Serial killers do Brasil e do mundo

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19.dez.2014 - Serial killers, ou assassinos em série, sempre chocam a sociedade com sua sede por mortes e requintes de crueldade. E, como mostrou a minissérie "Dupla Identidade", na Globo, os matadores podem estar em qualquer lugar. A autora confirmou que se inspirou nos casos verídicos de Ted Bundy, Jeffrey Dhamer, BTK e Gacy para criar Edu. Na ficção, o assassino em série vivido por Bruno Gagliasso seduz suas vítimas com seu jeito atencioso e gentil, acima de qualquer suspeita. Na vida real, esse pode ser um tipo de perfil de serial killer, porém existem outros, que agem no momento em que encontram uma oportunidade. Confira a seguir alguns casos de serial killers que aterrorizaram o Brasil e o mundo, e saiba mais sobre o perfil desses criminosos. Arte/BOL Mais

1969 - <b>Charles Manson</b> - Ele não chegou a matar ninguém propriamente, mas foi considerado culpado e condenado à prisão perpétua em 1971 por ser mentor intelectual da série de assassinatos cometidos pela seita que comandava nos EUA. Entre as mortes está a da atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski e grávida de oito meses. Uma das integrantes do grupo fugiu e denunciou as atrocidades cometidas por eles. A promotoria o chamou de "o homem mais maligno e satânico que já caminhou na face da Terra". Ele e outros quatro membros do grupo chegaram a ser condenados à morte, mas, com as mudanças nas leis penais do estado da Califórnia, em 1972, a pena de todos foi alterada para prisão perpétua. Departamento de Correções da Califórnia/Montagem BOL Mais

1969 - <b>Charles Manson</b> - Em meio ao auge da cultura hippie, Manson, aos 30 anos, passou a viver em comunidades de jovens e fundou uma espécie de culto assassino. Em 1969, o grupo invadiu a casa de Polanski, matando a esposa, o bebê em sua barriga e quatro amigos de forma brutal. Eles foram baleados, esfaqueados e espancados até a morte. No dia seguinte, o grupo invadiu a casa de um rico casal, Leno LaBianca e sua esposa Rosemary, matando os dois da mesma forma que as vítimas anteriores. Nos dois casos, o sangue das vítimas foi usado para escrever mensagens nas paredes das residências. Na imagem acima, ele aparece em foto de 2013, aos 79 anos, ao lado da jovem chamada de Star, então com 25, que desde os 19 anos mantém uma página na internet dedicada a defendê-lo. Ela sonha em se casar com Manson e o visita regularmente na cadeia Sacizento Mais

1991 - <b>Jeffrey Dahmer</b> - Considerado o mais famoso canibal americano, estrangulava as vítimas, sempre homens jovens, se masturbava sobre os corpos e os guardava por dias para poder realizar atos sexuais com os cadáveres. Fotografava tudo para "reviver" as cenas posteriormente, esquartejava os corpos, comia corações e tripas, fazia croquete com a carne e fritava os músculos das vítimas que achava mais atraentes, além de guardar o crânio e preparar os genitais em conserva. Em 1991, dois policiais encontraram uma cena de horror na casa de Jeffrey, com direito a quatro cabeças decepadas na geladeira e no congelador, e um pênis fatiado na tábua de carne, pronto para ir para a panela Reprodução Mais

1991 - <b>Jeffrey Dahmer</b> - Dos 10 aos 15 anos, tinha fascínio por animais mortos, recolhia os que eram mortos em atropelamentos na estrada e pegava alguns vivos para realizar experimentos cruéis, abrindo-os e examinando as vísceras. Começou a beber ainda jovem. Em 1986 foi preso por se masturbar na frente de dois meninos e, em 1989, pegou cinco anos de condicional por molestar crianças. Ele tinha prazer não apenas pelo ritual de caça das vítimas, sempre homens jovens, como também pelo ritual após a morte. Tentou transformar alguns cadáveres em "escravos sexuais zumbis", mas as experiências não deram certo. A polícia já havia chegado perto de descobrir os crimes de Dahmer antes, porém, com seu perfil calmo, manipulador e dentro do padrão americano de beleza, ele conseguiu se safar e continuar matando AP Mais

