Conheça mulheres que se tornaram grandes cientistas

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    • Ciência [45097]; Dia Internacional da Mulher [28663];
Fotos

8.mar.2015 - A brasileira Thaisa Storchi Bergmann, 56, é uma das vencedoras do prêmio internacional L'Oréal-Unesco "Para Mulheres na Ciência" ("For Women in Science"). Professora em Porto Alegre e especialista em física e astronomia, a cientista foi escolhida pelo trabalho que levou ao entendimento de como buracos negros maciços se formam nos centros das galáxias, como evoluem e as moldam. "Fico muito feliz e realizada por ter meu trabalho reconhecido, tanto como cientista como mulher. Faz sentir que minha dedicação valeu a pena", declarou Thaisa no último dia 3, data em que foram divulgadas as cinco laureadas e as 15 jovens e promissoras pesquisadoras vencedoras da 17ª edição do prêmio. Thaisa será homenageada no próximo dia 18 em cerimônia que acontecerá na Sorbornne, em Paris. A seguir, conheça mais uma brasileira premiada e outras mulheres que fizeram história no mundo científico Brigitte Lacombe Mais

8.mar.2015 - A jovem cientista Carolina Andrade, da Universidade de Goiás, foi reconhecida por sua pesquisa para o tratamento da Leishmaniose - doença que afeta cerca de 12 milhões de pessoas em todo o mundo - pelo programa "Talentos Internacionais em Ascensão" ("International Rising Talents") realizado pela L'Oréal em parceria com a UNESCO e a Academia Brasileira de Ciências. A farmacêutica será homenageada no próximo dia 18 em cerimônia que acontecerá na Sorbonne, em Paris. De acordo com a UNESCO, mulheres representam apenas 30% dos pesquisadores do mundo Divulgação/L'Oréal Mais

Marie Josephine Mathilde Durocher (1809-1893) - Nascida na França, a obstetra estudou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e foi a primeira mulher da turma. Ficou conhecida como parteira da Corte e acompanhou o nascimento dos netos do imperador D.Pedro II. Reconhecida no meio médico, foi nomeada, em 1871, por D.Pedro II como membro titular da Academia Nacional de Medicina e durante cinco décadas foi a única mulher admitida como membro nessa instituição Reprodução/CNPq Mais

Elizabeth Blackwell (1821-1910) - A física norte-americana ficou conhecida por ser a primeira mulher a praticar medicina nos Estados Unidos. Elizabeth fundou a Universidade Médica da Mulher Reprodução/Wikipédia Mais

Marie Curie (1867-1934) - A física e química polonesa ficou conhecida por suas contribuições sobre radioatividade. Em 1903, ganhou o Prêmio Nobel de Física, e, em 1911, o Prêmio Nobel de Química. As premiações fizeram da cientista a primeira pessoa a conquistar o Nobel duas vezes e em duas áreas diferentes Reprodução/Wikipédia Mais

Emmy Noether (1882-1936) - A física e matemática nasceu na Alemanha. Realizou importantes pesquisas sobre a Teoria dos Anéis e Álgebra Abstrata, além de elaborar o Teorema de Noether, que explica as relações entre simetria e as leis de conservação da física teórica Reprodução/Encyclopedia Britannica Mais

Bertha Lutz (1894-1976) - A bióloga e ativista feminista era especialista em anfíbios e pesquisadora do Museu Nacional. Foi uma das pioneiras da luta pelo voto feminino e pela igualdade de direitos entre homens e mulheres no Brasil. Era formada em Ciências naturais pela Sorbonne (França) Reprodução/CNPq Mais

Ida Noddack (1896-1978) - Nascida na Alemanha, a química teve importante papel na descoberta do elemento Rênio (que é representado por "Re", cujo número atômico é 75 na tabela periódica) e foi a primeira cientista a propor a ideia de fissão nuclear Reprodução/The Royal Society Publishing Mais

Mária Telkes (1900-1995) - Nascida na Hungria, a biofísica realizou pesquisas sobre energia solar. Foi ela quem inventou o gerador e o refrigerador termoelétricos Reprodução/scientists2.pbworks.com Mais

