Morte dos Mamonas Assassinas completa 21 anos

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    • Mamonas Assassinas [2867]; Acidente aéreo [30863];
Fotos

No dia 2 de março de 1996, há 21 anos, os integrantes da banda Mamonas Assassinas morriam em um desastre aéreo na Serra da Cantareira (SP), quando voltavam de um show em Brasília (DF) em um jatinho Learjet. Conhecida por seu som irreverente, a banda virou febre entre os mais jovens, alcançando o estrelato de forma meteórica. A carreira de sucesso durou cerca de dez meses: do lançamento do disco até a tragédia que matou Dinho, Samuel, Julio, Bento e Sérgio, deixando muita saudade e lembranças entre os fãs. O enterro em Guarulhos (SP), terra natal do grupo, contou com cortejo fúnebre em carro do Corpo de Bombeiros e foi acompanhado por milhares de pessoas pelas ruas Montagem BOL / Mujica/Folhapress / Luiz Carlos dos Santos/Folhapress / Marcio Capovilla/Folhapress / Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais

Antes de fazerem sucesso formando uma banda de rock irreverente, os integrantes dos Mamonas Assassinas criaram a banda Utopia, no início dos anos 90. Inspirada por grupos como Capital Inicial e Legião Urbana, a Utopia compunha músicas mais sérias e politizadas. Em um show da banda em Guarulhos (SP), exibido no documentário "Mamonas para Sempre" (2009), Dinho declama: "Temos três utopias: a do Brasil, de estabilizar a economia; a utopia do mundo, que é alcançar a paz; e a utopia da nossa banda, que é gravar um disco e viver profissionalmente" Reprodução Mais

A história da banda Mamonas Assassinas começa quando o baterista Sérgio Reoli, que trabalhava na Olivetti, foi apresentado por um colega da empresa, Maurício Hinoto, ao irmão deste, o guitarrista Bento Hinoto. Os dois foram quem decidiram criar a banda Utopia, em 1989 Mujica / Folhapress Mais

Alberto Hinoto, mais conhecido como Bento, foi o guitarrista que formou com Sérgio a banda Utopia, que fazia um som inspirado pelos grupos Capital Inicial e Legião Urbana, com letras sérias e politizadas, nada a ver com as músicas irreverentes que a banda criaria com os Mamonas futuramente Mujica / Folhapress Mais

Samuel Reoli, irmão de Sérgio, passou a se interessar por baixo quando o irmão anunciou que pretendia criar uma banda com amigos. Samuel era o integrante mais jovem do grupo. O nome Reoli, aliás, vem das sílabas iniciais de Reis Oliveira, os verdadeiros sobrenomes dos irmãos. Em 1995, quando empresários sugeriram que a Utopia mudasse de nome, para algo mais divertido e condizente com as novas músicas, Samuel foi quem "batizou" o grupo de "Mamonas Assassinas do Espaço". A última parte foi excluída e assim nascia o novo nome Mujica / Folhapress Mais

Alecsander Alves, o Dinho, "caiu de paraquedas" nos Mamonas Assassinas. O vocalista entrou para o grupo após um show em Guarulhos (SP), quando os integrantes foram desafiados em uma quermesse a tocar uma música da banda americana Gun's n'Roses. Como ninguém sabia, a banda Utopia pediu que alguém da plateia se voluntariasse. Sem vergonha alguma, Dinho subiu ao palco e mandou uma versão escrachada de "Knockin' On Heaven's Door". A ousadia conquistou os colegas da Utopia imediatamente Mujica / Folhapress Mais

Júlio Cesar Barbosa, mais conhecido como Júlio Rasec (inversão do nome Cesar), era o "roadie" da banda Utopia, um assistente de palco quando o grupo fazia apresentações em Guarulhos (SP) e cidades do interior de São Paulo. Júlio entrou oficialmente para a banda como tecladista após a saída de Márcio Cardoso de Araújo, que até então era o detentor da posição, após este não conseguir conciliar os shows no interior e a faculdade Mujica / Folhapress Mais