Entre 1961 e 1978 - <b>Ted Bundy</b> - O norte-americano, que ficou conhecido como o Picasso dos serial killers, é um dos mais famosos assassinos em série do mundo. Vivia uma farsa bem construída perante a sociedade. Matou dezenas de mulheres, mas foi capaz de manter um longo relacionamento com Meg Anders, ajudando-a a criar sua filha. Realizava trabalho voluntário e era politicamente engajado, sendo que vários membros do Partido Republicano acreditavam que ele acabaria sendo candidato a governador no futuro. Suas vítimas eram universitárias, brancas, magras e solteiras, com cabelo repartido ao meio e usando calça comprida na ocasião em que eram raptadas. Essa era a aparência da mãe de Ted, que o criou fingindo ser sua irmã e que despertou o ódio do filho assim que ele descobriu a verdade Reprodução Mais

Entre 1961 e 1978 - <b>Ted Bundy</b> - Estrangulava suas vítimas olhando-as nos olhos e depois desmembrava os corpos com ajuda de uma serra de metal e cortava as cabeças. Usava gesso falso na perna ou no braço e andava carregando livros. Pedia que as garotas o ajudassem a levar os objetos até o carro, um fusca sem o banco do passageiro. Dessa forma, as garotas precisavam entrar no veículo e depositar as coisas no banco de trás. Ele então trancava a porta, que não tinha trinco por dentro. Assim que testemunhas ajudaram a fazer o retrato-falado, vários conhecidos de Ted entraram em contato, mas a polícia achou se tratar de um engano, pois Ted, bonito e com alto nível intelectual, era um "cidadão de bem". Confessou 11 assassinatos, mas supeita-se que tenha sido responsável por um número bem maior de mortes. Foi eletrocutado aos 42 anos em 1989 - uma mulher baixou a chave que ligou a cadeira elétrica. Reprodução Mais

1968 - <b>Mary Bell</b> - Foi condenada pela morte de dois meninos, Martin Brown, de 4 anos, e Brian Howe, de 3 anos, na Inglaterra. A própria Mary tinha apenas 11 anos quando cometeu os crimes, mas foi acusada de tentativas de estrangulamento de outras crianças também. É o caso mais famoso do mundo de transtorno de personalidade antissocial infantil. Depois de matar Martin, levou sua amiga Norma para ver o corpo e se divertiu contando para a família do garoto e vendo a reação de todos diante da morte, mas tomando cuidado para não se revelar como autora do crime. Mary e Norma foram presas em 1968. Norma foi inocentada, mas Mary foi considerada culpada pelos crimes e por influenciar a amiga, então com 13 anos, que sabia sobre os atos. Reprodução Mais

1968 - <b>Mary Bell</b> - Era filha de Beth Bell, prostituta de 17 anos que chegou a tentar matar Mary e deixá-la em uma casa para adoção. Como não teve êxito em se livrar da menina, a humilhava e permitia que seus clientes a usassem, então com menos de cinco anos, em jogos sexuais. Mary passou então a descontar suas frustrações maltrando animais, espancando suas bonecas e estrangulando outras crianças. Foi presa ainda aos 11 anos e internada em uma clínica de recuperação. Solta aos 23, teve problemas para arrumar emprego e precisava se mudar sempre que os vizinhos descobriam sua identidade. Com isso, em 21 de maio de 2003, na Inglaterra, foi criada a lei "Ordem Mary Bell", que protege a identidade de qualquer criança envolvida em procedimentos legais. Justamente por isso, atualmente, o paradeiro de Mary, com outra identidade, é desconhecido Reprodução Mais

Entre 1971 e 1985 - <b>Marybeth Tinning</b> - Matou seus nove filhos, oito biológicos e um adotivo. Marybeth sofria da síndrome de Münchhausen (ou Munchausen), uma doença de ordem psiquiátrica, que faz com que indívuos simulem ou provoquem sintomas de doenças por atenção. Quando manifestada na relação mãe-filho é chamada de <i>síndrome de Munchausen por procuração</i>, e a mulher causa mal ao filho fingindo ou fazendo-o ficar doente por gostar de viver o drama e receber atenção. Ninguém suspeitava da amorosa mãe Marybeth, e as mortes era atribuídas a uma doença genética, tese que foi por água abaixo após a morte do filho adotivo. Só foi presa em 1986, após ter confessado que sufocava as crianças com um travesseiro, e condenada à prisão perpétua. Reprodução Mais