Cecilia Payne-Gaposchkin (1900-1979) - Foi a astrônoma inglesa quem descobriu que as estrelas são compostas principalmente de Hidrogênio e Hélio. Segundo a revista Superinteressante, ela estabeleceu uma classificação para os astros de acordo com suas temperaturas Reprodução/Wikimedia Commons Mais

Barbara McClintock (1902-1992) - Em 1983, a cientista e citogeneticista (que estuda a ciência e a constituição genética da célula através dos cromossomos) recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina pela descoberta da transposição genética. Barbara era norte-americana Reprodução/Encyclopedia Britannica Mais

Nise da Silveira (1905-1999) - Formada em psiquiatria pela Faculdade de Medicina da Bahia, Nise nasceu em Maceió (AL). Aos 21 anos, concluiu o curso com uma monografia sobre a criminalidade feminina. Ela foi aluna de Carl Jung (1875-1961), famoso psiquiatra e psicoterapeuta suíço. Seu trabalho pioneiro de pesquisa sobre o tratamento da doença mental através da arte-terapia foi reconhecido internacionalmente. Em 2012, a atriz Gloria Pires deu vida à psiquiatra na cinebiografia "Nise da Silveira - A Senhora das Imagens" Alexandre Campbell/Folhapress Mais

Maria Göppert-Mayer (1906-1972) - Física teórica alemã, ganhou o Prêmio Nobel de Física por suas pesquisas sobre a estrutura do átomo Bettmann/CORBIS/Reprodução/History.com Mais

Rachel Carson (1907-1964) - A bióloga americana ficou conhecida por revolucionar o movimento conservacionista (corrente ideológica que defende a proteção dos recursos naturais do planeta) em todo o mundo e publicou estudos importantíssimos sobre o uso de pesticidas Reprodução/Encyclopedia Britannica Mais

Rita Levi-Montalcini (1909-2012) - A neurologista italiana recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina de 1986 pelos seus estudos sobre o sistema nervoso Divulgação/Presidenza della Repubblica Mais

Alice Piffer Canabrava (1911-2003) - A historiadora nasceu em São Paulo e foi autora de uma das primeiras pesquisas tipicamente acadêmicas da área de História Econômica no Brasil Reprodução/CNPq Mais

Graziela Maciel Barroso (1912-2003) - Segundo o site CNPq, Graziela é conhecida como a "primeira grande dama" da botânica brasileira, tendo sido professora de quase todos os botânicos brasileiros, nos seus mais de 50 anos de atividade didática. Sua obra mais conhecida é provavelmente "Sistemática de Angiospermas do Brasil", em 3 volumes, dos quais dois foram publicados depois de sua aposentadoria compulsória em 1982 Reprodução/Canal Ciência Mais

Maria von Paumgartten Deane (1917-1995) - Graduada pela Faculdade de Medicina e Cirurgia do Pará, ganhou fama internacional como parasitologista (estudiosa de parasitas). Sua maior contribuição foi que seu trabalho ajudou a melhorar a saúde pública brasileira, através da erradicação de epidemias Reprodução/Canal Ciência Mais

Blanka Wladislaw (1917-2012) - Nasceu na Polônia, em 1917, e chegou ao Brasil aos 14 anos de idade. Formada em química pela USP. De acordo com o site do CNPq, possui um impressionante currículo: 115 trabalhos de pesquisa publicados em revistas brasileiras e internacionais, 171 trabalhos apresentados em congressos, orientou 4 dissertações de mestrado e 24 teses de doutorado. Além dessa enorme contribuição à pesquisa, também é grande sua contribuição ao ensino da Química Reprodução/Academia Brasileira de Ciências Mais

Veridiana Victória Rossetti (1917-2010) - Nascida em São Paulo, foi a primeira mulher no Brasil formada em Engenharia Agrônoma a exercer a profissão. Durante a vida, recebeu vários prêmios nacionais e internacionais Reprodução/CNPq Mais

Gertrude Elion (1918-1999) - Em 1988, a bioquímica e farmacêutica britânica recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina pela criação de novos medicamentos Reprodução/findagrave.com Mais

