Presos ajudam a reconstruir escolas e juntam dinheiro para recomeçar a vida no PR

Do BOL, em São Paulo

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    Dos R$ 702 recebidos no mês, R$ 142 vão para uma espécie de poupança que deve ser usada somente em liberdade; o restante fica com a família (imagem ilustrativa)

    Dos R$ 702 recebidos no mês, R$ 142 vão para uma espécie de poupança que deve ser usada somente em liberdade; o restante fica com a família (imagem ilustrativa)

Detentos do regime semiaberto da Penitenciária de Piraquara, região metropolitana de Curitiba (PR), estão auxiliando na reconstrução de escolas públicas locais. Como recompensa, os presos recebem um salário de R$ 702 por mês e suas penas são reduzidas. O nome do projeto é "Mãos Amigas". As informações são do G1. 

Cada dia de trabalho equivale a uma redução de três na pena total do preso. Dos R$ 702 recebidos no mês, R$ 142 vão para uma espécie de poupança que deve ser usada somente em liberdade. Só a família do preso pode mexer no resto do dinheiro. Como o valor pago é inferior à média oferecida para pedreiros, o Estado acaba economizando. De acordo com a prestação de contas do "Mãos Amigas", desde 2012 a economia já foi de R$ 3 milhões.

André Paulo é um dos presos participantes do programa. Ele, que está a 15 dias de voltar para casa, contou que o projeto tem um valor especial, pois é uma esperança de futuro. Ele ainda afirma que fazia tempo que não se sentia tão livre.

O programa "Mãos Amigas" é do governo estadual e conta com a participação de 32 presos. Em cinco anos de duração, mais de 600 instituições de ensino foram  beneficiadas.

(Com informações do G1)

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