Conheça povos, tribos e lugares isolados no mundo

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    • Povo Indígena [33357]; Tribos africanas [58043];
Fotos

Índios que vivem isolados no Acre, perto da fronteira com o Peru, apontam lanças e flechas para aeronave da Funai (Fundação Nacional do Índio), em registro de maio de 2008. O órgão federal monitora a tribo à distância há mais de 20 anos, portanto, não sabe qual idioma eles falam, muito menos outras informações sobre a etnia. Graças a essas pesquisas aéreas e ao trabalho de campo de sertanistas, o governo identificou 77 tribos que evitam o contato com a civilização Geison miranda/Funai/AFP Mais

De acordo com a Survival, existem pouco mais de cem tribos isoladas no mundo, considerados os povos mais vulneráveis do planeta. A maioria está no Brasil, espalhados na região da Amazônia, mas há registros também no Peru, nas fronteiras de países amazônicos, na África e na Papua-Nova Guiné, principalmente. Acima, tribo Sentinelese, que vive longe do contato da civilização não-indígena, é fotografada após o tsunami de 2004 Christian Caron/ANC-SA Mais

Membros da tribo Mascho-Piro tentaram atravessar o rio Las Piedras, na região de Tambopata, no Peru, para pedir comida e cordas em junho passado - o vídeo só foi divulgado em agosto. Como vivem isolados, eles foram desencorajados a chegar do outro lado da margem por guardas que monitoram a região da Amazônia peruana próxima à Bolívia. Caso contrário, os índios poderiam ser contaminados por doenças Fenamad/Aidesep/Efe Mais

Alguns ambientalistas afirmam que a tribo peruana se aproximou do vilarejo para pedir banana; outros citam as ameaças à área demarcada onde vive, provocadas, principalmente, por madeireiros e traficantes que têm rotas na mata peruana Fenamad/Aidesep/Efe Mais

Esta foi a segunda vez que a tribo Mascho-Piro fez contato com "forasteiros", segundo a ONG Associação Interétnica para o Desenvolvimento da Floresta Peruana. Em 2011, após mais de 20 anos de isolamento voluntário, um grupo deixou ser fotografado às margens de um rio no Parque Nacional de Manú, na região Sudeste do Peru Diego Cortijo, Survival International/AP Mais

A ONG Survival International divulgou fotos inéditas de uma das 100 tribos isoladas do mundo. Os Mascho-Piro vivem no Parque Nacional de Manú, no sudeste do Peru D. Cortijo/www.uncontactedtribes.org Mais

Ativistas dos direitos dos indígenas afirmam que os Mashco-Piro estão cada vez menos isolados e já foram vistos algumas vezes migrando pela floresta amazônica em períodos de seca. Acima, imagem de uma cabana abandonanda pela tribo registrada durante uma expedição no Parque Nacional de Manú, no sudeste do Peru, sem data definida Fenamad Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo (foto), enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças Funai/AP Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo (foto), enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças Reprodução/TV Globo Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo (foto), enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças Reprodução/TV Globo Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo, enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças (acima) Reprodução/TV Globo Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo, enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças (acima) Reprodução/TV Globo Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo, enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças (acima) Reprodução/TV Globo Mais

Nove índios da etnia kawahiva andavam nus pela mata em Colniza, no Mato Grosso, quando foram filmados por uma equipe da Funai (Fundação Nacional do Índio), em 2013. Esta é a primeira vez que a tribo, que evita contato com o homem branco, é registrada. Os homens levavam arcos e flechas, indicando que são os guerreiros do grupo, enquanto as mulheres carregavam alguns objetos e as crianças (acima) Reprodução/TV Globo Mais

Pesquisa aérea da Funai (Fundação Nacional do Índio) fotografa índios isolados no meio da floresta amazônia, perto da fronteira com o Peru, em maio de 2008 Gleison Miranda/Funai Mais

Pesquisa aérea da Funai (Fundação Nacional do Índio) fotografa índios isolados no meio da floresta amazônia, perto da fronteira com o Peru, em maio de 2008 Gleison Miranda/Funai Mais

