Conheça o Samba Toca da Onça, em São Mateus, na zona leste de São Paulo

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Fotos

Quinta roda visitada pelo BOL no especial do Centenário do Samba, o Samba Toca da Onça acontece a cada 15 dias, aos sábados, em São Mateus, zona leste da capital paulista. A onça é o grande símbolo do grupo, que possui 12 componentes. Evelson de Freitas/BOL Mais

Desta vez, a reunião do grupo aconteceu na casa de um membro da comunidade. Sempre que tem aniversário, o Samba Toca da Onça sai do seu local tradicional, na Praça Ribeirão do Carmo, 431, e invade a casa do aniversariante. Mesmo assim, toda a população é convidada a comparecer no evento. Evelson de Freitas/BOL Mais

Os músicos chegam cedo e arrumam toda a aparelhagem de som antes de começar a cantoria. Embora o encontro aconteça na casa de um membro da comunidade, os músicos fazem questão de que o trabalho seja profissional. Evelson de Freitas/BOL Mais

Criança é o que não falta no Samba Toca da Onça. Os pequenos se divertem ao ritmo clássico do samba de raiz e brincam no meio da folia, em São Mateus, na zona leste de São Paulo. Bárbara Forte/BOL Mais

Roda formada, e os sambistas sentam em volta do símbolo da roda, a onça, para iniciar os trabalhos na casa de um membro da comunidade. Os músicos escolhem um repertório clássico, com músicas conhecidas e que são cantadas pelos participantes em coro. Evelson de Freitas/BOL Mais

O batuque é peça importante de toda a roda de samba. Com instrumentos de percussão, os músicos dão o ritmo ao samba tocado em São Mateus. Evelson de Freitas/BOL Mais

O frio não inibiu os participantes da roda, que se espremeram em um salão na casa do aniversariante, um morador da comunidade. A música fez os casais dançarem sem parar, emendando uma música na outra. Evelson de Freitas/BOL Mais

No tamborim, músico se diverte enquanto toca no Samba da Onça, em São Mateus, na zona leste de São Paulo. Evelson de Freitas/BOL Mais

O zelador Marcelo Viana, de 38 anos, toca tan tan e é um dos fundadores do grupo, que teve início em 2010. O nome Toca da Onça, segundo ele, é uma homenagem a um bar em que todos se reuniam nos anos 1980, na mesma região, para cantar. Evelson de Freitas/BOL Mais

Casal arruma espaço para dançar no meio dos participantes da roda de samba que aconteceu para homenagear um dos moradores da comunidade e aniversariante. Evelson de Freitas/BOL Mais

Músico se empolga durante apresentação. Ao todo, 12 sambistas compõem a roda de samba Toca da Onça, que acontece de 15 em 15 dias, aos sábados, em São Mateus. Evelson de Freitas/BOL Mais

Naldo Candiá, de 40 anos, é outro fundador da roda de samba. Segundo o músico, que também trabalha como vigilante, o maior objetivo do grupo é usar o samba para melhorar a comunidade em que vivem e levar cultura de forma gratuita para a periferia. Evelson de Freitas/BOL Mais

Participantes se divertem entre o samba e o churrasco, que rola solto em São Mateus, na zona leste de São Paulo. Evelson de Freitas/BOL Mais

Grupo toca sambas icônicos que ficaram imortalizados na voz de Clara Nunes, Martinho da Vila, entre outros sambistas consagrados do país. Evelson de Freitas/BOL Mais

O reco-reco recebe um item diferente no Samba Toca da Onça. A chave de fenda é usada para fazer o som do instrumento. Evelson de Freitas/BOL Mais

Casal dança coreografado durante o Samba Toca da Onça. Na visita do BOL a São Mateus, os participantes comemoraram o aniversário de um integrante da comunidade enquanto a cantoria rolava solta. Evelson de Freitas/BOL Mais

Com camisa da roda, estátua da onça e toalha rajada nas cores do animal, Samba Toca da Onça mostra profissionalismo até mesmo quando toca no quintal de um morador da comunidade. Evelson de Freitas/BOL Mais

Tan tan é um dos instrumentos de percussão usados na roda de samba. O ritmo contagiante é dominado pela energia dos músicos e participantes da roda, que cantam em coro as músicas mais conhecidas. Evelson de Freitas/BOL Mais

O Samba Toca da Onça é promovido em uma ação conjunta da comunidade. Os músicos levam os próprios instrumentos e caixas de som para o lugar onde vai acontecer a reunião. Os moradores podem ajuda levando, apenas, um quilo de alimento não perecível para participar como expectador de todo o espetáculo. A contribuição não é obrigatória. Evelson de Freitas/BOL Mais

Até um DJ participa do evento na casa de um morador da comunidade. Com os equipamentos, ele garante o som antes do início da roda de samba e no intervalo dos músicos. Evelson de Freitas/BOL Mais

O aposentado Aparecido Teixeira Cintra, de 72 anos, e a esposa Elza, de 69, são os anfitriões da festa. Os dois comemoram o aniversário do filho Celso, cobrador de 47 anos, em uma área reservada só para festas na casa. Os dois chegaram à região há cerca de 50 anos e construíram as primeiras moradias da comunidade. Evelson de Freitas/BOL Mais

A comida é farta na festa de aniversário do cobrador Celso Teixeira Cintra, de 47 anos. Caldeirão de arroz com cenoura é um dos pratos. Evelson de Freitas/BOL Mais

O churrasco também é parte importante de toda a festa. As rodas de samba que acontecem em datas comemorativas costumam reunir uma farta mesa com carnes, arroz e farofa para os participantes. Evelson de Freitas/BOL Mais

Um dos participantes da roda e amigo dos anfitriões ajuda a fazer o churrasco para os membros da comunidade de São Mateus, na zona leste de São Paulo, que compareceram à roda. Evelson de Freitas/BOL Mais

Enquanto o churrasco é servido, a música do Samba Toca da Onça continua em São Mateus, na zona leste de São Paulo. O pique dos músicos é intenso e a roda vara pela noite. Evelson de Freitas/BOL Mais

As crianças, que antes dançavam, agora pedem o colo das mães. Mas meninas e meninos são presença garantida no Samba Toca da Onça. Segundo Naldo Candiá, um dos fundadores do grupo, o ambiente familiar proporciona este tipo de encontro. Evelson de Freitas/BOL Mais

Integrantes do Samba Toca da Onça levam os próprios instrumentos para a roda, em São Mateus, zona leste de São Paulo. Evelson de Freitas/BOL Mais

Um dos músicos leva a filha pequena para participar da festa. A menina não sai do lado do pai e admira a roda enquanto ele toca. Evelson de Freitas/BOL Mais

Durante uma pausa da roda de samba, o aniversariante Celso Teixeira Cintra, de 47 anos, se prepara em volta do bolo para cantar os parabéns. Evelson de Freitas/BOL Mais

O primeiro pedaço de bolo é disputado entre os participantes da roda de samba e da festa de Celso. Ele homenageia a filha, que está grávida do segundo neto de Celso, e dá o pedaço a ela. Evelson de Freitas/BOL Mais

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