Marcio Cardoso de Araújo foi o primeira tecladista da Utopia, que viria a se tornar o grande sucesso Mamonas Assassinas. Marcio deixou a banda no início dos anos 90 porque não conseguia conciliar a faculdade com a rotina de shows no interior de São Paulo. "Não dava para arriscar", conta Marcio no documentário "Mamonas para Sempre", de 2009 Reprodução Mais

Capa do primeiro disco da banda Utopia, que teve 1000 cópias prensadas, mas vendeu menos de 300. Quem financiou a produção do disco foi Geraldo Celestino, amigo de Dinho e vereador de Guarulhos (SP), na ocasião João Quaresma/Folhapress Mais

O produtor Rick Bonadio (acima, em foto de 2007) foi o responsável por "descobrir" a banda Mamonas Assassinas. Rick conheceu o grupo após produzir o álbum da Utopia. Após ouvir músicas que Dinho gravou por brincadeira em seu estúdio de madrugada (mais precisamente, a letra de "Pelados em Santos", com a voz meio a Reginaldo Rossi), o produtor viu a oportunidade e incentivou a repaginação da banda, mudando para músicas mais divertidas e, por fim, mudando inclusive o nome do grupo. Para quem não sabe, Rick é o tal do "Creuzebek", que Dinho cita em algumas canções Rodrigo Paiva/Folhapress Mais

Com uma demo contendo apenas quatro músicas dos Mamonas Assassinas em mãos, o produtor Rick Bonadio entrou em contato com seu amigo e "padrinho" no meio musical Arnaldo Saccomani (foto), pedindo ao produtor indicações de gravadoras para onde eles pudessem enviar as demos. Saccomani, um produtor de sucesso que viria a se tornar jurado em programas de calouros, como o "Astros", do SBT, fez a ponte entre Rick e a gravadora EMI Reprodução / SBT Mais

Dono de uma boate em Guarulhos (SP), a Lua Lua, Valdir Palma recebeu vários shows da Utopia na casa. Após a repaginação, quando a banda decidiu se chamar Mamonas Assassinas, Valdir chegou a apresentar a banda errando o nome, chamando-os de "Mamonas Selvagens", inclusive, em uma faixa que estendeu no show. Foi lá também que ocorreu o show que foi um divisor de águas na carreira dos Mamonas: quando representantes da gravadora EMI foram conferir se a banda sabia tocar de verdade Reprodução Mais

Após ouvir a demo com as faixas "Vira", "Robocop Gay" e "Pelados em Santos", João Augusto, da gravadora EMI, disse que havia gostado muito das músicas, mas gostaria de ver um show ao vivo antes de fechar o contrato, para saber se eles "tocavam de verdade". No show, os integrantes subiram ao palco de cueca, com um LP na frente - apenas Bento entrou com um CD comum, fazendo alusão a uma velha piadinha sobre a relação entre ascendência japonesa e a dimensão do pênis Reprodução Mais

15.mai.1995 - Integrantes do grupo Mamonas Assassinas, ao lado do produtor, Rick Bonadio (à dir.), brincam durante assinatura do contrato do primeiro (e único) disco oficial da carreira da banda. João Augusto, da gravadora EMI, é quem assina o documento Reprodução Mais

Após assinarem o contrato com a EMI, no dia 15 de maio de 1995, e com apenas três músicas no repertório, os Mamonas Assassinas tiveram que criar mais seis ou sete músicas, já que prensariam o disco em Los Angeles, nos EUA, no fim daquele mês. Em menos de 20 dias, o grupo terminou o disco e partiu para sua primeira viagem internacional, para os estúdios da Enterprises. Na imagem, Dinho, Samuel e Júlio aparecem bagunçando no estúdio californiano Reprodução Mais

