Cobertura do Beira-Rio não passa no teste da chuva. Azar dos torcedores

Jeremias Wernek
Do UOL, em Porto Alegre

  • Jeremias Wernek/UOL

    Torcedor do Inter abre guarda-chuva para se proteger da água que caia em fresta da cobertura do Beira-Rio

    Torcedor do Inter abre guarda-chuva para se proteger da água que caia em fresta da cobertura do Beira-Rio

A cobertura inacabada do Beira-Rio deixou molhados alguns torcedores que foram acompanhar o jogo entre Inter e Brasil de Pelotas nesta quarta-feira. Ainda sem o acabamento entre as duas membranas que compõem a peça, o item permitiu a passagem da chuva para boa parte da arquibancada inferior. A saída do público foi se manter com capa e até guarda-chuva nas primeiras fileiras do setor.

O problema já havia sido reconhecido pelo Internacional, horas antes de abrir os portões do estádio para a partida válida pela 11ª rodada do Gauchão. De acordo com a administração do clube, os ajustes ainda não foram feitos em todos os módulos da cobertura. Ao todo, são 65 peças que formam a grande novidade do estádio após a reforma para a Copa do Mundo de 2014.

A cobertura do Beira-Rio é composta de três partes. A estrutura metálica, uma membrana opaca e também uma membrana translúcida. A união dos dois últimos itens é que possibilitará a 'vedação' completa.

Apesar do problema, boa parte dos torcedores não evitou o setor molhado, justamente a área mais próxima do gramado. Considerado segundo evento-teste para o Mundial, o jogo contra o Brasil de Pelotas recebeu um público de 10.250 pessoas. O Inter ganhou a partida por 1 a 0.

Palco de cinco jogos da Copa do Mundo, o estádio ainda não foi entregue oficialmente pela construtora Andrade Gutierrez. O prazo para o final das obras é 28 de fevereiro. Mas o clube, em conjunto com a empreiteira, deverá seguir ajustando pontos do Beira-Rio mesmo após a data.

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