Zagueiro do Atlético elogia Roger e destaca evolução: "equipe madura"

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro

    Felipe Santana se tornou titular do Atlético-MG após lesão de Léo Silva

    Felipe Santana se tornou titular do Atlético-MG após lesão de Léo Silva

O Atlético-MG passa pela sua melhor fase desde que Roger Machado assumiu o comando técnico da equipe, em janeiro. Campeão mineiro e classificado em primeiro lugar no grupo 6 da Copa Libertadores, o técnico tem recebido elogios de todos os lados. Torcida, imprensa e jogadores. Uma dia após a goleada sobre o Godoy Cruz, o zagueiro Felipe Santana falou sobre o momento e a evolução do time desde o início do ano com exibições abaixo do que se esperava.

"O Roger pede muito a questão da profundidade. Esse jogo contra o Godoy Cruz conseguimos utilizar a profundidade com o Cazares. Essa mescla com o Robinho fez com que aparecesse o espaço. O Elias tem uma leitura tática como ninguém. Nossa equipe evoluiu. Eu acho que estamos com uma equipe madura, temos muito a crescer ainda", avaliou o defensor em entrevista à "ESPN Brasil".

"O Adilson era a peça do quebra-cabeça que estava faltando. Nossa equipe já era forte ofensivamente, mas faltava um acerto na parte defensiva", comentou Santana, que ainda vê muita espaço para o Atlético-MG crescer.

Assim como a equipe, o próprio Felipe Santana mostrou evolução em comparação aos primeiros jogos da temporada. O zagueiro lembra da falha no clássico com o Cruzeiro, pela Primeira Liga , e o momento atual. "Eu errei contra o Cruzeiro e isso me marcou. Eu fiquei receoso, desconfiado. Mas o tempo foi senhor da razão. Trabalhando firme, procurando meu espaço e hoje chego ao meu 100%".

Com Leonardo Silva machucado, Felipe Santana foi titular nas duas últimas partidas do Atlético e deve manter a condição nas próximas semanas, já que o capitão atleticano vai ficar ainda mais algum tempo no departamento médico.

Curiosidade nos tempos de Alemanha

Felipe Santana também revelou uma curiosidade sobre o técnico Jurgen Klopp, com quem trabalhou em sua passagem pelo Borussia Dortmund.

"Ele é um treinador bipolar, brincamos. Ao mesmo tempo que ele te dá um abraço carinhoso, ele no outro dia passa por você sem te cumprimentar. É legal ter um treinador desse na lateral. Pelos berros que ele dá, você acaba prestando atenção no que tem que fazer. A comissão dele faz o conjunto da obra", contou.
 
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