O primeiro e único disco oficial dos Mamonas Assassinas, que levava o nome da banda, vendeu mais de 3 milhões de cópias, o que garantiu o certificado de disco de diamante para a banda. Detalhe: o disco foi lançado em maio de 1995, e o desastre aéreo que pôs fim à trajetória dos Mamonas ocorreu em março de 1996, menos de um ano após o lançamento do disco. Para quem não sabe, Mamonas se refere a "mamas grandes", como bem indica a capa do disco. Em entrevista exibida no "Pânico na Band", no dia 28 de fevereiro de 2016, Rick Bonadio conta que recebeu as certificações dos discos (ouro, platina e diamante) após a morte dos Mamonas. "Uma pena que eles não viram isso", conta Reprodução Mais

A primeira aparição da banda em um programa no horário nobre da TV foi no "Jô Soares Onze e Meia", do SBT. "Eles fazem rock com muito humor", anunciava o apresentador, em maio de 1995. Dois meses depois, o grupo já estava estourando nas paradas de sucesso e sua participação ao vivo na TV foi motivo de disputa entre todas as emissoras, principalmente SBT e Globo Reprodução Mais

Com letras divertidas e um som debochado, a banda Mamonas Assassinas, que não visava uma faixa etária, acabou atraindo a atenção de todos os públicos, de crianças a idosos, virando uma febre especialmente entre os mais jovens. Daí em diante, o céu era o limite para os rapazes de Guarulhos Mujica / Folhapress Mais

Empresário dos Mamonas Assassinas em sociedade com o produtor Rick Bonadio, Samy Elia passou a receber uma avalanche de pedidos para shows na medida em que o disco dos Mamonas se popularizava. No documentário "Mamonas para Sempre" (2009), Samy relata que trabalhava das 10h às 23h e "não conseguia dar conta" de atender a demanda Ana Ottoni/Folhapress Mais

Com o grande sucesso, as emissoras passaram a disputar os Mamonas Assassinas, que sempre bombavam a audiência. "Domingo Legal", do SBT, e "Domingão do Faustão", da TV Globo, travaram uma batalha à parte, especialmente entre outubro e novembro de 1995. "Os Mamonas iam em um programa, era recorde de audiência na emissora", conta o empresário da banda, Samy Elia. Em um "Domingo Legal", então comandado pelo apresentador Gugu Liberato, os Mamonas chegaram a ficar ao vivo durante 1 hora. O fato estimulou o diretor global Boni a oferecer um contrato de exclusividade à banda, que não topou o acordo. "A Globo queria parar de 'tomar' pau do Gugu", diz o produtor Rick Bonadio ao relembrar o caso Reprodução Mais

A modelo Valeria Zoppello era a namorada de Dinho na época em que o músico morreu. Valeria conheceu o vocalista dos Mamonas quando eles estavam começando a fazer sucesso, e chegou a participar de programas com o namorado, como o "Domingo Legal". Nessa ocasião, a modelo chegou a brigar com Dinho com ciúmes pelo fato de ele participar da "brincadeira da banheira" no programa, em que o objetivo é pegar sabonetes, enquanto uma moça de biquíni tenta atrapalhar. No documentário "Mamonas para Sempre", a modelo revela que eles chegaram a brigar e chorar muito no camarim naquele dia, tanto que ela entrou de óculos escuros no palco Reprodução / SBT Mais

Ao final de 1995, os Mamonas Assassinas já haviam estampado as capas de todas as grandes publicações. Em janeiro de 1996, a extinta revista Manchete classificou a banda como "Os Beatles do Besteirol" Reprodução Mais

6.jan.1996 - Um dos shows históricos da banda Mamonas Assassinas aconteceu no ginásio Paschoal Thomeu, o popular Thomeuzão, de Guarulhos (SP). O lugar é um marco na carreira da banda Utopia, já que eles foram desdenhados, em 1991, quando pediram para fazer uma apresentação no local. No episódio, Dinho chegou a bater boca com o prefeito, dizendo: "Um dia você vai querer que a gente toque aqui, mas aí eu que vou ver se vou querer tocar". Cinco anos depois, os Mamonas voltaram ao Thomeuzão por "uma questão de honra". Ao subir no palco, Dinho fez um discurso inflamado, com direito a chute nos microfones, falando que o "impossível não existe", usando como exemplo o fato de a banda ter sido barrada naquele mesmo local um dia Reprodução Mais

