Essas cidades sofreram grandes tragédias e se reinventaram

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Fotos

Banda Aceh (Indonésia)

Localizada na ilha de Sumatra, essa cidade litorânea foi uma das mais devastadas pelo tsunami de 2004, que matou mais de 230 mil pessoas (das quais 60 mil habitavam o local). Hoje, passada mais de uma década da catástrofe, suas casas e templos foram reerguidos, e a região tornou-se um badalado destino turístico, reconhecido por seus resorts e praias paradisíacas. Divulgação Mais

Nova York (Estados Unidos)

Ao sul da ilha de Manhattan, em 11 de setembro de 2001, o complexo de edifícios World Trade Center foi derrubado por dois aviões sequestrados, matando mais de 2.700 pessoas. Foram gastos US$ 30 bilhões na reconstrução da área, que hoje tem novos edifícios e um memorial e museu dedicados às vítimas da tragédia. Divulgação Mais

Hiroshima (Japão)

Essa cidade foi totalmente arrasada pela primeira bomba atômica do mundo, lançada durante a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945). O epicentro da explosão ocorreu apenas a 150 metros do edifício Genbaku, o único preservado em memória do ocorrido. Atualmente, além da visita ao local, é possível conhecer o Parque da Paz e uma réplica do destruído Castelo de Hiroshima. Divulgação Mais

Auschwitz (Polônia)

Atualmente chamada de Oswiecim, a cidade, durante a Segunda Guerra Mundial, levava o nome da rede de campos de concentração e extermínio da Alemanha nazista, situada dentro dela. Pelo menos, 1,1 milhão de pessoas morreram ali, a maioria judeus. Com o fim dos conflitos, as prisões foram desativadas, mas mantidas, para que as pessoas reflitam sobre os erros cometidos no passado. Divulgação Mais

Chernobyl (Ucrânia)

Em 1986, o maior vazamento radioativo da história, na central nuclear dessa cidade, afetou uma área de 100 mil km² e obrigou a evacuação imediata de cerca de 50 mil pessoas. Hoje, passados mais de 30 anos do acidente, a cidade fantasma virou uma atração que, apesar de perigosa, atrai por ano milhares de turistas em busca de aventuras e histórias de terror. Divulgação Mais

Nova Orleans (Estados Unidos)

Destruída em 2005 por um dos maiores furacões a atingir o país, o Katrina, a cidade ficou totalmente alagada depois que seus diques se romperam. Na época, 1.800 pessoas morreram e mais de US$ 100 bilhões foram investidos em sua reconstrução. Hoje, a região dá sinais de que deu a volta por cima. Diversas casas coloridas e edifícios históricos foram reerguidos. Divulgação Mais

Fukushima (Japão)

Em 2011, essa cidade passou por três catástrofes simultâneas. Primeiro, um terremoto de nove graus na escala Richter. Em seguida, um tsunami. E, após isso, uma contaminação radioativa decorrente de danos em uma usina nuclear. Passados sete anos do desastre, a região ainda se recupera, mas já recebe visitantes e lançou uma rota turística pela usina. Divulgação Mais

Nanquim (China)

Entre 1937 e 1938, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, essa cidade, na época capital da China, foi alvo de um massacre em massa. Cerca de 300 mil pessoas morreram, incluindo mulheres e crianças. A barbárie foi tamanha que até os nazistas criticaram a ação do Japão, seu aliado na época. Hoje, a cidade ostenta um memorial macabro do que foi essa atrocidade. Divulgação Mais

Mumbai (Índia)

A maior cidade da Índia também foi uma das mais massacradas pela gripe espanhola, considerada a maior pandemia da história recente. Até 1920, ela exterminou 5% da população mundial (só na Índia foram 20 milhões de vidas, a nação mais afetada). Porém, passados quase cem anos do fim da tragédia, essa cidade hoje é a quarta mais populosa do mundo e a mais visitada do país. Divulgação Mais

Cidade do Kuwait (Kuwait)

Na Guerra do Golfo, em 1991, as tropas do ex-ditador iraquiano Saddam Hussein incendiaram mais de 700 poços de petróleo vizinhos à capital. O resultado: uma nuvem de fumaça tóxica cobriu a cidade por dias, matando cerca de 1.000 pessoas e 25 mil aves (600 km de costa também foram afetados pelo petróleo). Hoje, esse crime bárbaro é contado no Museu Memorial do Kuwait. Divulgação Mais

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