Pesquisa aérea da Funai (Fundação Nacional do Índio) fotografa índios isolados no meio da floresta amazônia, perto da fronteira com o Peru, em maio de 2008 Gleison Miranda/Funai Mais

Pesquisa aérea da Funai (Fundação Nacional do Índio) fotografa índios isolados no meio da floresta amazônia, perto da fronteira com o Peru, em maio de 2008 Gleison Miranda/Funai Mais

Pesquisa aérea da Funai (Fundação Nacional do Índio) fotografa índios que vivem no meio da floresta amazônia, perto da fronteira com o Peru, em maio de 2008. Os homens da tribo apontam flechas para a aeronave da Fundação, em uma clara demonstração de que não querem contato com outros povos Gleison Miranda/Funai Mais

Muitos índios se isolam após conflitos gerados, principalmente, pelo controle e pela exploração da terra, chegando a serem vítimas de genocídio. Foi o que aconteceu com o "homem do buraco", como a ONG Survival batizou o último membro de uma tribo na região de Tanaru, em Rondônia. Como vive sozinho, ele criou novas técnicas de caça, como cavar buracos para pegar presas, além de plantar mandioca e alguns vegetais no "jardim" atrás de sua cabana J. Pessoa Mais

O último sobrevivente de uma tribo na região de Tanaru, em Rondônia, não foi hostil no primeiro registro de contato com a Funai, mas também não se aproximou dos sertanistas. Como vive sozinho, ele criou novas técnicas de caça, como cavar buracos profundos para pegar presas, além de plantar mandioca atrás de sua cabana J. Pessoa Mais

Em janeiro de 2011, a ONG Survival divulgou imagens feitas da Funai de uma tribo de índios isolados na Amazônia brasileira, perto da fronteira com o Peru. Com detalhes até então inéditos, a pesquisa aérea revelou uma comunidade próspera e saudável com cestos cheios de mandioca e mamão fresco cultivados em suas roças Gleison Miranda/Funai/Survival Mais

Pintado com tinta de sementes de urucum, homem anda na roça comunitária da tribo, cercada por bananeiras, que vive na Amazônia brasileira, perto da fronteira com o Peru. As imagens da Funai foram divulgadas pela ONG Survival em uma campanha para promover a proteção dos povos isolados Gleison Miranda/Funai/Survival Mais

Homens pintados com corante vegetal vermelho e preto olham para a aeronave da Funai, que fez registros da tribo isolada na Amazônia, em uma região do Brasil próxima à fronteira com o Peru Gleison Miranda/Funai/Survival Mais

Mulher da etnia Korubo carrega seu filho no colo em encontro amigável com não-indígenas conduzido pelo sertanista Sydney Possuelo, ex-presidente da Funai (Fundação Nacional do Índio), no Vale do Javari, no Amazonas, região próxima à fronteira com o Peru, em 1997 Erling Soderstrom Mais

Mulher da etnia Jururei dorme próxima à cabana no território Urueu Wau Wau, em Rondônia, em registro de 2005. A existência da pequena tribo é ameaçada pelo desmatamento da floresta amazônica e pelos conflitos com madeireiros ilegais da região remota Rogério Vargas Mais

Um homem da etnia Piripkura dorme no meio da floresta amazônica, na região do Mato Grosso. O povo ganhou esse nome de tribos vizinhas pela maneira como eles mudam constantemente de lugar, sem se fixar em um ponto da mata, segundo a ONG Survival - em tupi, diz a ONG, Piripkura significa "povo borboleta". A pequena tribo, com cerca de 20 membros, foi contata pela Funai pela primeira vez ainda na década de 1980 Jair Candor/Survival Mais

Quatro membros da etnia Ayoreo-Totobiegosode, do Paraguai, fazem contato com não-indígenas pela primeira vez em registro de 2004 Survival Mais

Comunidade que vive em isolamento voluntário no Peru conversa com membros da ONG Associação Interétnica para o Desenvolvimento da Floresta Peruana. Cerca de 15 povos evitam contato com a civilização não-indígena no Peru, segundo a ONG que luta pelos direitos dos indígenas Divulgação/Survival Mais