Entre 1971 e 1985 - <b>Marybeth Tinning</b> - Geralmente, mães que sofrem da síndrome de Munchausen por procuração são tidas pelas pessoas com quem convivem como carinhosas, colaborativas, instruídas, comunicativas e com algum conhecimento médico. Gostam de opinar sobre os diagnósticos e possíveis tratamentos para os filhos, e "quanto mais complexo e mais invasivo, melhor", explicou Reynaldo Gomes de Oliveira, pediatra da Faculdade de Medicina da UFMG, em entrevista à revista Época em 2011, ao falar sobre mães que apresentam a síndrome. Esse era exatamento o caso de Marybeth. Ela vivia nos hospitais com os filhos, que, segundo ela, apresentavam problemas respiratórios, tinham convulsões e vários outros sintomas. Assim, ano após ano, eles foram morrendo sem que a equipe médica suspeitasse que o que ocorria eram crimes provocados pela mãe. Reprodução Mais

Entre 1978 e 1990 - <b>Andrei Chikatilo</b> - O ucraniano que aterrorizou a Rússia ficou conhecido como "O açougueiro de Rostov". Andrei sofria de uma disfunção sexual e descobriu que o sangue das vítimas o deixava excitado. Logo, passou a se masturbar e violentar os corpos, a maioria de crianças e jovens, que tinham os olhos arrancados. As vítimas eram mortas, molestadas e devoradas, uma vez que Chikalito praticava canibalismo. Ao ser preso, chocou a sociedade ao detalhar seus crimes, revelando que fervia testículos e mamilos, além de comer úteros. Confessou o assassinato de 53 pessoas e foi condenado à morte e executado em 1994, com um tiro na nuca. Livros, filmes e até música foram baseados em sua história. Reprodução Mais

Entre 1978 e 1990 - <b>Andrei Chikatilo</b> - Na infância, ele e os irmãos eram atormentados pela história contada pela mãe de que o irmão mais velho, Stepan, aos 10 anos, havia sido sequestrado e canibalizado por vizinhos durante a década de 60, quando a Ucrânia passou por um período de escassez de alimentos. No entanto, nunca houve prova de que Stepan sequer tenha existido. Mesmo alto e considerado bonito, ele tornou-se muito introvertido devido a uma disfunção sexual. Com isso, desenvolveu comportamentos violentos e mórbidos. A natureza brutal e ritualística dos crimes, em que as vítimas eram esfaqueadas diversas vezes e abandonadas em florestas, algumas vezes sem os olhos, levou a polícia a achar que eram obra de um culto satânico. Reprodução Mais

Entre 1972 e 1978 - <b>John Wayne Gacy</b> - Ficou conhecido como o "Palhaço Assassino". Ficou preso por 18 meses após algemar um adolescente e obrigá-lo a lhe fazer sexo oral. Ao sair da cadeia, fez de tudo para construir uma imagem de homem sério e respeitado, mas continuava a atrair rapazes, com quem buscava ter relações. Com o passar do tempo, começou a cometer assassinatos e enterrava os corpos em casa. Fazia trabalho voluntário como o personagem criado por ele, o palhaço Pogo, e depois confessou que em muitos dos crimes estava vestido com a fantasia. Quando virou suspeito de um crime, chamou os policiais para jantarem em sua casa. Tudo ia bem, até um deles sentir o cheiro dos corpos em decomposição. Com um mandado, a polícia vasculhou a casa e desenterrou (também em outros terrenos posteriormente encontrados) o total de 33 corpos. Reprodução Mais

Entre 1972 e 1978 - <b>John Wayne Gacy</b> - Durante a infância, nos EUA, conviveu com um pai severo e homofóbico que não entendia a afinidade do filho com a mãe e as irmãs e a falta de interesses em pescaria e mecânica, temas de que o pai gostava. Era espancado em público e chamado de "mulherzinha" pelo pai; já na escola, sofria com apelidos e brincadeiras de outras crianças pelo fato de estar acima do peso. Adulto, saiu de casa e foi para outra cidade, longe do pai, onde se filiou ao Partido Democrata e à Câmara Júnior de Comércio, destacando-se em ambos. Depois foi administrar os negócios do sogro e levava uma vida tranquila com a esposa e os dois filhos, até algemar um rapaz de 15 anos e obrigá-lo a lhe fazer sexo oral. Virou assassino após sair da cadeia. Reprodução Mais

