Conheça como funciona uma fábrica de insulina

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Fotos

Set.2015 - Foto aérea mostra a fábrica de Kalundborg, na Dinamarca, a maior instalação de produção de insulina do mundo. A empresa dinamarquesa tem parques industriais em seis países, que produzem a droga durante 24 horas todos os 7 dias da semana. Fundada em 1923, a Novo Nordisk é responsável por alimentar mais de 50% do mercado mundial atual. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - A fábrica de Hillerød, próximo à sede da Novo Nordisk, também produz insulina 24 horas por dia, mas é usada também para o desenvolvimento de novos produtos da empresa. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - A produção de insulina começa com a cultura das células de levedura, que serão usadas para alimentar e cultivar a produção da proteína de insulina humana. No início, a produção era feita a partir de insulina de bois e porcos, que era semelhante à humana. Apenas em 1987, a Novo Nordisk foi a primeira a desenvolver insulina 100% humana. Na foto, é possível ver a evolução da matéria prima usada para cultivar as células até a proteína pura, que será usada na produção do remédio. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - O processo feito em escala industrial ocorre em grandes galões e não pode parar. Todo o processo, do início do cultivo das células, passando pela produção da insulina pura, até ela sair da fábrica empacotada, demora em média 7 meses, mas pode chegar a 9 meses ou mais. A produção sem interrupções garante o abastecimento constante. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Diferentemente da maioria das concorrentes, a Novo Nordisk usa levedura para fazer o cultivo da insulina, e não a bactéria escherichia coli. "O resultado final é basicamente o mesmo. Acontece que, usando levedura, é possível conseguir uma proteína de melhor qualidade, mais pura e passando por menos processos do que a feita com eColi. Mas a escolha foi feita no início da fábrica, quando ainda não se sabia isso ao certo. Todas as pesquisas, nossas e das concorrentes, foram feitas com as dificuldades e vantagens que cada uma traz. Simplesmente não há motivo para mudar", afirma Lars Iversen, vice-presidente corporativo e engenheiro de proteínas. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Enquanto passa pelo processo de cultivo, a insulina é inspecionada por funcionários constantemente. "Como demora muito tempo, o processo precisa ser controlado e inspecionado constantemente, para podermos ter o mínimo de perda possível. Mas o primeiro teste de qualidade só pode ser feito após três meses de cultura", explica Lars Iversen Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Após passar por diversos processos de purificação e chegar ao estado bruto, a insulina pode ser embalada e mantida refrigerada por meses. Isso permite que haja um estoque para manter a produção, mesmo que uma das culturas não produza insulina da qualidade desejada. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Na hora de ser utilizada, a insulina passa por um processo químico que dissolve a matéria-prima e a transforma na insulina utilizada por diabéticos. A partir daí, a insulina entra em um processo quase totalmente automatizado que vai preparar e embalar o remédio para a venda Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Milhares de vasilhames são cheios com a droga pronta para o consumo humano. Neste momento, o que muda é se a droga será vendida para ser injetada com seringas normais ou se serão tubos (foto) usados nas "canetas", que facilitam o manuseio e a aplicação, inclusive em crianças. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - As diferentes partes das canetas são despejadas em três torres diferentes, que posicionam as peças automaticamente e montam o quebra cabeça. Todo o processo, desde o enchimento dos vasilhames até o fim da montagem, é feito por máquinas, apenas com a supervisão de funcionários. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Detalhe da montagem mostra como são feitas as canetas com insulina. A parte de baixo tem o "dosador" de insulina (com os números), logo acima o recipiente com o injetor que libera a droga e, ao lado, a parte de cima da caneta, onde é encaixada a agulha. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Umas das 15 fábricas da Novo Nordisk distribuídas em seis países fica em Montes Claros, em Minas Gerais. Inaugurada em 2007, é a maior fábrica de insulina da América-latina e alimenta 50% do mercado da empresa na Europa. "Atuamos no Brasil desde 1990 e o país tem se tornado um dos principais mercados. Há um grande número de doentes no país, e tentamos melhorar a qualidade de vida das pessoas o máximo possível", diz Christian Kanstrup, vice-presidente sênior de marketing. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - A fábrica de Kalundborg, na Dinamarca, tem mais de 1.000 km² de área de produção e é capaz de centralizar a produção do início ao fim, sendo responsável por produzir o medicamento de 24 milhões de pacientes, suficiente para atender duas vezes todos os diabéticos brasileiros atualmente. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Apesar de todo o processo de fabricação ser automatizado, engenheiros fiscalizam a qualidade da produção em todas as etapas da montagem das canetas. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Criada e lançada pela companhia em 1985, a caneta é uma forma mais fácil e simples de injetar a insulina. Mais seguras, as canetas modernas permitem que crianças com diabetes tipo 1 consigam injetar a droga sem grandes riscos. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Segundo a fabricante, a caneta pode ser carregada pelo paciente no bolso, na mochila ou bolsa ao longo do dia sem refrigeração desde que a temperatura não ultrapasse 30ºC. Em países mais quentes, uma bolsa térmica é suficiente para que a insulina resista no caminho entre a casa e o trabalho da pessoa, onde deve ser guardada novamente na geladeira. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - As canetas que saem prontas do sistema são organizadas em bandejas com 20 cada. Elas são empilhadas e então enviadas para a área que as prepara para a venda. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Todo material que precisa ser transportado pela fábrica é carregado por robôs programados para se organizarem e realizarem as diferentes tarefas determinadas pelas pessoas responsáveis por controlar cada setor. Cada robô é identificado por placas, como as de carros, que têm as iniciais de pessoas que foram importantes para a história da fábrica. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Os robôs seguem "trilhos invisíveis" abaixo do chão da fábrica, que os guiam de forma segura pelo ambiente. Eles são equipados com sensores que evitam colisões e "setas" que avisam humanos distraídos de que um deles está se preparando para fazer uma curva. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - As máquinas que embalam e etiquetam cada uma das canetas são alimentadas automaticamente pelos robôs e fazem uma última verificação automática. Após estar dentro da caixa que sairá do mercado, ela é pesada em uma balança de alta precisão. Qualquer etiqueta, aviso de papel ou pecinha que faltar é percebida pela máquina, que dispensa automaticamente o produto. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - As embalagens descartadas são revisadas por funcionários, que identificam o erro e dão o destino correto para solucionar o problema ou descartar as canetas com defeito. Isso é fundamental para a segurança de diabéticos, que dependem da precisão da dose da droga para se manterem saudáveis e, muitas vezes, vivos. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - As caixas com canetas embaladas são empacotadas e seladas para que possam ser enviadas para todos os países do mundo. Com um número estimado de 98,7 milhões de casos, a China é um dos principais destinos da insulina produzida pela empresa dinamarquesa. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Na foto, as duas gerações mais recentes de canetas de insulina produzidas pela Novo Nordisk. A FlexPen (abaixo) e a FlexTouch (acima). Para plicar, basta acertar a dose girando a parte detrás da caneta, colocar a agulha descartável e injetar no braço, barriga ou perna. Divulgação/Novo Nordisk Mais

