre as espécies de peixes que vivem no piso do shopping center abandonado estão carpas e tilápias Chaiwat Subprasom/ Reuters Mais

13.jan.2015 - Entre as espécies de peixes que vivem no piso do shopping center abandonado estão carpas e tilápias Chaiwat Subprasom/ Reuters Mais

13.jan.2015 - Funcionários usam rede para pegar peixes no piso inundado de um shopping center abandonado em Bancoc, na Tailândia, nesta terça-feira (13). O local deve ser demolido em breve Chaiwat Subprasom/ Reuters Mais

13.jan.2015 - Funcionários da Administração Metropolitana de Bancoc (BMA, na sigla em inglês) capturam peixes no shopping abandonado. O shopping center New World Mall foi fechado em 1997 por irregularidades na estrutura. Um incêndio em 1999 derrubou o teto do prédio. As chuvas inundaram o edifício, e isso causou uma infestação de mosquitos. Para acabar com os insetos, os moradores jogaram peixes no local. Chaiwat Subprasom / Reuters Mais

13.jan.2015 - Funcionários da Administração Metropolitana de Bancoc (BMA, na sigla em inglês) "pescam" no shopping abandonado New World Mall, em Bancoc, Tailândia Chaiwat Subprasom/ Reuters Mais

Construídos originalmente durante a Segunda Guerra Mundial como postos para proteger o rio Tâmisa de invasores, estes fortes estão abandonados na Inglaterra. Algumas unidades chegaram a ser reclamadas pelo principado de Sealand, uma micro-nação não reconhecida no litoral do Reino Unido. De hotéis a hospitais, passando por prisões e bases militares, estas imagens captam o clima surreal e estranho que cerca lugares abandonados Wikimedia Commons/Wikipedia Mais

As ruínas de uma cobertura para antenas foi vandalizada na antiga estação abandonada da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, em Teufelsberg (Montanha do Diabo) aparece refletida em uma poça, na cidade de Berlim, Alemanha. A estação foi usada para fazer escutas e foi usadas até o início dos anos 90. Agora, o espaço é usado por artistas de grafite e pode ser visitado somente com visitas guiadas. A imagem foi feita em 16 de outubro de 2014 Markus Schreiber/AP Mais

A areia invadiu esta casa abandonada em Kolmanskop, na Namíbia. Kolmanskop foi uma cidade que surgiu ao redor de uma mina de diamantes, construída em 1908. Por volta de 1956, o local já estava abandonado. Desde então, o deserto foi se apropriando do lugar: a areia invadiu os prédios onde 350 colonos alemães e mais de 800 trabalhadores viveram durante seu apogeu na década de 1920. A imagem foi feita em 23 de julho de 2013 Jerome Delay/AP Mais

Nesta foto, uma cadeira de barbeiro é a peça central em uma cela na Penitenciária Estadual do Leste na Filadéldia, nos EUA. A penitenciária recebeu seu primeiro prisioneiro em 1829 e fechou as portas em 1971. O local foi reaberto como museu em 1994. A imagem é de 13 de outubro de 2014 Matt Rourke/AP Mais

Velhos bondes e troleibus foram abandonados na oficina de Loftus Tram Shed em Sydney, na Austrália. Os bondes se tornaram parte da vida na cidade, após a instalação da rede em 1879, chegando a ter 1,6 mil carros em serviço durante o auge de sua popularidade. O serviço foi fechado em 1961. A imagem foi feita em 22 de outubro de 2014 Rob Griffith/AP Mais

Uma fazenda abandonada é vista aqui durante uma tempestade em Searsport Maine, nos Estados Unidos. A imagem é de 24 de outubro de 2014 Robert F. Bukaty/AP Mais

Nesta foto, equipamentos enferrujados ocupam o chão de uma usina de energia movida a carvão em Lynch, no estado americano de Kentucky. A cidade foi construída em 1917 pela U.S. Coal and Coke, uma subsidiária da U.S. Steel. Na época, era o maior acampamento de carvão do mundo. A cidade foi construída para acomodar os trabalhadores da mina de carvão e chegou a ter 10 mil habitantes. Desde a entrada de outras fontes de energia, a população foi diminuindo até chegar a 747 em 2010, de acordo com o Censo nos EUA. A usina abandona fica próximo à entrada para as minas, que se tornaram mais tarde um museu. A imagem foi feita em 15 de outubro de 2014 David Goldman/AP Mais

Botões e controles que costumavam abrir e fechar os portões da prisão Central State Farm em Sugar Land, no estado americano do Texas, ainda são vistos neste posto que era controlado pelos guardas. Desse ponto, os oficiais podiam acompanhar a movimentação dos detentos. A unidade foi fechada em 2011. A imagem foi feita em 23 de outubro de 2014 Pat Sullivan/AP Mais

Nesta foto, um homem caminha diante de uma construção semelhante a um castelo, que era parte do maior parque de diversões da Ásia. Situado em Pequim, o projeto parou em 1998, devido a dificuldades de financiamento. O parque permaneceu intocado até 2013, quando uma construtora demoliu algumas partes para erigir edifícios. A construção semelhante a um castela permaneceu como um lembrete de tempos melhores nessa parte da periferia de Pequim. A imagem é de 18 de outubro de 2014 Ng Han Guan/AP Mais

Uma cruz quebrada sobre um mausoléu é avistada na cidade abandonada de Epecuen, na Argentina. Aproximadamente 1,5 mil habitantes moravam ali, até que em 1985, uma enchente fez com que o lago transbordasse e inundasse a cidade. Epecuen ficou sob quase 10 metros de água e mesmo quando o nível baixou, não foi reconstruída. A imagem é de 7 de maio de 2013 Natacha Pisarenko/AP Mais

Grama cresce diante de uma casa em Immerath, na Alemanha. Immerath se tornou uma cidade fantasma que brevemente será demolida para dar lugar a uma mina de carvão. Os moradores foram realocados para um novo local. A imagem é de 26 de setembro de 2014 Frank Augstein/AP Mais

Nesta foto, o destaque vai para uma das piscinas do Hotel Palace, no resort abandonado de Haludovo, próximo a Malinska, na ilha de Krk, Croácia. O resort foi construído como uma joint venture entre o governo comunista da então Iugoslávia e Bob Guccione, o fundador da revista "Penthouse". O objetivo era construir um local opulento para milionários no Mar Adriático. Hoje, o local está abandonado devido a problemas relativos ao gerenciamento. A imagem é de 23 de outubro de 2014 Darko Bandic/AP Mais

Nesta foto, o Monte Sinabung é avistado ao fundo do vilarejo abandonado de Simacem, no norte de Sumatra, Indonésia. A vila foi abandonada após uma das erupções do vulcão Sinabung, que é um dos 130 vulcões ativos no país. Desde 2010, o Sinabung tem erupções esporádicas, após ficar adormecido por 400 anos. Mais de 22 mil pessoas tiveram de deixar suas casas durante uma das erupções no ano passado. A imagem é de 17 de outubro de 2014 Binsar Bakkara/AP Mais

Uma construção que anteriormente funcionava como centro de realocação no antigo estaleiro de Mare Island, em Vallejo, na Califórnia (EUA), teve suas janelas quebradas. O estaleiro data de 1850 e foi a primeira base naval dos Estados Unidos no Pacífico. Durante o auge da Segunda Guerra Mundial, cerca de 50 mil marinheiros e funcionários trabalhavam e moravam na ilha. Essa população caiu atualmente para 4 mil, que ainda moram e frequentam a escola local. Entretanto, um bom número de edifícios ainda permanecem vazios, após o fechamento do estaleiro em 1996. A construção da foto deve ser demolida em breve. A imagem é de 2 de outubro de 2014 Eric Risberg/AP Mais

