Prisão da "Loba do Tinder" repercute nas redes; suspeita aplicava golpes em homens casados

Do BOL, em São Paulo

  • Reprodução/Twitter

    Patrícia Coutinho Pereira, de 29 anos, ficou conhecida como a "Loba do Tinder"

    Patrícia Coutinho Pereira, de 29 anos, ficou conhecida como a "Loba do Tinder"

A prisão de Patrícia Coutinho Pereira, de 29 anos, conhecida como a "Loba do Tinder", repercutiu nas redes sociais. "Você é casado, mas acha que pode ter Tinder e sair por aí como pegador? Cautela, que igual à Loba está cheio", escreveu um internauta no Twitter.

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O jornal "Aqui PE", de Pernambuco, estampou o caso com humor em sua capa. "Loba do Tinder presa por passar a perna em macho besta (veja abaixo)".

Investigada desde maio do ano passado pela Polícia Civil do Distrito Federal, Patrícia foi indiciada pelos crimes de difamação, estelionato e extorsão. De acordo com o Estadão, a polícia recebeu uma denúncia de um servidor público, que começou a sair com Patrícia após conhecê-la no Tinder.

Segundo a vítima, Patrícia se apresentou como empresária do ramo de cosméticos e dizia que seu dinheiro estava todo aplicado. Por isso, precisava de ajuda para o pagamento de contas e despesas diárias. O servidor passou a realizar transferências e depósitos bancários para a conta de um terceiro, que, segundo as investigações, era outra vítima da suspeita.


O delegado do caso, João de Ataliba Nogueira, da 1ª Delegacia de Polícia de Brasília (Asa Sul), explicou que Patrícia não usava sua própria conta bancária para não deixar rastros. Ainda de acordo com a polícia, o servidor, que teve um prejuízo de R$ 50 mil durante seis meses, tentou encerrar o relacionamento. No entanto, Patrícia passou a extorqui-lo e ameaçou divulgar o caso entre os dois para a família e colegas de trabalho do homem.

De acordo com a investigação, a "Loba do Tinder", em um primeiro momento, dizia que o seu dinheiro estava aplicado. Ao descobrir que os homens eram casados, ela exigia dinheiro sob ameaça de denunciar o caso extraconjugal.

Segundo a polícia, Patrícia fez mais de 100 vítimas e pode pegar mais de 2 anos de prisão. A pena pode aumentar de acordo com o número de pessoas que caíram no golpe.

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