Mar.1996 - Reprodução do Jornal Folha da Tarde, em que a vidente Mãe Dinah diz prever um acidente, envolvendo a banda Mamonas Assassinas. Na mesma publicação, a vidente prevê a morte de dois cantores baianos, um acidente de avião envolvendo políticos famosos, a morte de um importante apresentador de TV, e a morte de um apresentador de rádio. Mãe Dinah, cujo nome verdadeiro era Benedicta Finazza, morreu em 2 de maio de 2014, aos 83 anos, vítima de uma infecção generalizada Fernando Santos/Folhapress Mais

Com a alta demanda de shows, o grupo Mamonas Assassinas passou a fazer muitas viagens de jatinho. No documentário "Mamonas para Sempre", o assistente de palco Joni Anglister lembra que os Mamonas só não tocaram em duas capitais brasileiras, e a rotina era puxada. Em um final de semana, por exemplo, a banda saía quinta à noite de Macapá (AP), chegava sexta pela manhã em Porto Alegre (RS) e à noite ia para o Rio de Janeiro (RJ) Mujica / Folhapress Mais

2.mar.1996 - O grupo Mamonas Assassinas durante sua última apresentação, no estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF). Naquela noite, o avião que levava o grupo bateu em um morro na Serra da Cantareira (SP), perto do Aeroporto de Guarulhos, após uma manobra equivocada do piloto. No dia 3 de março, a banda partiria para Portugal para fazer divulgação internacional. Na imagem, os Mamonas se despedem do público, sem imaginar que aquela seria sua última apresentação Tina Coelho/CB.Press Mais

3.mar.1996 - Na noite do dia 2 de março, o Learjet de prefixo PT-LSD, que levava os cinco integrantes do grupo Mamonas Assassinas, mais um segurança e um assistente da banda, decolou às 21h58 de Brasília (DF) com destino a Guarulhos (SP). Quando estava próximo de pousar no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica-GRU), o piloto fez uma manobra equivocada após arremeter o avião e, às 23h16, o jatinho chocou-se na Serra da Cantareira. De acordo com a versão do Departamento de Aviação Civil (DAC), o avião vinha em uma velocidade alta a cerca de 10 quilômetros do aeroporto, e necessitou desistir de pousar. Só que no processo de arremetida, o piloto efetuou uma curva para a esquerda, quando deveria fazer para a direita. Na foto, bombeiros resgatam corpo de vítima do acidente aéreo Luiz Carlos dos Santos/Folhapress Mais

3.mar.1996 - O avião que levava o grupo Mamonas Assassinas, mais dois assistentes da banda, além do piloto, Jorge Luís Martins, de 30 anos, e o co-piloto da aeronave, Alberto Takeda, de 24 anos, bateu em um morro na Serra da Cantareira, a cerca de 2 km do Aeroporto de Guarulhos, a 1.200 metros de altitude. O avião ficou completamente destruído. Destroços ficaram espalhados em uma área de quase 100 metros de extensão Fernando Cavalcante/Folhapress Mais

3.mar.2016 - Como os corpos estavam muito mutilados, os corpos das vítimas do desastre aéreo envolvendo a banda Mamonas Assassinas foram içados por um helicóptero, já que não era possível fazer o trajeto pela mata. Um a um foram levados até uma pedreira na região, onde foram colocados em carros do IML (Instituto Médico Legal) Julio Vilela/Folhapress Mais

3.mar.1996 - Bombeiros resgatam um dos corpos achados nos destroços do avião em que morreram os cinco integrantes do grupo Mamonas Assassinas Julio Vilela/Folhapress Mais

