Projeto Adeola leva cultura afro-brasileira a escolas do país

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7.ago.2017 - Denise Teófilo é uma das integrantes do projeto Adeola - Princesas Guerreiras, que tem o objetivo de resgatar as raízes do povo brasileiro e transmitir, por meio de histórias lúdicas, um pouco da cultura afro-brasileira. Na imagem, ela se prepara para se tornar a princesa Kambo Evelson de Freitas/BOL Mais

As princesas guerreiras do projeto Adeola usam o turbante, uma peça típica africana, como um objeto simbólico da coroa das princesas já conhecidas por todo o mundo. Para isso, Denise prepara os cabelos antes de fazer o penteado Evelson de Freitas/BOL Mais

Com o tecido em mãos, Denise começa a se transformar em princesa com o turbante, uma espécie de coroa ancestral que as meninas usam como referência ao país que trouxe os negros ao Brasil há muitos anos Evelson de Freitas/BOL Mais

Um dos objetivos do projeto é contar a história da África a partir do protagonismo negro, e não como um coadjuvante de sua própria história Evelson de Freitas/BOL Mais

Raísa Amaral, a princesa Funji, é outra integrante do projeto Adeola. Ela se prepara, assim como Denise, e coloca o turbante antes de fazer a performance Evelson de Freitas/BOL Mais

Raísa Amaral, a princesa Funji, é outra integrante do projeto Adeola. Ela se prepara, assim como Denise, e coloca o turbante antes de fazer a performance Evelson de Freitas/BOL Mais

Raísa e Denise usam roupas coloridas, turbante, colares, e brincos típicos africanos para encarnar duas princesas que viajam no tempo para encontrar crianças de escolas e contar um pouco da história delas Evelson de Freitas/BOL Mais

Raísa e Denise usam roupas coloridas, turbante, colares, e brincos típicos africanos para encarnar duas princesas que viajam no tempo para encontrar crianças de escolas e contar um pouco da história delas. Desta vez, as duas foram à EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) Batista Cepelos, em Heliópolis, São Paulo Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças, atentas, recebem as universitárias Denise (dir.) e Raísa (esq.). Elas encarnam as princesas Kambo e Funji para mostrar um pouco da cultura afro-brasileira em uma performance na EMEI Batista Cepelos Evelson de Freitas/BOL Mais

O berimbau, instrumento típico africano, é usado pelas princesas para contar um pouco de sua história e mostrar que o Brasil herdou muito da cultura dos amigos africanos Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças participam de performance e brincam de capoeira com as princesas guerreiras Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças participam de performance e brincam de capoeira com as princesas guerreiras. Integrantes do projeto Adeola se divertem com a espontaneidade dos estudantes Evelson de Freitas/BOL Mais

"A maioria das crianças fica mais curiosa, questiona bastante, interage muito. Elas questionam a roupa, o turbante. Querem saber sobre a África, os animais", explica Raísa Amaral (esq.) sobre a reação dos alunos nas escolas por onde já passou Evelson de Freitas/BOL Mais

Além de música e história, as princesas realizaram uma oficina de turbantes. Para elas, o objeto funciona como uma coroa ancestral para caracterizá-las como princesas africanas Evelson de Freitas/BOL Mais

Princesa Funji coloca turbante em uma das estudantes da EMEI Batista Cepelos, em Heliópolis (SP) Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças se animam para vestir o turbante, um objeto típico africano que o Brasil herdou culturalmente Evelson de Freitas/BOL Mais

Aluno corre para o espelho e vê como ficou com o turbante. "Parece um príncpe", disse a princesa Kambo ao menino Evelson de Freitas/BOL Mais

Outros alunos são escolhidos para participar de oficina de turbantes na EMEI Baista Cepelos, em São Paulo Evelson de Freitas/BOL Mais

Garotinho aguarda, atento, enquanto integrante do projeto Adeola coloca o turbante Evelson de Freitas/BOL Mais

Outro aluno se diverte ao descobrir como colocar um turbante Evelson de Freitas/BOL Mais

No final da ação, crianças se aproximam das princesas para vê-las de perto, abraçá-las e descobrir um pouco mais sobre o povo africano Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças correm para abraçar a princesa Kambo Evelson de Freitas/BOL Mais

Crianças correm para abraçar a princesa Funji Evelson de Freitas/BOL Mais

"É muito satisfatório, é uma troca de energia muito boa. A gente enfrenta muito obstáculo, e o que faz a gente continuar é esse contato com as crianças", diz Raísa Evelson de Freitas/BOL Mais

"É emocionante. Ao mesmo que também a gente acaba tendo mais fé no futuro. Se há 20 anos eu estava ali, sem ter uma referência, agora essa criança vai ter. Nós somos uma ação, mas há diversas outras ações que também estão trazendo essas urgências. E isso vai ser muito importante para a formação dessas crianças no futuro", diz Denise Teófilo sobre o trabalho realizado Evelson de Freitas/BOL Mais

Denise se emociona ao falar do amor que tem pelo projeto e das crianças com as quais se encontrou graças ao Adeola Evelson de Freitas/BOL Mais

Acessórios são importantes na caracterização das princesas do projeto Adeola Evelson de Freitas/BOL Mais

Marcelo César Betcher, diretor da EMEI (Escola Municipal de Ensino Infantil) Batista Cepelos, ressalta a importância do projeto: "Eu acho que é fundamental porque, quando eles são pequenos, são desprovidos de preconceitos. Eu acho que apresentar a cultura é importante para aprender a conviver e respeitar as diferenças". Evelson de Freitas/BOL Mais

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