Entre 1945 e 1957 - <b>Edward Theodore Gein ou simplesmente Ed Gein </b> - Quando a polícia revistou a casa de Ed nos EUA, encontrou uma cena de horror: o corpo de uma mulher estava pendurado de cabeça para baixo por um gancho de carne, sem cabeça e com uma abertura na frente; o coração estava em um prato, e os intestinos e a cabeça, dentro de uma caixa. Além disso, havia: 9 máscaras feitas de pele humana, tigelas de sopa feitas com crânios, 10 cabeças, 9 vaginas em uma caixa (inclusive da mãe dele), um cinco feito de mamilos, um puxa-cortina feito com lábios, uma caixa com narizes, um abajur de pele humana, sutiãs e outras "roupas" feitas de pele humana, crânios "decorando" a cama e órgãos e vísceras na geladeira. Sob tortura, confessou dois assassinatos e disse que alguns dos corpos tinham sido retirados do cemitério, mas outros nunca se soube. Considerado "não culpado" devido à insanidade, ele foi levado para um hospital psiquiátrico, onde morreu aos 77 anos. Reprodução Mais

Entre 1945 e 1957 - <b>Edward Theodore Gein ou simplesmente Ed Gein </b> - Foi criado por uma mãe autoritária nos EUA que o fazia acreditar que sexo era um grande pecado. Ed possuía deficit de atenção, era extremamente tímido e sofria na escola, pois as crianças zombavam de seu jeito "afeminado". A única pessoa realmente próxima e em quem Ed confiava era sua mãe extremamente religiosa. Quando ela morreu, o homem se viu, aos 39 anos, sozinho e perturbado. Ele desenterrou a mãe e a colocou de volta no quarto. A partir daí, conversava com ela ou se vestia com suas roupas, assumindo também sua personalidade. Passou a invadir o cemitério, violar túmulos e esfolar cadáveres de mulheres. Além de livros, filmes como "Psicose", "O Massacre da Serra Elétrica" e "O Silêncio dos Inocentes" foram baseados em Ed Reprodução Mais

Entre 1974 e 1991 - <b>Dennis Rader, assassino BTK (Bind-Torture-Kill, que, em tradução livre, quer dizer "Amarrar-Torturar-Matar")</b> - Escoteiro, membro da igreja, formado em administração, funcionário público, casado, pai de família... E um dos mais conhecidos assassinos em série dos EUA. Sádico, ele matava, brincava de gato e rato com a polícia, enviando cartas e pistas para a mídia, e ainda reivindicava a autoria de crimes, informando com detalhes como havia cometido cada ato. Ele matou pelo menos 10 pessoas. Sua esposa e seus filhos não tinham a menor ideia da dupla identidade de Dennis e viram em choque ele ser acusado por oito homicídios em 1º grau e outros dois homicídios relacionados ao BTK. Reprodução Mais

Entre 1974 e 1991 - <b>Dennis Rader, assassino BTK (Bind-Torture-Kill, que em tradução livre quer dizer "Amarrar-Torturar-Matar")</b> - Na infância, ele maltratava animais, quando cresceu tornou-se um sádico assassino. Vaidoso, Dennis gostava de guardar recordações de suas vítimas, para poder relembrar e reviver os momentos dos assassinatos, remontando as cenas de seus crimes e planejando os próximos. Um de seus passatempos era desenhar as ideias que tinha para matar a próxima pessoa. Outra diversão do serial killer era usar as roupas de suas vítimas e remontar as cenas dos crimes, amarrado e com algo cobrindo sua cabeça, exatamente como fazia com as pessoas que matava. Na foto acima, ele aparece no porão da casa de seus pais com a camisola que roubou de uma das vítimas, Dolores, 62 Reprodução Mais