Imagem do segurança Sergio Saturnino Porto (acima), que também morreu no desastre aéreo envolvendo a banda Mamonas Assassinas, no dia 2 de março de 1996 Reprodução Mais

O ajudante de palco Isaac Souto, conhecido como "Churilambers", também acompanhava os Mamonas e foi uma das vítimas no acidente, na Serra da Cantareira (SP), no dia 2 de março de 1996 Reprodução Mais

Jorge Luís Martins, de 30 anos, era quem pilotava a aeronave no acidente que matou todos a bordo no avião dos Mamonas Assassinas, no dia 2 de março de 1996 Reprodução / TV Globo Mais

O co-piloto Alberto Takeda, de 24 anos, foi mais uma vítima no desastre aéreo na Serra da Cantareira (SP) Reprodução / TV Globo Mais

3.mar.1996 - Mãe Dinah, que havia previsto a morte dos Mamonas Assassinas em um acidente aéreo, chega aos estúdios do SBT para comentar o caso, no programa "Domingo Legal", no dia seguinte à tragédia. Mãe Dinah disse que via uma "fumaça negra" envolvendo a banda Márcio Fernandes/Folhapress Mais

3.mar.1996 - Fãs da banda Mamonas Assassinas, na maioria crianças, se aglomeram em frente ao IML (Instituto Médico Legal) de São Paulo, para onde os corpos dos integrantes foram levados após o acidente aéreo Fabiano Accorsi/Folhapress Mais

4.mar.1996 - O velório dos integrantes da banda Mamonas Assassinas ocorreu no ginásio Paschoal Thomeu, em Guarulhos (SP). Além dos cinco músicos, foram velados os corpos do segurança Sergio Saturnino Porto e o ajudante de palco Isaac Souto, que também morreram no acidente. Os caixões, perfilados, estavam lacrados, por causa da mutilação dos corpos, e cobertos por bandeiras do Brasil e de Guarulhos Marcio Capovilla/Folhapress Mais

4.mar.1996 - A modelo Valeria Zoppello (ao centro, de vermelho), namorada do vocalista Dinho, chora durante o velório dos integrantes da banda Mamonas Assassinas. Os caixões foram perfilados no ginásio esportivo de Guarulhos (SP), lacrados devido ao estado de mutilação dos corpos, e sobre eles foram colocadas bandeiras do Brasil e da cidade natal dos músicos Marcio Capovilla/Folhapress Mais

4.mar.1996 - Multidão acompanha o velório dos integrantes da banda Mamonas Assassinas no ginásio Paschoal Thomeu, em Guarulhos (SP). Pessoas se aglomeram sobre o caixão do vocalista Dinho Marcio Capovilla/Folhapress Mais

4.mar.1996 - Multidão acompanha caminhão do Corpo de Bombeiros durante cortejo fúnebre dos integrantes da banda Mamonas Assassinas para o cemitério Parque das Primaveras, em Guarulhos (SP), onde foram enterrados. Estima-se que 65 mil pessoas acompanharam o enterro. Em algumas escolas da cidade, terra natal da banda, não houve aulas por motivo de luto Luiz Carlos Murauskas/Folhapress Mais

4.mar.1996 - Corpos dos integrantes da banda Mamonas Assassinas são levados em três caminhões do Corpo de Bombeiros em cortejo fúnebre, na cidade de Guarulhos (SP). De acordo com relato da Folha de S.Paulo na ocasião, o cortejo levou 50 minutos para percorrer os três quilômetros entre o ginásio Thomeuzão e o cemitério Parque das Primaveras. Ao longo de todo o percurso, o cortejo era saudado por pessoas nas ruas, que agitavam folhas de mamona Otavio Dias de Oliveira/Folhapress Mais