Rosalind Franklin (1920-1958) - A biofísica britânica ficou conhecida por seu trabalho sobre a difração dos Raios-X. Foi ela quem descobriu o formato helicoidal do DNA e foi pioneira em pesquisas de biologia molecular Reprodução/Scarc.Library Mais

Marília Chaves Peixoto (1921-1961) - Formada em matemática, seus trabalhos em conjunto sobre funções convexas tiveram repercussão internacional e, em 1951, foi eleita para a Academia Brasileira de Ciências, sendo efetivamente a primeira mulher a ingressar nos quadros da instituição Reprodução/CNPq Mais

Elisa Frota-Pessoa - Nascida no Rio de Janeiro, em 1921, a estudiosa fez parte do grupo de pioneiros da física brasileira, que se graduaram no início da década de 40. Segundo o site CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), suas contribuições mais importantes na pesquisa em física foram: introduziu a técnica de emulsões nucleares no Brasil e a aplicou em vários campos, como física nuclear, biologia, partículas elementares, etc. Um trabalho seu foi o único trabalho brasileiro selecionado para apresentação em plenário na Conferência Internacional de Átomos para a Paz (Genebra 1955) Reprodução/CNPq Mais

Sonja Ashauer (1923-1948) - Nascida em São Paulo e formada pela Universidade de São Paulo (USP), foi a segunda mulher a se graduar em física no Brasil e a primeira brasileira a concluir o Doutorado em Física, em fevereiro de 1948, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, sob a orientação de Paul Adrien Maurice Dirac (1902-1984), um dos maiores físicos da história mundial Reprodução/CNPq Mais

Eulália Maria Lahmeyer (1924-2011) - Professora Emérita da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da UFF (Universidade Federal Fluminense), sua trajetória é emblemática para a comunidade brasileira de historiadores. Resultantes de suas pesquisas, publicou mais de cem títulos entre livros, artigos e monografias em revistas especializadas no Brasil e na Argentina, Peru, Costa Rica, Estados Unidos, Portugal, França e Alemanha Reprodução/CNPq Mais

Carolina Martuscelli Bori (1924-2004) - Formada em pedagogia pela USP, em 1947, e nascida em São Paulo, foi convidada a lecionar psicologia na própria USP no ano de 1948. Entusiasmada com seus estudos, foi para os Estados Unidos e concluiu o curso de mestrado na New School for Social Research, de Nova York, em 1953. Segundo o site do CNPq, a psicóloga teve papel fundamental no estabelecimento do estudo científico da Psicologia no Brasil, tendo sido uma das pioneiras na investigação experimental em Psicologia. Foi também a grande responsável pela introdução da Análise de Comportamento no país Reprodução/Canal Ciência Mais

Johanna Döbereiner (1924-2000) - Engenheira agrônoma e pioneira em biologia do solo, foi a primeira mulher a integrar os quadros de direção da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e, segundo levantamento dos anos 90 do jornal Folha de S. Paulo, é a sétima cientista brasileira mais citada pela comunidade científica mundial e a primeira entre as mulheres. Na imagem, de 1995, Johanna posa em seu laboratório, no Rio de Janeiro Alexandre Campbell/Folhapress Mais

Elza Furtado Gomide (1925-2013) - Foi a primeira doutora em matemática formada pela USP (Universidade de São Paulo). Participou da criação da Sociedade de Matemática de São Paulo e na transformação dessa em Sociedade Brasileira de Matemática e fez parte de pesquisas com grandes matemáticos europeus Reprodução/CNPq Mais

Mathilde Krim - Nascida em 1926, na Itália, a citogeneticista (que estuda a ciência e a constituição genética da célula através dos cromossomos) realizou diversos estudos sobre vírus causadores de câncer. A estudiosa foi a responsável pela fundação da Aids Medical Foundation, em 1982, que se tornou a amFar (The Foundation for Aids Research), a principal instituição de pesquisa sobre a síndrome em todo o mundo Divulgação Mais

