Conheça o Samba na Feira em São Paulo

Informações sobre o álbums
  • editoria:
  • galeria:
  • link: http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/entretenimento/2016/05/20/centenario-do-samba-conheca-o-samba-na-feira-em-sao-paulo.htm
  • totalImagens: 30
  • fotoInicial: 1
  • imagePath:
  • baixaResolucao: 0
  • ordem: ASC
  • legendaPos:
  • timestamp: 20160520233219
    • Centenário do Samba [77700]; Samba [5118];
Fotos

É na avenida Eulina, no Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo, que a feira se mistura ao samba todo terceiro domingo do mês. O BOL visitou o Samba na Feira, uma das rodas de samba tradicionais da capital paulista, em mais uma reportagem sobre o Centenário do Samba Bárbara Forte/BOL Mais

A feira ainda está cheia de produtos quando os sambistas chegam ao local, no Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo. Enquanto os feirantes estão focados na venda de frutas e legumes, já é possível ouvir um sambinha ao fundo. Os integrantes do Samba na Feira chegam à região por volta das 11h para preparar tudo antes de começar a cantoria Bárbara Forte/BOL Mais

O feirante Jair Aguiar, de 45 anos, vive há 40 no ambiente da feira. Os pais dele o levavam ainda pequeno para o trabalho todo domingo na Avenida Eulina, no Jardim Primavera. Segundo o feirante, a participação dos músicos em dia de feira leva mais freguesia e animação para um dos maiores símbolos da capital paulista: a feira de rua Bárbara Forte/BOL Mais

Para quem quiser chegar mais cedo, uma boa pedida é comer um pastel e ir se preparando para o samba, que tem início por volta das 13h, na xepa da feira Bárbara Forte/BOL Mais

Ao lado da barraca do pastel, outro feirante, junto à família, fica responsável pelo caldo de cana que mata a sede da comunidade do Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo. O caldo de cana sai fresquinho e é servido para a população, que não deixa passar um domingo sem a combinação pastel e garapa Bárbara Forte/BOL Mais

Barracas vão sendo desmontadas na feira de domingo no Jardim Primavera. Todo terceiro domingo do mês, o Samba na Feira estende a visita da comunidade, que fica para curtir uma boa música. Evelson de Freitas/BOL Mais

Enquanto isso, integrantes do Samba da Feira se organizam para montar a estrutura que abriga a roda de samba. Faça chuva ou faça sol, eles estão ali. Uma tenda protege os músicos para tocarem até o pôr do sol. Quem disse que é fácil ser sambista? Os integrantes do Samba na Feira trabalham duro para erguer a estrutura que vai abrigar a roda Bárbara Forte/BOL Mais

Muito gingado e ziriguidum compõem o Samba na Feira, na zona norte de São Paulo. Com os instrumentos de percussão na mão, músicos dão o tom à festa, que acontece na xepa da feira. Evelson de Freitas/BOL Mais

O motorista Renato Batista, de 41 anos, e a esposa Fátima Corrêa, de 39, fizeram uma verdadeira viagem de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, até a zona norte da capital paulista (quase 50 quilômetros). Segundo Renato, não há distância que atrapalhe sua ida ao samba. O gosto pela música uniu o casal e também o leva até longe para ouvir uma boa música Bárbara Forte/BOL Mais

Depois de montar a estrutura, os músicos se organizam ao redor de uma mesa, deixam a cerveja preparada e começam a tocar. Não precisa nem chamar: os vizinhos e a comunidade já saem de suas casas para aproveitar o domingo de samba e sol na zona norte de São Paulo Bárbara Forte/BOL Mais

Antônio Carlos Longo, mais conhecido como Tito, de 37 anos, é um dos fundadores da roda de samba. Ao lado de Alexandre Cézar de Souza (Xande), Odirley Ferreira (Ley, e Paulo Sérgio Eugênio (não está mais no grupo), Tito criou a roda de samba, em 2007, com o objetivo de unir as composições de apaixonados pelo samba Bárbara Forte/BOL Mais