5.fev.1996 - Admiradoras choram diante do túmulo dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas, um dia após o enterro, em cemitério de Guarulhos (SP). Bento, Dinho, Júlio e os irmãos Samuel e Sérgio foram enterrados juntos Marcelo Soubhia/Folhapress Mais

6.mar.1996 - Valeria Zoppello, ex-namorada de Dinho, é fotografada dois dias após o enterro dos Mamonas Assassinas Luzia Ferreira/Folhapress Mais

7.mar.1996 - Apenas três dias após o acidente aéreo envolvendo a banda Mamonas Assassinas, a produtora Mirella Zacanini, ex-namorada de Dinho nos tempos da banda Utopia, veio a público dizer que escreveria um livro sobre seu relacionamento com o cantor. O anúncio provocou irritação nos fãs da banda, que a acusaram de querer se promover com a tragédia. Menos de um mês após o acidente, Mirella lançou o livro "Pitchulinha, Minha Vida com Dinho - Até que os Mamonas nos Separem" Alex Ribeiro/Folhapress Mais

7.mar.1996 - Três dias após o desastre aéreo envolvendo o grupo Mamonas Assassinas, Mirella Zacanini, ex-namorada do vocalista Dinho, anunciou que lançaria um livro contando sua relação com o ex-namorado Alex Ribeiro/Folhapress Mais

19.abr.1996 - Menos de um mês após a morte dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, Mirella Zacanini lança o livro "Pitchulinha, Minha Vida com Dinho - Até que os Mamonas nos Separem". No dia 19 de abril de 1996, Barbara Gancia, colunista da Folha de S.Paulo, escreveu uma crítica ao livro no jornal. "O livro nada mais é do que um patético desfile de bilhetinhos, fotos e cartas que Dinho e Mirella trocaram durante três anos e quatro meses de namoro", escreve a colunista, dizendo que o livro tenta provar, em vão, que Dinho amou Mirella. "Foram os dez reais mais funestos que já gastei", lembra a colunista da Folha Reprodução Mais

21.fev.2016 - Em entrevista para o apresentador Geraldo Luís, no "Domingo Show", da Record, Mirella Zacanini contou que conheceu Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, na garagem de sua casa, onde bandas amadoras se apresentavam. Na época, o grupo ainda atendia pelo nome de Utopia. Mirella conta que deixou Dinho pouco após a banda assinar um contrato com uma grande gravadora, a EMI, em 1995. Segundo Mirella, o comportamento do cantor mudou e ele estava sendo pressionado pelo empresário para terminar o namoro. "Eu pedi para ele mudar a postura, senão nós iríamos terminar. Ele disse que estava sofrendo uma pressão do empresário e que ele tinha que abrir a mão de uma coisa para ter a outra. Ele falou com essas palavras. Ficamos umas quatro horas na garagem discutindo e chorando", revelou a moça no programa. Reprodução / Record Mais

21.fev.2016 - Em entrevista para o "Domingo Show", da Record, Mirella Zacanini a ex-namorada de Dinho, vocalista da banda Mamonas Assassinas, conta que o comportamento do cantor mudou quando a banda assinou um contrato com a gravadora EMI, em 1995. No programa, Mirella diz que ainda sente saudades do amado, mesmo após 20 anos da tragédia: "Eu sei que eu vivi um grande amor, e que não se apagou. Ele foi o grande amor da minha vida!". Após a exibição da entrevista, o produtor Rick Bonadio, empresário dos Mamonas no auge do sucesso da banda, fez um post no Facebook dizendo que a entrevista exibida era "um grande erro". "Inverdades e histórias inventadas", escreveu Rick Reprodução / TV Record Mais

15.mar.1996 - Fãs dos Mamonas Assassinas posam ao lado da asa do avião, retirada do local do acidente que vitimou a banda Alex Ribeiro/Folhapress Mais

21.mar.1996 - Duas semanas após a morte do namorado Dinho, no acidente aéreo que matou os integrantes da banda Mamonas Assassinas, Valeria Zoppello faz uma sessão de fotos para a revista Capricho Otavio Dias de Oliveira/Folhapress Mais