Nesta foto, o destaque vai para um artefato no terminal oeste do antigo aeroporto no leste de Atenas, na Grécia. O local à beira-mar chegou a abrigar vários eventos durante os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004. No ano passado, investidores ganharam o direito de transformar a área em um centro que abrigará residências, lojas, um hotel e um centro de lazer, em um investimento de 7 bilhões de euros. A imagem é de 22 de outubro de 2014 Thanassis Stavrakis/AP Mais

Esta é a visão da cela 12 na Penitenciária Estadual do Leste em Filadélfia, nos Estados Unidos. A penitenciária recebeu seu primeiro prisioneiro em 1829, fechou em 1971 e foi reaberta em 1994 como museu. A imagem é de 13 de outubro de 2014 Matt Rourke/AP Mais

Cadeiras estão empilhadas sobre mesas em uma sala de aula vazia na escola primária na vila abandonada de Simacen, no norte de Sumatra, Indonésia. Os moradores da vila abandonaram o local após uma das erupções do vulcão Monte Sinabung. A imagem é de 17 de outubro de 2014 Binsar Bakkara/AP Mais

Barras enferrujadas de uma cela na prisão Central State Farm em Sugar Land, Texas, atestam a situação de abandono do lugar. A unidade prisional foi fechada em 2011. A imagem é de 23 de outubro de 2014 Pat Sullivan/AP Mais

Nesta foto pode-se avistar o interior das estruturas de concreto chamadas "Quonset huts" dentro da zona portuária de Subic Bay, na província de Zambales, nas Filipinas. A estação naval Subic Bay já foi uma das maiores bases militares americanas fora dos Estados Unidos. O local foi bastante usado depois que a erupção do vulcão Pinatubo obrigou as tropas americanas a deixar a Base Aérea Clark e se realocar em Subic. O lugar foi fechado em 1992, após o Senado das Filipinas votar pela não renovação do uso dessa unidade. A imagem foi feita em 18 de outubro de 2014 Aaron Favila/AP Mais

Nesta foto, um sofá quebrado simboliza o abandono neste conjunto habitacional na área de Durban Deep, em Roodepoort, a oeste de Joanesburgo, África do Sul. A comunidade que cresceu ao redor de uma mina é agora um local frequentado somente por criminosos. Todos os objetos com algum valor, incluindo torneiras e portas, foram roubados e vendidos. A imagem foi realizada em 24 de outubro de 2014 Themba Hadebe/AP Mais

Estruturas de concreto chamadas "Quonset huts" ainda podem ser vistas dentro da zona portuária de Subic Bay, na província de Zambales, nas Filipinas. Os barracões eram usados como acomodação para os soldados americanos dentro da antiga base naval dos Estados Unidos. O local foi fechado em 1992, após o Senado das Filipinas decidir que não renovaria o contrato para utilização do local pelo governo dos EUA. Alguns dos barracões abandonados foram usados como dormitório para funcionários. Outros continuam intocados desde que as forças americanas deixaram Subic Bay há 22 anos. A imagem é de 18 de outubro de 2014 Aaron Favila/AP Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

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30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

30.jan.2015 - Apaixonado pela exploração de lugares antigos, Christian Richter cresceu na Alemanha Oriental. Depois da reunificação do país, ele visitava prédios desocupados locais, mas não registrava nada. Isso mudou quando Richter ganhou uma câmera. A partir disso, ele começou a fotografar edifícios com escadas totalmente abandonadas e foi melhorando a qualidade das imagens, que são incríveis Reprodução/Christian Richter Mais

10.fev.2015 - As cidades localizadas no deserto na região norte do Chile, que foram redutos industriais na primeira metade do século 20 e agora são cidades-fantasma, são o tema da exposição "Salitreiras", com fotos de Dimitri Lee. A mostra fica em cartaz na Galeria de Babel, em São Paulo (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista), de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - As cidades localizadas no deserto na região norte do Chile, que foram redutos industriais na primeira metade do século 20 e agora são cidades-fantasma, são o tema da exposição "Salitreiras", com fotos de Dimitri Lee. A mostra fica em cartaz na Galeria de Babel, em São Paulo (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista), de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras", que reúne cidades-fantasma do Chile fica em cartaz na Galeria de Babel, em São Paulo, até dia 30 de março Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" reúne 16 imagens, feitas em viagens pela região do deserto do Atacama, em uma câmera 8 x 10 polegadas Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - "Há poucos registros fotográficos das salitreiras, e existem centenas delas. Algumas estão em bom estado de conservação, outras semi-conservas e algumas são quase sítios arqueológicos, com apenas algumas ruínas restantes", conta o fotógrafo. Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - Dimitri Lee fez diversas viagens à região, entre 2005 e 2011 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - Segundo o fotógrafo, a opção pela máquina 8x10 tornou o processo mais lento. "Eu só conseguia carregar dez chapas de filme por vez na mochila, então só tinha dez cliques a cada ida às salitreiras. Quando você está com uma câmera digital, você vai registrando direto. Com uma 8 x 10, é necessário observar muito atentamente, pois cada clique envolve muito custo" Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - Nascido em 1961, em São Paulo, Dimitri Lee começou a carreira como assistente nos estúdios da Editora Abril em 1978. Em 1981 montou estúdio próprio e começou a trabalhar com publicidade, atendendo as principais agências do Brasil Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

10.fev.2015 - A exposição "Salitreiras" fica em cartaz na Galeria de Babel (Vila Modernista, alameda Lorena, 1257, Casa 2, Jardim Paulista) de 11 de fevereiro a 28 de março, com funcionamento de terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h. A entrada é gratuita. Mais informações: (11) 3825.0507 Dimitri Lee/Divulgação Mais

"Rússia diz que Ucrânia está à beira de guerra". Essa era a manchete que estampava a primeira página dos principais jornais dias antes de Carol Thomé e Duca Mendes realizarem sua primeira visita a Chernobyl, na Ucrânia. "Nosso objetivo sempre foi contar uma história pessoal sobre o nosso tour. Imprimimos (ou tentamos imprimir) as nossas sensações em imagens que jamais sairão das nossas memórias", escrevem no prefácio da exposição "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz", que pode ser vista de 10 de abril a 6 de maio na Galeria f 2.8, Rua Cônego Eugênio Leite, 883, Pinheiros, São Paulo Carol Thomé e Duca Mendes Mais

O projeto da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" teve início em agosto de 2013, quando os fotógrafos Carol Thomé e Duca Mendes decidiram fazer a viagem para produzir fotos e vídeos documentais no território do "maior desastre nuclear da história", como eles mesmo definem em uma das fotos da exposição, que pode ser vista de 10 de abril a 6 de maio em São Paulo Carol Thomé e Duca Mendes Mais

"Motivados pela curiosidade de conhecer a cidade fantasma de Pripyat e conversar com pessoas que trabalham em Chernobyl, embarcamos nesta viagem de livre e espontânea vontade, sabendo de todos os riscos que, naquele momento, não eram só relativos a radiação", esclarece Carol Thomé no texto da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz", em São Paulo Carol Thomé e Duca Mendes Mais

Após dois dias em Kiev, onde sentiram o clima tenso de enfrentamento, no dia 8 de abril de 2014, Carol Thomé e Duca Mendes partiram para Chernobyl. Acompanhados de um guia, eles cruzaram os 150 quilômetros até a cidade que abriga a antiga usina nuclear, que se tornou famosa após o acidente de abril de 1986, que lançou uma nuvem radioativa na atmosfera Carol Thomé e Duca Mendes Mais