O povo Nahua vive em isolamento voluntário em uma reserva indígena na Amazônia peruana. O consórcio de gás Pluspetrol é acusado pela ONG Associação Interétnica para o Desenvolvimento da Floresta Peruana de tentar expulsar a tribo de suas terras Divulgação/Survival Mais

Cabanas foram construídas por povos tribais isolados às margens do rio Curanja, no Sudeste do Peru C. Fagan/Round River Conservation Studies Mais

Tribo fez cruzes com galhos de árvores no meio da floresta em uma tentativa de afastar a aproximação de outros povos, segundo ONG Associação Interétnica para o Desenvolvimento da Floresta Peruana Marek Wolodzkol/Aidese Mais

Registro de cabana abandonada pelo povo Ayoreo, do Paraguai Survival Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Reuters/Lunae Parracho Mais

Índios veem um avião que sobrevoa sua comunidade na Amazônia, perto do rio Xinane, no Acre, perto da fronteira com o Peru. Os líderes da tribo Ashaninka, que divide o território com esta tribo e outras que também são isoladas, pediram ajuda ao governo e a ONGs para controlar o que eles consideram ser uma invasão por essas tribos de suas terras. O movimento das tribos seria pressionado pela exploração madeireira ilegal na fronteira com o Peru. As fotos foram feitas em 25 de março de 2014 Lunae Parracho/Reuters Mais

Os índios que viviam isolados na Floresta Amazônica que entraram em contato com outros índios e agentes da Funai (Fundação Nacional do Índio) em julho, no Acre, pegaram gripe e precisaram receber atendimento médico dado pelo governo. "Essa situação é preocupante, pois como eles têm pouquíssima imunidade, o quadro poderia ter evoluído para uma pneumonia, colocando-os em risco de morte", explica Douglas Rodrigues, médico da Unifesp que prestou atendimento aos indígenas Divulgação/Funai Mais

Os índios que viviam isolados na Floresta Amazônica que entraram em contato com outros índios e agentes da Funai (Fundação Nacional do Índio) em julho, no Acre, pegaram gripe e precisaram receber atendimento médico dado pelo governo. "Essa situação é preocupante, pois como eles têm pouquíssima imunidade, o quadro poderia ter evoluído para uma pneumonia, colocando-os em risco de morte", explica Douglas Rodrigues, médico da Unifesp que prestou atendimento aos indígenas Divulgação/Funai Mais

Os índios que viviam isolados na Floresta Amazônica que entraram em contato com outros índios e agentes da Funai (Fundação Nacional do Índio) em julho, no Acre, pegaram gripe e precisaram receber atendimento médico dado pelo governo. "Essa situação é preocupante, pois como eles têm pouquíssima imunidade, o quadro poderia ter evoluído para uma pneumonia, colocando-os em risco de morte", explica Douglas Rodrigues, médico da Unifesp que prestou atendimento aos indígenas Divulgação/Funai Mais

Os índios que viviam isolados na Floresta Amazônica que entraram em contato com outros índios e agentes da Funai (Fundação Nacional do Índio) em julho, no Acre, pegaram gripe e precisaram receber atendimento médico dado pelo governo. "Essa situação é preocupante, pois como eles têm pouquíssima imunidade, o quadro poderia ter evoluído para uma pneumonia, colocando-os em risco de morte", explica Douglas Rodrigues, médico da Unifesp que prestou atendimento aos indígenas Divulgação/Funai Mais

21.mai.2016 - Eles não gostam nem um pouco de estrangeiros e atacam qualquer um que se aproximar de seu habitat: este é o misterioso povo "sentinelense". Há mais de 60 mil anos, a tribo vive isolada na Ilha de Sentinela do Norte, território de 72 km² que fica no oceano Índico e é conhecido como a "Ilha da Morte". Ninguém sabe a língua, entende a cultura e imagina a moradia de quem vive lá. E quem tentou conhecer tudo isso não sobreviveu para explicar ao resto do mundo. Veja, nas fotos a seguir, algumas curiosidades e um pouco da história desta tribo que vive isolada há muito tempo Survival Mais