Entre 1987 e 1992 - <b>Paul Bernardo e Karla Homolka</b> - Karla era submissa ao amado e fazia de tudo para vê-lo feliz, incluindo acompanhá-lo nos crimes sexuais que cometia. Como presente de casamento, Karla concordou em ajudar Paul a alcançar seu mais novo objeto de desejo: sua irmã caçula. Ela promoveu o "encontro" de Tammy, então com 15 anos, com o cunhado, para que ele tirasse a virgindade da garota sem que ela consentisse. Karla dopou a irmã e participou ativamente do ato. Em meio ao crime, Tammy vomitou e, sem querer, ao tentar limpar a garganta da irmã, Karla a matou. Indignado, Paul exigiu que ela lhe arrumasse outra virgem para satisfazer seus desejos. Isso fez com que eles iniciassem uma vida de crimes, em que o marido seguia e abordava mulheres em pontos de ônibus, e esposa filmava tudo, seguindo uma espécie de roteiro, quase como em uma produção cinematográfica. Reprodução Mais

Entre 1987 e 1992 - <b>Paul Bernardo e Karla Homolka</b> - A polícia sabia que o casal gravava vídeos dos crimes, mas não conseguiu achá-los e aceitou o acordo para que a jovem fosse testemunha e Paul, condenado. Mas as fitas foram encontradas logo depois, e a defesa do marido mostrou a esposa não como vítima, mas como cúmplice ativa nos crimes. Ela atuava para as câmeras, filmou Paul estuprando Tammy, participou fazendo sexo oral na própria irmã, e, após a morte da jovem, fingiu ser a vítima enquanto transava com o marido em meio às bonecas da garota, dizendo que "adorou ver Tammy sendo estuprada" e afirmando que encontraria novas virgens para ele. Nos vídeos de outras vítimas, ela aparecia gritando com as jovens, ensinando-as a dar prazer a Paul. A promotoria foi publicamente massacrada após ficar claro que Karla não era uma vítima. Ele foi condenado em 1995 e poderá tentar obter a liberdade condicional após 25 anos preso. Karla foi solta em 2005, mudou de nome, casou e agora é mãe de um menino. Reprodução Mais

Entre 1903 e 1934 - <b>Albert Fish</b> - Grisalho desde jovem e com aparência frágil, morou em 23 Estados americanos, escolhendo crianças e jovens que levaria com ele para supostamente trabalhar. Com bons modos, conquistava as famílias. Ao escrever uma carta para a mãe de uma das vítimas, a polícia conseguiu rastrear o idoso, que era muito religioso e acreditava que, se estivesse fazendo algo errado, Deus o impediria, bem como havia impedido Abraão de matar o filho. Os promotores tinham convicção do envolvimento de Albert em ataques a mais de 100 crianças, mas ele afirmou ter molestado mais de 400. Sadomasoquista, Fish ficou feliz ao ser condenado à pena de morte em cadeira elétrica. Reprodução Mais

Entre 1903 e 1934 - <b>Albert Fish</b> - Entrou em contato com Edward Budd, um jovem que colocou um anúncio no jornal em busca de emprego para ajudar a família. Albert, que disse ser fazendeiro, contratou Edward e um amigo, mas, quando foi buscar os jovens, teve uma paixão súbita pela caçula da família, Grace Budd, de dez anos, e mudou seus planos iniciais. O senhor convenceu os pais a deixarem a menina ir a uma festa de sua sobrinha, e ela desapareceu. Seis anos depois, a mãe de Grace recebeu uma carta de Albert revelando ter ficado tentado a experimentar carne humana e que, por isso, havia entrado em contato, para matar Edward, mas, assim que viu Grace, disse ter ficado convencido em comê-la. Ele relatou em detalhes como a matou e disse ter demorado nove dias para comer o corpo todo, falando sobre o gosto e o modo de preparo usado para canibalizar a vítima. No final da carta, Albert disse que Grace morreu virgem. Reprodução Mais

Entre 1977 e 1978 - <b>Richard Trenton Chase</b> - O jovem vampiro dos EUA era um assassino desorganizado, que atirava no meio da rua tentando acertar alguém, depois passou a invadir casas, matava homens, mulheres, crianças, bebê e bebia o sangue. Estuprou uma mulher grávida e uma mãe ao lado do filho de seis anos, que também acabou morto. Diagnosticado como esquizofrênico paranoico, abusava das drogas, tinha dificuldades de ereção na adolescência e sofria da rara Síndrome de Reinfield, ou vampirismo clínico, que faz a pessoa ficar obcecada por beber sangue, animal ou humano. Foi condenado à morte em câmara de gás, mas se matou antes Reprodução Mais