Neusa Amato - A física é de origem libanesa e veio com um mês de vida para a cidade do Rio de Janeiro, em 1926. De acoirdo com site do CNPq, além da importância de vários de seus trabalhos, Neusa deu uma grande contribuição para a física brasileira, pois foi durante muitos anos a responsável pela manutenção do Laboratório de Emulsões Nucleares do CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e pela colaboração Brasil-Japão, no Rio de Janeiro Reprodução/CNPq Mais

Ruth Sonntag Nussenzweig - Nascida em 1928, em Viena, na Áustria, emigrou para o Brasil ainda menina. Formada em biologia pela Escola de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu pesquisas no campo da Parasitologia e de Doenças Tropicais, com ênfase em malária, as quais lhe trouxeram reconhecimento internacional Reprodução/CNPq Mais

Maria da Conceição de Almeida Tavares - Nascida em Portugal, em 1930, é diplomada em matemática pela Universidade de Lisboa. Cientista rigorosa, de sólida formação intelectual, foi professora de várias gerações de economistas, como a presidente Dilma Rousseff. Seus livros e artigos escritos ao longo de mais de 40 anos de atividade intelectual demonstram sua preocupação permanente em pensar o Brasil, de acordo com site do CNPq Reprodução/Outras Palavras Mais

Marta Vannucci - Nascida na Itália, emigrou para o Brasil em 1930. A bióloga dedicou a vida a pesquisar os ecossistemas dos mangues, tornando-se uma das maiores especialistas do mundo no assunto. Foi, por mais de 20 anos, consultora da Unesco em 23 países da Ásia e África, segundo o site Canal Ciência, e participou de uma sociedade internacional para ecossistemas de mangues, com sede no Japão, a International Society for Mangrove Ecosystems - Isme, entre outras entidades que estudam ecossistemas Reprodução/CNPq Mais

Jane Goodall - Nascida em 1934, a britânica, que é primatologista (estudiosa da ordem dos primatas) e etóloga (pesquisa o comportamento animal), ficou conhecida em todo o mundo por suas pesquisas sobre chimpanzés AP Mais

Christiane Nusslein-Volhard - A bióloga alemã, que nasceu em 1942, recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia/Medicina de 1995 por suas pesquisas sobre genética embrionária Reprodução/Wikimedia Commons Mais

Mayana Zats - A bióloga, que nasceu em Tel Aviv (Israel), em 1947, é formada pela USP e tem pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. É reconhecida por pesquisas em genética humana e também no campo de células-tronco. A cientista venceu prêmios internacionais, como o "Para Mulheres na Ciência", pela L'Oréal-Unesco, em 2001, e o Prêmio México de Ciência e Tecnologia 2008, entre outros Silvia Costanti / Valor Mais

8.abr.2015 - Detectar um câncer antes mesmo de qualquer sintoma surgir, sem biópsia ou procedimentos invasivos, pode ajudar muito no tratamento da doença. Agora, os primeiros passos em direção a essa novidade foram dados por uma brasileira, a cientista brasiliense Priscila Monteiro Kosaka, 35 anos, doutora em Química e integrante do Instituto de Microeletrônica de Madri. Kosaka criou um sensor ultrassensível que descobre a doença a partir de um exame de sangue, usando uma técnica chamada de bioreconhecimento, que também poderá ser usada no diagnóstico de hepatite e Alzheimer. Arquivo pessoal Mais