21.mai.2016 - Durante uma viagem em 1981, um cargueiro de Hong Kong, chamado Primorse, encalhou no recife de corais de uma ilha. Nada anormal até aí. O problema é que, durante a espera pelo resgate, a tripulação e os passageiros notaram que homens nus e armados com flechas estavam construindo canoas rapidamente, com o objetivo de alcançarem o navio e, provavelmente, assassinarem todos ali. O resgate chegou a tempo, e todos depois ficaram sabendo que a tal ilha era a de Sentinela do Norte. Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2016 - Ao que indica, restos do cargueiro Primorse estão na Ilha de Sentinela do Norte. Imagem é do Google Maps. Reprodução/Google Maps Mais

21.mai.2016 - População da tribo é estimada entre 50 e 400 pessoas. Alguns pesquisadores dizem que eles podem ser descendentes do primeiro povo que surgiu na África. Os sentinelenses são considerados um dos mais "selvagens e misteriosos" povos da Terra Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2015 - A Ilha de Sentinela do Norte foi uma das regiões que sofreram com um forte tsunami em 2004. Após a tragédia, o governo indiano tentou uma aproximação com a tribo ao levar mantimentos para a região. Tudo sem sucesso: o plano foi abortado porque o helicóptero que chegou na ilha foi recebido com fúria e ataques com instrumentos variados, como flechadas e pedras. Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2015 - Mesmo após tsunami e tentativa da ajuda do governo da Índia, os sentinelenses não quiseram saber de ajuda e receberam o helicóptero com pedras. A missão foi rapidamente abortada. Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2016 - Local fica no oceano Índico, entre a Índia e a Malásia Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2016 - Região da Ilha de Sentinela do Norte é vista a partir de imagem de satélite do Google Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2016 - Dois anos após o tsunami, outro recado "claro" foi dado pelos sentinelenses. Sunder Raj e Pandit Tiwari pescavam ilegalmente na ilha (já que a marinha da Índia determinou que todos devem estar a mais de 3 milhas do local) e acabaram encalhados na costa. Rapidamente, os dois foram encontrados enterrados na areia. Um helicóptero tentou recuperar os corpos, mas os habitantes da ilha, novamente, não permitiram a aproximação Reprodução/ConhecimentoCientífico Mais

21.mai.2016 - Imagem do Google Maps mostra possível barco que os pescadores estavam antes de serem mortos pelos sentinelenses Reprodução/Google Maps Mais

21.mai.2016 - A tribo sentinelense é considerada uma das mais perigosas e misteriosas do mundo Reprodução/Tô Longe de Casa Mais

21.mai.2016 - A tribo sentinelense é considerada uma das mais perigosas e misteriosas do mundo Reprodução/Tô Longe de Casa Mais

21.mai.2016 - Pesquisadores estimam que a tribo vive no local há mais de 60 mil anos e é originária dos primeiros povos que surgiram na África Reprodução/Youtube Mais

21.mai.2016 - Pesquisadores estimam que a tribo vive no local há mais de 60 mil anos e é originária dos primeiros povos que surgiram na África Reprodução/Youtube Mais

9.out.2016 - Imagine morar em uma casa sem vizinhos e sem ninguém ao seu redor. Parece impossível, certo? Uma casinha localizada na ilha de Elliðaey, no entanto, é uma construção à parte. Apesar de estar "protegida", ela não tem nenhum outro tipo de moradia perto! Considerada pelo governo islandês como "a casa mais isolada do mundo", o imóvel funciona apenas para alguns membros da Associação de Caça da Islândia, desde 1953. Antigamente, a ilha foi habitada por algumas famílias, que foram deixando o local pela dificuldade em estabelecer uma vida minimamente "civilizada". Elas viviam da coleta de ovos de aves, e a água era recolhida das constantes chuvas na região. Sem sinal de celular, energia elétrica e moradores, Elliðaey é um paraíso para quem busca tranquilidade! Veja mais fotos do local a seguir Reprodução/Departamento de Turismo da Islândia Mais

9.out.2016 - Casa é um "pontinho alvinegro" na ilha, que é cercada pelo mar. Anos depois de ser abandonada, ela passou por uma reforma e foi transformada em uma pousada para uso exclusivo da Associação. Reprodução/Departamento de Turismo da Islândia Mais

