Ex-roqueira que se uniu ao Estado Islâmico é morta por um drone norte-americano na Síria

do BOL, em São Paulo

  • Reprodução/ Twitter

    Sally Jones foi de roqueira à integrante do grupo extremista Estado Islâmico

    Sally Jones foi de roqueira à integrante do grupo extremista Estado Islâmico

Sally Jones nasceu em 1968 na Inglaterra e, durante os anos 90, integrava uma banda de punk feminina chamada "Krunch". A ex-roqueira britânica chocou a mídia local ao se unir ao Estado Islâmico, episódio que foi reportado com frequência pela imprensa inglesa. De acordo com o diário "The Sun", a jihadista foi morta por um drone dos Estados Unidos na Síria.

O jornal "The Sun" reportou que a jihadista foi morta junto com seu filho de 12 anos, apesar deste não ser o alvo da operação. Na ocasião, ela tentava atravessar para o reduto extremista de Raqqa. Chefes da inteligência americana afirmam que não é possível ter certeza da morte de Sally, uma vez que não há como coletar DNA do local do bombardeio, mas que estão "confiantes" de que ela tenha realmente falecido na operação.

A britânica, que se converteu ao islã e viajou à Síria em 2013, era chamada de "viúva branca" pelos jornais ingleses. Isso porque seu marido, Junaid Hussain, também militante do grupo terrorista, foi morto há dois anos também por um drone. Na época, ela ameaçou cometer suicídio ao saber da morte do companheiro.

A ex-roqueira atuava como recrutadora de novos jihadistas nas redes sociais e postava com frequência propaganda da ideologia extremista.

(Com informações do jornal "The Sun")

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