A visita só foi possível após assinar um contrato no qual os brasileiros se responsabilizavam por todos os riscos. "Nada em Chernobyl nos despertou sentimentos conhecidos porque tudo o que está ali faz parte de um universo novo", diz Carol Thomé, na apresentação da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" Carol Thomé e Duca Mendes Mais

"O que sentimos não tem nome porque esse sentimento não existia até pisarmos ali. Tudo em Chernobyl tem uma espécie de vazio cheio de nada. E o nada naquele lugar é muito revelador", diz Carol Thomé na abertura da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" Carol Thomé e Duca Mendes Mais

O nível de radiação em Chernobyl ainda é muito alto. Durante a viagem, Carol Thomé e Duca Mendes foram alertados para seguir uma série de cuidados durante sua estadia na cidade que abriga a antiga usina nuclear. "Cobrir todo o corpo era parte do processo. A poeira é radioativa e quanto menos contato, melhor. Não tocar em nada e usar calçados de solas grossas também faziam parte das recomendações", conta Carol Thomé na mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" Carol Thomé e Duca Mendes Mais

Embora pareça uma contradição, existe vida em Chernobyl. "Pessoas trabalham diariamente na construção do novo sarcófago que deve ficar pronto em 2017. O antigo, construído na época do desastre para conter a radiação, está comprometido", diz Carol Thomé na apresentação da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz", que pode ser vista de 10 de abril a 6 de maio na Galeria f 2.8, em São Paulo Carol Thomé e Duca Mendes Mais

"No solo de Chernobyl é onde está concentrada a maior parte da radiação e isso é assustador", diz Carol Thomé. "Ao aproximar a câmera do chão para fazer uma imagem, o guia me alertou sobre o risco de quebrar o equipamento" Carol Thomé e Duca Mendes Mais

Em 2005, o governo da Ucrânia autorizou as visitas monitoradas à antiga usina nuclear e às cidades ao redor de Chernobyl. Algumas áreas têm radiação muito alta e, por isso, os guias orientam os visitantes sobre o tempo máximo que devem permanecer nesses locais Carol Thomé e Duca Mendes Mais

"O tempo em Chernobyl passa de forma diferente, mas é suficiente para nos fazer refletir e concluir que algumas invenções humanas podem dar muito errado. Ao deixar o local, todos os visitantes passam por um detector de radiação. As pessoas só podem sair do local se não estiverem contaminadas", diz Carol Thomé, no texto da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" Carol Thomé e Duca Mendes Mais

Antes de ir a Chernobyl, os fotógrafos brasileiros não tinham acesso a muita informação sobre a construção do novo sarcófago. "A estrutura está sendo construída próxima da usina onde houve o acidente e quando estiver pronta, ela será empurrada até cobrir o atual sarcófago", diz Carol Thomé Carol Thomé e Duca Mendes Mais

"Existem riscos a curto prazo e passamos ilesos. Quanto aos riscos a médio e longo prazo, não temos como dimensionar. Foi tenso enquanto durou. E dura até hoje", escreve Carol Thomé sobre a visita a Chernobyl. As fotos da mostra "Chernobyl: tudo o que é resto se desfaz" podem ser vistas de 10 de abril a 6 de maio na Galeria f 2.8, em São Paulo Carol Thomé e Duca Mendes Mais

18.abr.2015 - Inaugurado em 1922, o luxuoso Hotel Glória, localizado no Rio de Janeiro, está abandonado. A estrutura estava sendo reformada para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas de 2016, mas, toda a reforma parou em 2013. No fim do ano passado, o empresário Eike Batista anunciou que participaria do projeto de restauração do hotel junto com o grupo europeu Acron. A previsão, na época, era de que o hotel fosse reaberto em 2016 Vinicius Konchinski/UOL Mais

18.abr.2015 - O Glória foi inaugurado em 1922 e foi o primeiro hotel cinco estrelas do Brasil Vinicius Konchinski/UOL Mais

18.abr.2015 - Com obras paradas, Hotel Glória virou foco de pichações no Rio de Janeiro. Vinicius Konchinski/UOL Mais

18.abr.2015 - Reforma do Hotel Glória teve financiamento de R$ 200 milhões do BNDES Rafael Andrade/Folhapress Mais

18.abr.2015 - Hotel Glória chegou a ser negociado com grupo francês, mas obras não andaram Rafael Andrade/Folhapress Mais

18.abr.2015 - Projeto para Glória Hotel pretendia transformar espaço em edifício luxuoso Divulgação/Grupo EBX Mais

18.abr.2015 - Eike Batista prometeu transformar o Hotel Glória no mais luxuoso local do Rio de Janeiro. Divulgação Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

4.mai.2015 - Imagine um parque nos moldes do Walt Disney World, na Flórida, Estados Unidos, completamente abandonado. É exatamente esse cenário que você pode encontrar ao visitar a Wonderland ("Terra das Maravilhas", em português), a 32 quilômetros de Pequim, na China. No local, é possível encontrar vestígios do que seria o maior parque temático da Ásia, cuja construção foi interrompida em 1998 após divergências entre os construtores e o governo chinês. O resultado é uma gigantesca área abandonada, que foi clicada pelo fotógrafo David Gray para o site gringo The Atlantic Reprodução/The Atlantic Mais

Quando foi lançado em 1943, o edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), tinha como principal chamariz o fato de ser "dotado de abrigo antiaéreo". O mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Passados mais de 70 anos, o abrigo antiaéreo, ou seja, o subsolo do edifício, que fica três metros abaixo da portaria, com ventilação e comunicação exterior, está abandonado. Funciona como quarto de despejo. As paredes estão mofadas e o lodo ocupa o piso Marcus Desimoni/UOL Mais

O abrigo antiaéreo do edifício Tupynambás, inaugurado em 1943 no centro de Belo Horizonte (MG), fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. O local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. É difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

"Chave da bomba: Desligar", informa cartaz deixado ao lado de interruptores no abrigo antiaéreo do edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG). Inaugurado em 1943, o local fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. Ele está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

O abrigo antiaéreo do edifício Tupynambás, inaugurado em 1943 no centro de Belo Horizonte (MG), fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. O local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. É difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

Inaugurado em 1943 no centro de Belo Horizonte (MG), o edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), conta com abrigo antiaéreo, que fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. O local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

Três metros abaixo da portaria do edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), há um abrigo antiaéreo, que fica no subsolo do prédio, com ventilação e comunicação exterior. Inaugurado em 1943, o local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

Inaugurado em 1943 no centro de Belo Horizonte (MG), o edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), conta com abrigo antiaéreo, que fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. O local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

Inaugurado em 1943 no centro de Belo Horizonte (MG), o edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), conta com abrigo antiaéreo, que fica no subsolo do prédio, três metros abaixo da portaria, e tem ventilação e comunicação exterior. O local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

Três metros abaixo da portaria do edifício Tupynambás, no centro de Belo Horizonte (MG), há um abrigo antiaéreo, que fica no subsolo do prédio, com ventilação e comunicação exterior. Inaugurado em 1943, o local está abandonado, com paredes mofadas e lodo no piso, e funciona como um quarto de despejo. Difícil imaginar que há 70 anos ser "dotado de abrigo antiaéreo" funcionava como atrativo para os lançamentos imobiliários. Na década de 1940, o mundo vivenciava a Segunda Guerra Mundial, e o Brasil havia declarado guerra aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão) Marcus Desimoni/UOL Mais

