Professora estimula empoderamento de jovens com o projeto Mulheres Inspiradoras

Informações sobre o álbums
  • editoria:
  • galeria:
  • link: http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/entretenimento/2017/08/10/professora-gina.htm
  • totalImagens: 25
  • fotoInicial: 1
  • imagePath:
  • baixaResolucao: 0
  • ordem: ASC
  • legendaPos:
  • timestamp: 20170810155957
    • Educação [16614]; Professores [29902]; BOL [50782]; Especiais BOL [77978]; Dia do Professor no BOL [78685];
Fotos

14.ago.2017 - A professora de Língua Portuguesa Gina Vieira Ponte de Albuquerque (centro), de 45 anos, trabalha como educadora há 26 no Distrito Federal. Por meio do projeto Mulheres Inspiradoras, ela incluiu, no trabalho pedagógico que fazia com os estudantes do Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia, o estudo da obra e vida de mulheres que inspiram o Brasil e o mundo. O trabalho, que recebeu sete prêmios, buscou empoderar meninos e meninas da região ao mesmo tempo em que ensinava português Sérgio Dutti/BOL Mais

Gina é fruto da escola pública e resolveu ser professora aos oito anos de idade. Ela escolheu a profissão após ser inspirada por outra educadora, negra, que a ensinou a ler e escrever, além de ter sido determinante em toda a aprendizagem da aluna Sérgio Dutti/BOL Mais

Gina posa ao lado de Stephany Soares da Silva, de 17 anos, aluna do 3º ano do Ensino Médio em Ceilândia. A estudante afirmou ao BOL que aprendeu, com a professora, a quebrar certos preconceitos durante o projeto Mulheres Inspiradoras Sérgio Dutti/BOL Mais

Professora Gina abraça aluna após roda de conversa em Ceilândia, no Distrito Federal Sérgio Dutti/BOL Mais

João Pedro Rocha Nunes, de 16 anos, aluno do 2º ano do Ensino Médio, afirma que o projeto Mulheres Inspiradoras mudou sua vida: "O projeto mudou as nossas mentes, e a gente pôde saber mais das vidas delas [mulheres que foram estudadas durante o processo], de como elas lutaram, de como elas foram importantes Sérgio Dutti/BOL Mais

Letícia Sobrinho, de 16 anos, aluna do 2º ano do Ensino Médio, revela como recebeu a ideia do projeto: "Eu achei muito boa a ideia, principalmente pelo fato de poucas pessoas saberem sobre esse assunto, porque a gente procura saber mais sobre o empoderamento, sobre o que significa" Sérgio Dutti/BOL Mais

Professora Gina abraça aluno após roda de conversa em Ceilândia, no Distrito Federal Sérgio Dutti/BOL Mais

Professora Gina comemora com aluna após roda de conversa em Ceilândia, no Distrito Federal Sérgio Dutti/BOL Mais

Gina usou a educação como um fator de salvação de sua vida. Quando pequena, quando entrou na escola, ela levava o incentivo dos pais para estudar: "Eles não só falavam que a educação era muito importante, mas a vida que nós levávamos girava em torno da escola" Sérgio Dutti/BOL Mais

Professora Gina se emociona com aluno durante roda de conversa no Centro de Ensino Fundamental 9 de Ceilândia Sérgio Dutti/BOL Mais

Ao projetar o Mulheres Inspiradoras, Gina Vieira Ponte de Albuquerque queria desenvolver um trabalho que dialogasse com os alunos e os tornasse autores do próprio processo pedagógico Sérgio Dutti/BOL Mais

O trabalho com os alunos da escola pública de Ceilândia focou, também, em um projeto que alertava sobre a violência contra a mulher. Com cartazes, alunos viralizaram na web ao criticar abusos contra as mulheres Sérgio Dutti/BOL Mais

Professora Gina posa ao lado de alunos que participaram, durante duas edições, do projeto Mulheres Inspiradoras Sérgio Dutti/BOL Mais

Gina tem uma carreira sólida como professora de português na rede pública de ensino em Ceilândia, no Distrito Federal. "Aos 17 anos, eu concluí o magistério. Aos 18, passei num concurso para professora e me sentia realmente a pessoa mais importante do mundo. Comecei a dar aula com essa expectativa de que eu ia mudar a história de todas as crianças que passassem pela minha vida", diz Sérgio Dutti/BOL Mais

"O Mulheres inspiradoras começou quando eu decidi ressignificar minha prática pedagógica. Eu decidi, também, entrar nas redes sociais. Eu percebia que meus alunos falavam muito disso, que isso era muito importante para eles, e eu confesso que eu era muito distante desse universo das novas tecnologias", afirma Gina Albuquerque Sérgio Dutti/BOL Mais

Karoliny Mercedes, de 17 anos, aluna do 3º ano do Ensino Médio, se emociona ao falar sobre o aprendizado que teve com sua mãe durante uma das fases do projeto. Após estudar a respeito da vida e obra de mulheres importantes na história, os estudantes entrevistaram mulheres que os inspiram Sérgio Dutti/BOL Mais

Lucas Martins, de 17 anos, aluno do 3º ano, comentou sobre sua experiência no projeto: "A gente quebrou aquela visão que necessariamente uma mulher empoderada tem que ser bonita e estar dentro dos padrões" Sérgio Dutti/BOL Mais

Vitor Medeiros, de 16 anos, do 2º ano do Ensino Médio, falou sobe o respeito a todas as mulheres: "Respeitar a mulher, não só a nossa mãe, aquelas que a gente tem carinho, que a gente tem apreço, mas aquelas que a gente não conhece, a menina adolescente, a nossa colega de sala. Isso para mim mudou até a minha forma de me comportar nas redes sociais" Sérgio Dutti/BOL Mais

Uma parte do projeto focou no estudo, a partir de livros, da trajetória de mulheres importantes para a história do Brasil e do mundo Sérgio Dutti/BOL Mais

Grupo de estudantes fez uma roda de conversa com a professora Gina de Albuquerque para falar sobre o projeto Mulheres Inspiradoras Sérgio Dutti/BOL Mais

Grupo de estudantes fez uma roda de conversa com a professora Gina de Albuquerque para falar sobre o projeto Mulheres Inspiradoras Sérgio Dutti/BOL Mais

João Pedro Rocha Nunes, de 16 anos, aluno do 2º ano do Ensino Médio, elogia o projeto em roda de conversas em Ceilândia Sérgio Dutti/BOL Mais

O livro de Malala Yousafzai, uma ativista paquistanesa que foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel, é uma das obras incluídas no projeto Sérgio Dutti/BOL Mais

Anne Frank, uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do Holocausto, também foi peça de estudo com o livro "O Diário de Anne Frank" Sérgio Dutti/BOL Mais

"Eu sempre tive muito orgulho da minha condição de mulher negra, mas, com o projeto Mulheres Inspiradoras, esse orgulho foi renovado", diz a professora Gina. Sérgio Dutti/BOL Mais

Comente no Facebook