9.out.2016 - Últimos moradores da ilha saíram da região nos anos 30. O local é inteiramente formado por falésias, que podem chegar a 350 metros de altura. Logo, para quem está pensando em praias paradisíacas, pode esquecer! Reprodução/Departamento de Turismo da Islândia Mais

9.out.2016 - Um dos problemas da ilha é a proximidade com um vulcão ativo que, frequentemente, atinge o local com uma fumaça espessa, que acaba cobrindo o sol e deixando rastros de cinzas ao redor da casinha Reprodução/Departamento de Turismo da Islândia Mais

6.nov.2016 - Linda, mas ao mesmo tempo assustadora e amaldiçoada. Essa talvez seja a melhor frase para definir a Ilha de Gaiola. Localizada no sul da Itália - próxima à Nápoles, a ilha possui 2 ilhéus: um com uma casa solitária e outro desabitado. Situado a poucos metros da costa, o local possui status de "mal-assombrado". Isso graças às mortes prematuras e trágicas de seus proprietários e seus familiares ao longo do tempo. A história começou na década de 20. Embarque nessa e conheça mais sobre a região nas fotos a seguir Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Na década de 20, o suíço Hans Braun, um dos primeiros donos da ilha, foi misteriosamente encontrado morto e enrolado em um tapete. Pouco depois, sua esposa resolveu tirar a vida se afogando no mar Reprodução/Magnus Mundi Mais

6.nov.2016 - Um alemão, que comprou o local posteriormente, sofreu um ataque cardíaco e também morreu, anos depois de se instalar na ilha. Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Outro destino trágico aconteceu com o famarcêutico Sandoz Maurice-Yves, que havia comprado a casa na região. Ele se suicidou em um hospital psiquiátrico. Proprietário subsequente, Karl Paul se endividou e também acabou morrendo Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - A Ilha de Gaiola pertenceu também a Gianni Agnelli, ex-chefe da Fiat, cujo único filho cometeu suicídio. Anos depois da prematura morte do herdeiro, o sobrinho do italiano se preparava para assumir a empresa, mas morreu em decorrência de câncer, quando tinha 33 anos. Bilionário, Paul Getty assumiu a ilhota, e logo depois teve seu neto sequestrado. O último proprietário da ilha foi Gianpasquale Grappone, preso após sua companhia ir à falência. Hoje, a Gaiola é completamente desabitada e abandonada. Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Uma ponte curvilínea liga os 2 ilhéus, que não têm mais moradores. Hoje, a Ilha de Gaiola é meramente uma "atração" turística, que encanta, no entanto, poucas pessoas Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Corajosos, visitantes conhecem a Ilha de Gaiola, que ficou com fama de amaldiçoada por mortes de seus proprietários Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Você teria coragem de visitar a Ilha de Gaiola? Reprodução/Enciclopédia Culturama Mais

6.nov.2016 - Imagem de satélite mostra a Ilha de Gaiola. O local, a poucos metros da costa, fica no extremo sul da Itália, próximo da região de Nápoles Reprodução/Google Maps Mais

4.dez.2016 - Você já imaginou morar dentro da cratera de um vulcão ativo? Saiba que isso existe. A ilha de Aogashima, situada a 350 km de Tóquio, no Japão, é apontada como a mais isolada da região. Apesar disto, ela é habitada! Estima-se que atualmente, cerca de 200 pessoas residem no perigoso local, que teve sua última erupção em 1780, matando quase toda a população da época. Conheça, nas fotos a seguir, mais sobre a inusitada e fantástica ilha Reprodução/Longe da Rotina Mais

4.dez.2016 - Não, não há muita coisa para fazer em Aogashima além das trilhas. Apesar disto, o local é um refúgio e serve como definição de tranquilidade para os moradores. Geograficamente, Aogashima é um vulcão submarino, e cume está na superfície. A região tem laterais que variam de 200 a 420 metros de altura Reprodução/Longe da Rotina Mais