12.mai.2015 - Shigeru Nakayama (foto) caminha pelas ruínas de Airão Velho, na Amazônia. Ele, que é o guardião desta cidade fantasma na floresta amazônica, conta que, às vezes, olha para o rio Negro, e lembra de sua terra natal: "Fukuoka ficava fria durante o inverno", diz Nakayama, 66, que deixou a ilha de Kyushu no sul do Japão com seus pais e três irmãos em meados dos anos 1960 para uma nova vida no Brasil. Em Airão Velho, Nakayama faz parte de uma das poucas famílias que habitam a cidade abandonada desde 1950 e ajuda na orientação de turistas que visitam o local. Mauricio Lima/The New York Times Mais

12.mai.2015 - Shigeru Nakayama (foto) caminha por Airão Velho, na Amazônia. Ele, que é o guardião desta cidade fantasma na floresta amazônica, conta que, às vezes, olha para o rio Negro, e lembra de sua terra natal: "Fukuoka ficava fria durante o inverno", diz Nakayama, 66, que deixou a ilha de Kyushu no sul do Japão com seus pais e três irmãos em meados dos anos 1960 para uma nova vida no Brasil. Em Airão Velho, Nakayama faz parte de uma das poucas famílias que habitam a cidade abandonada desde 1950 e ajuda na orientação de turistas que visitam o local. Mauricio Lima/The New York Times Mais

9.jun.2015 - Uma pequena vila de pescadores no arquipélago de Shengsi, no litoral chinês, ganhou ares de cenário de filme de terror. O local chama a atenção de internautas por conta de fotografias tiradas pelo profissional Tang Yuhong, que mostram a antiga vila abandonada e tomada pela natureza, com casas e construções cobertas pela vegetação nativa Reprodução/BoredPanda Mais

9.jun.2015 - Uma pequena vila de pescadores no arquipélago de Shengsi, no litoral chinês, ganhou ares de cenário de filme de terror. O local chama a atenção de internautas por conta de fotografias tiradas pelo profissional Tang Yuhong, que mostram a antiga vila abandonada e tomada pela natureza, com casas e construções cobertas pela vegetação nativa Reprodução/BoredPanda Mais

9.jun.2015 - Uma pequena vila de pescadores no arquipélago de Shengsi, no litoral chinês, ganhou ares de cenário de filme de terror. O local chama a atenção de internautas por conta de fotografias tiradas pelo profissional Tang Yuhong, que mostram a antiga vila abandonada e tomada pela natureza, com casas e construções cobertas pela vegetação nativa Reprodução/BoredPanda Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Divulgação Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Google Street View Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Google Street View Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Google Street View Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Google Street View Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/The Guardian Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/The Guardian Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - Olhando de longe parece um gigantesco barco de concreto, mas a ilha Hashima, a 20 km de Nagasaki, foi ocupada em 1887 para a exploração de carvão mineral. O local abrigou o primeiro grande edifício do Japão em 1916, um conjunto de apartamentos feitos para o crescente número de trabalhadores. Em 1959, a ilha atingiu seu ápice com 5.259 habitantes. Durante a década de 60, o governo japonês substituiu o carvão pelo petróleo como matriz energética, acarretando no fechamento de diversas minas. Em 1974, Hashima foi totalmente evacuada devido à escassez de recursos naturais. Hoje, ela é preparada para se tornar uma ilha turística, com massivos investimentos em infraestrutura Reprodução/Hypeness Mais

16.jun.2015 - O Japão abriga uma das mais populares "ilhas fantasmas" do mundo. Construída em 1890 e abandonada completamente em 1974, a ilha de Hashima, no litoral do país asiático, servia como base e alojamento de trabalhadores da indústria de extração de carvão das profundezas do oceano. Em seu "boom imobiliário", chegou a ter 5.259 moradores, que foram abandonando a ilha conforme o carvão ia sendo substituído pelo petróleo. Desde então, a ilha foi desativada e chama a atenção apenas dos fãs de locais abandonados Divulgação Mais

16.jun.2015 - Tronco de árvore entra na traseira de um carro na coleção de um ferro-velho na Geórgia (EUA). O local funciona como cemitério para automóveis, mas também como paraíso para fotógrafos e amantes de carros antigos Raymond McCrea Jones/The New York Times Mais

16.jun.2015 - Folhas cobrem carro antigo em ferro-velho na Geórgia (EUA). O local funciona como cemitério para automóveis, mas também como paraíso para fotógrafos e amantes de carros antigos Raymond McCrea Jones/The New York Times Mais

16.jun.2015 - Trepadeiras cobrem carro antigo em ferro-velho na Geórgia (EUA). O local funciona como cemitério para automóveis, mas também como paraíso para fotógrafos e amantes de carros antigos Raymond McCrea Jones/The New York Times Mais

16.jun.2015 - Árvore em simbiose com uma velha Kombi, da Volkswagen, em um ferro-velho em White, na Geórgia, nos EUA. O local funciona como cemitério para automóveis, mas também como paraíso para fotógrafos e amantes de carros antigos Raymond McCrea Jones/The New York Times Mais

16.jun.2015 - Árvores em volta de velhos veículos em uma das maiores coleções de carros clássicos na Geórgia, EUA. O local funciona como cemitério para automóveis, mas também como paraíso para fotógrafos e amantes de carros antigos Raymond McCrea Jones/The New York Times Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

16.jul.2015 - Fabio di Bitonto é um fotógrafo que percorre a Itália em busca de locais abandonados para realizar seu trabalho fotográfico. O profissional já visitou igrejas, ruínas, aldeias antigas destruídas e até desertos, sempre em busca de cliques que mostrem o abandono e a solidão presentes em suas fotos Reprodução/Fabio Di Bitonto Mais

6.ago.2015 - O fotógrafo alemão Robert Gotzfried, durante uma viagem pelo sul dos EUA, produziu uma série de imagens que mostram postos de gasolina desativados. Em alguns casos, os locais estavam deteriorados e tomados pelo mato. Foram fotografados postos abandonados de vários estados norte-americanos, entre eles Virginia e Tennessee. O projeto foi batizado de "Filler Up" Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - O alemão percorreu estados do sul dos EUA e fotografou postos de gasolina desativados Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Em alguns casos, os espaços, abandonados há anos, estavam deteriorados ou tomados pelo mato Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - O alemão percorreu estados do sul dos EUA e fotografou postos de gasolina desativados Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Em alguns casos, os espaços, abandonados há anos, estavam deteriorados ou tomados pelo mato Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - O alemão percorreu estados do sul dos EUA e fotografou postos de gasolina desativados Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Em alguns casos, os espaços, abandonados há anos, estavam deteriorados ou tomados pelo mato Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - O alemão percorreu estados do sul dos EUA e fotografou postos de gasolina desativados Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Em alguns casos, os espaços, abandonados há anos, estavam deteriorados ou tomados pelo mato Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - O alemão percorreu estados do sul dos EUA e fotografou postos de gasolina desativados Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Em alguns casos, os espaços, abandonados há anos, estavam deteriorados ou tomados pelo mato Reprodução/Robert Gotzfried Mais

6.ago.2015 - Postos de gasolina desativados deram origem ao projeto "Filler Up", do alemão Robert Gotzfried Reprodução/Robert Gotzfried Mais

