Renove a decoração da sua sala com o tapete certo

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    • Casa e Decoração [75232]; Estilo de Vida [73845];
Fotos

Com cores sóbrias, da pastilha cinza a madeira escura dos móveis, a sala ganhou vida e alegria com o tapete circular colorido (Punto e Filo), que se assemelha a uma obra de arte. Os tons da peça conversam com os demais presentes em objetos. Projeto da Díptico Design de Interiores Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Neste apartamento de praia, o arquiteto Leonardo Junqueira elegeu um tapete de sisal e lã, que agrega a simplicidade e a descontração ideais ao clima litorâneo. Ele sempre prefere que o acessório abrace o ambiente e todos os pés do mobiliário estejam apoiados sobre ele J. Vilhora/Divulgação Mais

J. Vilhora/Divulgação Mais

Único ponto de cor da sala, essa opção (By Kamy) traz um suave degrade de azuis, que está muito em alta na decoração. Segundo a Piloni Arquitetura, o tapete precisa entrar entre 15 e 20 cm embaixo dos móveis para criar uma integração entre eles Alessandro Guimarães/Divulgação Mais

Alessandro Guimarães/Divulgação Mais

Os tapetes também têm a função de delimitar os espaços, como acontece nesta casa de campo decorada pela In House Designers de Interiores. Enquanto o modelo listrado azul define a saleta de visitas, o bege, ao fundo, demarca a sala de jantar Evelyn Muller/Divulgação Mais

Mais do que colorir e levantar o astral do living, o tapete com estampas orgânicas e coloridas dá volume ao ambiente com pé-direito de 6 metros. A arquiteta Juliana Torres sempre deixa, pelo menos, 20 cm embaixo do móvel e 20 cm nas laterais, caso não haja nada em volta Mariana Orsi/Divulgação Mais

Mariana Orsi/Divulgação Mais

Como o morador é carioca, o tapete faz referência ao calçadão do Rio de Janeiro neste projeto de Alice Martins e Flávio Butti. Segundo a dupla de arquitetos, as pessoas devem tomar cuidado em relação à espessura do tapete e suas intercorrências com os pés dos móveis. Uma poltrona ou mesa lateral de base contínua, por exemplo, pode ser um problema para se equilibrar (ou ficar desnivelada) no piso Luís Gomes/Divulgação Mais

Feito de crochê, o tapete quebra a rigidez de formas e tecidos deste pequeno apartamento. Além disso, a brincadeira de círculos combina com a parede de elementos vazados entre a sala e o quarto. Ideia da doob arquitetura Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Para quebrar a simetria dos móveis de linhas retas, o tapete estampado (Sol & Art) eleito pelo escritório Bianchi & Lima é redondo e ocupa somente um dos trechos da sala, onde estão as três mesinhas de centro Mariana Orsi/Divulgação Mais

Mariana Orsi/Divulgação Mais

Sem medo de ousar, a dupla de arquitetos Heverton Silva e Eleonora Hildebrand sobrepôs dois modelos na sala. O neutro ocupa quase todo o ambiente, passando cerca de 15 cm dos pés de cada móvel. No centro, entre o mobiliário, o escritório dispôs uma peça menor, com listras pretas e brancas, para realçar a decoração Mariana Orsi/Divulgação Mais

Quem disse que mesclar estampas não dá certo? Neste living clássico, assinado pelo arquiteto Maurício Karam, o tapete geométrico combinado com o pufe zebrado, o sofá capitonê e as almofadas listradas revela um mix muito elegante. O importante é ter um ponto de equilíbrio entre as peças, como os tons preto e branco Renato Navarro/Divulgação Mais

Já que a sala é totalmente integrada aos demais ambientes do apartamento, o escritório Tria Arquitetura preferiu escolher um tapete neutro, com listras azuis discretas, para não sobressair demais e chamar mais atenção do que o entorno Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Nesta sala modernizada pela Díptico Design de Interiores, paredes, móveis e objetos apresentam uma paleta neutra e suave, deixando para o tapete com toques de cor alegrar a decoração e ressaltar as peças sobre ele Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Nesta sala de estar no litoral norte de São Paulo, o tapete geométrico e a mesinha colorida se destacam no meio dos elementos neutros e clássicos. Ideia da In House Designers de Interiores Evelyn Müller/Divulgação Mais