Set.2015 - Para produzir os novos equipamentos da Novo Nordisk, a empresa faz reuniões com pacientes para colher informações e opiniões sobre os projetos. Os usuários do medicamento feito pela empresa dinamarquesa são convidados inclusive a criar protótipos com sugestões de como a empresa pode melhorar os produtos. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Com sede na cidade de Hillerød, a 40 km de Copenhague, capital da Dinamarca, a farmacêutica Novo Nordisk é a maior produtora de insulina do mundo. A empresa é responsável por abastecer mais de 50% dos diabéticos que precisam da droga para controlar a doença em todo o planeta. O BOL visitou a fábrica a convite da empresa. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Apesar do visual antigo do prédio na parte externa, o interior da sede da Novo Nordisk é moderno e tenta atendar a uma proposta mais "verde e sustentável". Aproveitando ao máximo a luz solar na iluminação, usando materiais que não agridam ao meio ambiente, usando energia de fontes renováveis na medida do possível e incorporando a natureza ao redor. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Jardim da área central da sede da Novo Nordisk, na Dinamarca Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Auditório na sede da farmacêutica Novo Nordisk. A empresa promoveu um encontro de jornalistas de diversos países em desenvolvimento para debater a doença. Segundo dados da Federação Internacional de Diabetes, 86% dos novos casos de diabetes entre jovens adultos ocorreram em países em desenvolvimento. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Sala utilizada para reuniões e encontros com usuários de insulina para a criação de novos produtos Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Parte interna da sede da farmacêutica Novo Nordisk, na Dinamarca. A empresa é a maior fabricante de insulina do mundo. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Para aproveitar a luz solar durante o dia, o prédio tem diversas janelas e aberturas no teto para reduzir os gastos com energia. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - Espaço dentro do prédio da empresa permite que os funcionários também tenham momentos de descontração e relaxamento. Eduardo Heering/BOL Mais

Set.2015 - A sede da empresa dinamarquesa aproveita o ambiente ao redor da sede. Na foto, a vista de uma das janelas das salas de reunião da empresa Eduardo Heering/BOL Mais

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