8.ago.2015 - 8.ago.2015 - David De Rueda é um fotógrafo interessado em lugares abandonados. Após percorrer 180 quilômetros de estrada no deserto do Cazaquistão e outros 45 km caminhando em uma área restrita, o fotógrafo encontrou estas aeronaves. David De Rueda criou um projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - David De Rueda pretendia fotografar a roda gigante da cidade abandonada de Pripyat, próximo a Chernobyl de maneira diferente. Por sorte, estava nevando quando foram ao local e o fotógrafo conseguiu capturar a foto "que estava esperando". O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Em Sofia, capital da Bulgária, David encontrou esta construção enigmática. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Hospital abandonado em Pripyat, cidade fantasma próxima a Chernobyl, na Ucrânia. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - David De Rueda encontrou uma usina abandonada próximo a Moscou, na Rússia, guardada por meia dúzia de cães, que com alguma "conversa" deixaram eles entrar. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Imagem feita dentro de uma torre de uma usina nuclear em Chernobyl nunca finalizada, na Ucrânia. David De Rueda criou um projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Imagem feita dentro de uma torre da usina nuclear em Chernobyl nunca finalizada, na Ucrânia. David De Rueda criou um projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Próximo ao Café de Pripyat, na Ucrânia, há um ponto de ônibus construído com vidro. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - David De Rueda registrou o pôr do sol do topo do prédio mais alto de Pripyat, cidade abandonada próximo a Chernobyl, na Ucrânia. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Em São Petersburgo, na Rússia, David encontrou uma fábrica construída no século 19. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Em São Petersburgo, na Rússia, David encontrou uma fábrica construída no século 19. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - No monte Buzludzha estava localizado o centro do Partido Comunista da Bulgária. A imagem foi feita na sala do Congresso, onde tudo estava coberto de gelo. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - O monumento Buzludzha foi considerado símbolo de construção comunista na Bulgária. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - David De Rueda precisou de dois minutos de exposição da câmera para que a sala de concertos Linnahall, totalmente escura, pudesse ser registrada em imagem. O projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) está disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Rastejar e escalar fizeram parte da missão para acessar uma usina abandonada em Budapeste, capital da Hungria, diz o fotógrafo David De Rueda em seu site. Rueda criou um projeto de fotografia chamado "Abandoned Places" (locais abandonados, em tradução livre) disponível em sua página http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

8.ago.2015 - Rastejar e escalar fizeram parte da missão para acessar uma usina de abandonada em Budapeste, capital da Hungria, diz o fotógrafo David De Rueda em seu site http://www.davidderueda.com/ David De Rueda Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

2.set.2015 - Alegando uma busca constante pela "beleza obscura" de lugares abandonados, a fotógrafa Anna Mika criou uma série incrível que registra construções, objetos e paisagens que parecem ter "parado no tempo". As imagens são clicadas em diversos países e postadas no site pessoal da profissional, que impressiona fãs do mundo todo pelo conteúdo artístico capturado por suas lentes Reprodução/Anna Mika Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas cantam e brincam em asa cortada de um avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas "escalam" pedaço de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas "escalam" pedaço de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas brincam nas asas de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Garoto toca o capô do motor de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas brincam nas asas de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

6.set.2015 - Crianças filipinas brincam ao redor de um antigo avião modelo McDonnell Douglas DC-9 que foi colocado em um terreno baldio perto de suas casas no subúrbio de Paranaque, em Manila, nas Filipinas. O governo local planeja construir um parque público no terreno, que terá como principal atração o antigo avião de passageiros Aaron Favila/AP Mais

28.set.2015 - O ensaio "Educação para Todos", do fotógrafo mineiro Guilherme Bergamini, 36, revela a deterioração da Escola Estadual Pandiá Calógeras, no bairro Santo Agostinho, região nobre de Belo Horizonte Guilherme Bergamini Mais

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28.set.2015 - O ensaio "Educação para Todos", do fotógrafo mineiro Guilherme Bergamini, 36, revela a deterioração da Escola Estadual Pandiá Calógeras, no bairro Santo Agostinho, região nobre de Belo Horizonte Guilherme Bergamini Mais

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7.out.2015 - Palco do maior desastre nuclear na história, Chernobyl, na Ucrânia, se tornou um inesperado refúgio para a vida selvagem. Recentemente, o cientista Sergei Gashchak captou imagens da zona de exclusão situada entre a Ucrânia e a Belarus, que foi fechada para habitantes após o desastre. Gashchak clicou animais que ressurgiram na região, como linces, cavalos, lobos, etc. Sergei Gashchak/Reprodução Mais

7.out.2015 - Palco do maior desastre nuclear na história, Chernobyl, na Ucrânia, se tornou um inesperado refúgio para a vida selvagem. Recentemente, o cientista Sergei Gashchak captou imagens da zona de exclusão situada entre a Ucrânia e a Belarus, que foi fechada para habitantes após o desastre. Gashchak clicou animais que ressurgiram na região, como linces, cavalos, lobos, lontras, etc. Sergei Gashchak/Reprodução Mais

7.out.2015 - Palco do maior desastre nuclear na história, Chernobyl, na Ucrânia, se tornou um inesperado refúgio para a vida selvagem. Recentemente, o cientista Sergei Gashchak captou imagens da zona de exclusão situada entre a Ucrânia e a Belarus, que foi fechada para habitantes após o desastre. Gashchak clicou animais que ressurgiram na região, como linces, cavalos, lobos, lontras, etc. Sergei Gashchak/Reprodução Mais

7.out.2015 - Palco do maior desastre nuclear na história, Chernobyl, na Ucrânia, se tornou um inesperado refúgio para a vida selvagem. Recentemente, o cientista Sergei Gashchak captou imagens da zona de exclusão situada entre a Ucrânia e a Belarus, que foi fechada para habitantes após o desastre. Gashchak clicou animais que ressurgiram na região, como linces, cavalos, lobos, lontras, etc. Sergei Gashchak/Reprodução Mais

13.out.2015 - Em setembro deste ano, o fotógrafo Arkadiusz Podniesinski registrou imagens impressionantes de áreas afetadas pelo desastre nuclear de Fukushima - província do Japão localizada na região de Tohoku, na ilha de Honshu -, que aconteceu em 2011. Arkadiusz conseguiu uma licença especial e visitou a Zona de Exclusão - um perímetro com 20 km de circunferência. As imagens a seguir mostram uma cidade evacuada às pressas por milhares de pessoas, carros tomados pela natureza e muitos sacos de lixo com material radioativo. Confira MontagemBOL/Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - O terremoto que desencadeou um gigantesco tsunami afetou prédios, ginásios e quadras escolares Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, teias de aranha tomam conta das prateleiras de um mercado, com diversos produtos espalhados pelo chão Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Diversos veículos foram abandonados e agora estão sendo tomados pela natureza Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - O fotógrafo Arkandiusz Podniesinski segura um medidor de radiação que mostra 6,7 uSv / h dentro da Zona de Exclusão Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, uma moto que foi deixada presa a um poste horas antes do desastre Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Televisores contaminados com material radioativo foram coletados e reunidos em pilhas Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Diversos veículos foram abandonados e agora estão sendo tomados pela natureza Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Escritórios foram tomados por pássaros, que resolveram fazer suas necessidades mirando em diversos computadores Arkadiusz Podniesinski Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Depois de quatro anos sem manutenção, arbustos têm tomado os carros que foram abandonados Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, caixas de supermercados e produtos se encontram espalhados pelo chão em um comércio localizado perto da usina de Fukushima Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Quatro anos depois, uma livraria aparece em total desordem com livros espalhados pelo chão Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, uma mesa de jantar incrivelmente intacta com cadeiras, tigelas e colheres Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Carros de kart deteriorados pelo tempo em uma pista de corrida Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, um piano permanece intacto enquanto diversos instrumentos musicais se encontram espalhados pelo chão de uma escola Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Bicicletas abandonadas logo após o desastre Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, uma sala de aula que foi evacuada minutos após o desastre Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Uma casa de jogos ainda permanece com suas máquinas e cadeiras Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Milhares de sacos de lixo foram empilhados com material contaminado Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, milhares de sacos de lixo com material contaminado Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, milhares de sacos de lixo com material contaminado Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Tempo depois do desastre, diversos animais começaram a apresentar manchas brancas em sua pele. Segundo o proprietário de uma fazenda, a suspeita é de que isso tenha sido provocado pelo consumo de grama contaminada Arkadiusz Podniesinski Mais

