Ela achou que estava só com dor de garganta, mas descobriu um tipo raro de câncer

Do BOL, em São Paulo

  • Reprodução/ Facebook

    Kristin estava com o câncer a cerca de 5 anos quando foi diagnosticada, segundo médicos

    Kristin estava com o câncer a cerca de 5 anos quando foi diagnosticada, segundo médicos

Kristin Freeze é uma jovem mãe do Mississippi, Estados Unidos, que foi diagnosticada com câncer de tiróide três anos atrás. Quando a doença foi descoberta, os médicos estimaram que a mulher já convivia com o tumor há cerca de 5 anos. Isso aconteceu porque os sintomas foram confundidos com uma simples inflamação de garganta. As informações são do Women's Health.

De acordo com Kristin, a primeira vez que ela notou que algo poderia estar errado com sua saúde foi durante o sexto mês de sua gestação. Na ocasião, ela sentia frequentes dores de garganta e um nódulo começou a crescer em seu pescoço. Porém, ela pressupôs que os sintomas fossem consequências de uma infecção na garganta, uma vez que o tempo estava frio e favorecia gripes e resfriados.

Algumas semanas após o nascimento de seu filho, porém, as dores se intensificaram. Ela acreditou estar com amigdalite, e se preocupou com a possibilidade de transmitir a infecção para o recém-nascido. Kristin então pediu para que seu marido a levasse até um médico. Foi quando ela fez os exames que confirmaram o câncer de tireóide, uma glândula localizada na região do pescoço responsável por controlar o metabolismo basal do organismo.

Kristin ficou devastada com o diagnóstico. "Eu nem sabia que uma pessoa poderia ter câncer de tireóide. Eu só ouvi a palavra 'câncer' e achei automaticamente que morreria. Eu fiquei apavorada porque tinha acabado de dar à luz a um bebê que precisava de mim", afirmou ela.

Após o diagnóstico, Kristin foi submetida a uma cirurgia que durou cerca de 10 horas. De acordo com ela, os médicos informaram que seu tumor era do tamanho de uma "bola de beisebol" e que o câncer havia se espalhado para seus gânglios linfáticos e para suas cordas vocais.

Os tumores que não puderam ser removidos cirurgicamente não responderam à quimioterapia. Dessa forma, os médicos responsáveis pelo caso de Kristin decidiram que a melhor forma de tratamento seria simplesmente monitorar o câncer. Três anos e meio depois do diagnóstico, ela recebeu a notícia de que os tumores estavam estáveis. "Enquanto esses tumores não estiverem crescendo, encararei o prognóstico como uma boa notícia", afirmou ela.

O câncer que ainda está no corpo de Kristin eventualmente recomeçará a se espalhar e ela e sua família estão cientes disso. Porém, ela se mantém otimista. "Eu não vou ficar sentada sentindo pena de mim. Óbvio que isso aconteceu no começo, quando eu me perguntava porque aquilo estava acontecendo comigo logo quando estava começando uma família", disse ela. "Mas eu percebi rapidamente que o diagnóstico do câncer é uma coisa que infelizmente pode acontecer. Eu não quero ser a pessoa que sente pena de si mesma", completou.

(Com informações do Women's Health)
 

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