Itália aumenta número de expulsões de supostos jihadistas

ROMA, 18 OUT (ANSA) - Cresceu o número de supostos jihadistas expulsos pela Itália, único dos cinco países mais ricos da Europa Ocidental ainda imune a atentados do grupo terrorista Estado Islâmico.   

De 1º de janeiro a 18 de outubro de 2018, o Ministério do Interior, chefiado por Matteo Salvini, expulsou 105 suspeitos de associação com o terrorismo, o mesmo número registrado em todo o ano de 2017. Já em 2015 e 2016 foram expulsas 66 pessoas em cada ano.   

Os supostos jihadistas são provenientes sobretudo de nações do Magrebe, o noroeste árabe da África, como Marrocos e Tunísia, mas também há casos de cidadãos do Egito, do Paquistão, do Afeganistão e dos Bálcãs.   

A última expulsão, ocorrida na terça-feira passada (16), é a da albanesa Arta Kacabuni, acusada de recrutar mulheres para o EI.   

Ao longo dos últimos anos, o grupo divulgou diversas ameaças à Itália, mas ainda não conseguiu realizar nenhum ataque no país, nem mesmo com os chamados "lobos solitários" - ao contrário do que já ocorreu em Alemanha, Espanha, França e Reino Unido.   

(ANSA)
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