13.out.2015 - Na imagem, o fotógrafo Arkadiusz Podniesinski vestindo roupas de proteção durante sua visita a Zona de Exclusão, em Fukushima Arkadiusz Podniesinski Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

18.out.2015 - Fundada em 1687 pelos padres jesuítas espanhóis, a Redução de São Miguel Arcanjo fica a cerca de 485 km da atual Porto Alegre (RS) e foi utilizada para "civilizar" e evangelizar índios. O local chegou a abrigar 6 mil índios guaranis convertidos à fé cristã, que tinham aulas de espanhol, economia, artes e ciência. O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, abandonado em 1756, após um incêndio que destruiu a igreja, foi declarado Patrimônio Mundial pelo UNESCO em 1983. Com cerca de 80 mil visitantes por ano, o monumento é considerado um dos mais importantes da Rota das Missões Reprodução/SkyScraperCity Mais

22.out.2015 - Durante a Guerra Fria, a extinta União Soviética investiu na construção de centenas de aviões de caça robustos e altamente manobráveis, em uma tentativa de enfrentar as forças da OTAN, aliança militar liderada pelos EUA. Apesar de alguns momentos tensos, a Guerra Fria nunca se transformou em algo quente, e anos após a queda do muro de Berlim, muitos equipamentos ficaram abandonados pela região do leste europeu e se transformaram em um verdadeiro cemitério de peças. Veja mais fotos a seguir Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - Um dos locais "escondidos" em que os aviões de caça estão abandonados fica em Dolgoye Ledovo, região próxima de Moscou, na Rússia, antigo território soviético Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - As máquinas seriam utilizadas na Guerra Fria pela União Soviética caso o conflito chegasse a um nível maior de enfrentamento com os EUA Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - Coleção de equipamentos bélicos de décadas foi encontrada abandonada na Rússia Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - Um dos locais "escondidos" em que os aviões de caça estão abandonados fica em Dolgoye Ledovo, região próxima de Moscou, na Rússia, antigo território soviético Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - As máquinas seriam utilizadas na Guerra Fria pela União Soviética caso o conflito chegasse a um nível maior de enfrentamento com os EUA Reprodução/The Vintage News Mais

22.out.2015 - Coleção de equipamentos bélicos de décadas foi encontrada abandonada na Rússia Reprodução/The Vintage News Mais

23.nov.2015 - O fotógrafo alemão Christian Richter passou a adolescência explorando construções abandonadas na antiga Alemanha soviética. Quando adulto, o passatempo tornou-se profissão e agora ele usa uma câmera para captar a decadência desses locais Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - Richter conta que sua infância foi cercada por ruínas das construções da antiga República Democrática Alemã (Alemanha comunista) Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Tinha 14 anos quando o Muro de Berlim caiu. Foi uma grande mudança. As pessoas não sabiam o que ia acontecer. Foi um momento muito empolgante - o começo de uma nova era", lembra Richter Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Quando o muro caiu, visitamos muito a parte ocidental para ver como era. Mas eu decidi permanecer na Alemanha Oriental", afirma Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Como muitas pessoas decidiram ir embora, tudo começou a ruir. Foi quando comecei a visitar construções abandonadas, algumas vezes com amigos, outras sozinho. Mais tarde, quando um amigo me presenteou com uma câmera digital, eu decidi capturar a beleza desses locais" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - São lugares cheios de paz porque ninguém vai lá. O modo como eles se deterioram, quando a natureza começa a assumir o controle, me faz lembrar de que tudo é transitório. Há uma sensação de que isso é o final do tempo e você não encontra essa atmosfera em nenhum outro lugar Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Nos últimos sete ou oito anos, eu devo ter visitado cerca de 1 mil construções na Alemanha, França, Bélgica, Itália e Polônia. Tive de ir a muitos lugares em busca da imagem perfeita ou mesmo encontrar algo que me entusiasme - muitos desses lugares estão vazios e não têm nenhum atrativo" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Muitas vezes é difícil entrar nesses locais. Tive de achar túneis ou pular janelas. Houve casos em que fiz viagens longas para visitar um lugar em particular e quando cheguei descobri que havia sido destruído ou que eu não poderia entrar" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Algumas vezes posso dizer que há algo especial dentro dos locais que visito, mas é muito mais uma questão de sorte - talvez eu encontre algo, talvez não. Há muito trabalho por trás disso - é muito difícil achar esse tipo de beleza" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Certa vez, recebi uma dica sobre uma antiga sala de cirurgia e acredito que fui a primeira pessoa a entrar lá em 10 ou 15 anos. Estava cheia de teias de aranha e havia ali uma atmosfera levemente mística. Era como voltar no tempo. A luz criou um atmosfera incrível" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "Quando vejo uma construção antiga nesse estado, posso imaginá-la na época de glória. Mas é sempre triste vê-la desmoronando e não sendo usada. Mantenho a localização dessas construções em segredo para evitar que sejam vandalizadas" Christian Richter/BBC Mais

23.nov.2015 - "A beleza real para mim é descobrir esses lugares. As fotos não são exatamente um plano secundário, mas elas vêm na esteira da descoberta em si. Tiro a foto para dar a outras pessoas uma sensação do que está acontecendo ali" Christian Richter/BBC Mais

6.jan.2016 - A fotógrafa holandesa Alice van Kempen e sua bull terrier Claire fazem uma parceria incrível: em viagens ao redor da Europa, as duas visitam lugares abandonados e criam fotos inimagináveis e inusitadas. Enquanto Alice tem a missão de fazer a foto, a cadela é a responsável por invadir o "cenário" e conquistar os internautas com poses divertidas. A dupla viaja há mais de 2 anos pelo continente e já conta com mais de 2 mil seguidores no Instagram Reprodução/Instagram Mais

6.jan.2016 - Inseparáveis, Alice van Kempen e Claire conquistaram fãs no Instagram com fotos para lá de inusitadas e criativas Reprodução/Instagram Mais

6.jan.2016 - Resultado das fotos da bull terrier Claire, tiradas por sua dona, Alice van Kempen, é bastante original e inusitado Reprodução/Instagram Mais

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6.jan.2016 - Inseparáveis, Alice van Kempen e Claire conquistaram fãs no Instagram com fotos para lá de inusitadas e criativas Reprodução/Instagram Mais

6.jan.2016 - Resultado das fotos da bull terrier Claire, tiradas por sua dona, Alice van Kempen, é bastante original e inusitado Reprodução/Instagram Mais

6.jan.2016 - A fotógrafa holandesa Alice van Kempen e sua bull terrier Claire fazem uma parceria incrível: em viagens ao redor da Europa, as duas visitam lugares abandonados e criam fotos inimagináveis e inusitadas. Enquanto Alice tem a missão de fazer a foto, a cadela é a responsável por invadir o "cenário" e conquistar os internautas com poses divertidas. A dupla viaja há mais de 2 anos pelo continente e já conta com mais de 2 mil seguidores no Instagram Reprodução/Instagram Mais

6.jan.2016 - Inseparáveis, Alice van Kempen e Claire conquistaram fãs no Instagram com fotos para lá de inusitadas e criativas Reprodução/Instagram Mais