Evelyn Müller/Divulgação Mais

A área do home theater possui alguns pontos de cor, como o amarelo do aparador e o roxo das almofadas, por isso o tapete traz matizes neutras e uma estampa geométrica simples. Assim, o trio da Oficina 11.11 conquistou uma decoração jovem e descontraída, como queriam os moradores Daniel Popov/Divulgação Mais

Daniel Popov/Divulgação Mais

Nos projetos do designer de interiores Bruno Carvalho, o tapete chega sempre no fim da decoração, pois é um item extremamente importante para a harmonização do visual total. Neste ambiente, ele contribui para a sensação de amplitude Gui Morelli/Divulgação Mais

Gui Morelli/Divulgação Mais

O ponto de partida para a escolha desse tapete foi a cor escura. Como o casal tem filhos pequenos, uma opção clara não funcionaria bem. Além disso, o tom funciona como um contraponto ao restante da sala. Projeto da PKB Arquitetura Denilson Machado/Divulgação Mais

Denilson Machado/Divulgação Mais

Num equilíbrio total, o tapete quadriculado com diversas cores virou o centro das atrações no living decorado por Adriana Fontana. Tudo é sóbrio e claro, por isso a designer de interiores pôde brincar com uma peça lúdica e alegre Raul Fonseca/Divulgação Mais

Para compor uma decoração com atmosfera retrô, a arquiteta Ana Yoshida elegeu móveis com estruturas metálicas, mesclou diversas cores e elegeu um tapete estonado com uma aparência mais antiguinha Sidney Doll/Divulgação Mais

Sem paredes nem barreiras visuais entre as áreas sociais, Renata Cipriano e Marcus Paffi, da Cipriano Paffi recorreram a um tapete sóbrio e elegante para demarcar a sala de TV Marco Antônio/Divulgação Mais

Com o visual privilegiado da cidade, esse living esbanja luminosidade e leveza. Tudo é predominantemente branco, por isso o trio do Estudio FCK ficou à vontade para jogar com cores e geometria no tapete, que ainda consegue demarcar a área da TV Luis Gomes/Divulgação Mais

Na sala de TV, onde a família gosta de se reunir com frequência, o sofá é perfeito para se esticar durante as sessões de séries e filmes. Confortável, o tapete felpudo num tom mais escuro, é um convite para quem gosta de ver TV sentado no chão. Projeto de Karina Korn Celina Germer/Divulgação Mais

Diferentes estilos estão reunidos neste apartamento reformado pela Korman Arquitetura, que derrubou paredes para integrar living, home theater e sala de jantar. Para criar pontos de atração entre os ambientes, cada um conta com um tapete diferente Gui Morelli/Divulgação Mais

No living, que fica integrado ao home theater e à sala de jantar, o tapete vermelho de retalhos persas (By Kamy) recobre o piso de madeira de demolição e combina com o tom vibrante da porta de entrada. Projeto da Korman Arquitetos Gui Morelli/Divulgação Mais

Móveis de design limpo e reto, cores neutras e muita amplitude. As salas repaginadas pela KTA Arquitetura ganharam um arremate de impacto: o tapete vermelho vibrante, combinado com as almofadas da mesma nuance, trouxe movimento e a vibração para a área de estar Inès Antich/Divulgação Mais

Embora integradas, as salas de estar e jantar ficam delimitadas pelos degraus e o uso de tapetes com formatos e estampas desiguais. Para tornar a decoração equilibrada e única, as arquitetas Ana Cristina Tavares e Claudia Krakowiak Bitran, da KTA Arquitetura, elegeram peças neutras com tons semelhantes Inès Antich/Divulgação Mais

O mesmo piso de madeira permeia todas as áreas sociais deste apartamento atualizado pela RAP Arquitetura. Mas nas salas, demarcando a área de estar e o home theater, as arquitetas recorreram a tapetes retangulares, com o mesmo padrão, mas com cores díspares. Eles acompanham a mesma paleta de tons de todo o imóvel Júlia Ribeiro/Divulgação Mais

Em vez de um tapete único, as profissionais da RAP Arquitetura aproveitaram a amplitude do apartamento e adotaram dois tapetes iguais, que delimitam a sala de TV e a área de estar Divulgação Mais

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