4.dez.2016 - No interior da ilha, há apenas 1 escola, 1 posto de saúde, 1 heliporto e algumas lojas. Para os viciados em tecnologia, é bom saber que o sinal de internet é bem fraco - quase inexistente Reprodução/Longe da Rotina Mais

4.dez.2016 - Praias também não existem na ilha de Aogashima, localizada na cratera de um vulcão ativo Reprodução/Nômades Digitais Mais

4.dez.2016 - Imagem mostra o interior da ilha vulcânica de Aogashima, no Japão Reprodução/Longe da Rotina Mais

4.dez.2016 - Tem coragem? Ilha de Aogashima, a 350 km de Tóquio, é um desafio para os corajosos de plantão Reprodução/Nômades Digitais Mais

4.dez.2016 - Os geólogos afirmam que Aogashima teve origem da sobreposição de pelo menos 4 grandes crateras, que entraram em colapso após antigas erupções, resultando em uma formação impressionante Reprodução/Nômades Digitais Mais

4.dez.2016 - A maioria da população que vive na ilha vulcânia é composta por agricultores e pescadores. Para chegar ao local, o acesso é realizado por helicóptero ou balsa Reprodução/Nômades Digitais Mais

4.dez.2016 - Formação da ilha intrigou os geólogos Reprodução/Nômades Digitais Mais

4.dez.2016 - A região tem laterais que variam de 200 a 420 metros de altura Reprodução/MegaCurioso Mais

18.dez.2016 - O fotógrafo brasileiro Ricardo Stuckert fez no domingo (18) o registro raro de uma tribo que vive isolada no Acre, próxima da fronteira com o Peru Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - Identificada apenas como "Índios do Maitá", por estar próxima ao rio de mesmo nome, a tribo é composta por cerca de 300 pessoas Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - O grupo vive numa área de 630 mil hectares onde estão três reservas indígenas: Kampa Isolados do Envira, Alto Tarauacá e Riozinho do Alto Envira Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - Os "Índios do Maitá" plantam milho, banana, mandioca e batata e cultivam algodão, o que sugere que também fiam e tecem, segundo o sertanista José Carlos Meirelles Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - Segundo o sertanista José Carlos Meirelles, os índios são mais altos que a média e os homens amarram o pênis a uma espécie de cinta Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - O sertanista José Carlos Meirelles comemorou o fato de ter encontrado a tribo em boas condições, mas que "ninguém sabe até quando". Um dos riscos é o avanço do desmatamento Ricardo Stuckert Mais

18.dez.2016 - O fotógrafo Ricardo Stuckert disse esperar que o registro fotográfico sirva para mostrar a necessidade de "mapear tudo o que está perto e protegê-los" Ricardo Stuckert Mais

14.mar.2017 - A ilha de Baljenac é uma das mais impressionantes e incomuns do mundo. Isso porque o local, situado no Mar Adriático, na costa da Croácia, possui um terreno muito parecido com a impressão de digital de um dedo humano. Mas este aspecto, felizmente ou infelizmente, não existe somente graças à natureza. A formação se deu em séculos passados, por meio da construção de muros para delimitar áreas de agricultura. Conheça mais da história da ilha clicando nas fotos a seguir Reprodução/Amusing Planet Mais

14.mar.2017 - Estes muros não possuem nenhum tipo de argamassa e foram erguidos apenas com o encaixe de pedras. Por isto, essas estruturas são bastante sólidas e resistiram ao tempo Reprodução/Amusing Planet Mais

14.mar.2016 - Estima-se que a ilhota de Baljenac, que tem apenas 1,4 km², abrigue mais de 23 km destes "muros de pedra". Reprodução/Amusing Planet Mais

14.mar.2017 - Há muitos anos, fazendeiros da região utilizavam a técnica de retirar pedras do solo para que, empilhadas, elas formassem paredes. Assim, a terra poderia ser liberada Reprodução/Amusing Planet Mais

14.mar.2017 - Formato da ilha de Baljenac é semelhante a de impressões digitais de um dedo Reprodução/Amusing Planet Mais

14.mar.2017 - O governo da Croácia está pressionando a Unesco para incluir a ilha entre os Patrimônios Mundiais da Humanidade Reprodução/Amusing Planet Mais

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