Pessoas não são mais discriminatórias contra tatuagens no local de trabalho, aponta estudo

Do BOL, em São Paulo

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    Discriminação com tatuagens no trabalho diminui nos EUA

    Discriminação com tatuagens no trabalho diminui nos EUA

Um estudo apontou que a aceitação de tatuagens no mercado de trabalho mudou tanto que não está mais ligada à discriminação no emprego, salários ou rendimentos nos EUA. O levantamento mostra que salários e ganhos anuais de empregados tatuados são estatisticamente indistinguíveis daqueles sem elas. A pesquisa foi publicada no último dia 7 de agosto no periódico Human Relations. As informações são da University of Miami Business School.

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O estudo, realizado pelo corpo docente da Universidade de Miami Business School e da Universidade da Austrália Ocidental, diz que cerca de 20% de todos os adultos americanos e 40% dos millennials têm tatuagens.

Mais de 2.000 indivíduos de todos os 50 estados norte-americanos foram pesquisados, com aproximadamente metade dos entrevistados vindos de áreas urbanas com uma população superior a 1 milhão de habitantes. 

Os autores do estudo, que começaram a coletar os dados durante o verão de 2016, descobriram que a percepção de tatuagens no ambiente de trabalho mudou tanto que até mesmo uma tatuagem visível não está vinculada a emprego, salários ou discriminação de rendimentos.

A pesquisa ainda diz que no mercado de contratação, os candidatos a emprego tatuados também têm a mesma probabilidade e, em alguns casos, são mais propensos a conseguir emprego.

(Com informações da University of Miami Business School)

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