1888 - <b>Jack, o Estripador</b> - O autor dos crimes cometidos em Londres só foi descoberto em 2014. Graças ao xale da foto, cientistas revelaram que o assassino era Aaron Kosminski, que tinha problemas mentais e, provavelmente, era um misógino, homem que sente repulsa por mulheres. Ele chegou a ser preso como um dos suspeitos, mas na época não havia prova para incriminá-lo. As vítimas foram brutalmente mutiladas e assassinadas com cortes de faca na garganta. Mais mulheres foram mortas desse modo, mas especialistas atribuíram apenas cinco ao autor apelidado como Jack. O apelido, aliás, surgiu em uma carta enviada aos jornais - a imprensa divulgou várias, a maioria considerada falsa. Apenas uma foi possivelmente enviada pelo verdadeiro assassino acompanhada de um órgão: "Eu envio um rim que peguei de uma mulher. O outro eu fritei e comi e estava bem gostoso", dizia a mensagem. Reprodução/Daily Mail Mais

Entre 1968 e 1969 - <b>Zodíaco</b> - Até hoje a verdadeira identidade do assassino é um mistério. Embora, em carta, tenha assumido dez homicídios, fez cinco vítimas fatais e outras duas, que sobreviveram aos ataques do homem encapuzado que lhe desferiu repetidas facadas. O serial killer causou terror em São Francisco (EUA) com suas cartas repletas de charadas (como a mensagem acima) e ameaças enviadas à polícia. "Adoro matar pessoas - é mais divertido do que caçar, porque o homem é o animal mais perigoso de todos", disse em uma delas. Conhecido por "jogar" com a polícia, o Zodíaco nunca foi preso e, na última carta enviada à polícia, disse que mudaria sua forma de matar para que os crimes parecessem com assaltos seguidos de morte, afirmando ainda que não se comunicaria mais com a polícia e zombando porque nunca seria preso. De fato, não foi. Reprodução Mais

Em 1966 e 1976 - <b>Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho</b> - A primeira vítima do brasileiro foi a bailarina Margaret Suida, 38. Ele amarrou as mãos da moça e a estrangulou com um cinto, após passarem a noite juntos. Para se livrar do corpo, retalhou a vítima com uma faca e uma navalha e despejou os restos em uma banheira. Confessou o crime para um amigo, que o denunciou. Em justificativa, disse que a semelhança entre a vítima e a mãe dele havia motivado o crime e que a matou porque "não admitia que uma mulher tivesse uma vida irregular, como uma prostituta". Sua segunda vítima foi Ângela de Souza da Silva, 34, que ele esquartejou com um serrote, lavando os pedaços do corpo e colocando em uma mala. Reprodução Mais

Em 1966 e 1976 - <b>Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho</b> - Em 1968, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão, mas, após oito anos, ganhou novamente a liberdade por bom comportamento e, dez anos após o primeiro crime, cometeu o segundo. Fugiu, mas foi preso no mesmo ano. Apesar de o Código Penal brasileiro prever que ninguém deva ficar mais de 30 anos preso, o caso de Chico Picadinho é considerado uma exceção, pois a avaliação feita por especialistas mostrou características de transtorno mental, indicando que Picadinho "não possuía condições de gerir a sua vida civil sem representar ameaça à sociedade". Com isso, o Ministério Público obteve uma interdição civil que mantém o assassino longe da sociedade, usando para tal um decreto de 1934, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, que determina que psicopatas podem ser mantidos indefinidamente em estabelecimentos psiquiátricos para receber tratamento. Reprodução Mais

1998 - <b>Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque</b> - O motoboy abordava suas vítimas, todas jovens mulheres, em locais públicos, como pontos de ônibus, as elogiava, dizia ser agente de modelos e as convencia a posar para ele em uma sessão de fotos na natureza. Assim que as vítimas subiam na garupa da moto, ele seguia para o parque do Estado, em São Paulo. Ele então as estuprava e matava por estrangulamento. Em depoimentos, mudou várias vezes o número de vítimas, variando entre 9 e 15. Em avaliação psicológica, Francisco foi considerado em pleno juízo dos seus atos enquanto cometia os crimes. Foi oficialmente acusado de sete mortes e outros nove estupros, além de roubo e ocultação de cadáver. Teve três julgamentos e, no total, foi sentenciado a 271 anos de prisão. Folhapress - 05.set.1998 Mais