Ago.2004 - Valéria Zopello, a ex-namorada do vocalista Dinho, que se relacionava com o cantor até o desastre aéreo que matou os Mamonas Assassinas, foi capa da revista Sexy em agosto de 2004, oito anos após o acidente. Com a publicação do ensaio nu, Valeria contradisse uma entrevista dada no final de março de 1996, quando prometeu que nunca posaria nua para revistas masculinas. "Não me sentiria bem mostrando minhas intimidades", explicou Valeria ao repórter Maurício Stycer, em reportagem publicada no dia 31 de março de 1996, na Folha de S.Paulo Reprodução / Sexy Mais

6.jul.2005 - Dimalice e Francisco de Oliveira, pais dos irmãos Samuel e Sérgio Reoli, mostram posteres e a bateria dos filhos integrantes da banda Mamonas Assassinas, quase dez anos após o acidente de avião que dizimou o grupo Fernando Donasci/Folhapress Mais

4.mar.2006 - Dez anos após a morte dos Mamonas Assassinas, foi realizada uma missa e show no cemitério Parque das Primaveras, em Guarulhos (SP), para homenagear a banda. O show ficou a cargo da banda Elo Perdido, cover dos Mamonas. Na imagem, Ana Paula Barbosa, irmã de Júlio, tecladista da banda morto no acidente Almeida Rocha / Folhapress Mais

4.jul.2009 - Estreia do documentário "Mamonas, o Doc", de Claudio Kahns, que conta a trajetória da banda desde antes da formação até o auge. O filme, lançado em 2009, foi exibido no ginásio Paschoal Thomeu, o Thomeuzão, em Guarulhos (SP) Fabio Braga/Folha Imagem Mais

4.jul.2009 - A estreia do documentário "Mamonas, o Doc", no ginásio Paschoal Thomeu, em Guarulhos (SP), contou com um show e a presença de parentes e amigos dos integrantes da banda. Hildebrando Alves Leite, pai de Dinho, vocalista dos Mamonas Assassinas, posa ao lado da icônica Brasília amarela Fabio Braga/Folha Imagem Mais

2.fev.2016 - Os maiores sucessos dos Mamonas serão reinterpretados neste ano em um musical que estreia no dia 11 de março, no teatro Raul Cortez, em São Paulo. Após a temporada na capital paulista, "O Musical Mamonas" tem previsão de turnê pelo Brasil. Da esquerda para a direita os atores Elcio Bonazzi, Yudi Tamashiro, Ruy Brissac, Arthur Ienzura e Adriano Tunes. Ruy é o vocalista Dinho, Yudi é o guitarrista Bento, Adriano é o tecladista Júlio, Arthur é o baterista Sérgio e Elcio interpreta o baixista Samuel. Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - Arthur Ienzura, Yudi Tamashiro, Ruy Brissac, Elcio Bonazzi e Adriano Tunes durante ensaio para "O Musical Mamonas" Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - "O Musical Mamonas": Ruy Brissac é o vocalista Dinho no musical sobre a banda Mamonas Assassinas Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - "O Musical Mamonas": Yudi Tamashiro é o guitarrista Bento no musical sobre a banda Mamonas Assassinas Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - "O Musical Mamonas": Elcio Bonazzi é o baixista Samuel no musical sobre a banda Mamonas Assassinas Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - "O Musical Mamonas": Adriano Tunes é o tecladista Julio no musical sobre a banda Mamonas Assassinas Reinaldo Canato/UOL Mais

2.fev.2016 - "O Musical Mamonas": Arthur Ienzura é o baterista Sérgio no musical sobre a banda Mamonas Assassinas Reinaldo Canato/UOL Mais

