Ex-panicat revela "propostas indecentes" e cachê de R$100 por programa

Do BOL, em São Paulo

Assistente de palco do "Pânico" entre 2005 e 2008, a modelo Tânia Oliveira, 38, revelou alguns detalhes sobre sua passagem pelo programa ao site "Notícias da TV", nesta segunda-feira (13). Segundo a ex-panicat, as integrantes do programa ganhavam apenas um cachê simbólico de R$ 100 reais por programa ou gravação externa.

Tânia conta que esse foi o valor durante os 4 anos em que trabalhou ao programa. "Não existia salário. Não dava nem para pagar a minha faculdade, era bem complicado", conta a ex-panicat.

Se "faltava dinheiro", segundo Tânia, o que não faltavam eram propostas indecentes. Ela afirma que precisou pedir para a produção impedir as investidas masculinas. "Chegou muita coisa absurda", diz.

Tânia relata que teve seu corpo criticado pelos colegas de equipe e que recebeu um pedido para que ficasse mais "bombada". Totalmente contra a ideia, ela se recusou a mudar seu corpo. "Sei que anabolizante pode trazer problema. Foi nessa fase em que entraram as meninas mais fitness", conta Tânia.

O novo padrão de corpo pedido pelo programa coincidiu com o momento em que ela já considerava sua saída do "Pânico".

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Apesar de tudo, ela ainda acha que a experiência foi ótima. Ela ainda acredita que na época em que estava no programa as assistentes eram menos exploradas. Atualmente, há um quadro que obriga as meninas a ficarem nuas e participarem de provas.

Em muitos momentos, Tânia teve a oportunidade de substituir Sabrina Sato. "Foi muito mais legal e vantajoso do que prejudicial. Me deram a oportunidade de vencer a timidez que eu tinha, era um desafio", analisa a modelo.

Após superar um câncer na tireoide em 2016, Tânia Oliveria passou a se dedicar integralmente à educação física. Há cerca de 15 dias, ela abriu seu próprio estúdio de treinamento funcional.

(Com informações de Notícias da TV)

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