Satisfação do consumidor mostra leve alta em janeiro, diz ESPM

SÃO PAULO – O INSC (Índice Nacional de Satisfação do Consumidor) registrou leve alta fechando o mês de janeiro com 57% de satisfação do consumidor, ou seja, uma alta de 0,8 ponto percentual frente a dezembro de 2011.

Divulgado nesta quarta-feira (8), ele é o primeiro e único indicador com informações totalmente levantadas na internet. Foi criado pelo professor pesquisador da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e global chief digital officer da Rapp, Ricardo Pomeranz.

Setores
O INSC mostra que a avaliação dos consumidores em relação ao setor financeiro passou de 44,7% em dezembro de 2011, para 49,7% em janeiro deste ano. Entre as razões que explicam a alta, está a exibição de um comercial de TV de um dos bancos pesquisados.

As indústrias automobilísticas também fecharam o mês com bom desempenho. Após alta de 3,7 pontos percentuais, o setor atingiu em janeiro 55,5% de satisfação. A indústria farmacêutica, com aumento de 1,3 p.p., fechou com avaliação positiva de 68,1%.

Todos os demais setores apresentaram queda na satisfação. O destaque negativo ficou com as lojas de departamento, que tiveram redução de 4,7 pontos percentuais, fechando janeiro com 56,1%. Os eletroeletrônicos, com retração de 4,1 p.p., passaram para 58,3% de satisfação.

Outro setor que apresentou redução foi o de supermercados, que fechou com 67,7% em janeiro, 2,7 pontos percentuais a menos do que o mês anterior. Já o setor de telecom passou de 43,5% em dezembro de 2011 para 41% em janeiro.

O setor de bebidas registrou recuo de 1,7 p.p., para 85,3%, e o de alimentos, queda de 3.5 p.p., para 72,6%.

O índice de satisfação de Personal Care, por sua vez, não variou, ficando em 76,1%.

O estudo
O INSC utiliza as redes sociais para coletar dados, mensurando as expressões, colhidas na web, de acordo com três pilares – qualidade percebida de produtos e serviços, expectativa do consumidor e valor percebido. Juntas, as 43 companhias representam 15,4% do PIB brasileiro, analisando 27,2% do mercado voltado ao consumidor final.

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