8.mar.2016 - A história dos Mamonas Assassinas será contada nos palcos em "O Musical Mamonas", do dramaturgo Walter Daguerre (mesmo autor do musical sobre Jim Morrison). A estreia será no dia 11 de março no Teatro Raul Cortez, em São Paulo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O musical foi escrito como se os próprios integrantes da banda de Guarulhos contassem a sua história Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Na trama, Dinho (Ruy Brissac), Julio (Adriano Tunes), Bento (Yudi Tamashiro), Samuel (Elcio Bonazzi) e Sergio (Arthur Ienzura) são convocados pelo anjo Gabriel para uma missão: acabar com a "caretice" da vida dos brasileiros Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - A direção do musical dos Mamonas Assassinas é de José Possi Neto. Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - No repertório estão músicas de outros artistas, sucesso na década de 1990, como Guns'n Roses, Titãs, Engenheiros do Hawaii, além de músicas originais feitas para o espetáculo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - A direção musical do espetáculo é de Miguel Briamonte Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Atores recriam clipe de "Pelados em Santos", maior sucesso da banda Mamonas Assassinas, para musical sobre o grupo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O Musical ficará em cartaz de 11 de março a 29 de maio de 2016. As sessões ocorrem às quintas e sábados às 21h, sextas às 21h30 e domingos às 19h Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O espetáculo será encenado no Teatro Fecomércio - Sala Raul Cortez - na Rua Dr. Plínio Barreto 285, Bela Vista, em São Paulo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Yudi Tamashiro, Ruy Brissac e Elcio Bonazzi (respectivamente Bento, Dinho e Samuel Reoli) durante encenação de "O Musical Mamonas". Cena mostra os integrantes da banda negociando a criação de uma musica que seja samba/pagode, logo em seguida cantam "Lá Vem o Alemão" Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Yudi Tamashiro, Ruy Brissac e Elcio Bonazzi (respectivamente Bento, Dinho e Samuel Reoli) durante encenação de "O Musical Mamonas". Cena mostra os integrantes da banda negociando a criação de uma musica que seja samba/pagode, logo em seguida cantam "Lá Vem o Alemão" Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Yudi Tamashiro, Ruy Brissac e Elcio Bonazzi (respectivamente Bento, Dinho e Samuel Reoli) durante encenação de "O Musical Mamonas". Cena mostra os integrantes da banda negociando a criação de uma musica que seja samba/pagode, logo em seguida cantam "Lá Vem o Alemão" Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Atores recriam clipe de "Pelados em Santos", maior sucesso da banda Mamonas Assassinas, para musical sobre o grupo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - O diretor José Possi Neto conversa com jornalistas no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, onde estreia no dia 11 de março o musical sobre a banda Mamonas Assassinas Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - O ator Ruy Brissac, que interpreta Dinho, o vocalista e líder dos Mamonas Assassinas, faz caras e bocas durante apresentação especial do musical Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Yudi Tamashiro, Ruy Brissac e Elcio Bonazzi (respectivamente Bento, Dinho e Samuel Reoli) durante encenação de "O Musical Mamonas" Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Yudi Tamashiro (Bento) e Ruy Brissac (Dinho) durante encenação de "O Musical Mamonas" Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Atores recriam clipe de "Pelados em Santos", maior sucesso da banda Mamonas Assassinas, para musical sobre o grupo Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Atores recriam clipe de "Pelados em Santos", maior sucesso da banda Mamonas Assassinas, para musical sobre o grupo Lucas Lima/UOL Mais

8.mar.2016 - Atores recriam a banda Mamonas Assassinas para musical que estreia em São Paulo no dia 11 de março. Da esquerda para a direita: Adriano Tunes (Julio Rasec), Ruy Brissac (Dinho), Arthur Ienzura (Sergio Reoli), Yudi Tamashiro (Bento) e Elcio Bonazzi (Samuel) Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Encenação de "O Musical Mamonas", que homenageia a banda Mamonas Assassinas Manuela Scarpa/Brazil News Mais

8.mar.2016 - Encenação de "O Musical Mamonas", que homenageia a banda Mamonas Assassinas Manuela Scarpa/Brazil News Mais

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