19.mai.2015 - Em entrevista recente à rádio americana NPR, o astrônomo integrante do CalTech (California Institute of Tecnology), laboratório ligado à NASA, Shrinivas Kulkarni comparou cientistas a "garotos com brinquedos" ("boys with toys"). A declaração provocou uma campanha de mulheres cientistas no Twitter com a hashtag #girlswithtoys ("garotas com brinquedos"). Em 48 horas foram quase 70 mil tweets de cientistas mulheres que queriam provar que os garotos não são os únicos a trabalhar com ciência e tecnologia. Na imagem, Tanya Harrison, estudante PhD de geologia na Universidade de Ontario, no Canadá, posa diante de seu "brinquedo": o protótipo do robô Curiosity, enviado à Marte em 2012. Harrison faz parte da equipe de operações do robô e é fotógrafa nas horas vagas. Tanya Harrison/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - Em entrevista à rádio americana NPR, o astrônomo integrante do CalTech, laboratório ligado à Nasa, Shrinivas Kulkarni comparou cientistas a "garotos com brinquedos" ("boys with toys"). A declaração provocou uma campanha de mulheres cientistas no Twitter com a hashtag #girlswithtoys. Em 48 horas foram quase 70 mil tweets de cientistas. Na foto, a astrofísica da Nasa Amber Straughn testa a transformação de componentes químcos em gravidade zero. "Há muito tempo atrás", diz ela sobre a foto, em seu Twitter Amber Straughn/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A chefe de departamento de Ciências da Terra e Planetárias da Universidade da Califórnia Dawn Summer publicou uma foto de sua pesquisa na Antártida. A pesquisa de Sumner concentra-se na reconstrução de ambientes existentes no início da formação da Terra e de Marte Dawn Sumner/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A astrobióloga Kennda Lynch é estudante PhD na Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. Seu "brinquedo" é um protótipo de extração de amostras de Marte. Lynch pesquisa a capacidade de habitar ambientes extremos para desenvolver ferramentas que ajudarão missões de exploração da Nasa (agência espacial norte-americana) Kennda Lynch/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A geoquímica da Universidade de Carnegie Rita Parai incentivou várias colegas a postarem uma foto ao lado de seus equipamentos de pesquisa. Na foto, ela está ao lado do seu espectômetro térmico de ionização em massa, instrumento que permite que ela pesquise a formação dos planetas Rita Parai/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - Para participar da campanha #girlswithtoys, a astrofísica Emily Petroff publicou uma foto próximo do telescópio com o qual trabalha e junto do seu violino, suas duas paixões. Petroff é estudante de doutorado na Univeridade Tecnológica de Swinburne, em Melbourne, Austrália. Ela trabalha com ondas de rádios para compreender o meio interestelar da Via Láctea Emily Petroff / Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A presidente do Instituto Politécnico de Worcester, Laurie Leshin, posa com uma miniatura do robô Curiosity. Leshin é membro da equipe da Nasa responsável pelo envio do robô a Marte. Ela estuda composição química da matéria no Universo e tem um asteroide com seu nome: 4922 Leshin, localizado no principal cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter e descoberto em 1981 Laurie Leshin/ Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A geóloga e cientista planetária Marianne Mader escolheu para a campanha #girlswithtoys uma foto de sua pesquisa na Antártida. Ela trabalha para desenvolver estratégias de campo robóticos e humanos para a exploração planetária Marianne Mader / Reprodução Twitter Mais

19.mar.2015 - Dawn Sumner é PHD pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e trabalha no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa em Pasadena, na Califórnia. No Twitter, ela postou a foto com o "gêmeo" do robô Curiosity, que está em missão em Marte. Sua pesquisa se concentra na reconstrução de antigos ambientes na Terra e em Marte e na evolução de bactéria, incluindo o processo de fotossíntese Dawn Sumer/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A engenheira espacial Nujoud Merany postou uma foto tirada ao final da operação em que colocou um sensor de teste de navegação no ônibus espacial Endeavour Nujoud Merancy / Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A física Rhonda Stroud mostra seu "brinquedo": um microcópio de um átomo de resolução para estudar a formação de novas estrelas a partir de poeira cósmica Rhonda Stroud/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A professora do departamento da Terra e Ciências Planetárias da Universidade da Califórnia Sarah Stewart aponta para os "brinquedos" com os quais ela faz experimentos com choques elétricos para estudar colisões planetárias Sarah Stewart/Reprodução Twitter Mais

18.mai.2015 - A astrônoma Aomawa Shields também postou uma foto para participar da campanha. Ela é presidente do programa de pós-doutorado de Astronomia e Astrofísica da Universidade da Califórnia Aomawa Shields/Reprodução Twitter Mais

19.mai.2015 - A estudante de graduação do curso de geoquímica da Universidade da Califórnia Jennifer Middleton registrou uma foto ao lado do braço robótico do laboratório onde realiza suas pesquisas. Ela decidiu publicar a foto após a postagem de Rita Parai #girlswithtoys Jennifer Middleton / Reprodução Twitter Mais

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