Afogamento e ataque de leão: 10 casos de pessoas que morreram fazendo sexo

Marcelo Testoni
Colaboração para Universa

  • Reprodução/DailyMail

    Rapidinha na mata, no Zimbábue, terminou com mulher devorada por leão

    Rapidinha na mata, no Zimbábue, terminou com mulher devorada por leão

Pense duas vezes antes de querer inovar no sexo ou se arriscar por ele. A seguir, veja exemplos de pessoas que tiveram fins trágicos quando só estavam em busca de prazer.

Afogamento em lago
Em 2017, segundo o jornal inglês Daily Mail, um jovem casal russo morreu afogado depois que o carro onde transavam afundou em um lago, na região de Volgogrado. Sem notícias dos dois, as famílias de Yana Kryuchkova e Evgeny Chernov, ambos de 22 anos, acionaram a polícia, que não só encontrou seus corpos nus, como concluiu que o veículo onde estavam acabou rolando em direção à água porque estava em ponto morto e, provavelmente, era sacudido pelo casal.

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Queda de muralha
Na França, um casal de turistas morreu em 2015, enquanto fazia sexo sobre a muralha de uma torre, nas Fortificações de Vauban. De acordo com o jornal francês Le Figaro, a polícia local localizou os dois corpos pelados em um fosso, a 12 metros abaixo de onde estavam. Suas roupas e objetos pessoais ficaram lá em cima. Nas palavras dos agentes, "provavelmente estavam fazendo amor, mas algo saiu errado".

Tragédia na banheira
De férias em um resort no México e a poucos dias do casamento de sua filha, os canadenses Charles McKenzie, de 67 anos, e sua esposa Dorothy, de 63, resolveram apimentar a relação em uma banheira de hidromassagem. Porém, como relata o jornal norte-americano Daily Mail, a brincadeira sexual terminou em tragédia. Charles sofreu um ataque do coração e Dorothy morreu afogada por não ter conseguido tirar o cadáver pesado de cima dela. O caso ocorreu em 2015.

Salto da cobertura
Outro acidente envolvendo sexo nas alturas. Em 2007, segundo o site de notícias Mirror, um jovem casal da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, morreu ao despencar do topo de um prédio comercial, onde transavam. Brent Tyler e Chelsea Tumbleston, ambos de 21 anos, foram encontrados, nus e sem vida, por um taxista que passava pela rua em que caíram, às 5h. Ao investigar o local, a polícia encontrou as roupas do casal no telhado.

Ménage perigoso
Sergey Tuganov, um mecânico russo de 28 anos, morreu após ingerir Viagra e participar de uma orgia de 12 horas de duração, noticiou o jornal americano The Sun, em 2009. A proposta, feita por duas mulheres interessadas em transar por meio dia, lhe garantiria uma recompensa em dinheiro. Tuganov chegou a cumprir o acordo, mas, na sequência, teve um ataque cardíaco e morreu. "Ligamos para o serviço de emergência, mas já era tarde", afirmou uma delas.

Zoofilia
De acordo com uma divulgação feita pela agência de notícias France-Presse (AFP), em 2005, um norte-americano de 40 anos morreu no Estado de Washington após permitir que um cavalo o penetrasse com o pênis. Durante o sexo com o animal, o cólon e os órgãos internos do homem foram dilacerados, desencadeando uma forte hemorragia que o matou. Um inquérito aberto pela polícia local descobriu que o sujeito era membro de um sítio especializado em zoofilia.

Ataque na selva
Uma rapidinha na mata, na região africana de Kariba, no Zimbábue, terminou com uma mulher devorada por um leão. O episódio, ocorrido em 2013 e relatado por diversos veículos, entre os quais os sites de notícias My Zimbabwe News, The Mirror e The Telegraph, informou que Sharai Mawera e o namorado mantinham relações sexuais ao ar livre quando o felino os atacou pelas costas. O parceiro de Mawera só teve tempo de fugir pelado e gritar por socorro.

Brincadeira arriscada
Em 2007, uma perigosa fantasia sexual terminou de forma trágica no Reino Unido. Para satisfazer uma tara, o fetichista Simon Burley pediu à namorada, Elizabeth Hallam, que se vestisse de oficial nazista e o enforcasse com uma corda durante o sexo, mas só por alguns minutos. Hallam atendeu ao desejo de Burley, mas na hora de romper a corda usou uma faca cega e acabou deixando-o morrer. As informações são do jornal The Sun.

Overdose de oral
Na Alemanha, uma cabeleireira identificada apenas como Yvonne M. morreu de overdose após fazer sexo oral em um médico. O caso, repercutido este ano pelo site do jornal alemão Bild, ocorreu depois que o cirurgião Andreas David Niederbichler polvilhou cocaína sobre o próprio pênis e o ofereceu à mulher, que não sabia da droga. Segundo uma investigação policial, era prática recorrente o médico alemão usar cocaína no pênis durante suas relações sexuais.

Bomba
Uma mulher peruana morreu de sangramento interno depois que seu marido introduziu nela uma bomba-morteiro durante um ato sexual. Interrogado, Ruben Valera Cornejo afirmou ter bebido na noite anterior ao acidente e que só se lembrava da esposa ter pedido a ele que fosse penetrada por objetos caseiros. O explosivo, sujo de sangue e pelos pubianos, foi encontrado por policiais numa bolsa com vibradores. Daily Mail, Perú.21 e The Inquisitr são alguns dos veículos que repercutiram a notícia este ano.

Fontes: Sites de notícias Daily Mail; Le Figaro; Mirror; The Sun; France-Presse (AFP); My Zimbabwe News; The Telegraph; Bild; Perú.21 e The Inquisitr.

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