1998 - <b>Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque</b> - Ao ser preso, o motoboy revelou ter sido abusado por uma tia materna, o que o fez desenvolver uma "fixação por seios". Mais velho, ele teria sido assediado por um patrão, passando então a ter relações homossexuais. Francisco também revelou que uma namorada gótica quase arrancou seu pênis com uma mordida e, depois disso, ele passou a sentir dor nas relações sexuais - fato confirmado pelas vítimas que sobreviveram. Ele impressionou a polícia com sua capacidade de convencimento, pois fazia as jovens subirem na garupa da moto por vontade própria, sem coação. "Ele é inteligentíssimo, tem uma fala mansa que convence", disse a perita da Polícia Civil Jane Pacheco Belucci na época. Após ser preso, ele virou evangélico e despertou paixões, tendo recebido em um mês mais de mil cartas de mulheres apaixonadas, inclusive casando-se com uma delas. Folha Imagem Mais

Década de 60 - <b>João Acácio Pereira da Costa, o Bandido da Luz Vermelha</b> - Ficou órfão aos 4 anos, assim como o irmão, que nunca se envolveu em crimes. Os dois foram criados por um tio, mas Luz Vermelha fugiu e foi morar nas ruas de Joinville (SC) devido, segundo ele, aos maus-tratos do tutor. Começou a roubar e, após passar por alguns lugares, foi para São Paulo, onde passou a aterrorizar moradores de mansões, assaltando, estuprando e às vezes matando as vítimas. Ia para os locais dos assaltos de táxi ou ônibus, tirava os sapatos antes de entrar e desligava as chaves de luz, usando uma lanterna vermelha para iluminar o local. Foi preso aos 24 anos de idade, em 1967, e condenado em 88 processos - 77 roubos, 4 homicídios e 7 tentativas. Foi solto em 1997, após 30 anos de reclusão e assassinado quatro meses depois por um homem que afirmou estar defendendo o irmão, ameaçado por Luz Vermelha com uma faca após tirar satisfação por ele ter assediado a mãe e irmã dos dois. Cícero Oliveira Neto - ago.67/Folhapress, Leonardo Colosso/Folhapress Mais

Entre 1991 e 2003 - <b>Francisco das Chagas Brito</b> - O mecânico de bicicletas é considerado o maior assassino em série do Brasil e ficou conhecido por matar pelo menos 42 meninos. O episódio ficou conhecido como o "caso dos meninos emasculados", uma vez que as vítimas tiveram os corpos mutilados e os órgãos genitais cortados. Todas as vítimas tinham o mesmo perfil, com idade máxima de 15 anos e eram de famílias pobres. Ele atraía as crianças para áreas de matagal com a falsa promessa de recompensas e praticava os crimes. Ele está preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas (MA) desde 2004 e, de acordo com laudo pericial, é portador de transtorno de personalidade, podendo voltar a praticar novos crimes se for solto. Ele já acumula 12 condenações, e suas penas já somam mais de 414 anos de reclusão. Divulgação/TJMA Mais

Entre 2011 e 2014 - <b>Tiago Gomes da Rocha</b> (ao centro) - Conhecido também como serial killer de Goiânia, ainda não pode ser classificado como tal, pois a conclusão depende de investigações e análises. A polícia diz ter indícios claros de 23 crimes, mas o vigilante, de 26 anos, já revelou ter matado 39 pessoas, incluindo mulheres, homossexuais e moradores de rua. Em vez de nomes das vítimas, Tiago preferiu enumerá-las. "Perguntávamos das mulheres, e ele dizia: Qual é o número? Ah, vítima nº 3, vítima nº 5'", contou o delegado Douglas Pedrosa. Ao localizar o número na memória, disse o delegado, Tiago fechava os olhos e ficava calado, com um sorriso no rosto. Minutos depois, trazia pormenores de cada crime, como dia, local e arma. Matou várias mulheres com tiros no peito. Ele tentou se matar na cela em que estava isolado em outubro de 2014, mas se recuperou e continua preso. Evaristo Sa/ AFP Mais

