Membros do EI ligados a atentados terroristas no Irã são enforcados

De Teerã

  • Omid Vahabzadeh/Fars News Agency/AP

    Foto de 2017 mostra forças de segurança em operação após ataque ao prédio do Parlamento

    Foto de 2017 mostra forças de segurança em operação após ataque ao prédio do Parlamento

Oito terroristas do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), vinculados aos atentados cometidos há um ano contra o Parlamento e o mausoléu do imã Ruhollah Khomeini, foram enforcados no Irã.

Segundo informou neste sábado (7) a agência oficial iraniana de notícias "Irna", a Justiça condenou os terroristas à pena capital por rebelião, corrupção na terra (acusação que a jurisprudência islâmica castiga com a morte e que é aplicada aos que contribuem para expandir a corrupção no mundo e desviar a sociedade de sua natureza) e contrabando de armas e munição, entre outros.

O duplo atentado terrorista foi cometido por membros do EI em 7 de junho de 2017 contra a sede do Parlamento iraniano e o mausoléu do Khomenei, com um total de 17 mortos e 40 feridos.

Poucos dias depois desses ataques, o ministro iraniano de Inteligência, Mahmoud Alavi, garantiu que a célula terrorista tinha sido "completamente desmantelada" e que seu autor intelectual estava morto e afirmou que nenhuma pessoa vinculada a ela seguia em liberdade

Os oito processados, detidos em distintas operações de segurança, foram condenados à morte após sete sessões judiciais.

O expediente para outros 18 acusados por estes ataques segue aberto e em trâmite de processo.

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