Preso por causa de pensão, genro de Silvio Santos é liberado em uma hora

Do UOL, no Rio

  • Reprodução/Instagram/@silviaabravanel

    Silvia Abravanel e Edu Pedroso estão juntos desde 2013

    Silvia Abravanel e Edu Pedroso estão juntos desde 2013

Genro do apresentador Silvio Santos, o cantor sertanejo Edu Pedroso foi detido no início da tarde desta terça-feira (5) em sua mansão no Jardim Lusitânia, zona sul de São Paulo, onde mora com Silvia Abravanel. O motivo da prisão de Edu, que na verdade se chama Kleiton Pedroso, foi falta de pagamento da pensão alimentícia a uma filha de 5 anos, fruto de um relacionamento anterior.

Uma hora depois, Pedroso foi liberado, sem pagar o valor que devia desde julho. "São cinco meses que a minha cliente não recebe nada", disse a advogada Geovana da Conceição, que defende Ana Cristina da Silva Cavalcanti, mãe da criança.

Casado desde 2013 com Silvia, apresentadora do "Bom Dia & Cia", o sertanejo teve o pedido de prisão expedido em outubro pelo juiz Adilor Danieli, da Vara de Família, Órfãos e Sucessões de Balneário Camboriú, Santa Catarina. Há dois dias ele estava sendo procurado pela polícia e teve até a habilitação cassada.

O próprio cantor admitiu recentemente durante uma participação no "Programa da Eliana", que tem uma relação complicada com a ex-mulher e que não tinha contato com a filha

O UOL entrou em contato com a Assessoria de Imprensa do SBT que informou não comentar sobre assuntos pessoais dos seus funcionários.

No início da noite, o advogado João José da Fonseca entrou com habeas corpus para que seu cliente fosse liberado. A reportagem tentou contato com o escritório do representante do Edu Pedroso, mas ainda não obteve resposta.

Adoção

Recentemente, Silvia Abravanel falou sobre sua adoção. Em entrevista a Eliana para o quadro "Com o Passar dos Anos", ao lado de Pedroso, ela explicou que foi adotada com apenas três dias de vida, na época em que Silvio Santos ainda era casado com Maria Aparecida Vieira, conhecida como Cidinha Abravanel, e que sempre teve orgulho de ser adotada. "Isso nunca me trouxe problema, sempre tive orgulho de ter sido adotiva. Pra mim eu fui um presente pro meu pai, um presente do coração", disse Silvia.

Ela revelou que descobriu que era adotada ainda criança. "Eu acho que tinha uns 6,7, 8 anos, por aí. Eu ouvia esse termo de uma das minhas irmãs. Eu achava que eu era doente. Eu cheguei pro meu pai: 'pai, eu tenho alguma doença chamada adotiva?'. Aí ele chamou a mim, a Cintia e a Daniela e explicou que eu não era uma filha da barriga da mamãe, mas que eu era uma filha do coração".

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