Entre 2005 e 2014 - <b>Sailson José das Graças</b>. Embora ainda não possa ser considerado oficialmente um serial killer, Sailson, 26, chocou os brasileiros com seus crimes, descobertos em dezembro de 2014. Ele confessou ter matado 43 pessoas ao longo de nove anos e declarou que "matava por prazer". Sailson disse que ficava nervoso quando passava mais de dois meses sem matar ninguém. Suas vítimas eram mulheres brancas. "Não matava negras porque é a minha cor e da minha família, me fazia lembrar a minha família", afirmou. Ele disse ainda que observava suas vítimas durante um bom tempo antes dos ataques - por semanas ou até um mês antes de matá-las, na Baixada Fluminense. Fábio Gonçalves/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Mais

9.jan.2015 - Em audiência no primeiro processo relacionado à série de assassinatos cometidos em Goiás, o serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha, 26, ficou de cabeça baixa e afirmou que matava por uma "influência demoníaca". Nesta sexta-feira (9), o juiz da 1ª Vara Criminal de Goiânia, Eduardo Pio Mascarenhas da Silva, ouviu o acusado no processo pela morte de Rosirene Gualberto da Silva durante 20 minutos. No interrogatório, o acusado não conseguiu explicar o motivo dos crimes e disse que saía de casa apenas para descarregar sua arma. No dia do assassinato de Rosirene -- 19 de julho do ano passado--, ele disse que saiu de casa, parou em um bar e bebeu dez doses de pinga. Em seguida, voltou para casa, onde teria ouvido uma voz dizendo para cometer os crimes. "Era uma voz demoníaca", afirmou o acusado. Hernany César/TJGO e Evaristo Sa/ AFP (no detalhe) Mais

20.mai.2015 - O maior assassino em série do Brasil, Pedro Rodrigues Filho, conhecido como Pedrinho Matador, já assassinou mais de 100 pessoas, foi preso pela primeira vez ainda adolescente, em 1973, e é o criminoso brasileiro que mais tempo passou na cadeia: 38 anos. Figura controversa, nesta semana o criminoso de 61 anos obteve uma saída temporária da cadeia por bom comportamento, e concedeu uma entrevista exclusiva para a RedeTV! News. Dentre outras coisas, Pedrinho afirma que só "teve problemas" e matou "gente que não valia nada", como outros bandidos, muitos deles dentro dos presídios por onde passou. "Sofri muito. Só não morri por sorte. Tenho marca de facadas no corpo, nas costas. Se não matasse eu morria", se explicou o criminoso. Veja a entrevista clicando no MAIS. Montagem BOL / Reprodução / RedeTV! News Mais

24.mai.2016 - Fotos mostram cinco mulheres e um adolescente que foram vítimas de asssassinatos brutais na Alemanha entre nas décadas de 1970 e 1990. Em todos os casos, órgãos foram retirados dos corpos das vítimas. Somente agora os crimes podem ser solucionados, pois Manfred See, um aposentado que morreu em 2014, foi apontado como o serial killer após sua filha encontrar restos mortais de uma mulher em um barril localizado em uma garagem alugada por ele. Além disso, as lesões das vítimas eram semelhantes aos ferimentos encontrados em materiais de natureza pornográfica e violenta que estavam no computador do aposentado. Ele também mantinha mais de 32 mil imagens envolvendo canibalismo e glorificação à violência. Polícia de Hessen/Reprodução BBC Mais

11.mai.2017 - Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho, condenado por matar e esquartejar duas mulheres na década de 1960 e 1970 (entenda o caso nas fotos 27 e 28 do álbum), deverá permanecer preso na Casa de Custódia de Taubaté, interior de São Paulo. Após ver uma decisão favorável a sua liberdade, o homem de 75 anos - e há 41 anos preso - foi notificado pela Justiça de que a concessão da soltura foi revogada. Juízes têm entendimento distinto sobre manter Picadinho preso. No mês passado, juíza da Vara de Execuções Criminais havia entendido que o tempo de detenção do criminoso extrapolou a pena máxima permitida pela lei. No entanto, um juiz da Vara da Família decidiu pela manutenção da custódia por entender que Picadinho cumpre pena com finalidade médica, já que foi apontado como psicopata. Montagem BOL / Reprodução / Folhapress Mais

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