Professora Suelizinha enaltece a literatura em projeto nas escolas de SP

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24.mai.2017 - Maria Sueli Fonseca Gonçalves, de 65 anos, tornou-se educadora apenas após se aposentar da carreira pública. O sonho pode ter sido adiado, mas ela mostra com carinho a realização do grande projeto de vida Evelson de Freitas/BOL Mais

Maria Sueli passou no concurso da Prefeitura de São Paulo aos 42 anos, em 2005, e foi convocada a lecionar português na EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Padre Antônio Vieira, no Jardim Nordeste Evelson de Freitas/BOL Mais

Suelizinha, como é conhecida, criou um projeto que mudaria sua vida e a de estudantes da rede municipal de São Paulo Evelson de Freitas/BOL Mais

A professora idealizou e implementou a AEL (Academia Estudantil de Letras) em 2005. A primeira turma, da E.M.E.F. Padre Antônio Vieira, na zona leste de São Paulo, tinha 35 alunos Evelson de Freitas/BOL Mais

O projeto cresceu, tomou a zona leste de São Paulo e, hoje, já tem 110 escolas integrantes. Suelizinha saiu da instituição em que atuava e atualmente trabalha na secretaria municipal de educação na expansão do projeto pela cidade Evelson de Freitas/BOL Mais

A vontade de ser professora começou aos 4 anos para Sueli. O amor pela literatura, ela herdou do pai, que sempre reunia os filhos em volta da mesa para ouvir cordéis Evelson de Freitas/BOL Mais

O projeto teve início a partir do objetivo de desenvolver a cultura de paz na escola e a autoestima do aluno: "Com o tempo, eu percebi que a literatura pode humanizar. Eu queria que eles chegassem aos livros por prazer" Evelson de Freitas/BOL Mais

Segundo Suelizinha, a AEL se inicia com o desejo de algum professor em perpetuar a ideia de humanização na escola e a apresentação ao conselho de escola. A academia consiste em reuniões de estudo semanais, onde os alunos se encontram para estudos literários e atividades de teatro. Na imagem, ela segura o livro que registra os avanços do grupo em escola da zona leste Evelson de Freitas/BOL Mais

O BOL acompanhou um dia do projeto da Academia Estudantil na E.M.E.F. Barão de Mauá, na zona leste de São Paulo. Alunos leram seus poemas e compartilharam informações sobre os amigos literários Evelson de Freitas/BOL Mais

Aluna Vitória, que faz parte da AEL (Academia Estudantil de Letras), conta sobre sua amiga literária, a autora Sylvia Orthof Evelson de Freitas/BOL Mais

Aluna Tamires, que já terminou o ensino fundamental, tem Ziraldo como amigo literário. Ela já é membro vitalício do projeto e cria suas próprias poesias Evelson de Freitas/BOL Mais

Aluna diz que começou a se interessar mais pela leitura após começar a participar da AEL Evelson de Freitas/BOL Mais

Grupo de alunos da E.M.E.F. Barão de Mauá, na zona leste de São Paulo, de diferentes idades e ciclos da AEL, se reúnem para falar sobre literatura e receber a professora Suelizinha, criadora do projeto, na escola Evelson de Freitas/BOL Mais

Alunas declamam poema "As Borboletas", de Vinicius de Moraes Evelson de Freitas/BOL Mais

Alunos da E.M.E.F. Barão de Mauá se reúnem para conhecer a Suelizinha, idealizadora do projeto da Academia Estudantil de Letras Evelson de Freitas/BOL Mais

Suelizinha se diz muito realizada após ter se tornado professora e criado o projeto: "O sonho foi muito mais coroado, laureado do que essa cabecinha podia pensar. Eu imagino que daqui para frente ainda tem muito mais" Evelson de Freitas/BOL Mais

"Sonhos são para serem compartilhados, ideias são para serem compartilhadas. A leitura, o acesso às artes, a tudo que a gente tiver de melhor", afirma Suelizinha sobre sua realização Evelson de Freitas/BOL Mais

Maria Sueli Fonseca Gonçalves, de 65 anos, tornou-se educadora apenas após se aposentar da carreira pública. O sonho pode ter sido adiado, mas ela mostra com carinho a realização do grande projeto de vida Evelson de Freitas/BOL Mais

Ao lado de crianças da E.M.E.F. Barão de Mauá, na zona leste de São Paulo, Suelizinha canta a música "Te ofereço Paz", do compositor Válter Pini, como símbolo de ideais da AEL em prol da construção de um mundo mais humano e mais feliz Evelson de Freitas/BOL Mais

Ao lado de crianças da E.M.E.F. Barão de Mauá, na zona leste de São Paulo, Suelizinha canta a música "Te ofereço Paz", do compositor Válter Pini, como símbolo de ideais da AEL em prol da construção de um mundo mais humano e mais feliz Evelson de Freitas/BOL Mais

Ao lado de crianças da E.M.E.F. Barão de Mauá, na zona leste de São Paulo, Suelizinha canta a música "Te ofereço Paz", do compositor Válter Pini, como símbolo de ideais da AEL em prol da construção de um mundo mais humano e mais feliz Evelson de Freitas/BOL Mais

Alunos usam medalhas e capa após escolherem amigos literários e assumirem suas cadeiras na Academia Estudantil de Letras Evelson de Freitas/BOL Mais

"Os professores precisam de estímulo, incentivo, elogios, não críticas excessivas", afirma Maria Sueli sobre o incentivo aos educadores do Brasil Evelson de Freitas/BOL Mais

Suelizinha recita o poema "Velho Tema", de Vicente e Carvalho: "Só a leve esperança, em toda a vida, disfarça a pena de viver, mais nada/ Nem é mais a existência, resumida/Que uma grande esperança malograda/O eterno sonho da alma desterrada/Sonho que a traz ansiosa e embevecida/É uma hora feliz, sempre adiada/E que não chega nunca em toda a vida/Essa felicidade que supomos/Árvore milagrosa que sonhamos/Toda arreada de dourados pomos/ Existe, sim: mas nós não a alcançamos/Porque está sempre apenas onde a pomos/E nunca a pomos onde nós estamos". Evelson de Freitas/BOL Mais

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