Um dos músicos embala no gogó as canções enquanto toca um dos instrumentos na roda Evelson de Freitas/BOL Mais

Alexandre Cézar de Souza (à dir.) é um dos fundadores do grupo. No início, os músicos tocavam em frente ao bar do Seu Osmar. Como o samba cresceu - hoje são reunidas até 300 pessoas por domingo - o grupo viu a necessidade de ampliar a infraestrutura e usou uma viela que dá acesso à feira da avenida Eulina para se alocar Bárbara Forte/BOL Mais

O cavaquinho é responsável pela harmonia do samba, que começa na hora da xepa, no Jardim Primavera, na zona norte da capital paulista Evelson de Freitas/BOL Mais

De longe, no meio da feira, dá para ver os músicos prontos para começar a cantoria no Samba na Feira, na zona norte de São Paulo Evelson de Freitas/BOL Mais

Em um dia de sol, o frio vai embora e embala os músicos e participantes da roda de samba Evelson de Freitas/BOL Mais

Enquanto feirantes desfazem as barracas, o samba rola solto na tenda montada pelos integrantes da roda Evelson de Freitas/BOL Mais

Gente de todo lugar vai ao Samba na Feira, na zona norte de São Paulo. Lá, não há desculpa para ficar parado Evelson de Freitas/BOL Mais

De pé ou sentado, o público se aproxima da tenda montada no Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo, e curte canções da Velha Guarda cantadas pelos músicos do Samba na Feira Evelson de Freitas/BOL Mais

Integrantes do Samba na Feira tocam composições próprias e sambas consagrados todo terceiro domingo do mês no Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo Bárbara Forte/BOL Mais

Os feirantes trabalham duro no Jardim Primavera. No terceiro domingo do mês, porém, eles desmontam as barracas ouvindo um samba de raiz como forma de incentivo Evelson de Freitas/BOL Mais

Comunidade aprecia e aproveita o tradicional Samba na Feira, no Jardim Primavera, na zona norte de São Paulo Bárbara Forte/BOL Mais

Sorrisos se espalham durante a cantoria do Samba Na Feira, na zona norte de São Paulo Evelson de Freitas/BOL Mais

Aos poucos, a população vai chegando e tomando as ruas após o fim da feira da avenida Eulina, na zona norte de São Paulo, para apreciar o Samba na Feira Bárbara Forte/BOL Mais

Esposas e familiares dos músicos têm cadeira cativa no Samba na Feira. Enquanto os sambistas tocam e cantam, as mulheres aproveitam para conversar, tomar uma cerveja e se divertir Bárbara Forte/BOL Mais

O bar do Seu Osmar foi o local onde o Samba na Feira começou. Após ganhar maiores proporções, a roda foi para o outro lado da avenida, em uma viela, mas permanece em parceria com o dono do boteco. Aos 63 anos - 37 deles dedicados ao comércio - Seu Osmar aproveita o sambinha dos amigos e ainda garante a cerveja gelada e os petiscos para os membros da comunidade que vão até o local Bárbara Forte/BOL Mais

Seu Osmar, dono do boteco que faz parte da história do Samba na Feira, mostra os quitutes do bar que fica em frente à roda de samba Evelson de Freitas/BOL Mais

O peixe frito do boteco do Seu Osmar é um dos atrativos no Samba na Feira. No Jardim Primavera, os participantes da roda sempre param para experimentar os quitutes do bar Evelson de Freitas/BOL Mais

O peixe frito do boteco do Seu Osmar é pedida obrigatória antes, durante ou depois do Samba na Feira. Servido com alface e tomate, o petisco ainda leva um limãozinho ao lado e sai quentinho Bárbara Forte/BOL Mais

O Samba na Feira, localizado na feira da avenida Eulina, no Jardim Primavera, zona norte de São Paulo, só termina ao pôr do sol. A roda acontece todo terceiro domingo do mês e chega a reunir até 300 pessoas Bárbara Forte/BOL Mais

Comente no Facebook