Com "acordo de cavalheiros", Oasis pode se reunir em 2016, diz jornal

Do UOL, em São Paulo

O britpop pode estar próximo de viver um grande revival. Após o Blur anunciar um novo disco, o primeiro em 12 anos, há quem aposte que o retorno do Oasis acontecerá em breve.

O jornal britânico Daily Mail dá como certo que os irmãos Noel e Liam Gallagher chegaram a um "acordo de cavaleiros". Uma fonte não revelada pela publicação teria dito que a conversa foi o primeiro passado para um retorno da banda em 2016.

"Ainda é cedo para falar em detalhes, mas Noel e Liam estão de novo em boas condições e prontos para dar uma nova chance à banda. Nada está assinado, mas há algo que você pode chamar de 'um acordo de cavalheiros'entre os dois", teria dito a fonte ao Daily Mail.

A banda britânica se separou em 2009, após tantas brigas entre os os Gallaghers. Recentemente, os dois sinalizaram uma reaproximação.
Liam inclusive postou uma foto na semana passada mostrando uma credencial de acesso a um show de Noel com a legenda "mantendo isto em família".

"Em última instância, eles são da família e tudo o que aconteceu antes pode ser resolvido. Eles estão muito próximos, mesmo debaixo de toda a arrogância", disse a fonte.

A fonte ainda afirma que Liam visa se lançar em carreira solo em breve. "A carreira solo de Noel tem sido um grande sucesso, com músicas no topo das paradas e turnês com ingressos esgotados, mas Liam não conseguiu fazer o mesmo com a Beady Eye. Ele está pronto para tentar e deixar para atrás as diferenças a fim de voltar para os palcos com a banda agora que o Beady Eye se separou."

Noel comentou no ano passdo que a banda poderia se reunir no futuro "apenas pelo dinheiro". "Se eu fizer isso [reunir a banda] um dia, será apenas por dinheiro. Não é isso que me faz tocar. Eu voltaria por caridade? De jeito nenhum. Nós não somos esse tipo de gente. Voltar para tocar no Glastonbury? Eu não acho que Michael Eavis [empresário que administra o festival] tenha dinheiro suficiente", disse o músico. "Se vamos voltar um dia? Desde que todo mundo esteja vivo e ainda tenha cabelo, é sempre uma possibilidade. Mas só pelo dinheiro."

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