29.jan.2016 - O navio Costa Concordia afundou em 12 de janeiro de 2012 na ilha italiana de Giglio, deixando 32 mortos, e o episódio ficou marcado pela saída do ex-capitão do cruzeiro, Francesco Schettino, que deixou o barco antes dos passageiros durante uma retirada caótica dos que estavam a bordo, posteriormente ele foi condenado a 16 anos de prisão. Imagens feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - O navio Costa Concordia afundou em 12 de janeiro de 2012 na ilha italiana de Giglio, deixando 32 mortos, e o episódio ficou marcado pela saída do ex-capitão do cruzeiro, Francesco Schettino, que deixou o barco antes dos passageiros durante uma retirada caótica dos que estavam a bordo, posteriormente ele foi condenado a 16 anos de prisão. Imagens feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - Removido do local do acidente, quatro anos após naufrágio, o navio Costa Concordia foi rebocado até o porto italiano de Gênova, onde começou a ser desmontado. O fot[ografo Kielkowski registrou o interior do navio onde ele está ancorado e as imagens estão no livro ?Concordia?, publicado pela White Press Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - Quatro anos depois de o navio Costa Concordia ter naufragado na costa da Itália, imagens internas feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - Quatro anos depois de o navio Costa Concordia ter naufragado na costa da Itália, imagens internas feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - Removido do local do acidente, quatro anos após naufrágio, o navio Costa Concordia foi rebocado até o porto italiano de Gênova, onde começou a ser desmontado. O fot[ografo Kielkowski registrou o interior do navio onde ele está ancorado e as imagens estão no livro ?Concordia?, publicado pela White Press Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - O navio Costa Concordia afundou em 12 de janeiro de 2012 na ilha italiana de Giglio, deixando 32 mortos, e o episódio ficou marcado pela saída do ex-capitão do cruzeiro, Francesco Schettino, que deixou o barco antes dos passageiros durante uma retirada caótica dos que estavam a bordo, posteriormente ele foi condenado a 16 anos de prisão. Imagens feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

29.jan.2016 - Quatro anos depois de o navio Costa Concordia ter naufragado na costa da Itália, imagens internas feitas pelo fotógrafo alemão Jonathan Danko Kielkowski dão uma ideia do que sobrou da embarcação Jonathan Danko Kielkowski/White Press Mais

10.fev.2016 - Ao lado de uma grande praia, na ilha alemã de Rügen, fica um dos maiores hotéis do mundo. O hotel se estende por quase 5 quilômetros, tem 10 mil quartos virados para o mar e nunca foi ocupado. Construído há mais 70 anos por ordem de Adolf Hitler, o resort chamado Prora, que fica na estância balneária entre as regiões de Sassnitz e Binz, ficou inacabado Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Durante sua construção entre 1936 e 1939, mais de 9 mil trabalhadores se envolveram no projeto Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Quando a 2º Guerra Mundial começou, os trabalhadores foram transferidos para as fábricas de armas e munições Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Os oitos blocos habitacionais, o teatro e o cinema ficaram vazios. As piscinas e os salões de festas não foram construídos Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Durante a guerra, em meio aos bombardeios da cidade de Hamburgo, muitos fugiram para a ilha e se refugiaram no hotel abandonado Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Após a guerra, Prora foi usada como base militar pela Alemanha Oriental. Com a reunificação do país em 1990, o empreendimento foi abandonado novamente Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - O vasto complexo abrigaria 20 mil visitantes e fazia parte do programa do governo nazista chamado KdF - Kraft durch Freude (Força através da Alegria) Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - O objetivo do governo de Hitler era proporcionar um local de lazer e fazer propaganda para os alemães Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Hoje, ainda está abandonado, mas há um museu e uma pequena casa noturna em uma parte do resort Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Os habitantes próximos chamam o local de Prora A Colossal, devido ao grande prédio que tem distância de 150 metros da praia Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Há centenas de quartos vazios e as janelas estão quebrabas. Depois de anos de debate, a ideia o governo é reformar o local e transformar em uma estância de férias. Alguns blocos já foram vendidos para empresas privadas Reprodução/site Mais

10.fev.2016 - Há planos para construir cafés, casas noturnas, ginásios e piscinas Reprodução/site Mais

14.fev.2016 - Construída há cerca de 1400 anos, Shi Cheng chegou a ser um dos mais importantes centro econômicos da província de Zhejiang, mas foi inundada em 1959 para dar lugar a uma barragem. Desde então, a cidade ficou esquecída em baixo da água, se tornando recentemente um local apaixonante para os fãs de mergulho Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - A cidade está localizada pouco mais de 30 metros abaixo da superfície do lago da Montanha dos Cinco Leões, um dos símbolos da antiga Shi Cheng Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - A barragem é usada por uma hidrelétrica que gera energia para toda a região leste da China Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Algumas construções com mais de 1400 anos continuam intactas Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - O governo criou um programa de mergulhadores que criou um roteiro para atrair ainda mais visitantes para a região Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Até algumas peças de madeira resistiram ao tempo e continuam no mesmo local onde estavam antes da cidade ser evacuada Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Construída há cerca de 1400 anos, Shi Cheng chegou a ser um dos mais importantes centro econômicos da província de Zhejiang, mas foi inundada em 1959 para dar lugar a uma barragem. Desde então, a cidade ficou esquecída em baixo da água, se tornando recentemente um local apaixonante para os fãs de mergulho Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Casas e escadarias inteiramente feitas de madeira continuam preservadas, mesmo após passarem quase seis décadas submersas Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - O governo criou um programa de mergulhadores que criou um roteiro para atrair ainda mais visitantes para a região Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Construída há cerca de 1400 anos, Shi Cheng chegou a ser um dos mais importantes centro econômicos da província de Zhejiang, mas foi inundada em 1959 para dar lugar a uma barragem. Desde então, a cidade ficou esquecída em baixo da água, se tornando recentemente um local apaixonante para os fãs de mergulho Reprodução/Daily Mail Mais

14.fev.2016 - Desenho mostra como era a cidade no seu auge Reprodução/Daily Mail Mais

15.mar.2016 - Escavações arqueológicas encontraram restos do castelo de Phalecque, que datam do século 16, em Lila, na França. O Instituto Nacional de Investigação Arqueológica Preventiva comunicou que a descoberta é importante para conhecer a história da cidade JP Pepek Balloide/AFP Mais

24.mar.2016 - Para realizar a série "Retracing Our Steps" (Refazendo Nossos Passos, em tradução literal), os fotógrafos Carlos Ayesta e Guillaume Bression tiveram muito trabalho. Isso porque eles foram em busca de alguns dos 80 mil refugiados de Fukushima, província japonesa que foi palco de um desastre nuclear em 2011 após um tsunami. Na época, foram confirmados mais de 6.400 mortos. Sobreviventes, ex-moradores do local foram convidados pelos fotógrafos a voltarem ao local para realizar um ensaio fotográfico, e o resultado é uma seleção de imagens incríveis em cenários completamente abandonados. Veja nas fotos a seguir Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Um texto no site oficial dos artistas detalhou o projeto. "Nós convidamos alguns moradores e visitantes frequentes de Fukushima (alguns deles eram donos de casas e lojas na região) para retornar à zona interditada. Eles abriram as portas para nós. São lugares bem comuns, agora nada amigáveis" Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Mas como o ensaio foi produzido? "Pedimos que eles agissem da maneira mais normal possível naqueles ambientes - como se nada tivesse acontecido mesmo. A ideia por trás destas fotos surreais era combinar a banalidade com o insólito", diz o texto do site Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Série "Retracing Our Steps" foi idealizada pelos fotógrafos Carlos Ayesta e Guillaume Bression Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Imagens mostram cenários completamente abandonados 5 anos após um desastre nuclear que atingiu Fukushima Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Um texto no site oficial dos artistas detalhou o projeto: "Nós convidamos alguns moradores e visitantes frequentes de Fukushima (alguns deles eram donos de casas e lojas na região) para retornar à zona interditada. Eles abriram as portas para nós. São lugares bem comuns, agora nada amigáveis" Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Mas como o ensaio foi produzido? "Pedimos que eles agissem da maneira mais normal possível naqueles ambientes - como se nada tivesse acontecido mesmo. A ideia por trás destas fotos surreais era combinar a banalidade com o insólito", diz o texto do site Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Série "Retracing Our Steps" foi idealizada pelos fotógrafos Carlos Ayesta e Guillaume Bression Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Imagens mostram cenários completamente abandonados 5 anos após um desastre nuclear que atingiu Fukushima Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Um texto no site oficial dos artistas detalhou o projeto: "Nós convidamos alguns moradores e visitantes frequentes de Fukushima (alguns deles eram donos de casas e lojas na região) para retornar à zona interditada. Eles abriram as portas para nós. São lugares bem comuns, agora nada amigáveis" Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Mas como o ensaio foi produzido? "Pedimos que eles agissem da maneira mais normal possível naqueles ambientes - como se nada tivesse acontecido mesmo. A ideia por trás destas fotos surreais era combinar a banalidade com o insólito", diz o texto do site Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Série "Retracing Our Steps" foi idealizada pelos fotógrafos Carlos Ayesta e Guillaume Bression Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Imagens mostram cenários completamente abandonados 5 anos após um desastre nuclear que atingiu Fukushima Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Um texto no site oficial dos artistas detalhou o projeto: "Nós convidamos alguns moradores e visitantes frequentes de Fukushima (alguns deles eram donos de casas e lojas na região) para retornar à zona interditada. Eles abriram as portas para nós. São lugares bem comuns, agora nada amigáveis" Reprodução/Virgula Mais

24.mar.2016 - Discovery Island e River Country são os únicos parques da Disney fechados permanentemente. O primeiro era uma reserva natural que funcionou entre os anos de 1974 e 1999 e o segundo, um parque aquático que funcionou entre 1976 e 2001 Seph Lawless/BBC Mais

24.mar.2016 - Discovery Island e River Country são os únicos parques da Disney fechados permanentemente. O primeiro era uma reserva natural que funcionou entre os anos de 1974 e 1999 e o segundo, um parque aquático que funcionou entre 1976 e 2001 Seph Lawless/BBC Mais

24.mar.2016 - Seph Lawless é um fotojornalista do Estado americano de Ohio que se dedica a fotografar esses espaços e tem postado as fotos em sua conta no Instagram. Em entrevista à BBC, ele disse que espera que a divulgação das fotos convença a Disney a limpar estes locais. Na foto, um antigo tobogã de água abandonado no parque River Country Seph Lawless/BBCSeph Lawless/BBC Mais

24.mar.2016 - Seph Lawless é um fotojornalista do Estado americano de Ohio que se dedica a fotografar esses espaços e tem postado as fotos em sua conta no Instagram. Em entrevista à BBC, ele disse que espera que a divulgação das fotos convença a Disney a limpar estes locais. Na foto, drone mostra a Disney World abandonada Seph Lawless/BBC Mais

24.mar.2016 - O fotojornalista Lawless faz uma série de questionamentos na legenda: 'Então a Disney está incomodada comigo, mas por que eles ficam tão incomodados sempre que alguém chega perto demais da Discovery Island abandonada? O que você está escondendo, Disney? Fique ligado para as bizarras curiosidades da Conspiração Disney..." Seph Lawless/BBC Mais

18.abr.2016 - A paisagem lembra uma cidade que acaba de sair de uma guerra ou um cenário de filme de terror: prédios cinzentos com janelas quebradas, vielas tomadas por entulhos e escadarias que levam para escuros corredores, onde o silêncio é absoluto. Hashima, como é chamada esta ilha, foi desabitada nos anos 1970, quando a mina de carvão que ela abrigava foi desativada. Com uma área de 6,3 hectares, o lugar começou a receber moradores (a maioria mineiros e suas famílias) no final do século 19 e, em 1959, atingiu seu pico populacional: cerca de 5.300 pessoas. Veja mais fotos a seguir Jordy Meow/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Com o tempo, a ilha começou a ser chamada de Gunkanjima (a Ilha do Navio de Guerra): vista de longe, marcada pelos edifícios que foram construídos em seu solo e cercada pelo oceano Pacífico, o local realmente lembra uma embarcação bélica. Kntrty/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Nos anos 2000, com suas construções deterioradas e abandonadas por três décadas, Gunkanjima começou a ser visitada por turistas que passeavam pelos lindos cenários litorâneos desta região do território nipônico. No percurso, é possível ver os grandes prédios residenciais da ilhas, um antigo hospital e resquícios da antiga mina de carvão. Jordy Meow/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Atualmente, Gunkanjima parece uma cidade saída de uma guerra. Jordy Meow/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Diz a história que, na época da Segunda Guerra Mundial, chineses e coreanos foram submetidos a brutais trabalhos forçados no local pelo governo japonês. Não à toa, Gunkanjima teria sido a inspiração para o sinistro cenário do quartel-general do vilão Raoul Silva (interpretado por Javier Bardem) no filme "007 - Operação Skyfall", lançado em 2012 Jordy Meow/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Gunkanjima chama a atenção por ter o formato de um navio de guerra. Jordy Meow/Creative Commons Mais

18.abr.2016 - Na imagem, turistas chegam à ilha conhecida como Gunkanjima, no sul do Japão. "É um passeio incomum e fascinante", escreve o internauta Hattie Weymouth no site de viagens TripAdvisor. "Trata-se de um lugar completamente único, com excelentes oportunidades para os fotógrafos". Os passeios à ilha podem ser contratados com agências na cidade de Nagasaki. At by At /Creative Commons Mais

26.abr.2016 - Há 30 anos acontecia o acidente nuclear de Tchernóbil, na Ucrânia. A catástrofe de 1986 aconteceu após, entre outros erros, os funcionários terem fechado o sistema hidráulico que controlava as temperaturas do reator. Após entrar em processo de superaquecimento, uma imensa bola de fogo anunciava a explosão do reator rico em Urânio-235, elemento químico de grande poder radioativo. Na foto, um sapato de criança deixado num jardim de infância na cidade de Pripyat, próxima à usina Gleb Garanich/Reuters Mais

26.abr.2016 - Com o acidente, a usina liberou uma quantidade letal de material radioativo que contaminou uma quilométrica região atmosférica. Para tentar deter a liberação de radiação, foi construída uma enorme cobertura de concreto em torno da unidade do reator nuclear 4 (visível na foto). No total, o desastre emitiu cem vezes mais radiação que as bombas jogadas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial Gleb Garanich/Reuters Mais

26.abr.2016 - Além da cidade de Tchernóbil, Pripyat, perto da fronteira da Ucrânia com Belarus, virou uma cidade fantasma. O número de mortos do acidente nuclear continua a ser um mistério. Estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas Sergei Supinsky/AFP Mais

26.abr.2016 - Além da cidade de Tchernóbil, Pripyat, perto da fronteira da Ucrânia com Belarus, virou uma cidade fantasma. O número de mortos do acidente nuclear continua a ser um mistério. Estudos científicos revelam que a população atingida pelos altos níveis de radiação sofre uma série de enfermidades. Além disso, os descendentes dos atingidos apresentam uma grande incidência de problemas congênitos e anomalias genéticas. Na foto, uma boneca deixada num jardim de infância em Pripyat Gleb Garanich/Reuters Mais

26.abr.2016 - Cerca de cem idosos, em sua maioria mulheres, continuam a viver na zona de exclusão de Tchernóbil-- uma área de 2.600 quilômetros quadrados que foi evacuada em 1986 depois do catastrófico acidente na usina nuclear. "O que me dá mais medo é a fome, não a radiação", afirmou uma delas em entrevista ao New York Times Yuli Solsken/The New York Times Mais

26.abr.2016 - Ivan S